Gestão financeira

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Gestão financeira

  1. 1. GESTÃO FINANCEIRA www.curtircursos.com.br http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  2. 2. Processos de Formação de Preços • Custos Fixos: são os custos que, embora tenham um valor total que não se altera com a variação da quantidade de bens ou serviços produzidos, seu valor unitário se altera de forma inversamente proporcional à alteração da quantidade produzida. Ex.: O pagamento de aluguel.
  3. 3. Custos Variáveis: são os custos que, em bases unitárias possuem um valor que não se altera com alterações nas quantidades produzidas, porém, cujos valores totais variam em relação direta com a variação das quantidades produzidas. Ex.: Matéria prima.
  4. 4. Custos Diretos: são os custos suscetíveis de serem identificados com os bens ou serviços resultantes, ou seja, têm parcelas definidas apropriadas a cada unidade ou lote produzidas. Geralmente são representados por mão-de-obra direta e pelas matérias primas.
  5. 5. Planejamento Financeiro www.curtircursos.com.br http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  6. 6. Planejamento Financeiro • A administração financeira é a disciplina que trata dos assuntos relacionados à administração das finanças de empresas e organizações. Ela está diretamente ligada à Administração, Economia e a Contabilidade.
  7. 7. Finanças Corporativas Abrangem na maioria, relações com cooperações (sociedades anônimas).As finanças corporativas abrangem todas as decisões da empresa que tenham implicações financeiras, não importando que área funcional reivindique responsabilidade sobre ela http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  8. 8. Investimentos São recursos depositados de forma temporária ou permanente em certo negócio ou atividade da empresa, em que se deve levar em conta os riscos e retornos potenciais ligados ao investimento em um ativo financeiro, o que leva a formar, determinar ou definir o preço ou valor agregado de um ativo financeiro, tal como a melhor composição para os tipos de ativos financeiros http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  9. 9. Negócios Financeiros Internacionais www.curtircursos.com.br http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  10. 10. Negócios Financeiros Internacionais • Política cambial é o conjunto de ações e orientações ao dispor do Estado destinadas a equilibrar o funcionamento da economia através de alterações das taxas de câmbio e do controle das operações cambiais.
  11. 11. A descida das taxas de câmbio torna a moeda nacional mais barata face às restantes. A desvalorização da moeda tem um efeito benéfico sobre as exportações, que se tornam mais competitivas; consequentemente, tem um efeito nefasto sobre as importações, funcionando como instrumento corretor de desequilíbrios da balança de pagamentos. http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  12. 12. O risco país é um conceito econômico- financeiro que diz respeito à possibilidade de que mudanças no ambiente de negócios de um determinado país impacte negativamente o valor dos ativosde indivíduos ou empresas estrangeiras naquele país, bem como os lucros, dividendos ou royalties que esperam obter dos investimentos que lá fizeram.
  13. 13. Matemática para Negócios e Finanças www.curtircursos.com.br http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  14. 14. Matemática para Negócios e Finanças Projetos de investimento, como a abertura de uma loja, compra de uma máquina ou construção de uma estrada requerem um investimento financeiro inicial e é esperado que gerem resultado financeiro positivo ao longo do tempo. A matemática financeira ajuda a avaliar se o resultado esperado compensará o investimento inicial.
  15. 15. A matemática financeira utiliza uma série de conceitos matemáticos aplicados à análise de dados financeiros em geral. Os problemas clássicos de matemática financeira são ligados a questão do valor do dinheiro no tempo (juro e inflação) e como isso é aplicado a empréstimos, investimentos e avaliação financeira de projetos. http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  16. 16. Principal ou Capital ou Valor Presente: Valor que está sendo emprestado ou investido. Juro: Compensação paga pelo tomador do empréstimo (ou receptor do investimento) para ter o direito de usar o dinheiro até o dia do pagamento. Pode ser expresso em valor monetário ($) ou como uma taxa de juro (%). http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  17. 17. Matemática para Negócios e Finanças Projetos de investimento, como a abertura de uma loja, compra de uma máquina ou construção de uma estrada requerem um investimento financeiro inicial e é esperado que gerem resultado financeiro positivo ao longo do tempo. A matemática financeira ajuda a avaliar se o resultado esperado compensará o investimento inicial.
  18. 18. A matemática financeira utiliza uma série de conceitos matemáticos aplicados à análise de dados financeiros em geral. Os problemas clássicos de matemática financeira são ligados a questão do valor do dinheiro no tempo (juro e inflação) e como isso é aplicado a empréstimos, investimentos e avaliação financeira de projetos. http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  19. 19. Fundamentos em Finanças Em economia, inflação é a queda do valor de mercado ou poder de compra do dinheiro. Porém, é popularmente usada para se referir ao aumento geral dos preços. Inflação é o oposto de deflação. Índices de preços dentro de uma faixa entre 2 a 4,5% ao ano é uma situação chamada de estabilidade de preços.
  20. 20. Inflação "zero" não é o que se deseja, pois pode estar denunciando a ocorrência de uma estagnação da economia, momento em que a renda e, consequentemente, a demanda, estão muito baixas, significando alto desemprego e crise. http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  21. 21. • Inflação prematura - processo inflacionário gerado pelo aumento dos preços sem que o pleno emprego seja atendido. • Inflação reprimida - processo inflacionário gerado pelo congelamento dos preços por parte do governo. • Inflação de custo - processo inflacionário gerado pelo aumento dos custos de produção.
  22. 22. Finanças: Fundamentos e Processos www.curtircursos.com.br http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  23. 23. Balanço Patrimonial  é parte de um conjunto de relatórios que compõem as demonstrações contábeis de uma entidade. Além do balanço, há a demonstração do resultado do exercício, a demonstração das mutações do patrimônio líquido, a demonstração de origens e aplicações de recursos, exigidas pela atual legislação societária brasileira.
  24. 24.  Denomina-se análise de balanço a atividade que busca identificar fatores positivos ou negativos sobre a saúde financeira e administrativa das e mpresas nos números divulgados em seus balanços patrimoniais. Análise de Balanço http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  25. 25.  As empresas que possuem políticas administrativas mais transparentes divulgam prévias trimestrais de seus balanços anuais de forma a possibilitar que resultados parciais possam ser avaliados antes mesmo do término do exercício em curso.
  26. 26. Finanças Corporativas www.curtircursos.com.br http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  27. 27. Finanças Corporativas  é uma area de finanças envolvendo as decisões financeiros tomadas pelos negócios e as ferramentas e analises também usadas para tomar estas decisões. O objetivo principal da finança corporativa é a simultânea maximização da valorização da sociedade e a administração dos riscos financeiros da empresa.
  28. 28.  Em Finanças, o fluxo de caixa (designado em inglês por "cash flow"), refere-se ao montante de caixa recebido e gasto por uma empresa durante um período de tempo definido, algumas vezes ligado a um projeto específico. http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  29. 29.  Existem dois tipos de fluxos: - outflow, de saída, que representa as saídas de capital, subjacentes às despesas de investimento. - inflow, de entrada, que é o resultado do investimento. Valor que contrabalança com as saídas e traduz-se num aumento de vendas ou representa uma redução de custo de produção, etc. http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  30. 30. Derivativos Financeiros www.curtircursos.com.br http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  31. 31. Derivativos Financeiros • é um contrato no qual se estabelecem pagamentos futuros, cujo montante é calculado com base no valor assumido por uma variável, tal como o preço de um outro ativo, a inflação acumulada no período, a taxa de câmbio, a taxa básica de juros ou qualquer outra variável dotada de significado econômico.
  32. 32. • No início do desenvolvimento dos mercados financeiros, os derivativos foram criados como forma de proteger os agentes econômicos (produtores ou comerciantes) contra os riscos decorrentes de flutuações de preços, durante períodos de escassez ou superprodução do produto negociado, por exemplo.. http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  33. 33.  Atualmente, no entanto, a ideia básica dos agentes econômicos, ao operar com derivativos, é obter um ganho financeiro nas operações de forma a compensar perdas em outras atividades econômicas. http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  34. 34.  Desvalorização cambial e variações bruscas nas taxas de juros são exemplos de situações que já ocorreram na economia, nas quais os prejuízos foram reduzidos ou até se transformaram em ganhos para os agentes econômicos que protegeram os seus investimentos. http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  35. 35. Compras, Contratações e Terceirizações www.curtircursos.com.br http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  36. 36. Compras, Contratações e Terceirizações • Gestão da cadeia de suprimentos (em inglês) Supply chain management (SCM) é o gerenciamento de uma rede interligada de negócios envolvidos na provisão final de pacotes produto e serviço requeridos por clientes finais.
  37. 37.  Gestão da cadeia de suprimentos abrange todo o movimento e armazenamento de matéria prima, trabalho em processo de inventário, e produtos acabados do ponto de origem até o ponto de consumo (cadeia de suprimentos). http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  38. 38. Objetivo  A logística de produção (tradução de production logistics) de uma indústria, também conhecida como PPCP (Planeamento, Programação e Controle da Produção) é um segmento da indústria automatizada, que trata da gestão e controle de mão-de- obra, material e informação no processo produtivo.
  39. 39.  Devido à grande complexidade que as grandes plataformas industriais apresentam, dada à enorme quantidade de materiais, operários e máquinas, a gestão destes recursos é feita maioritariamente por computador. São estes processos logísticos contínuos de controlo da produção e também das encomendas, que se dá o nome de logística de produção. http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  40. 40. Auditoria Contábil  Compreende o exame de documentos, livros contábeis, registros, além de realização de inspeções e obtenção de informações de fontes internas e externas, tudo relacionado com o controle do patrimônio da entidade auditada.
  41. 41.  A auditoria têm por objetivo averiguar a exatidão dos registros contábeis e das demonstrações contábeis no que se refere aos eventos que alteram o patrimônio e a representação desse patrimônio.
  42. 42. Objetivo  Se resume no conjunto dos elementos de controle do patrimônio, quais sejam os registros contábeis, documentos que comprovem esses registros e os atos administrativos.  Fatos não registrados documentalmente também são objeto da auditoria uma vez que tais fatos podem ser relatados por indivíduos que executam atividades relacionadas ao patrimônio auditado.
  43. 43.  A auditoria surgiu como conseqüência da necessidade de confirmação dos registros contábeis, em virtude do aparecimento das grandes empresas e da taxação do imposto de renda, baseado no lucro expresso nas demonstrações contábeis. Sua evolução ocorreu em paralelo ao desenvolvimento econômico e com as grandes empresas formadas por capital de muitas pessoas. Origens
  44. 44. Análise e Decisão de Investimentos www.curtircursos.com.br http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  45. 45. Análise Financeira  A análise financeira refere-se à avaliação ou estudo da viabilidade, estabilidade e lucratividade de um negócio ou projeto.
  46. 46.  Engloba um conjunto de instrumentos e métodos que permitem realizar diagnósticos sobre a situação financeira de uma empresa, assim como prognósticos sobre o seu desempenho futuro. http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  47. 47. Conceito  Para que o analista possa verificar a situação econômico-financeira de uma empresa, torna-se fundamental o recurso a alguns indicadores, sendo que os mais utilizados são aqueles que assumem a forma racional.
  48. 48.  Estes apresentam uma vantagem, não só de tornar mais precisa a informação, como também de facilitar comparações, quer para a mesma empresa, ao longo de um certo período de tempo, quer entre empresas distintas, num mesmo referencial de tempo.
  49. 49. Análise de Crédito  é o momento no qual o agente cedente irá avaliar o potencial de retorno do tomador do crédito, bem como, os riscos inerentes à concessão. Tal procedimento é realizado, também, com o objetivo de ser possível identificar os clientes que futuramente poderão não honrar com suas obrigações, acarretando uma situação de risco de caixa à organização.
  50. 50. Conceito  A análise de crédito é um processo organizado para analisar dados, de maneira a possibilitar o levantamento das questões certas acerca do tomador do crédito. "Este processo cobre uma estrutura mais ampla do que simplesmente analisar o crédito de um cliente e dados financeiros para a tomada de decisão com propósitos creditícios" http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  51. 51. Análise Cadastral  A análise cadastral refere-se a processo de análise dos dados de identificação dos clientes. Evidencia, o sucesso da concessão do crédito depende de informações confiáveis a respeito do cliente.  Todas as instituições de crédito devem atentar para o sigilo das informações coletadas pelos agentes de crédito. controle.
  52. 52.  A análise patrimonial é frequentemente utilizada para a avaliação das garantias que os clientes podem oferecer para vincularem ao contrato de concessão.  A concessão do crédito não pode estar atrelada ao bem disposto como garantia, pois assim a organização estaria comprando um bem que não é de interesse. Análise Patrimonial http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  53. 53. Custos  São medidas monetárias dos sacrifícios financeiros com os quais uma organização, uma pessoa ou um governo, têm de arcar a fim de atingir seus objetivos, sendo considerados esses ditos objetivos, a utilização de um produto ou serviço qualquer, utilizados na obtenção de outros bens ou serviços.
  54. 54. Custos Diretos  É um método de custeio usado para alocação apenas dos custos variáveis ao produto.  O sistema de custeio variável ou direto é um método que considera apenas os custos variáveis de apropriação direta como custo do produto ou serviço".  É "o processo de apuração de custo que exclui os custos fixos".
  55. 55. Custeio por Absorção  Apura o valor dos custos dos bens ou serviços, tomando como base todos os custos da produção incluindo os custos diretos, indiretos, fixos e variáveis.  É o método que consiste em atribuir aos produtos fabricados todos os custos de produção, quer de forma direta ou indireta. http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  56. 56. Custo Padrão  São custos predeterminados, porém, diferentemente dos custos estimados, são calculados com base em parâmetros operacionais, e utilizados em operações repetitivas de produção, onde não compensaria calcular o custo individual de cada repetição.
  57. 57.  são os custos que, embora tenham um valor total que não se altera com a variação da quantidade de bens ou serviços produzidos, seu valor unitário se altera de forma inversamente proporcional à alteração da quantidade produzida.  Ex.: O pagamento de aluguel. Custo Fixo http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  58. 58. Processos de Formação de Preços A formação de preços dos produtos vai muito além da simples escolha de valores. Trata-se do estudo de métodos de custeio para chegar em um valor equilibrado, procurando satisfazer tanto a empresa quanto o cliente. Curso Finanças
  59. 59. Conteúdo Aula 1: Introdução e desenvolvimento de formação de preço Aula 2: Fatores para decisão da formação do preço Aula 3: Considerações gerais para formação de preço Aula 4: Métodos de apreçamento baseado na concorrência Aula 5: Métodos de apreçamento baseado no valor percebido http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  60. 60. Aula Demonstrativa http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  61. 61. Aprenda com prazer! Mais de 250 cursos para você.  Aulas 100% on-line  Suporte On-line  Relatório de Aproveitamento  Certificado válido em todo Brasil  Pagamento único e sem mensalidades  Prazo de acesso 4 meses ASSINE JÁ http://curtircursos.nossoscursos.com.br/
  62. 62. Administração do Circulante Confira alguns dos nossos cursos : Análise e Decisão de Investimentos Fundamentos em Finanças Análise de Custos Auditoria Contábil Matemática Financeira Análise de Risco e Crédito Compras, Contratações e Terceirizações Matemática para Negócios e Finanças
  63. 63. curtircursos @curtircursos curtircursos.blogspot.com http://curtircursos.nossoscursos.com.br/

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