Cadê a criança que estava aqui

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Cadê a criança que estava aqui

  1. 1. DimensãoBiológicaDimensãoCognitivaDimensãoSocialDimensãoAfetiva
  2. 2. Estas dimensões interagem e oser humano se constitui SUJEITOSUJEITOnessa interação.Quanto uma dimensão não estábem, as outras também nãoestão.No humano, a éfundamental para sua vida (e nãoapenas o aparato biológico, inato).
  3. 3. •D-eficiências:AlimentaresFísicasAfetivas/RELACIONAISSensoriaisEndócrinasNeurológicas
  4. 4.  Muitas crianças têm seus desejosatendidos pelos pais como se fossemordens que devem ser cumpridas semquestionamento. A conseqüência é oexercício do poder marcado pelaarbitrariedade; sem limites, tambémnão há possibilidade de satisfação (poisnada falta! Mas é fundamental quealgo falte para que o ser humanobusque, crie, aprenda...) Que os pais sofram com ocomportamento da criança não querdizer, entretanto, que não estejamdiretamente implicados nele.
  5. 5. SUPERPROTEÇÃOSUPERPROTEÇÃO• INDULGENTE:CRIANÇA IRREVERENTE, TEIMOSA,HOSTIL, INDEPENDENTE;• DOMINANTE:CRIANÇA DEPENDENTE, DÓCIL,ACANHADA, SEM INICIATIVA.
  6. 6. Experiências traumáticasinfluem decisivamente nasconexões neuronais do cérebroinfantil e no equilíbrio dosneurotransmissores, causandomudanças capazes deaumentar, de modosignificativo, a vulnerabilidadea transtornos psíquicos emfases posteriores da vida.
  7. 7. DESENVOLVIMENTO PSICOSSEXUAL (FREUD)(FREUD)0 – 18 MESES FASE ORAL: os lábios, a boca e alíngua são os principais órgãos do prazer e satisfaçãoda criança; alimentação-relação afetiva com amãe/cuidador; conhecer o mundo pela boca;18 MESES – 3 ANOS FASE ANAL: sua atenção sefocaliza nos funcionamento anal; época em que acriança está sendo ensinada a controlar fezes e urina;experiências de compensação e frustração;3 – 7 ANOS FASE FÁLICA: diferenças sexuais, papel dopai e da mãe, coisas de menino e de menina, de ondevêm os bebês, curiosidade sexual e exibicionismo,Complexo de Édipo
  8. 8. DESENVOLVIMENTO PSICOSSOCIAL (ERIKSON)0 – 18 MESES: confiança x desconfiança18 MESES – 3 ANOS: autonomia x vergonha3 – 6 ANOS: iniciativa x culpa7 – 12 ANOS: domínio x inferioridade
  9. 9. DESENVOLVIMENTO COGNITIVO (PIAGET)0 – 2 ANOS SENSÓRIO MOTOR: a criançapercebe o ambiente e age sobre ele;importância da estimulação ambiental para odesenvolvimento;2 – 6 ANOS PRÉ OPERATÓRIO:desenvolvimento da capacidade simbólica7 – 11 ANOS OPERAÇÕES CONCRETAS: usode lógica e raciocínio de modo elementar,através de objetos concretos
  10. 10. DESENVOLVIMENTO MORAL(KOLBERG)MORALIDADE PRÉ-CONVENCIONAL: osvalores morais resultam da obediência a umaautoridade externa. O julgamento dos atos ébaseado em suas conseqüências.Estágio 1: a criança julga as ações por suasconseqüências físicas;Estágio 2: os atos são moralmente corretosse lhe dão prazer.
  11. 11. MORALIDADE CONVENCIONAL: os valoresmorais consistem em cumprir as leis, em mantera ordem social e em fazer o que os outrosesperam de nós.Estágio 3: a criança já leva em consideraçãoas outras pessoas. Sua preocupação é serbom/boa, manter boas relações, ser aprovadopela família, professores...Estágio 4: o comportamento correto é o decumprir o dever, obedece, manter a ordem,ser leal.
  12. 12. AfetividadeApoioCuidado dos paissão antecedentes decisivos paraMaturidadeIndependênciaCompetênciaAuto-confiançaResponsabilidadedas crianças.
  13. 13. No entanto, o amor e oapoio não são suficientespara assegurar odesenvolvimento de taiscaracterísticas.Impõem-se outrosrequisitos, tais como:
  14. 14. Comunicação adequada entre pais efilhos;Uso de razão e não de castigo paraconseguir obediência;Respeito dos pais pela autonomia dacriança;Estímulo à independência,individualidade e responsabilidade;Controle relativamente firme eelevadas exigências paracomportamento maduro.
  15. 15. ESTARJUNTOS...APRENDERJUNTOS...
  16. 16. Mais de 30 anos de investigaçãocientífica* sugerem que a ênfaseexcessiva no intelecto ou notalento deixa as pessoasvulneráveis ao fracasso, commedo de enfrentar desafios erelutantes em remediar suasdeficiências.* Carol S. Dweck – professora da Universidade Stanforde membro da Academia de Artes e Ciências Americanasdos EUA
  17. 17. Elogiar excessivamentecapacidades inatas dascrianças reforça amentalidade de que seu bomdesempenho escolar semesforço as define comoespertas e talentosas.
  18. 18. Enaltecer o processo específico que acriança usou para realizar algo promove amotivação e a confiança, fazendo comque ela se concentre nas ações quelevaram ao sucesso.Destaque:EsforçoEstratégiasConcentraçãoPersistência diante das dificuldadesDisposição para assumir os desafios
  19. 19. Transtornos de leitura eTranstornos de leitura eescrita (pré-dislexia)escrita (pré-dislexia)Transtornos de ansiedadeTranstornos de ansiedade(ansiedade de separação)(ansiedade de separação)TDAHTDAHQuestões AfetivasQuestões AfetivasAudição e visãoAudição e visão
  20. 20. Desejo primeiro que você ame,E que amando, também seja amado.E que se não for, seja breve em esquecer.E que esquecendo, não guarde mágoa.Desejo, pois, que não seja assim,Mas se for, saiba ser sem desesperar.Desejo também que tenha amigos,Que mesmo maus e inconseqüentes,Sejam corajosos e fiéis,E que pelo menos em um delesVocê possa confiar sem duvidar.E porque a vida é assim,Desejo ainda que você tenha inimigos.Nem muitos, nem poucos,Mas na medida exata para que, algumasvezes,Você se interpele a respeitoDe suas próprias certezas.E que entre eles, haja pelo menos um queseja justo,Para que você não se sinta demasiadoseguro.Desejo depois que você seja útil,Mas não insubstituível.E que nos maus momentos,Quando não restar mais nada,Essa utilidade seja suficiente paramanter você de pé.Desejo ainda que você seja tolerante,Não com os que erram pouco, porqueisso é fácil,Mas com os que erram muito eirremediavelmente,E que fazendo bom uso dessatolerância,Você sirva de exemplo aos outros.Desejo que você, sendo jovem,Não amadureça depressa demais,E que sendo maduro, não insista emrejuvenescerE que sendo velho, não se dedique aodesespero.Porque cada idade tem o seu prazer e asua dorE é preciso deixar que eles escorrampor entre nós.
  21. 21. Desejo por sinal que você seja triste,Não o ano todo, mas apenas um dia.Mas que nesse dia você descubraQue o riso diário é bom,O riso habitual é insosso e o risoconstante é insano.Desejo que você descubra,Com o máximo de urgência,Acima e a respeito de tudo,Que existem oprimidos,Injustiçados e infelizes,E que estão à sua volta.Desejo ainda que você afague umgato,Alimente um pardal e ouça umcanárioErguer triunfante o seu cantomatinalPorque, assim, você se sentirá bempor nada.Desejo também que você plante umasemente,Por mais minúscula que seja,E acompanhe o seu crescimento,Para que você saiba de quantasMuitas vidas é feita uma árvore.Desejo, outrossim, que você tenhadinheiro,Porque é preciso ser prático.E que pelo menos uma vez por anoColoque um pouco deleNa sua frente e diga: “Isso é meu.”Só para que fique bem claro quem édono de quem.Desejo também que nenhum de seusafetos morra,Por eles e por você,Mas que se morrer, você possa chorarSem se lamentar e sofrer sem se culpar.Desejo por fim que você ameHoje, amanhã e nos dias seguintes,E quando estiver exausto e sorridenteAinda haja amor para recomeçar.E se tudo isso acontecer,Não tenho mais nada a te desejar.VICTOR HUGO
  22. 22. Ir. Patrícia Rodrigues
  23. 23. Bibliografia:• A Mente do Bebê – Vol. 1,2,3 e 4• 3 a 6 anos – Momentos Decisivos doDesenvolvimento Infantil (Brazelton eSparrow)• Intervenções Precoces Pais/Bebês(Guedeney e Lebovici)• Pontos de Psicologia doDesenvolvimento (Célia SilvaGuimarães Barros)• Desenvolvimento Humano (Papalia)• Revista Educação Ano 11 Nº 129• Revista Viver Mente e Cérebro –out/04; dez/07 e jul/08

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