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2. ENTRADA DE DADOS

 

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  1. 1. ãtcrooNct fl Vllindowa. .. - Johneon Nogueira 1 CONTEÚDO l 1. INTRODUÇÃO Considerações Iniciais lnatalação. inicialização o . Janela Principal do StercoNET O 2. ENTRADA DE DADOS Formato de medidas e da arquivoa (Étxt) Criando um Novo Arquivo de Dadoa Editando um Arquivo ja' Exiatentc Carregando um Arquivo do Dadoe 5. FOKMAS DE REPRESENTAÇÃO Selecionando aa Opções do Projeção e Formato do medidas Keprsaontação do Planoa Koproaentação de Ketaa 4. TRATAMENTO ESTATÍSTICO DOS DADOS Geração do Arquivo do Contorno (Íbin) Exibindo um Diagrama do Contorno Gerando um Diagrama do Koaota Trabalhando com Múltiplos Diagramas imprimindo Diagramas 5. UM EXEMPLO DE TKATAMENTO DE DADOS ESTKUTUPAIS C/ StsreoNET
  2. 2. StereoNet fl Windows. .. - . Johnson Nogueira 2 1. INTRODUÇÃO Considerações Iniciais A representação, tratamento estatistica e manipulações diversas de dados referentes à orientação de estruturas geológicas (planos de acamamento, foliações, lineações, fraturas. etc. ) têm, já há muito tempo, assumiúdo papel importante na análise de alguns fenômenos geológicos. Dentre as formas de representação desses dados citam-se os histogramas, os diagramas de roseta ou rosácea e as projeções estereográficas, com destaque para essas últimas pelas possibilidades de manipulação que oferecem. Dada a necessidade de manipulação de grandes quantidades de dados (centenas, milhares) o trabalho com ro'e ões estereo ráficas torna-se, na maioria das vezes, tedioso e consome um tem o recioso ue oderia I P ser utilimdo em atividades mais criativas. Com o advento da microinformatica, sua o ulariza ão e redu ão 9 G de custos, uma série de atividades mecânicas passaram a ser executadas pôr processadores devidamente instruidos. Não poderia ser diferente no caso das Geociências, e uma série de programas e pacotes aplicativos foram desenvolvidos com a finalidade de realização das etapas puramente mecânicas nos processos de análise dos fenômenos geológicos. Causaram efeito os aplicativos desenvolvidos para o tratamento de dados estruturais, tendo surgido toda uma geração de "softwares" com vantagens e/ ou limitações uns em relação aos outros. O programa de tratamento de dados estruturais StereoNET oferece possibilidades de representação e análise estatistica dos dados, como outros programas mais conhecidos. adaptando-se a ambientes operacionais mais recentes e amigáveis (Windows 54x). Para operar com este aplicativo, e' necessária a utilização de uma máquina capaz de trabalhar com ambiente gráñco Windows 5.x (processador 556 ou superior) com memória KAM recomendável de 4 Mb e monitor de video VGA ou superior. instalação, inicialização e Janela Principal do StereoNET A instalação do programa faz-se de forma igual às outras aplicações para Windows, isto é, escolhe-se a opção Executar no menu Arquivo do Gerenciador de Programas * escolhendo o arquivo install no disquete e confirmando a operação (OK). O programa de instalação fará a cópia dos diversos arquivos contidos no disquete. criando um diretório Stereo com dois subdiretórios: Stereo/ Bin e Stereo/ Text. Caso o disquete não contenha o arquivo instalador pode-se proceder a instalação 'manual' criando o diretório Stereo e copiando o conteúdo do disquete para o mesmo e em seguida criando um item de programa num grupo já existente ou criando um grupo e um item para o StereoNET. Uma vez instalado o programa, um duplo CLlCK no icone fara' com que o mesmo seja carregado para a memória. Nesse ponto abre-se uma caixa com informações a respeito do programa, copyright e memória disponivel. Um CLICK no botão OK da seqüência à carga, apresentando a _janela principal que é bastante similar às outras aplicações Windows, sendo composta pôr uma barra de titulo, botões de dimensionamento e de controle, barra de menu, barra de ferramentas, área de trabalho, caixa de ferramentas e barra de status. A barra de ferramentas do StereoNET fornece uma série de atalhos acessíveis através de diversos botões. A caixa de ferramentas, que aparece na área de trabalho, é composta pelos botões de atalho para as opções do menu Graphic. Na barra de status, rodapé da janela, podem ser obtidas informações, da esquerda para direita: tipo de projeção selecionada, número de dados na memória, posição do cursor na rede e função do botão no qual esta' o ponteiro do mouse.
  3. 3. Stereoiwlet f/ Viñndows. .. - . Johnson Nogueira 3 2. ENTRADA DE DADOS Formato de Medidas e de Arquivos O programa StereoNET trabalha com orientações de estruturas espressas na notação CLAR, isto el, com a orientação de retas. No caso de estruturas lineares (lineações minerais, estrias, etc. ) com a direção do plano vertical que contém a linha e no caso de estruturas planares trabalhando com a reta de maior declividade do plano. Em ambos os casos a notação de entrada deverá conter inicialmente a direção e depois o mergulho da linha (p. ex. 150 45). Os arquivos de medidas gerados para trabalho com o StereoNET são arquivos de texto, ou seja, são arquivos de extensão txt. Criando um Novo Arquivo de Dados Uma vez que os arquivos a serem criados são arquivos comuns do tipo texto, os mesmos podem ser editados em qualquer processador de texto e salvos no formato txt. Para criar um novo arquivo de dados no próprio StereoNET deve-se proceder o carregamento do programa (duplo CLICK no icone correspondente) e em seguida abrir o menu File (arquivo) escolhendo a opção Notepad (bloco de notas). Nesse ponto o bloco de notas do Windows sera' aberto no estado de edição de texto, e as medidas poderão ser colocadas. A primeira linha de texto deve ser reservada para identificação do arquivo, tipo de estrutura, etc. ou ser deixada em branco. Caso essa linha contenha um dado o mesmo não sera' computado pelo programa quando aberto o arquivo. Cada linha de texto deve conter apenas uma medida de orientação: direção <espaço> mergulho ENTER. Quando for introduzida a última medida do arquivo não deve-se teclar ENTER senão a linha gerada abaixo da última medida. e que esta' vazia sera' computada como um número de dado, uma vez que n corresponde ao número de linhas menos uma (a primeira que foi usada como identificador). Encerrada a entrada dos dados o arquivo deve ser salvo (opção Salvar Como no menu Arquivo do Bloco de Notas, especificando nome do arquivo e diretório de destino). Caso não especificado, o caminho do StereoNET por default é Stereo/ Text; Feita esta operação deve-se sair do bloco de notas, retornando à tela principal do StereoNET (opção Sair no menu Arquivo). Editando um Arquivo já Existente O procedimento para edição de um arquivo já existente, caso seja necessário, é bastante parecido com o de criação do arquivo novo. Deve-se retornar ao processador de texto onde foi gerado o arquivo ou, ainda mais simples, Abrir o arquivo no Bloco de Notas dentro do próprio StereoNET. Após efetuadas as modificações necessárias deve-se salvar novamente o arquivo e voltar ao StereoNET. Carregando_um Arquivo de Dados no StereoNET Para trabalhar com um arquivo de dados no StereoNET deve-se escolher a opção Open (abrir) no menu File (arquivo), selecionãldo-se o arquivo desejado na lista constante da caixa de diálogo que será aberta. Uma vez selecionado o arquivo e confirmado (OK) volta-se à tela principal e vê-se na barra de status a indicação do número de dados carregados (N= ). Uma outra forma de carregar um arquivo de dados é dar um CLICK no primeiro botão da barra de ferramentas
  4. 4. StereoNet fl Mndows. .. - Johnson Nogueira 4 s. FORMAS DE REPRESENTAÇÃO Selecionando as Opções de Projeção e Formato de Medidas No StereoNET existe a possibilidade de utiliução das projeções de Wulff e Schmidt. Essa seleção é feita escolhendo-se a opção Projetion (projeção) no menu Option (opção) e selecionaVÀio-se a projeção desejada na caixa de confirmação que se abre. Outra opção existente é a do formato de medidas uma vez que a notação com a qual foi construido o arquivo de dados pode ser utilimda tanto como reta de maior declividade (Dip Direction) ou como direção e mergulho do plano (Regra da Mão Direita - Right Hand Rule). Para proceder essa seleção deve~se escolher a opção ln/ Out Format no menu Option e confirmar o tipo de formato desejado na caixa de confirmação que se abre. O formato mais utilizado é o de Dip Direction. Nessa mesma caixa existem as opções de medidas de ângulos de direção e mergulho (graus, radianos e grados). E importante sempre verificar o tipo de projeção e formato que estão configurados no programa pois o resultado da plotagem é completamente diferente num e noutro caso. Representação de Planos Quando um ar uivo contendo orienta ão de ianos é aberto, esses dados assam ara a memória mas não 9 me lotados de forma automatica ara ue se ossa escolher a forma de re resenta ão de tais estruturas P q l l l I planares. Se o formato que se está utilizando e o de Dip Direction, o dado que esta na memoria e a orientação de uma reta (a reta de maior declividade). Se esses dados forem plotados como pontos - opção Points (pontos) no menu Graphic (grafico) - tais pontos representarão as retas de maior declividade contidas nos iversos anos. ara ue os on os re res em os óos os nos ' e e ário a er a conversao e d l P t ent | d la e n c ss f z ” d ianos ara ólos - o ão Plane to Pole lano ara olo no menu Calculate, antes de fazer a lota em com 'i 9 pontos. Deve-se lembrar que as operações de tratamento estatistica devem ser feitas utilizando os pólos dos planos. No caso de se desear fazer a lota em com ro'e ão ciclo ráfica, não é necessário fazer a conversão. Deve- g I se abrir o ar uivo e escolher a o ão Planes ianos no menu Gra hic. E ossivel trabalhar com os dois ti os P de representação, pólos e ciclográficas, num mesmo diagrama, abrindo o arquivo. plotando os planos, convertendo planos para pólos e plotando os pontos. Representação de Retas No caso de estruturas lineares, a representação sempre se faz com pontos na rede esterográfica, não havendo necessidade de conversão. Caso seja feita a plotagem com projeção ciclográfica, a mesma não tera' nenhum significado geológico ja' que o programa interpretará a linha plotada como reta de maior declividade do plano, o que não é verdadeiro. 4. TRATAMENTO EsTATisTicO oos DADOS Geração do Arquivo de Contorno Os dados referentes a um diagrama de contorno são calculados e salvos num arquivo do tipo '. bin no subdiretório Stereo/ Bin.
  5. 5. Stereoliet fl Windows. .. - Johnson Nogueira 5 Para gerar um diagrama de contorno deve-se inicialmente carregar o arquivo de dados (TXT) e proceder, no caso de planos, a conversão das linhas de maior declividade para pólos dos planos seguindo a seqüência descrita anteriormente ou simplesmente dando um CLiCK no botão Plane to Pole da barra de ferramentas. Em seguida são calculados os contornos: opção Contours no menu Calculate. Na caixa de verificação que se abre pode-se selecionar o nome do arquivo de saida (botão Output File), definir a resolução (Resolution 25 a 160 - controla a precisão das linhas de contorno), definir a área de contagem (Search Area - i7. a 507.. Quanto menor o valor, melhor a contagem) e, uma vez definidos os parâmetros, iniciar o cálculo (botão Start). Existe ainda a opção de cancelamento da operação (botão Cancel). O arquivo de contorno foi calculado e salvo com o nome e destino especificado pelo usuário. O caminho default e' Stereo/ Bin. Exibindo um Diagrama de Contorno Para exibir um diagrama de contorno criado com procedimento anterior, deve-se escolher a opção Contours no menu Graphic. Na caixa que se abre deve-se dar um CLiCK no botão input File para escolher o arquivo bin que se deseja plotar. Quando confirmado, abre-se uma nova caixa onde constam os parâmetros de cálculo dos contornos e as opções de desenho das isoiinhas que podem ser plotadas todas, todas acima de uma isolinha determinada ou apenas as isoiinhas selecionadas pelo usuário. Este procedimento pode ser repetido diversas vezes, alterando os parâmetros, ate' que se consiga o resultado satisfatório. Gerando um Diagrama de Roseta Uma outra forma de apresentar a estatistica de um conjunto de dados é a geração de um diagrama de roseta ou rosácea. Deve-se lembrar que este tipo de estatística leva em conta apenas a direção da estrutura e deve-se estar atento ao significado geológico dessa estatística em função do tipo de estrutura e formato de medida e entrada de dados no programa. Para gerar um diagrama de roseta, deve-se carregar o arquivo de dados que se deseja tratar e em seguida escolher a opção Rose Diagram (diagrama de roseta) no menu Graphic e na caixa de opção/ verificação que se abre¡definir os parâmetros para exibição do diagrama, As opções são: No. of sectors (número de setores; refere-se ao número de divisões da circunferência; varia de 4 a 150; se o número for 56 cada setor corresponderá a i0 graus); No. of rings (refere-se ao número de círculos concêntricos que serão apresentados no diagrama; varia de i a lO); Scale of ring (refere-se à escala do espaço entre um círculo e outro; controla o tamanho das pétalas da rosácea; varia dei a 100) e; Arrow size (refere-se ao tamanho da seta que representa a orientação média da distribuição; varia de i a 10). Outros parâmetros podem ser selecionados ativando as opções: exibição de roseta bidirecional (Bidirectional); uso de escala (Scale); se usando escala esta pode ser normal ou logarítmíca (Log scale); exibição das marcas de setores (Degree ticks) e; exibição da seta de orientação média (Mean arrow). Selecionadas as opções e confirmada a seleção (OK). o diagrama será exibido. Trabalhando com Múltiplos Diagramas Uma característica interessante do StereoNET é a possibilidade de exibição de vários diagramas (pontos, círculos. contornos, rosetas, etc. ) numa mesma tela, permitindo comparações e análise dos dados, Esses múltiplos diagramas podem ser gerados para um mesmo conjunto de dados ou para dados de arquivos diferentes. Para exibir diferentes diagramas referentes a um mesmo grupo de dados do arquivo carregado para a memória, basta abrir uma nova janela de gráfico (opção New no menu Graphic ou botão New graphic window na barra de ferramentas) e proceder corn a plotagem dos diagramas, abrindo uma nova janela para cada novo
  6. 6. StereoNet fl lMndows. .. - Johnson Nogueira 5 diagrama desejado. As janelas que contêm os diferentes diagramas podem ser organizadas de duas formas: opções Cascade (em cascata) ou Tile (lado a lado) no menu Window. A outra opção é carregar um arquivo de dados, gerar os diagramas desejados; abrir outro arquivo de dados, erar os dia ramas deseados e assim or diante. Quando se utiliu essa o ão abrir um novo ar uivo de 6 El J j . . , .. , . dados quando já há um na memória) os novos dados podem somados aos que ja estao na memoria ou os dados anteriores podem ser descartados e os novos carregados, respondendo sim ou não na caixa de verificação Data exist”. imprimindo Diagramas Se a exibição "on screen" e' bastante versátil no StereoNET= o módulo de impressão nem tanto. Só é possível imprimir diretamente c diagrama contido na janela ativa. Para imprimir um diagrama deve-se escolher a opção Print (imprimir) no menu File (arquivo) ou dar um CLICK no botão Print da barra de ferramentas. Nesse ponto abre-se a caixa de verificação Start printing (início de impressão) na qual aparece o destino (Destination: impressora e porta à qual está ligada) e onde deve ser especificada a escala de impressão. A escala (Scale) varia de 5'/ . a 100%. Pode-se ainda modificar os parâmetros da impressora (botão Set up), cancelar a operação (botão Cancel) ou confirmar e imprimir (botão OK). A opção para formas mais versáteis de impressão e edição dos diagramas gerados no StereoNET é passa'- los para outro aplicativo Windows, utilizando a área de transferência e as operações de Copiar e Colar. 5. EXEMPLO DE TRATAMENTO DE DADOS ESTRUTURAIS COM StereoNET Verificação do Funcionamento do Programa Entrada dos Dados Estrutura: Planos de fratura com eslicolítos (linha de maior declividade) Dir. Merg. Dir. Merg. 29s eo 152 ss 512 ss 52o so 26s ss 14 ss 501 a1 14 a2 292 a2 551 se 21 a7 s a4 se 75 559 a1 215 ss ' 50s a2 17s 7a “ 15 ss iss ss 52o so Mesclando Dados de Diferentes Arquivos Gerando Diagramas Extraindo a Orientação dos Máximos nos Diagramas

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