MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO<br />SECRETARIA DE POLÍTICA DE INFORMÁTICA<br />RIOINFO 2011<br />APOIO AO DE...
VISÃO<br />REFORMA<br />MARCO-REGULATÓRIO<br />SETORIAL<br />COOPERAÇÃO<br />INTERNACIONAL<br />EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃ...
MARCO REGULATÓRIO / LEIS DE INCENTIVO<br />P&D<br />INOVAÇÃO<br />CERTIFICAÇÕES<br />VISÃO<br />INFRAESTR.<br />INCLUSÃO <...
ESTRATÉGIA SETORIAL – SOFTWARE E SERVIÇOS DE TI<br />MELHORAR QUALIDADE E ACESSO A INFRA-ESTRUTURA<br />FOMENTAR P&D E FAC...
POR QUÊ DEFESA E SEGURANÇA CIBERNÉTICA?<br /><ul><li>Mercado de Cyber Security estimadoem US$ 80 bilhõesem 2015………….
Crescimento de 10-15% aoanoaté 2015……….
Crimes cibernéticosgeram um custo de até US$ 1 trilhão…..
Diversasenabling technologies……
Alta probabilidade de geração de start-ups…….
Businesses
Military command and control system
Transportation systems
Air
Rail
Power grid
Manufacturing facilities
Communication systems</li></ul>Exemplos de Cyber War<br /><ul><li>Titan Rain (2003-on)
Síria (2007)
Estônia (2007)
Stuxnet Worm (2009-2010)</li></li></ul><li>POR QUÊ DEFESA E SEGURANÇA CIBERNÉTICA?<br />Fonte: INSA, Cyber Intelligence, 2...
JORNADAS DE DEFESA CIBERNÉTICA<br />I e II JORNADA DE TRABALHO <br />DEFESA CIBERNÉTICA<br />EB /  MD  –  SEPIN / MCTI<br />
OBJETIVOS GERAIS<br />Produzir produtos estratégicos nacionalmente<br />Incrementar a pesquisa científica, desenvolvimento...
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29/09/2011 - 9h às 12h30 - TI nacional e os projetos do ministério da defesa - Rafael Henrique Rodrigues Moreira

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29/09/2011 - 9h às 12h30 - TI nacional e os projetos do ministério da defesa - Rafael Henrique Rodrigues Moreira

  1. 1. MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO<br />SECRETARIA DE POLÍTICA DE INFORMÁTICA<br />RIOINFO 2011<br />APOIO AO DESENVOLVIMENTO DO ECOSSISTEMA DIGITAL <br />DE DEFESA E SEGURANÇA CIBERNÉTICA<br />RAFAEL HENRIQUE RODRIGUES MOREIRA<br />GESTOR GOVERNAMENTAL<br />COORDENADOR-GERAL DE SOFTWARE E SERVIÇOS DE TI<br />
  2. 2. VISÃO<br />REFORMA<br />MARCO-REGULATÓRIO<br />SETORIAL<br />COOPERAÇÃO<br />INTERNACIONAL<br />EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO<br />PROMOÇÃO DA<br />COMERCIALIZAÇÃO<br />DE TECNOLOGIAS<br />DESENVOLVIMENTO E UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIA<br />PROGRAMA<br />SETORIAL DE<br />TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO<br />PROMOÇÃO DA<br />EXPORTAÇÃO E INTERNACIONALIZ.<br />FINANCIAMENTO E CRÉDITO<br />TALENTOS E<br />RECURSOS HUMANOS<br />PESQUISA E<br />DESENVOLVIMENTO<br />ECOSSISTEMA DE TI<br />INFRA-ESTRUTURA<br />ELEMENTOS-BASE<br />DESENVOLVIMENTO<br />ECONÔMICO<br />GERAÇÃO DE<br />INOVAÇÃO<br />LIDERANÇA<br />TECNOLÓGICA<br />MUNDIAL<br />GERAÇÃO DE<br />EMPREGOS<br />INCLUSÃO SOCIAL<br />E DIGITAL<br />DIRECIONADORES DO PROGRAMA<br />
  3. 3. MARCO REGULATÓRIO / LEIS DE INCENTIVO<br />P&D<br />INOVAÇÃO<br />CERTIFICAÇÕES<br />VISÃO<br />INFRAESTR.<br />INCLUSÃO <br />DIGITAL<br />FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS<br />AÇÕES<br />ESTRUTURAIS<br />IDENTIFICAÇÃO DE PRIORIDADES<br />PBM – MDIC<br />PACTI – MCT<br />DESENVOLVER <br />O SETOR DE SOFTWARE E SERVIÇOS DE TI <br />DEFINIÇÃO DE METAS<br />PDE – MEC<br />PNQ – MTE<br />ARTICULAÇÃO DE ATORES E INICIATIVAS EXISTENTES<br />IMPLEMENTAÇÃO<br />FINEP<br />APEX<br />CNPq<br />CAPES<br />AÇÕES POR VERTICAIS<br />CAPTAÇÃO DE RECURSOS<br />ASSOCIAÇÕES<br />SOCIEDADE CIVIL / ONGs<br />CONVÊNIOS E PARCERIAS<br />
  4. 4. ESTRATÉGIA SETORIAL – SOFTWARE E SERVIÇOS DE TI<br />MELHORAR QUALIDADE E ACESSO A INFRA-ESTRUTURA<br />FOMENTAR P&D E FACILITAR TRANSFERÊNCIA TECNOLÓGICA<br />DESENVOLVER TALENTOS E<br />RECURSOS HUMANOS<br />PROVER FINANCIAMENTO, CRÉDITO E ACESSO À CAPITAL<br />DESENVOLVER MERCADO GLOBAL, EXPORTAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO<br />GARANTIR A GOVERNANÇA E EFETIVIDADE DE RECURSOS APLICADOS<br />FOMENTAR EMPREENDEDORISMO E INOVAÇAO VOLTADA AO MERCADO<br />FOMENTAR A FORMAÇÃO DE ECOSSISTEMAS DIGITAIS<br />PRIORIZAR INCLUSÃO SOCIAL E DIGITAL<br />ECOSSISTEMAS DIGITAIS<br />DESTAQUES ESTRATÉGICOS<br />PETRÓLEO<br />& GÁS<br />EVENTOS<br />ESPORTIVOS<br />ENERGIA<br />MOBILIDADE, INTERATIVIDADE E ENTRETENIMENTO<br />COMPUTAÇÃO NA NUVEM<br />SUPERCOMPUTAÇÃO<br />DEFESA E SEGURANÇA<br />EDUCAÇÃO/SAÚDE<br />INFRA-ESTRUTURA<br />SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E CRIPTOGRAFIA<br />ALAVANCADOR DO<br />DESENVOLVIMENTO<br />ECONÔMICO<br />INOVAÇÃO<br />BASEADA EM <br />MERCADO<br />LIDERANÇA<br />TECNOLÓGICA<br />MUNDIAL<br />GERAÇÃO DE<br />EMPREGOS<br />QUALIFICADOS<br />INCLUSÃO SOCIAL<br />E DIGITAL<br />SOFTWARE LIVRE<br />SISTEMA FINANCEIRO<br />AEROESPACIAL<br />SUSTENTABILIDADE<br />
  5. 5. POR QUÊ DEFESA E SEGURANÇA CIBERNÉTICA?<br /><ul><li>Mercado de Cyber Security estimadoem US$ 80 bilhõesem 2015………….
  6. 6. Crescimento de 10-15% aoanoaté 2015……….
  7. 7. Crimes cibernéticosgeram um custo de até US$ 1 trilhão…..
  8. 8. Diversasenabling technologies……
  9. 9. Alta probabilidade de geração de start-ups…….
  10. 10. Businesses
  11. 11. Military command and control system
  12. 12. Transportation systems
  13. 13. Air
  14. 14. Rail
  15. 15. Power grid
  16. 16. Manufacturing facilities
  17. 17. Communication systems</li></ul>Exemplos de Cyber War<br /><ul><li>Titan Rain (2003-on)
  18. 18. Síria (2007)
  19. 19. Estônia (2007)
  20. 20. Stuxnet Worm (2009-2010)</li></li></ul><li>POR QUÊ DEFESA E SEGURANÇA CIBERNÉTICA?<br />Fonte: INSA, Cyber Intelligence, 2011<br />
  21. 21. JORNADAS DE DEFESA CIBERNÉTICA<br />I e II JORNADA DE TRABALHO <br />DEFESA CIBERNÉTICA<br />EB / MD – SEPIN / MCTI<br />
  22. 22. OBJETIVOS GERAIS<br />Produzir produtos estratégicos nacionalmente<br />Incrementar a pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico e inovação no Setor Cibernético Nacional<br />Capacitação nacional de recursos humanos<br />Dualidade da Aplicação: Uso civil e militar<br />Fomentar a indústria nacional com duplo viés: aquisição de conhecimentos e geração de empregos <br />Contribuir para a defesa das infra-estruturas críticas da Nação<br />Contribuir para o esforço de Defesa e Segurança Cibernética do entorno estratégico brasileiro<br />
  23. 23. CAPACITAÇÃO<br />SOFTWARE<br />TRANSVERSAIS<br />HARDWARE<br />ESTRUTURAÇÃO DE PROJETOS EM 4 EIXOS<br />Escola Nacional de Defesa Cibernética<br />Supercomputação Nacional de Defesa<br />
  24. 24. Desenvolvimento de Soluçõespara a Segurança de Ambientes<br />Computacionais (Software)<br />Software<br />Áreas de Interesse<br />Imediato (EB)<br />Áreas Adicionais de Interesse (SEPIN)<br />
  25. 25. SIMULADOR DE DEFESA CIBERNÉTICA<br />Dualidade do produto (capacitação de recursos humanos e análise de vulnerabilidades de redes).<br />Treinamento em simuladores, baseado em cenários reais (catástrofes, comprometimento de infra-estruturas críticas, dentre outros).<br />Verificação da eficácia das ações, por meio de métricas e de planos de recuperação de desastres em infra-estruturas críticas.<br />
  26. 26. Filtro de Conteúdo Web<br /><ul><li>Uso de Web Semântica, Fraseologias , etc….;
  27. 27. Identificação de tendências e padrões comportamentais de interesse da Defesa Cibernética Nacional;
  28. 28. Identificação de páginas Web com conteúdo malicioso;
  29. 29. Monitoramento de tráfego anômalo na web.</li></li></ul><li>Análise de Malware<br /><ul><li>Rede virtual nacional de análise de artefatos maliciosos;
  30. 30. Repositório em nuvem de acesso restrito, integrado com grupos de resposta a incidentes e Provedores de Serviço de Internet (ISP);
  31. 31. Intercâmbio de malwares;
  32. 32. Criação de ferramentas colaborativas distribuídas;
  33. 33. Combate colaborativo a botnets.</li></li></ul><li>ObjetivosSupercomputação de DefesaNacional<br />Hardware<br />Curto: <br />Uso do projeto de computação de alto desempenho existente em plataforma computacional no LNCC.<br />Médio:<br />Busca da pormenorização das classes dos problemas computacionais a serem tratados;<br />Identificação das classes de arquiteturas que podem ser utilizadas no Programa;<br />cursos de capacitação, integrando implementações em FPGA com requisitos de segurança da informação;<br />Capacitação do pessoal para manutenção do sistema.<br />
  34. 34. Supercomputaçãode DefesaNacional<br />Expansão do Lab no LNCC<br />Pesquisa<br />Capacitação<br />Geração de Conhecimento e domínio de tecnologia em Supercomputação no País<br />
  35. 35. Supercomputaçãode DefesaNacional<br />Expansão do laboratório de computação de alto desempenho em implantação no LNCC<br />Ênfase inicial em aplicações de segurança da informação e criptografia.<br />Disponibilização do ambiente de processamento para a comunidade acadêmica via internet.<br />Implementações iniciais de modelos escolhidos entre publicações científicas julgadas de interesse. <br />Identificação e implementações de sistemas de segurança com grandes volumes de dados.<br />Consultoria em PAD.<br />Aquisição de “clusters” e placas GPU aceleradoras.<br />Produto: Laboratório virtual de computação de alto desempenho, com base física na plataforma computacional do LNCC.<br />
  36. 36. Sistemas Integrados para a Defesa Cibernética (SIDCiber)<br />SistemasTransversais<br />Finalidade:<br />Propiciar a execução da Defesa Cibernética, por intermédio do desenvolvimento de Subsistemas modulares e interoperáveis, a fim de cumprir o que preconiza a Estratégia Nacional de Defesa.<br />Habilitação de Soluções de Tecnologias da Informação (TI)<br />Análise de Artefatos Maliciosos(malwares)<br />Apoio à Tomada de Decisão<br />Gestão de Riscos<br />Restabelecimento de Negócios<br />Proteção<br />Infraestrutura para a Consciência Situacional<br />Atuação em Defesa Ativa <br />H AR PIA<br />
  37. 37. Consciência Situacional<br />Pesquisa e Análise <br />de Artefatos Maliciosos<br />Habilitação de<br />Soluções de TI<br />Análise de Riscos<br />Sistemas Integrados para a Defesa Cibernética (SIDCiber)<br />SistemasTransversais<br />Sistemas Modulares<br />Infraestrutura <br />de Consciência <br />Situacional<br />Atuação em Defesa<br />Ativa<br />Restabelecimento<br />de Negócios<br />HARPIA<br />
  38. 38. EscolaNacional de DefesaCibernética<br />EscolaNacional<br /><ul><li>Formar mão-de-obra qualificada na área de defesa cibernética e estimular a cultura de segurança cibernética no âmbito da sociedade brasileira;
  39. 39. Estímulo à inclusão de pessoal e visões multidisciplinares para a área de segurança e defesa cibernética;
  40. 40. Agregar ao esforço de defesa e segurança cibernéticas as capacidades dos hackers, dos graduandos e dos graduados nas áreas de interesse do assunto;
  41. 41. Fomentar a pesquisa nas seguintes áreas:
  42. 42. desenvolvimento de técnicas de detecção de ataques / ferramentas de defesa cibernética,
  43. 43. desenvolvimento de software e sistemas seguros e de alta confiabilidade, soluções embarcadas, utilizando FPGA,</li></ul> processamento de alto desempenho,<br />criptografia/ criptoanálise, <br /> computação em nuvem, simulação<br />
  44. 44. SegurançadaInformação e Criptografia (SIC)<br />SIC<br /><ul><li>Criação de uma Rede Nacional de Segurança da Informação e Criptografia (RENASIC);
  45. 45. Desenvolvimento de laboratórios de análise e ensaio de algoritmos criptográficos simétricos e assimétricos (identificação de padrões de criptograma, técnicas elípticas de ciframento, token criptográfico, etc)
  46. 46. Laboratório virtual de análise e desenvolvimento de protocolos seguros (consultas de DNS maliciosas, dificuldade de utilização de redes dinâmicas, envenenamento de cache, etc);
  47. 47. Estruturação de redes de computação e criptografia quânticas, bem como implementação segura;
  48. 48. Uso de PAD em SIC.</li></li></ul><li>PORTAL PARA APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS E DISCUSSÃO<br />https://jt-eb-sepin.dciber.unb.br/<br />
  49. 49. MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO<br />SECRETARIA DE POLÍTICA DE INFORMÁTICA<br />RAFAEL HENRIQUE RODRIGUES MOREIRA<br />GESTOR GOVERNAMENTAL<br />COORDENADOR-GERAL DE SOFTWARE E SERVIÇOS DE TI<br />SETEMBRO DE 2011<br />RAFAEL.MOREIRA@MCT.GOV.BR<br />

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