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Crise do Império - Proclamação da Republica

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Crise do Império - Proclamação da Republica

  1. 1. Organizado Pelo Aluno Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.2013/01Baseado na Aula do Professor Dr. Kadu História do Brasil III
  2. 2. Organizado Pelo Aluno Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.2013/01Baseado na Aula do Professor Dr. Kadu História do Brasil IIIHavia de fato um MOVIMENTO NOBRASIL que tinha o objetivo deproclamar a republica, mesmo que nãofosse a mesmo que tenha de fatoproclamado a república em 15 denovembro de 1889 e que queinstaurou a forma republicanafederativa presidencialista de governono Brasil, destituindo a monarquiaconstitucional parlamentarista doImpério do Brasil e, por conseguinte,pondo fim à soberaniado imperador Dom Pedro II.Aula do dia 03 de maio de 2013Proclamada a REPÚBLICADOS ESTADOS UNIDOS DOBRASIL.Podemos afirmar que haviatambém atritos importantesentre Sociedade Brasileira eMonarquia.Fonte: Blog Filosofando e Historiando
  3. 3. Organizado Pelo Aluno Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.2013/01Baseado na Aula do Professor Dr. Kadu História do Brasil IIIArtista Benedito Calixto (1853–1927)Título Português: Proclamação da RepúblicaData 1893Técnica Óleo sobre telaDimensões 123.5 × 200 cmLocalização atual Pinacoteca Municipal de São PauloOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
  4. 4. Organizado Pelo Aluno Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.2013/01Baseado na Aula do Professor Dr. Kadu História do Brasil IIIA Proclamação ocorreu na Praça daAclamação (atual Praça da República), nacidade do Rio de Janeiro, então capitaldo Império do Brasil, quando um grupode militares do exército brasileiro,liderados pelo Mal. Deodoro da Fonseca,destituiu o imperador e assumiu o poderno país.DescriçãoPortuguês: Proclamação da República, por HenriqueBernardelli. Na imagem, o presidente do Brasil,marechal Deodoro da Fonseca (1889-1891).Data cerca de 1900Origem http://educar.sc.usp.br/cordoba/gob_bispo/republica.jpgAutor Henrique Bernardelli (1858–1936)Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Aula do dia 03 de maio de 2013
  5. 5. Organizado Pelo Aluno Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.2013/01Baseado na Aula do Professor Dr. Kadu História do Brasil IIICrise do 2º Império:Foi instituído, naquele mesmo dia 15, um GovernoProvisório Republicano.Faziam parte, desse governo, organizado na noite de 15 denovembro de 1889, o Marechal Deodoro da Fonseca comopresidente da república e chefe do Governo Provisório; oMarechal Floriano Peixoto como vice-presidente; comoMinistros, Benjamin Constant Botelho de Magalhães, QuintinoBocaiuva,Rui Barbosa, Campos Sales, Aristides Lobo, DemétrioRibeiro e o almirante Eduardo Wandenkolk, todos membrosregulares da Maçonaria brasileira.Aula do dia 03 de maio de 2013
  6. 6. Organizado Pelo Aluno Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.2013/01Baseado na Aula do Professor Dr. Kadu História do Brasil III1ª CRISETENSÃO ENTRE ESTADO E IGREJA,a relação entre Estado imperial eigreja era muito tensa. Na própriaconstituição de 1824, proclamava-se como religião oficial no Brasil, areligião católica, prevista eregulamentada na constituição,base para a fonte de discussão econflito entre o Estado e a Igrejacatólica.Aula do dia 03 de maio de 2013Fonte: detetivesdahistoria.wordpress.com
  7. 7. Organizado Pelo Aluno Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.2013/01Baseado na Aula do Professor Dr. Kadu História do Brasil IIITENSÃO ENTRE ESTADO E IGREJA, arelação entre Estado imperial e igreja eramuito tensa. Na própria constituição de1824, proclamava-se como religião oficialno Brasil, a religião católica, prevista eregulamentada na constituição, base paraa fonte de discussão e conflito entre oEstado e a Igreja católica.Os decretos eclesiásticos valem para todacristandade, por vezes esses decretos sechocam com interesses do Estadoconstituído. Demarcação do aparecimentoda crise década de 70 do século XIX.Aula do dia 03 de maio de 2013
  8. 8. Organizado Pelo Aluno Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.2013/01Baseado na Aula do Professor Dr. Kadu História do Brasil IIIO BISPO DE OLINDA, baseado nodecreto do Papa, proíbe a entrada deMaçons na Igreja. Desde o períodocolonial, a Igreja Católica, enquantoinstituição, encontrava-se submetidaao estado.Isso se manteve após a independênciae significava, entre outras coisas, quenenhuma ordem do papa poderiavigorar no Brasil sem que fossepreviamente aprovada pelo imperador(Beneplácito Régio).Aula do dia 03 de maio de 2013Dom Vital Fonte: http://nemodixit.blogspot.com.br/2011/03/dom-vital-e-maconaria.html
  9. 9. Organizado Pelo Aluno Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.2013/01Baseado na Aula do Professor Dr. Kadu História do Brasil IIIOcorre que, em 1872, Vital MariaGonçalves de Oliveira e Antônio deMacedo Costa, bispos de Olinda e Belémdo Pará respectivamente, resolveramseguir, por conta própria, as ordensdo Papa Pio IX, que excluíam, da igreja, osmaçons.Como membros de alta influência noBrasil monárquico eram maçons (algunslivros também citam o próprio DomPedro II como maçom), a bula não foiratificada.Aula do dia 03 de maio de 2013Antônio de Macedo Costa
  10. 10. Organizado Pelo Aluno Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.2013/01Baseado na Aula do Professor Dr. Kadu História do Brasil IIIOs bispos se recusaram a obedecer aoimperador, sendo presos. Em 1875,graças à intervenção do Maçom Duquede Caxias, os bispos receberam operdão imperial e foram colocados emliberdade.Contudo, no episódio, a imagem doimpério desgastou-se junto à IgrejaCatólica. E este foi um fator agravantena Crise da Monarquia, pois o apoio daIgreja Católica à monarquia sempre foiessencial à subsistência da mesma.Aula do dia 03 de maio de 2013Duque de Caxias
  11. 11. Organizado Pelo Aluno Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.2013/01Baseado na Aula do Professor Dr. Kadu História do Brasil IIIO mequetrefe ironiza a anistia concedida em 1875 aos bispos durante a Questão Religiosa. Em destaque o duque de Caxias, presidente do Gabinete na época,cavalgando a Constituição, e a princesa.Fonte: http://www.revistadehistoria.com.br/secao/dossie-imigracao-italiana/entre-o-trono-e-o-altar
  12. 12. Organizado Pelo Aluno Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.2013/01Baseado na Aula do Professor Dr. Kadu História do Brasil IIIObservada a experiênciamilitar, podemos dizerque a fidelidade de umsoldado na maioria dasvezes não esta em seupaís exatamente, e simem seu comandante.O exercito brasileiro é mais ligado ao Imperador D. Pedro I e os idealPortuguês, que ao Brasil nascente, o que não é a mesma realidade narelação do Exército com D. Pedro II, muito pelo contexto. Feijó Cria aGUARDA NACIONAL, enfraquecendo o poder dos militares,Fonte: Wikimedia Commons
  13. 13. Organizado Pelo Aluno Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.2013/01Baseado na Aula do Professor Dr. Kadu História do Brasil IIITambém conhecido como RegenteFeijó ou Padre Feijó (São Paulo, batizadoa 17 de agosto de1784 — São Paulo, 10 denovembro de 1843), foium sacerdote católico e estadista brasileiro.Considerado um dos fundadoresdo Partido Liberal. Pode-se resumirbastante sua vida afirmando que exerceu osacerdócio em Santana de Parnaíba,em Guaratinguetá e em Campinas.Padre FeijóFonte: http://educacao.uol.com.br/biografias/diogo-antonio-feijo.jhtm
  14. 14. Organizado Pelo Aluno Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.2013/01Baseado na Aula do Professor Dr. Kadu História do Brasil IIIFoi professor de História, Geografia e Francês.Estabeleceu-se em Itu, dedicando-se ao estudoda Filosofia. Em seu primeiro cargo político foivereador em Itu. Foi deputado por São Paulo àsCortes de Lisboa, abandonando a Assembleiaantes da aprovação da Constituição.Era adversário político de outro paulista, JoséBonifácio de Andrada e Silva. Era defensor dadescentralização e de políticas liberais,entrando em conflito com a própria Igreja. Foideputado geral por São Paulo (1826 e 1830),senador (1833), ministro da Justiça (1831-1832)e regente do Império (1835-1837).Padre Feijó
  15. 15. Organizado Pelo Aluno Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.2013/01Baseado na Aula do Professor Dr. Kadu História do Brasil IIIFoi uma força paramilitar organizada porlei no Brasil durante o período regencial,em agosto de 1831, para servir de"sentinela da constituição jurada",e desmobilizada em setembro de 1922.No ato de sua criação lia-se: "Com acriação da Guarda Nacional foramextintos os antigos corpos de milícias,as ordenanças e as guardasmunicipais."1 Em 1850 a GuardaNacional foi reorganizada e mantevesuas competências subordinadas aoministro da Justiça e aos presidentes deprovíncia.Aula do dia 03 de maio de 2013Fonte Site Oficial GN
  16. 16. Organizado Pelo Aluno Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.2013/01Baseado na Aula do Professor Dr. Kadu História do Brasil IIIFonte Site Oficial GNEm 1873 ocorreu nova reforma que diminuiu aimportância da instituição em relação ao ExércitoBrasileiro. Com o advento da República a GuardaNacional foi transferida em 1892 para o Ministérioda Justiça e Negócios Interiores. Em 1918 passou aGuarda Nacional a ser subordinada ao Ministériode Guerra através da organização do ExércitoNacional de 2ª Linha, que constituiu de certo modosua absorção pelo Exército.Atualmente, tramita na Câmara dos Deputados aProposta de Emenda à Constituição 534/2002, queintenta recriar a Guarda Nacional, além deexpandir as competências das guardas municipais.Aula do dia 03 de maio de 2013
  17. 17. Organizado Pelo Aluno Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.2013/01Baseado na Aula do Professor Dr. Kadu História do Brasil IIIEm 18 DE AGOSTO DE 1831 foicriada a Guarda Nacional com ointuito de auxiliar o reduzidoExército na defesa nacional. Anova instituição substituiria asantigas milícias e ordenançasque foram extintas.Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Fonte Site Oficial GN
  18. 18. Organizado Pelo Aluno Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.2013/01Baseado na Aula do Professor Dr. Kadu História do Brasil IIIA Guarda Nacional foi criada num contexto após abdicaçãode D. Pedro I, onde ocorriam diversos choques entrenacionais e lusos e havia receio na sociedade que osmilitares tomassem alguma atitude restauradora,posicionando-se pela volta de D. Pedro I.Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Fonte Site Oficial GNO exército tinha sua base formada basicamente de negros, mulatos,homens pobres, na maioria dos casos, sem nenhuma qualificaçãoprofissional, pouco considerados socialmente, já os altos postos decomando eram ocupados por estrangeiros, provocando uma falta deconfiança do governo na fidelidade do Exército, considerado umaameaça em potencial ao liberalismo da nova ordem instaurada com aRegência.
  19. 19. Organizado Pelo Aluno Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.2013/01Baseado na Aula do Professor Dr. Kadu História do Brasil IIIOs militares do Exército Brasileiro estavam descontentes com aproibição, imposta pela monarquia, pela qual os seus oficiais nãopodiam manifestar-se na imprensa sem uma prévia autorizaçãodo Ministro da Guerra.Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Os militares não possuíam umaautonomia de tomada dedecisão sobre a defesa doterritório, estando sujeitos àsordens do imperador e doGabinete de Ministros, formadopor civis, que se sobrepunhamàs ordens dos generais. Assim,no império, a maioria dosministros da guerra eram civis.
  20. 20. Organizado Pelo Aluno Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.2013/01Baseado na Aula do Professor Dr. Kadu História do Brasil IIICom a Guerra do Paraguai a constituição do exercito Brasileiro sofremudanças importantes, tanto na sua constituição física egeográficas, como também no seu importante papel socialestabelecido, deixando de ser uma carreira pertencente somente aelite brasileira, muito na composição do oficialato brasileiro. Surgemcomponente do exercito brasileiro que não são tão ligados a equipeimperial.Surgimento da Escola Militar para Infantaria e Cavalaria; ter umaacademia para infantes, significava dar condições de ascensão aesse grupo, tratados como grupo inferior naquele momento,posição contraria a da cavalaria, valorizada e tida como elite doexercito.
  21. 21. Organizado Pelo Aluno Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.2013/01Baseado na Aula do Professor Dr. Kadu História do Brasil IIIAlém disso, frequentemente os militares do Exército Brasileirosentiam-se desprestigiados e desrespeitados. Por um lado, osdirigentes do império eram civis, cuja seleção era extremamenteelitista e cuja formação era bacharelesca, mas que resultava em postosaltamente remunerados e valorizados; por outro lado, os militarestinham uma seleção mais democrática e uma formação mais técnica,mas que não resultavam nem em valorização profissional nem emreconhecimento político, social ou econômico.As promoções na carreira militar eram difíceis de serem obtidas eeram baseadas em critérios personalistas em vez de promoções pormérito e antiguidade.Aula do dia 03 de maio de 2013
  22. 22. Organizado Pelo Aluno Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.2013/01Baseado na Aula do Professor Dr. Kadu História do Brasil IIIA Guerra do Paraguai, além de difundiros ideais republicanos, evidenciou aosmilitares essa desvalorização dacarreira profissional, que se manteve emesmo acentuou-se após o fim daguerra.O resultado foi a percepção, da partedos militares, de que se sacrificavampor um regime que pouco osconsideravam e que dava maioratenção à Marinha do Brasil.Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
  23. 23. Organizado Pelo Aluno Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.2013/01Baseado na Aula do Professor Dr. Kadu História do Brasil IIIDurante a Guerra do Paraguai, o contatodos militares brasileiros com a realidadedos seus vizinhos sul-americanos levou-os a refletir sobre a relação existenteentre regimes políticos e problemassociais.A partir disso, começou a desenvolver-se, tanto entre os militares de carreiraquanto entre os civis convocados paralutar no conflito, um interesse maiorpelo ideal republicano e pelodesenvolvimento econômico e socialbrasileiro.
  24. 24. Organizado Pelo Aluno Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.2013/01Baseado na Aula do Professor Dr. Kadu História do Brasil IIIDessa forma, não foi casual que apropaganda republicana tenha tido, pormarco inicial, a Publicaçãodo Manifesto Republicano em 1870(ano em que terminou a Guerra doParaguai).Seguido pela Convenção de Itu em1873 e pelo surgimento dos CLUBESREPUBLICANOS, que se multiplicaram,a partir de então, pelos principaiscentros no país.
  25. 25. Organizado Pelo Aluno Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.2013/01Baseado na Aula do Professor Dr. Kadu História do Brasil IIIAlém disso, vários grupos foram fortemente influenciadospela MAÇONARIA (Deodoro da Fonseca era maçom, assim comotodo seu ministério) e pelo POSITIVISMO DE AUGUSTE COMTE,especialmente, após 1881, quando surgiu a igreja Positivista doBrasil.Seus diretores, Miguel Lemos e Raimundo Teixeira Mendes,iniciaram uma forte campanha abolicionista e republicana.A propaganda republicana era realizada pelos que, depois, foramchamados de "REPUBLICANOS HISTÓRICOS" (em oposição àquelesque se tornaram republicanos apenas após o 15 de novembro,chamados de "republicanos de 16 de novembro").
  26. 26. Organizado Pelo Aluno Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.2013/01Baseado na Aula do Professor Dr. Kadu História do Brasil IIIAtuação dos positivistasAs ideias de muitos dos republicanos eramveiculadas pelo periódico A República.Segundo alguns pesquisadores, osrepublicanos dividiam-se em duas correntesprincipais:OS EVOLUCIONISTAS, que admitiam que aproclamação da república era inevitável, nãojustificando uma luta armada;OS REVOLUCIONISTAS, que defendiam apossibilidade de pegar em armas paraconquistá-la, com mobilização popular e comreformas sociais e econômicas.
  27. 27. Organizado Pelo Aluno Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.2013/01Baseado na Aula do Professor Dr. Kadu História do Brasil IIIAtuação dos positivistasEmbora houvesse diferenças entre cadaum desses grupos no tocante àsestratégias políticas para aimplementação da república e tambémquanto ao conteúdo substantivo doregime a instituir, a ideia geral, comumaos dois grupos, era a de que a repúblicadeveria ser um regime progressista,contraposto à exausta monarquia.Dessa forma, a proposta do novo regimerevestia-se de um CARÁTER SOCIALREVOLUCIONÁRIO e não apenas do deuma mera troca dos governantes.
  28. 28. Organizado Pelo Aluno Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.2013/01Baseado na Aula do Professor Dr. Kadu História do Brasil III
  29. 29. Organizado Pelo Aluno Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.2013/01Baseado na Aula do Professor Dr. Kadu História do Brasil IIIricardojatahy@ig.com.br

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