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“Contrair a hanseníase não é apenas contrair uma
doença que agride os nervos periféricos, contraímos também
uma nova identidade que, não raro, é muito pior do que a
doença em si. Até porque quando se diz: fulano é leproso,
está-se atribuindo a ele um estado permanente. Não se
compara com fulano está com hanseníase.”

            Francisco Augusto Vieira Nunes, o Bacurau, ex-
paciente e ativista do Movimento de Reintegração das Pessoas
Atingidas pela Hanseníase (MORHAN).
HANSENÍASE
Aspectos epidemiológicos:


• Doença infecto-contagiosa;
• Evolução lenta;
• Sinais e sintomas dermato-neurológicos;
• Lesões de pele e nervos periféricos;
• Olhos, mãos e pés.
Contexto biopsico-social

   Redução trabalho
                         Comprometimento
     e vida social
                          nervo periférico
      Problemas
     psicológicos
                Estigma e
               preconceitos


               Deformidades e
                Incapacidades
                    físicas
Hanseníase é doença curável.



O diagnóstico e tratamento precoce
mais rapidamente curam os doentes.
Agente etiológico:

• Mycobacterium leprae ou Bacilo de Hansen;
• Parasita intracelular obrigatório;
• Multiplicação celular lento (11 a 16 dias);
• Alta infectividade e baixa patogenicidade;
• Fonte de infecção: homem.
Modo de transmissão:
•   Via de eliminação: vias aéreas superiores;
•   Período de incubação: longo (2 a 7 anos);
•   Todas as idades (menos comum nas crianças);
•   Ambos os sexos (homem>mulheres).
•   Risco de doença é influenciado por:
    •   Condições individuais,
    •   Níveis de endemia,
    •   Condições socioeconômicas e
    •   Condições precárias de vida (agrupamentos populacionais).
Aspectos clínicos:
 • Sinais e sintomas dermatológicos:
   •   Manchas pigmentares ou discromias;
   •   Placa;
   •   Tubérculo;
   •   Nódulo.
   •   Localizadas principalmente na face, orelhas, nádegas, braços,
       pernas e costas (áreas frias da pele).
Slide clínico
Caso clínico
Caso clínico
As lesões de hanseníase
sempre apresentam alteração
da sensibilidade:
Insensibilidade
Aspectos clínicos:
• Sinais e sintomas neurológicos:
  • Neurites: processos inflamatórios dos nervos
    periféricos;
  • Dor e espessamento dos nervos periféricos;
  • Perda da sensibilidade (olhos, mãos e pés);
  • Perda da força muscular (pálpebras, membros
    superiores e inferiores);
Sintomas neurológicos:
               Alguns casos, porém, apresentam alterações da
 sensibilidade e alterações motoras (perda da força muscular).
Diagnóstico:
  Um caso de hanseníase é uma pessoa que apresenta uma ou mais
das seguintes características:
• Lesão (ões) de pele com alteração da sensibilidade;
• Acometimento de nervo(s) com espessamento neural;
Diagnóstico Clínico:
• Anamnese – história clínica e epidemiológica:
  • As pessoas que tem hanseníase queixam-se de manchas dormentes,
    cãimbras, formigamento, dormência e fraqueza das mãos e pés;
  • Investigação epidemiológica importante para descobrir a fonte da infecção
    e diagnosticar novos casos entre os contatos.
Diagnóstico Clínico:
• Avaliação dermatológica: pesquisa da sensibilidade – térmica,
  dolorosa e tátil.
• A pesquisa de sensibilidade nas lesões de pele, ou em áreas suspeitas,
  é um recurso muito importante no diagnóstico da hanseníase e deve
  ser executado com paciência e precisão.
Caso clínico:
Caso clínico:
Caso clínico:
Amiotrofias:
Tratamento:
      HANSENÍASE TEM CURA E DEVE SER TRATADA NAS UNIDADES
 BÁSICAS DE SAÚDE.

                       Etapas do tratamento:
  • Tratamento quimioterápico específico (PQT);
  • Acompanhamento: tratamento das intercorrências e complicações;
  • Prevenção e tratamento das incapacidades.
Tratamento:
 • Tratamento poliquimioterápico – PQT



  • Esquema paucibacilar – PQT-PB:
     • Rifampicina: 600 mg/mês – supervisionada;
     • Dapsona: 100 mg/dia – auto-administrata;
     • Duração do tratamento: 6 doses supervisionadas;
     • Critério de alta: 6 doses supervisionadas em até
       9 meses.
Tratamento:
• Tratamento poliquimioterápico – PQT

 • Esquema multibacilar – PQT-MB:
    •   Rifampicina: 600 mg/mes supervisionada;
    •   Clofazemina: 300 mg/mes supervisionada e 50 mg/dia auto-administrada;
    •   Dapsona: 100mg/dia auto-administrada;
    •   Duração do tratamento: 12 doses supervisionadas;
    • Critério de alta: 12 doses supervisionadas em até 18 meses.
Tratamento:
 • Casos multibacilares com numerosas lesões e/ou extensas
   áreas de infiltração cutânea poderão apresentar uma
   regressão mais lenta das lesões.

 • A maioria destes doentes continuará melhorando após a
   conclusão das 12 doses supervisionadas.

 • É possível, no entanto, que alguns desses casos, necessitem
   doses adicionais de PQT-MB a critério médico.
Tratamento:
• Efeitos colaterais da PQT:

  • Clofazimina:   ressecamento       cutâneo,   icterícia,
    coloração da pele avermelhada e/ou acinzentada,
    diminuição do peristaltismo e dor abdominal.

  • Dapsona: eritema multiforme major, eritrodermia,
    icterícia, anemia hemolítica e metahemoglobinemia,
    dispnéria, cianose, cefaléia, fraqueza.
Tratamento:
• Situações especiais:

  • Gestação e hanseníase: o tratamento pode ser
    realizado durante a gestação e a lactação;

  • Tuberculose e hanseníase: é comum a associação e o
    tratamento deve usar as doses de rifampicina
    preconizadas para a tuberculose – 300 mg/dia;

  • Aids e hanseníase: o tratamento PQT não interfere no
    tratamento da AIDS.
Tratamento:
 • Prevenção e tratamento das incapacidades:

  • Devem iniciar precocemente e em conjunto com as outras
    etapas do tratamento;

  • Utilização de técnicas diversas, simples e/ou complexas,
    envolvendo fisioterapia, educação em saúde, auto-cuidado,
    etc.

  • Deve envolver toda a equipe de saúde.
• Por que mudou o nome?
       A palavra lepra significa escamoso em grego e designava,
  na antigüidade, doenças que hoje conhecemos por psoríase,
  eczema e outras dermatoses. À medida que suas causas foram
  descobertas, essas doenças passaram a ter denominação
  apropriada.
Em traduções da Bíblia, ainda se encontra a
palavra lepra (Levítico, capítulos 13 e 14)
descrevendo doenças que são diferentes da
hanseníase. Por essas razões, e também porque
as palavras lepra e leproso estão associadas a
idéias de impureza, vício, podridão, nojeira,
corrupção e repugnância, é anticientífico,
irracional e desumano considerá-las como
sinônimos de hanseníase e de portador de
hanseníase.
• Como se pega hanseníase?

      A hanseníase se pega somente de uma pessoa
 infectada apresentando forma contagiante, isto é, que
 esteja eliminando os bacilos de Hansen pelas vias
 respiratórias     e   que    não    esteja     fazendo
 tratamento(quando inicia o tratamento deixa de
 transmitir). Existem formas de doença que não são
 contagiantes. A doença, de qualquer leito, não se pega
 num aperto de mão, num abraço ou usando diversos
 utensílios como copos, talheres ou pratos,
 compartilhados pela família.
• Quem pega hanseníase?
       O bacilo de Hansen só ataca o ser humano. A maioria das
  pessoas quando entra em contato com o bacilo não
  desenvolve a doença. As populações mais pobres estão mais
  sujeitas não só a contrair hanseníase mas também todos os
  tipos de doença.
• Alguém nasce com hanseníase?
       Não. Nenhuma pessoa nasce com hanseníase. Se o pai ou
  a mãe tem hanseníase, seu bebê nasce sem a doença. Se os
  pais não fizerem tratamento adequado para a doença, aí sim,
  a criança poderá apresentar hanseníase alguns anos mais
  tarde.
• Quais os danos físicos que a doença pode causar?

            Se a doença não for tratada no início, podem
 aparecer mais manchas ou se tornarem maiores e
 ficarem mais dormentes. O nariz entope, surgem
 formigamentos nas mãos e pés, ou inchaços nas mãos,
 pés, rosto e orelhas. Em alguns casos, os homens podem
 ficar estéreis. Devido à dormência, a pessoa pode se ferir
 nas mãos e nos pés, e por não sentir surgem lesões nas
 áreas dormentes. Pode ser necessária atenção especial
 para os problemas nos olhos.
• Onde é feito o tratamento?

     Nos postos, centros de saúde, Programa de Saúde
 da Família (PSF) e outras estratégias da atenção básica
 de saúde da população, que devem estar preparados
 para atender as pessoas que contraírem hanseníase. A
 consulta e todo o tratamento, até os medicamentos, são
 gratuitos. E dever do governo atender a todas as
 necessidades do tratamento, incluindo a prevenção de
 incapacidades e a reabilitação. O portador de
 hanseníase, seus familiares e a comunidade devem exigir
 esse direito.
Hanseníase

        No Brasil, apesar da redução drástica no número de
casos, a hanseníase se constitui em um problema de saúde
pública que exige uma vigilância resolutiva, bem como o
compromisso de eliminar a hanseníase com o objetivo de
alcançar o índice de menos de um doente em cada 10.000
habitantes.
Hanseníase

               Trabalho envolvendo os
profissionais das Unidades Básicas de
Saúde, das Equipes de Saúde da
Família, Agente Comunitário de Saúde.
Hanseníase
               Quando a pessoa doente inicia o tratamento
 quimioterápico, ela deixa de ser transmissora da doença, pois
 as primeiras doses da medicação matam os bacilos, torna-os
 incapazes de infectar outras pessoas.
Duração do tratamento e critério de
alta:
            O esquema de administração da dose
 supervisionada deve ser o mais regular possível
 - de 28 em 28 dias.
             Porém, se o contato não ocorrer na
 unidade de saúde no dia agendado, a medicação
 deve ser dada mesmo no domicílio, pois a
 garantia     da     administração  da     dose
 supervisionada e da entrega dos medicamentos
 indicados para a automedicação é imprescindível
 para o tratamento adequado.
Vigilância Epidemiológica:
• Detecção passiva e ativa
• Notificação
• Tratamento supervisionado e auto-administrado
• Acompanhamento
• Prevenção de deformidades e Incapacidades
• Comunicantes: BCG (proteção 20 -80%) 2 doses
  intervalo 6 meses, se cicatriz de BCG considerar
  como 1o dose.
Vigilância Epidemiológica:


          Para descoberta de casos é
fundamental que se divulgue junto à
população os sinais e sintomas da
doença e a existência de tratamento e
de cura para a hanseníase.
Leis:
PORTARIA CONJUNTA N.º 125, DE 26 DE MARÇO DE 2009
   Define ações de controle da hanseníase.
O Programa Nacional de Controle da
Hanseníase do Ministério da Saúde desenvolve
um conjunto de ações que visam orientar a
prática em serviço em todas as instâncias e
diferentes complexidades, de acordo com os
princípios do SUS, fortalecendo as ações de
vigilância epidemiológica da hanseníase,
promoção da saúde com base na educação
permanente e assistência integral aos
portadores deste agravo.
• Assistência
• Diagnóstico de caso de hanseníase
• O diagnóstico de caso de hanseníase é
  essencialmente clínico e epidemiológico,
  realizado por meio da análise da história e
  condições de vida do paciente, do exame
  dermatoneurológico para identificar lesões ou
  áreas de pele com alteração de sensibilidade
  e/ou comprometimento de nervos periféricos
  (sensitivo, motor e/ou autonômico).
• A classificação operacional do caso de
  hanseníase, visando o tratamento com
  poliquimioterapia é baseada no número de
  lesões cutâneas de acordo com os seguintes
  critérios:
• PAUCIBACILAR (PB) - casos com até cinco lesões
  de pele
• MULTIBACILAR (MB) - casos com mais de cinco
  lesões de pele
Resumindo...
• Tratamento       especializado   pelo      SUS:
        A pessoa com hanseníase tem direito, pelo
  SUS, a assistência, tratamento, reabilitação e
  seguimento de seu caso, até o recebimento de
  alta.

• - Portaria Conjunta n.º 125/MS/SVS, de 26 de março de 20

 - Portaria nº 586 MS/GM, de 06 de abril de 2004, Artigo1º
• Seguimento de casos:
         Os pacientes devem ser agendados para
  retorno a cada 28 dias. Nestas consultas eles
  tomam a dose supervisionada no serviço de
  saúde e recebem a cartela com os
  medicamentos      das     doses    a    serem
  autoadministradas      em    domicílio.   Esta
  oportunidade deve ser aproveitada para
  avaliação do(a) paciente, esclarecimento de
  dúvidas e orientações. Além disso, deve-se
  reforçar a importância do exame dos contatos e
  agendar o exame clínico e a vacinação do(s)
  contato(s).
Pensão:
       Toda pessoa com hanseníase que já foi submetida a
 isolamento ou a internação obrigatória, tem direito a receber
 uma pensão especial, no valor de R$ 750,00.

 - Lei nº 11.520, de 18 de setembro de 2007;
 - Decreto nº 6.438, de 22 de abril de 2008.
• Fica o Poder Executivo autorizado a conceder pensão
  especial, mensal, vitalícia e intransferível, às pessoas
  atingidas pela hanseníase e que foram submetidas a
  isolamento e internação compulsórios em
  hospitais-colônia, até 31 de dezembro de 1986, que a
  requererem, a título de indenização especial,
  correspondente a R$ 750,00 (setecentos e cinqüenta
  reais).
• § 1o A pensão especial de que trata o caput é
  personalíssima, não sendo transmissível a dependentes e
  herdeiros, e será devida a partir da entrada em vigor
  desta Lei.
• O Ministério da Saúde, em articulação com os
  sistemas de saúde dos Estados e Municípios,
  implementará ações específicas em favor dos
  beneficiários da pensão especial de que trata
  esta Lei, voltadas à garantia de fornecimento de
  órteses, próteses e demais ajudas técnicas, bem
  como na realização de intervenções cirúrgicas e
  assistência à saúde por meio do Sistema Único
  de Saúde - SUS
Medicamentos disponíveis:
Antidepressivos tricíclicos:
• Cloridrato de Amitriptilina
• Cloridrato de Nortriptilina
• Embonato de Imipramina (Pamoato de Imipramina
• Cloridrato de Clomipramina
Fenotiazínicos:
• Cloridrato de Clorpromazina
• Cloridrato de Levomepromazina
Anticonvulsivantes:
• Carbamazepina
• Oxicarbamazepina
Concluindo:
“Um dia, em profundo sono
O SUS lhe apareceu
Foi logo se apresentando
E explicações lhe deu:
Que o SUS não é do governo
Que o SUS também era
  seu”.

     Obrigada!
Autarquia Educacional de Serra Talhada – AESET
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais de Serra Talhada – FACHUSST
5.º Período de Serviço Social “B”
Professora: Ilka Gieselle Pereira
Tema: Hanseníase



 Equipe:
 • Damiana Deodato da Silva,
 • Diane Lúcia de Souza Carvalho,
 • Joélia Alves Vasconcelos,
 • Maria Sandra Novaes da Silva,
 • Rita Jussara Rocha de Almeida Barros, e,
 • Rosilene Salvador de Souza.

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Hanseníase

  • 1. “Contrair a hanseníase não é apenas contrair uma doença que agride os nervos periféricos, contraímos também uma nova identidade que, não raro, é muito pior do que a doença em si. Até porque quando se diz: fulano é leproso, está-se atribuindo a ele um estado permanente. Não se compara com fulano está com hanseníase.” Francisco Augusto Vieira Nunes, o Bacurau, ex- paciente e ativista do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (MORHAN).
  • 2.
  • 4. Aspectos epidemiológicos: • Doença infecto-contagiosa; • Evolução lenta; • Sinais e sintomas dermato-neurológicos; • Lesões de pele e nervos periféricos; • Olhos, mãos e pés.
  • 5. Contexto biopsico-social Redução trabalho Comprometimento e vida social nervo periférico Problemas psicológicos Estigma e preconceitos Deformidades e Incapacidades físicas
  • 6. Hanseníase é doença curável. O diagnóstico e tratamento precoce mais rapidamente curam os doentes.
  • 7. Agente etiológico: • Mycobacterium leprae ou Bacilo de Hansen; • Parasita intracelular obrigatório; • Multiplicação celular lento (11 a 16 dias); • Alta infectividade e baixa patogenicidade; • Fonte de infecção: homem.
  • 8. Modo de transmissão: • Via de eliminação: vias aéreas superiores; • Período de incubação: longo (2 a 7 anos); • Todas as idades (menos comum nas crianças); • Ambos os sexos (homem>mulheres). • Risco de doença é influenciado por: • Condições individuais, • Níveis de endemia, • Condições socioeconômicas e • Condições precárias de vida (agrupamentos populacionais).
  • 9. Aspectos clínicos: • Sinais e sintomas dermatológicos: • Manchas pigmentares ou discromias; • Placa; • Tubérculo; • Nódulo. • Localizadas principalmente na face, orelhas, nádegas, braços, pernas e costas (áreas frias da pele).
  • 13. As lesões de hanseníase sempre apresentam alteração da sensibilidade:
  • 15. Aspectos clínicos: • Sinais e sintomas neurológicos: • Neurites: processos inflamatórios dos nervos periféricos; • Dor e espessamento dos nervos periféricos; • Perda da sensibilidade (olhos, mãos e pés); • Perda da força muscular (pálpebras, membros superiores e inferiores);
  • 16. Sintomas neurológicos: Alguns casos, porém, apresentam alterações da sensibilidade e alterações motoras (perda da força muscular).
  • 17. Diagnóstico: Um caso de hanseníase é uma pessoa que apresenta uma ou mais das seguintes características: • Lesão (ões) de pele com alteração da sensibilidade; • Acometimento de nervo(s) com espessamento neural;
  • 18. Diagnóstico Clínico: • Anamnese – história clínica e epidemiológica: • As pessoas que tem hanseníase queixam-se de manchas dormentes, cãimbras, formigamento, dormência e fraqueza das mãos e pés; • Investigação epidemiológica importante para descobrir a fonte da infecção e diagnosticar novos casos entre os contatos.
  • 19. Diagnóstico Clínico: • Avaliação dermatológica: pesquisa da sensibilidade – térmica, dolorosa e tátil. • A pesquisa de sensibilidade nas lesões de pele, ou em áreas suspeitas, é um recurso muito importante no diagnóstico da hanseníase e deve ser executado com paciência e precisão.
  • 23.
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  • 37. Tratamento: HANSENÍASE TEM CURA E DEVE SER TRATADA NAS UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE. Etapas do tratamento: • Tratamento quimioterápico específico (PQT); • Acompanhamento: tratamento das intercorrências e complicações; • Prevenção e tratamento das incapacidades.
  • 38. Tratamento: • Tratamento poliquimioterápico – PQT • Esquema paucibacilar – PQT-PB: • Rifampicina: 600 mg/mês – supervisionada; • Dapsona: 100 mg/dia – auto-administrata; • Duração do tratamento: 6 doses supervisionadas; • Critério de alta: 6 doses supervisionadas em até 9 meses.
  • 39. Tratamento: • Tratamento poliquimioterápico – PQT • Esquema multibacilar – PQT-MB: • Rifampicina: 600 mg/mes supervisionada; • Clofazemina: 300 mg/mes supervisionada e 50 mg/dia auto-administrada; • Dapsona: 100mg/dia auto-administrada; • Duração do tratamento: 12 doses supervisionadas; • Critério de alta: 12 doses supervisionadas em até 18 meses.
  • 40. Tratamento: • Casos multibacilares com numerosas lesões e/ou extensas áreas de infiltração cutânea poderão apresentar uma regressão mais lenta das lesões. • A maioria destes doentes continuará melhorando após a conclusão das 12 doses supervisionadas. • É possível, no entanto, que alguns desses casos, necessitem doses adicionais de PQT-MB a critério médico.
  • 41. Tratamento: • Efeitos colaterais da PQT: • Clofazimina: ressecamento cutâneo, icterícia, coloração da pele avermelhada e/ou acinzentada, diminuição do peristaltismo e dor abdominal. • Dapsona: eritema multiforme major, eritrodermia, icterícia, anemia hemolítica e metahemoglobinemia, dispnéria, cianose, cefaléia, fraqueza.
  • 42. Tratamento: • Situações especiais: • Gestação e hanseníase: o tratamento pode ser realizado durante a gestação e a lactação; • Tuberculose e hanseníase: é comum a associação e o tratamento deve usar as doses de rifampicina preconizadas para a tuberculose – 300 mg/dia; • Aids e hanseníase: o tratamento PQT não interfere no tratamento da AIDS.
  • 43. Tratamento: • Prevenção e tratamento das incapacidades: • Devem iniciar precocemente e em conjunto com as outras etapas do tratamento; • Utilização de técnicas diversas, simples e/ou complexas, envolvendo fisioterapia, educação em saúde, auto-cuidado, etc. • Deve envolver toda a equipe de saúde.
  • 44. • Por que mudou o nome? A palavra lepra significa escamoso em grego e designava, na antigüidade, doenças que hoje conhecemos por psoríase, eczema e outras dermatoses. À medida que suas causas foram descobertas, essas doenças passaram a ter denominação apropriada.
  • 45. Em traduções da Bíblia, ainda se encontra a palavra lepra (Levítico, capítulos 13 e 14) descrevendo doenças que são diferentes da hanseníase. Por essas razões, e também porque as palavras lepra e leproso estão associadas a idéias de impureza, vício, podridão, nojeira, corrupção e repugnância, é anticientífico, irracional e desumano considerá-las como sinônimos de hanseníase e de portador de hanseníase.
  • 46. • Como se pega hanseníase? A hanseníase se pega somente de uma pessoa infectada apresentando forma contagiante, isto é, que esteja eliminando os bacilos de Hansen pelas vias respiratórias e que não esteja fazendo tratamento(quando inicia o tratamento deixa de transmitir). Existem formas de doença que não são contagiantes. A doença, de qualquer leito, não se pega num aperto de mão, num abraço ou usando diversos utensílios como copos, talheres ou pratos, compartilhados pela família.
  • 47. • Quem pega hanseníase? O bacilo de Hansen só ataca o ser humano. A maioria das pessoas quando entra em contato com o bacilo não desenvolve a doença. As populações mais pobres estão mais sujeitas não só a contrair hanseníase mas também todos os tipos de doença.
  • 48. • Alguém nasce com hanseníase? Não. Nenhuma pessoa nasce com hanseníase. Se o pai ou a mãe tem hanseníase, seu bebê nasce sem a doença. Se os pais não fizerem tratamento adequado para a doença, aí sim, a criança poderá apresentar hanseníase alguns anos mais tarde.
  • 49. • Quais os danos físicos que a doença pode causar? Se a doença não for tratada no início, podem aparecer mais manchas ou se tornarem maiores e ficarem mais dormentes. O nariz entope, surgem formigamentos nas mãos e pés, ou inchaços nas mãos, pés, rosto e orelhas. Em alguns casos, os homens podem ficar estéreis. Devido à dormência, a pessoa pode se ferir nas mãos e nos pés, e por não sentir surgem lesões nas áreas dormentes. Pode ser necessária atenção especial para os problemas nos olhos.
  • 50. • Onde é feito o tratamento? Nos postos, centros de saúde, Programa de Saúde da Família (PSF) e outras estratégias da atenção básica de saúde da população, que devem estar preparados para atender as pessoas que contraírem hanseníase. A consulta e todo o tratamento, até os medicamentos, são gratuitos. E dever do governo atender a todas as necessidades do tratamento, incluindo a prevenção de incapacidades e a reabilitação. O portador de hanseníase, seus familiares e a comunidade devem exigir esse direito.
  • 51. Hanseníase No Brasil, apesar da redução drástica no número de casos, a hanseníase se constitui em um problema de saúde pública que exige uma vigilância resolutiva, bem como o compromisso de eliminar a hanseníase com o objetivo de alcançar o índice de menos de um doente em cada 10.000 habitantes.
  • 52. Hanseníase Trabalho envolvendo os profissionais das Unidades Básicas de Saúde, das Equipes de Saúde da Família, Agente Comunitário de Saúde.
  • 53. Hanseníase Quando a pessoa doente inicia o tratamento quimioterápico, ela deixa de ser transmissora da doença, pois as primeiras doses da medicação matam os bacilos, torna-os incapazes de infectar outras pessoas.
  • 54.
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  • 60. Duração do tratamento e critério de alta: O esquema de administração da dose supervisionada deve ser o mais regular possível - de 28 em 28 dias. Porém, se o contato não ocorrer na unidade de saúde no dia agendado, a medicação deve ser dada mesmo no domicílio, pois a garantia da administração da dose supervisionada e da entrega dos medicamentos indicados para a automedicação é imprescindível para o tratamento adequado.
  • 61. Vigilância Epidemiológica: • Detecção passiva e ativa • Notificação • Tratamento supervisionado e auto-administrado • Acompanhamento • Prevenção de deformidades e Incapacidades • Comunicantes: BCG (proteção 20 -80%) 2 doses intervalo 6 meses, se cicatriz de BCG considerar como 1o dose.
  • 62. Vigilância Epidemiológica: Para descoberta de casos é fundamental que se divulgue junto à população os sinais e sintomas da doença e a existência de tratamento e de cura para a hanseníase.
  • 63. Leis: PORTARIA CONJUNTA N.º 125, DE 26 DE MARÇO DE 2009 Define ações de controle da hanseníase.
  • 64. O Programa Nacional de Controle da Hanseníase do Ministério da Saúde desenvolve um conjunto de ações que visam orientar a prática em serviço em todas as instâncias e diferentes complexidades, de acordo com os princípios do SUS, fortalecendo as ações de vigilância epidemiológica da hanseníase, promoção da saúde com base na educação permanente e assistência integral aos portadores deste agravo.
  • 65. • Assistência • Diagnóstico de caso de hanseníase • O diagnóstico de caso de hanseníase é essencialmente clínico e epidemiológico, realizado por meio da análise da história e condições de vida do paciente, do exame dermatoneurológico para identificar lesões ou áreas de pele com alteração de sensibilidade e/ou comprometimento de nervos periféricos (sensitivo, motor e/ou autonômico).
  • 66. • A classificação operacional do caso de hanseníase, visando o tratamento com poliquimioterapia é baseada no número de lesões cutâneas de acordo com os seguintes critérios: • PAUCIBACILAR (PB) - casos com até cinco lesões de pele • MULTIBACILAR (MB) - casos com mais de cinco lesões de pele
  • 67. Resumindo... • Tratamento especializado pelo SUS: A pessoa com hanseníase tem direito, pelo SUS, a assistência, tratamento, reabilitação e seguimento de seu caso, até o recebimento de alta. • - Portaria Conjunta n.º 125/MS/SVS, de 26 de março de 20 - Portaria nº 586 MS/GM, de 06 de abril de 2004, Artigo1º
  • 68. • Seguimento de casos: Os pacientes devem ser agendados para retorno a cada 28 dias. Nestas consultas eles tomam a dose supervisionada no serviço de saúde e recebem a cartela com os medicamentos das doses a serem autoadministradas em domicílio. Esta oportunidade deve ser aproveitada para avaliação do(a) paciente, esclarecimento de dúvidas e orientações. Além disso, deve-se reforçar a importância do exame dos contatos e agendar o exame clínico e a vacinação do(s) contato(s).
  • 69. Pensão: Toda pessoa com hanseníase que já foi submetida a isolamento ou a internação obrigatória, tem direito a receber uma pensão especial, no valor de R$ 750,00. - Lei nº 11.520, de 18 de setembro de 2007; - Decreto nº 6.438, de 22 de abril de 2008.
  • 70. • Fica o Poder Executivo autorizado a conceder pensão especial, mensal, vitalícia e intransferível, às pessoas atingidas pela hanseníase e que foram submetidas a isolamento e internação compulsórios em hospitais-colônia, até 31 de dezembro de 1986, que a requererem, a título de indenização especial, correspondente a R$ 750,00 (setecentos e cinqüenta reais). • § 1o A pensão especial de que trata o caput é personalíssima, não sendo transmissível a dependentes e herdeiros, e será devida a partir da entrada em vigor desta Lei.
  • 71. • O Ministério da Saúde, em articulação com os sistemas de saúde dos Estados e Municípios, implementará ações específicas em favor dos beneficiários da pensão especial de que trata esta Lei, voltadas à garantia de fornecimento de órteses, próteses e demais ajudas técnicas, bem como na realização de intervenções cirúrgicas e assistência à saúde por meio do Sistema Único de Saúde - SUS
  • 72. Medicamentos disponíveis: Antidepressivos tricíclicos: • Cloridrato de Amitriptilina • Cloridrato de Nortriptilina • Embonato de Imipramina (Pamoato de Imipramina • Cloridrato de Clomipramina
  • 73. Fenotiazínicos: • Cloridrato de Clorpromazina • Cloridrato de Levomepromazina Anticonvulsivantes: • Carbamazepina • Oxicarbamazepina
  • 74. Concluindo: “Um dia, em profundo sono O SUS lhe apareceu Foi logo se apresentando E explicações lhe deu: Que o SUS não é do governo Que o SUS também era seu”. Obrigada!
  • 75. Autarquia Educacional de Serra Talhada – AESET Faculdade de Ciências Humanas e Sociais de Serra Talhada – FACHUSST 5.º Período de Serviço Social “B” Professora: Ilka Gieselle Pereira Tema: Hanseníase Equipe: • Damiana Deodato da Silva, • Diane Lúcia de Souza Carvalho, • Joélia Alves Vasconcelos, • Maria Sandra Novaes da Silva, • Rita Jussara Rocha de Almeida Barros, e, • Rosilene Salvador de Souza.