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Tema 5 - Análise de Públicos Alvos e Forças Competitivas

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Tema 5 - Análise de Públicos Alvos e Forças Competitivas

  1. 1. Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais – PUC Minas Administração – Planejamento e Gestão Estratégica - 1º./2011 <ul><li>Tema: Análise de Públicos Alvo e Forças Competitivas Grupo: 02 </li></ul><ul><li>Principais Públicos de uma Organização </li></ul><ul><li>* Segundo Philip Kotler , os públicos podem ser classificados em: Públicos financeiros : influenciam a capacidade da empresa de obter fundos. Bancos, empresas de investimento e acionistas são os principais públicos financeiros. Públicos de mídia : divulgam novidades, notícias e opiniões editoriais. Incluem jornais, revistas, emissoras de rádio e televisão, e os sites na internet. Públicos governamentais : os três poderes governamentais (Executivo, Legislativo e Judiciário) em suas diferentes esferas (nacional, estadual e municipal). Grupos de interesse : organizações de consumidores, grupos ambientalistas, representantes de minorias e outros. Públicos locais : toda empresa tem públicos locais, como vizinhos e organizações comunitárias. Público geral : a imagem que o público em geral tem da empresa afeta as decisões de compra. Públicos internos : seus empregados, gerentes, voluntários e diretores </li></ul><ul><li>Fonte: http://www.sinprorp.org.br/clipping/2003/290.htm </li></ul><ul><li>Fonte: (Scott, Jaffe & Tobe (1998, p.73) </li></ul>
  2. 2. Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais – PUC Minas Administração – Planejamento e Gestão Estratégica - 1º./2011 Tema: Análise de Públicos Alvo e Forças Competitivas Grupo: 02 Principais Públicos de uma Organização * A classificação clássica dos públicos de uma organização baseia-se no critério de proximidade física, no nível de relacionamento que os públicos mantêm com a organização e na existência de interesses em comum. Segundo essa classificação, os públicos de uma organização podem ser divididos em: público interno, público externo e público misto. Público interno : os empregados de todos os níveis da organização e seus familiares. Público externo : consumidores, concorrentes, imprensa, governo, comunidade e público em geral. Público misto : acionistas, distribuidores, fornecedores, revendedores. Fonte: http://www.sinprorp.org.br/clipping/2003/290.htm
  3. 3. Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais – PUC Minas Administração – Planejamento e Gestão Estratégica - 1º./2011 Tema: Análise de Públicos Alvo e Forças Competitivas Grupo: 02 Natureza dos relacionamentos de uma organização Os interesses e responsabilidades de cada um destes grupos são bastante distintos, mas poderíamos sintetizar, afirmando que todos estão unidos em um único objetivo comum: o progresso e bem estar, decorrente do trabalho cooperativo e da plena utilização do capital disponível.   Se não houvesse divisão de trabalho, especialização, teríamos uma baixa produtividade em nossas empresas e economia como um todo. Um trabalho produtivo, um progresso constante e maiores rendas dependem da cooperação, interação e harmonia entre os integrantes de determinada organização. Fonte: http://www.portaldeauditoria.com.br/tematica/gestaorh_relacionamentosinternosnaorganizacao.htm
  4. 4. Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais – PUC Minas Administração – Planejamento e Gestão Estratégica - 1º./2011 Tema: Análise de Públicos Alvo e Forças Competitivas Grupo: 02 Análise Estrutural (Forças Competitivas) Segundo Porter a análise da estrutura é fundamental na definição de uma estratégia, com foco nos seus concorrentes diretos ou indiretos, considerando que outros aspectos, sociais e situação da economia, normalmente afetam todas as empresas de um mesmo setor de negócios. A meta da estratégia competitiva para uma empresa é identificar a sua posição no seu setor e tomar ações defensivas contra as forças competitivas ou dirigir estas forças ao seu favor. Este conjunto de forças e informações tem um dinamismo, pois existe uma rede complexa que interliga a cadeia econômica. Fonte: www.profcordella.com.br/.../gin12_estrategia_ competitiva _e_gin.htm -
  5. 5. Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais – PUC Minas Administração – Planejamento e Gestão Estratégica - 1º./2011 Tema: Análise de Públicos Alvo e Forças Competitivas Grupo: 02 Monitoramento das Forças Competitivas O vigor coletivo destas forças determina o lucro potencial máximo de um setor industrial. Na situação de &quot;concorrência perfeita&quot;, a luta por uma posição não é sujeita a controles de qualquer espécie e a entrada no setor é muito fácil. Essa espécie de estrutura oferece o pior panorama para a lucratividade a longo prazo. Quanto mais fracas forem as forças, coletivamente, maior a oportunidade para um desempenho superior. Qualquer que seja o esforço coletivo destas forças, o objetivo estratégico da empresa é encontrar uma posição no setor onde ela possa melhor se defender contra essas forças ou influenciá-las a seu favor.Para lidar com essas forças, o estrategista tem que cavar abaixo da superfície e analisar as fontes de cada uma. Por exemplo, o que torna o setor vulnerável à entrada? O que determina o poder de barganha dos fornecedores? Fonte: http://pt.scribd.com/doc/2280015/AEII-Aula-II-Como-as-Forcas-Competitivas-Moldam-a-Estrategiapretoebranco

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