Evolução da atmosfera - contaminação e toxicidade

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Evolução da atmosfera - contaminação e toxicidade

  1. 1. A ATMOSFERA Atmosfera: camada de gases que envolve a Terra.  Praticamente já não existe matéria.  Raios cósmicos, que são partículas subatómicas (protões, neutrões e eletrões) provenientes do espaço.  Filtro das radiações mais energéticas, com a consequente ionização e dissociação das moléculas da atmosfera.  Atividade química reduzida.  Filtro das radiações ultravioleta pelo ozono.  Principais fenómenos meteorológicos.  Respiração e fotossíntese.  Poluição atmosférica.
  2. 2. A ATMOSFERA PRIMITIVA Há 4600 milhões de anos, quando se formou a Terra, haveria numerosas erupções vulcânicas, com a consequente emissão de gases. Composição da atmosfera primitiva Componentes maioritários Componentes minoritários  Vapor de água (H2O)  Dióxido de carbono (CO2)  Monóxido de carbono (CO)  Azoto molecular (N2)  Dióxido de enxofre (SO2)  Sulfureto de hidrogénio (H2S)  Amoníaco (NH3)  Oxigénio molecular (O2)  Metano (CH4)
  3. 3. EVOLUÇÃO DA ATMOSFERA
  4. 4. A ATMOSFERA ATUAL (atmosfera secundária) Composição da atmosfera atual (V/V) Componentes maioritários ou principais  Azoto molecular (N2) – 78,08 %  Oxigénio molecular (O2) – 20,95 %  Árgon (Ar) – 0,93 %  Dióxido de carbono (CO2) – 0,035% ou 350 ppm A água (H2O) não se apresenta porque a sua distribuição é irregular e raramente ultrapassa os 2 %. ppm – partes por milhão Componentes minoritários ou vestigiais  Néon (Ne) – 18 ppm  Hélio (He) – 5,20 ppm  Metano (CH4) – 1,40 ppm  Crípton (Kr) – 1,00 ppm  Hidrogénio (H2) – 0,50 ppm  Óxido de diazoto (N2O) – 0,50 ppm  Monóxido de carbono (CO)  Xénon (Xe)  Amoníaco (NH3)  Monóxido de azoto(NO)  Dióxido de azoto (NO2)  Ozono (O3) – 0,04 ppm
  5. 5. POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA A grande maioria dos gases presentes na atmosfera têm origem natural, mas alguns deles, como os óxidos de carbono (CO e CO2), o metano (CH4) ou os óxidos de azoto (NO e NO2), também podem ser produzidos pelo Homem. Existem ainda substâncias enviadas para a atmosfera que são exclusivamente produzidas pelo Homem, como os clorofluorcarbonetos (CFC), que se falará mais adiante. H2S – sulfureto de hidrogénio SO2 – dióxido de enxofre SO42 – - ião sulfato CO – monóxido de carbono CO2 – dióxido de carbono SO2 – dióxido de enxofre NO – monóxido de azoto NO2 – dióxido de azoto SO3 – trióxido de enxofre HNO3 – nitrato de hidrogénio H2SO4 – sulfato de hidrogénio H2O2 – peróxido de hidrogénio O3 – ozono PANs – peroxiacetilonitratos
  6. 6. POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA Alguns exemplos de poluentes: suas fontes e efeitos. Principais poluentes Fontes de produção Efeitos Óxidos de carbono CO e CO2 • • • • • CO – venenoso e asfixiante; exposição a elevados teores de CO causa dificuldades de visão e de respiração, perda de consciência e até morte. • CO2 – contribui para o efeito de estufa. Óxidos de enxofre SO2 e SO3 • Combustão de carvão e fuelóleo em centrais térmicas. • Emissões vulcânicas. • Siderurgias e refinarias. Combustões domésticas. Combustões industriais. Emissões vulcânicas. Escapes de veículos motorizados. • SO2 – nas plantas provoca o aparecimento de folhas amarelas, que secam e morrem. No ser humano causa tosse e irritação da garganta e dos olhos.
  7. 7. CONTAMINAÇÃO E TOXICIDADE Poluentes – substâncias nocivas que podemos encontrar na atmosfera, que resultam de atividades naturais e/ou humanas e provocam prejuízos nos ecossistemas e nos sistemas de suporte de vida dos seres vivos. Um poluente é um contaminante, ou seja, é uma substância que direta ou indiretamente, mesmo quando presente em quantidades vestigiais, altera o fim a que se destina uma outra substância. Contudo, um poluente não é necessariamente tóxico. Um poluente só pode ser considerado um tóxico se, direta ou indiretamente, causar alterações graves num ser vivo ou no equilíbrio de um ecossistema.
  8. 8. CONTAMINAÇÃO E TOXICIDADE Toxicidade Toxicidade aguda Toxicidade crónica Dose de substância que provoca a morte imediata (em 24 horas) em cada um de dois elementos de uma espécie numa determinada população. Dose de substância, não quantificável com rigor, mas que origina perturbações das quais não resulta a morte imediata, mas em que o perigo advém, fundamentalmente, dos efeitos cumulativos. Exprime-se pela dose letal a 50% (DL50). DL50 – Dose de uma substância que mata 50% dos animais de uma população testada. O seu valor expressa-se em mg de substância por kg de massa corporal do animal.  Quanto mais baixo for o valor da dose letal (DL50) de um determinado produto mais tóxico será esse produto.  A mesma substância terá doses letais distintas para grupos de animais diferentes.
  9. 9. CONTAMINAÇÃO E TOXICIDADE Alguns valores de DL50 para algumas das substâncias. Classes Substância Analgésico Aspirina Paracetamol Gás de nervos Drogas Oral Inalação 1500 338 500 Sarin Nicotina Cafeína Marijuana LSD Etanol DL50 (em mg/kg) Outras Vitamina A Óleo de eucalipto Toxina do butolismo* iv 0,42 50 355 1270 9,5 sc im 0,03 9,3 106 17 7000 2570 2480 0,001 0,000000001 *substância conhecida mais tóxica. iv – intravenoso; sc – subcutâneo; im - intramuscular 1510 1070 1000

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