Adding apples and oranges

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Ricardo Saiote
Cláudio Ferreira

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Adding apples and oranges

  1. 1. ADDING APPLES AND ORANGES:The monitoring of energy efficiency in the Dutchfood industry
  2. 2. INTRODUÇÃOMonitorização da tendência da EE (EficiênciaEnergética) na indústria Uso de indicadores que filtrem a influência de mudanças estruturais no processo de fabrico e relacionem a energia consumida com o produto finalIndústria Intensiva em energia Aço, celulose, papel, cimento Não-intensiva em energia Alimentar, têxtil, tabaco
  3. 3. INTRODUÇÃOIndústria intensiva em energia Análise da EE através da energia consumida por unidade de produto finalIndústria não-intensiva em energia Análise da EE através da energia consumida por unidade de valor acrescentado (diferença entre o valor dos bens produzidos e o seu custo de produção)
  4. 4. OBJECTIVODesenvolver uma metodologia que permitaestudar a tendência da EE na indústriaalimentar e do tabaco, através da energiaconsumida por unidade de produto finalAvaliar a fiabilidade da metodologia usada, dasfontes de dados, e ainda, a viabilidade de seaplicar esta metodologia a outros países
  5. 5. … E AGORA É TEMPO DE “LARANJAS E MAÇÃS”
  6. 6. DESCRIÇÃO DA INDÚSTRIA: CONSUMOS ENERGÉTICOS Em 2001, a indústria alimentar e do tabaco foi responsável por: 8% dos consumos de energia total do sector da indústria transformadora, na UE (IEA) 9% da energia total consumida pela indústria holandesa Energia representa 2% do valor final do produto
  7. 7. METODOLOGIA – DESENVOLVIMENTO DOINDICADOR DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICADeterminar a tendência da EE ao níveltecnológico, através da análise docomportamento do consumo de energiaobservado, num dado ano, em relação a umconsumo de referência.Consumo de referência Quantidade de energia consumida pelo sector industrial se não existissem melhorias na EE, em relação a um ano de base – “Frozen Energy Efficiency Development (FEED)”
  8. 8. METODOLOGIA – DESENVOLVIMENTO DOINDICADOR DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICAFrozen Energy Efficiency Development Calculado através de: Dados de produção anual Quantidade de energia que uma unidade de produto necessita nesse ano base – “Specific Energy Comsumption (SEC)”
  9. 9. METODOLOGIA – DESENVOLVIMENTO DOINDICADOR DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA 9
  10. 10. METODOLOGIA – DESENVOLVIMENTO DOINDICADOR DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICAPorque o EEI é construído tendo em conta asalterações no processo de fabrico do produto, éautomaticamente corrigido para as mudançasestruturais de produçãoToma o valor unitário para o ano de basePara este estudo, tomou-se 1995 como ano debase
  11. 11. METODOLOGIA – DADOSOs dados relativos à energia e produçãoprecisam de preencher os seguintesrequisitos: Publicação anual Fácil acessibilidade Fiabilidade
  12. 12. RESULTADOS – PROJECÇÃO VS REALIDADE Para o período de 1995-2001, foram implementados projectos que visam o aumento da EE 60% dos projectos foram implementados depois de 1999Indicador suficientemente sensívelpara reflectir alterações importantes
  13. 13. RESULTADOS – PROJECÇÃO VS REALIDADE Variação máxima dos valores apresentados no estudo de 4% em relação aos valores publicados pela NOVEM (Dutch Energy and Environmental Agency) Os índices desenvolvidos neste estudo reflectem o comportamento do FEED da industria holandesa alimentar e do tabaco
  14. 14. CONCLUSÃOÉ viável monitorizar o desenvolvimento da eficiênciaenergética em industrias não-intensivas em energia,através dos dados de produçãoA monitorização pode ser efectuada por uma agênciade energia, sem existir a necessidade de serimplementada uma task-force, a qual depende dacomunicação de dados por parte da empresaEste método pode ser alargado a outros países, mascom a condição de que os dados de produção têm queestar facilmente disponíveis, mesmo que seja sobconfidencialidade
  15. 15. QUESTÕESPorque é tão problemática a aquisição dedados?Modelos indicadores de eficiênciaenergética, a descrição energética dofuturo?
  16. 16. OBRIGADO!

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