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Quadro evol. escolas psicanálise _

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Psicanálise

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Quadro evol. escolas psicanálise _

  1. 1. Centro de Ciências Biológicas Depto de Psicologia e Psicanálise (PPSIC) “Psicanálise” Prof. Ricardo Flores – material didático uso exclusivo em atividade didática
  2. 2. Meynert 1774 – Franz Anton Mesmer 1804 – Philipe PINEL 1859 – Charles Darwin 1890 – Pierre Janet Liebault Bernheim Jean Martin Charcot Breuer Estruturalismo 1875 Wilhelm Maximiliam WundtWilliam James 1895 - Self EUA 1900 Funcionalismo Discípulos: William Healy Robert M. Yerkes James R. Angell Edward L. Thorndike Robert S. Woodworth James McKeen Catell Aluno e discípulo Alfred Lehmann discípulo Europa Alunos: Emil Kraepelin Dementia praecox 1899 Hugo Münsterberg Carl Lange Oswald Külpe Discípulos Americanos James CatellColumbia University G. Stanley HallClark University Edward B. TitchenerCornell University H. C. WarrenEducacional School Chicago G. M. Stratton C. H. Judd 1940 Wilhelm M Wundt, admirador e seguidor Oswald Külpe seguidor Sigmund Freud – aluno p/ 1 ano 1898 Franco da Rocha Carl Stumpf Edmund Husserl fenomenologia William McDougall 1871 – 1938 Oxford / Harvard Psicanálise 1900 Reflexologia Associaonismo 1903-4 Ivan P. Pavlov RUSSIA Darci M Uchoa Marialzira Perestrelo Durval Marcondes outros Prof. Ricardo Flores Gestalt 1920-1930 Köhler Koffka Wertheimer Franz Brentano Precursor da Gestalt 1769 – William Cullen University of California University of Chicago
  3. 3. 1910 1920 1930 1940 1950 1960 JUNG ADLER RANK FERENCZI REIK HUSSERL, HIEDEGGER JASPERS, SARTRE ALLPORT REICH KLEIN KORZYBSKI BINSWANGER FROMM SULLIVAN HORNEY FRANKL MORENO ELLIS MASLOW ROGERS ERIKSON BATESON PERLS WINNICOTT LAING BERNE LOWEN ROSEN MAY LACAN Prof. Ricardo Flores BION ABRAHAM Prof. Ricardo Flores – material didático uso exclusivo em atividade didática
  4. 4. ESCOLA FREUDIANA – uma teoria científica, um método de pesquisa e um processo de tratamento VIDA PSÍQUICA – dinâmico equilibrio entre os mundos in- Ternos e externos (séries complementares) e entre os im- Pulsos de vida e de morte (fusão e difusão) CONCEITOS CHAVES – Inconsciente (ics) – teoria dos sonhos Sexualidade infantil – Teoria do desenvolvimento Psicossexual – Complexo Édipo Teoria da sedução – Primeira Tópica e Segunda Tópica ; Metapsicologia Teoria sobre Narcisismo Psicanálise Analítica –(psicanálise) enquadre, associação livre, transferência Psicanálise aplicada – filogenia e ontogenia desamparo, psiquico baseado em desamparo biológico causado pela dependência da mãe para a subsistência. Separação, angústia e conflitos entre os impulsos de vida e morte, considerando 3 fatores: hereditariedade e constitucionalidade, experiências com familiares e experiências com adultos. fonte: http://thefreudfolder.com/Pages/Page-Schools-01.html /Prof. Ricardo Flores / para uso exclusivo em sala de aula
  5. 5. Wilhelm Stekel Alfred Adler Rudolf Reitler Max Kahane Carl Jung Sándor Ferenczi Karl Abraham Otto Rank Isidor Isaak Sadger Ernest Jones Ludwig Binswanger Carl Alfred Meier Abraham Brill James Jackson Putnam Georg Groddeck Anna Freud Hermine von Hug-Helmuth Lou Andreas-Salomé Marie Bonaparte Hanns Sachs Max Eitingon Victor Tausk Sabina Spielrein Margarete Hilferding[ Escola Freudiana – Associação Psicanalítica Vienense Prof. Ricardo Flores /uso exclusivo em evento didático fonte: http://thefreudfolder.com/Pages/Page-Schools-01.html
  6. 6. Psicoanalisados por Freud Seguidores: Franz Alexander Suzane Bernfeld Ernst Blum Leonard Blumgart Marie Bonaparte Medard Boss Abraham Arden Brill David Brunswick Ruth Mackbrunswick Dorothy Burlingham Trigant Burrow Maryse Choisy Claude Daly Helene Deutsch Mabel Dodge Luhan John M. Dorsey Max Eitingon Douglas Fairbairn Sandor Ferenczi Smiley Blanton Henri Flournoy David Forsyth Anna Freud Horace Frink Roy R. Grinker Heinz Hartmann Eduard Hitschmann István Hollós Edith Jackson Ludwig Jekels Robert Jokl Abram Kardiner Jane Lampl-de-Groot Karl Landaver Philip Lehrman Kata Levy Sacha Nacht Roger Money-Kirle Mira Oberholzer Alix Strachey James Strachey Jan Van Emden Clarence Oberndorf Charles Odier Albert Polan James J. Putnam Theodor Reik Albert Van Renterghem Erzsébet Révész-Radó John Rickman Marianne Rie-Kris Margarethe Rie-Nunberg Joan Riviere Eva Rosenfeld Saul Rosenzweig Philippe Sarasin Raymond de Saussure Eugéne Sokolnicka René A. Spitz Wilhelm Stekel Adolph Stern Adolf Storfer Joseph Wortis Monroe Meyer Prof. Ricardo Flores /uso exclusivo em evento didático fonte: http://thefreudfolder.com/Pages/Page-Schools-01.html Ver Museu http://www.freud.org.uk/archive/
  7. 7. Ego e suas adaptações Manifestações dos impulsos Escola Psicologia Do Ego HEINZ HARTMAN 1899 – 1971 Anna Freud ou classisistas Escola Kleiniana MELANIE KLEIN 1882 – 1960 Relações Objetais Cuidados maternos mãe real Grupo do meio ou Grupo independente Escola Psicologia do Self HEIN KOHUT 1913 – 1981 Positivismo Self e narcisismo Escola winnicottiana DONALD WINNICOTT 1896 – 1971 Winnicotianos Escola bioniana WILFRED BION 1897 – 1979 Pós-kleinianos Pensamento e Experiência emocional Escola francesa JACQUES LACAN 1901 – 1981 Estruturalismo Prof. Ricardo Flores /uso exclusivo em evento didático fonte: http://thefreudfolder.com/Pages/Page-Schools-01.html
  8. 8. ESCOLA KLEINIANA – ou escola das relações objetais Melanie Klein, analizada por Sandor Ferenczi e Karl Abraham, co-fundadora da Teoria das Relações Objetais e pioneira da Psicanálise Infantil cuja técnica é de própria autoria. Se opos a Anna Freud e foi centro nas discussões controversas sobre o legado de Freud na sociedade britanica de psicanálise. VIDA PSIQUICA – conflitos dos impulsos através das fantasias inconscientes criam um universo interno e externo de relações objetais em cada pessoa CONCEITOS CHAVES Técnica da Psicanálise Infantil – praticada a semelhança da associação livre, interpre- tação imediata da angústia na transferência negativa Fantasias inconscientes (ics) Ego e superego arcaicos, Complexo de Édipo primitivo Teoria do desenvolvimento – posições paranóide, esquizo-paranóide e depressiva Figuras combinadas, objetos parciais e totais Mecanismos de defesa primitivos Impulso de morte – inveja primária Prof. Ricardo Flores /uso exclusivo em evento didático fonte: http://thefreudfolder.com/Pages/Page-Schools-01.html Escola Kleiniana MELANIE KLEIN 1882 – 1960 Relações Objetais
  9. 9. GENESE DOS CONFLITOS – Conflito amor e ódio no mundo dos objetos internos através do triangulo fantasias ics, angústia predominante e organização de defesas (posição). A interna mãe má (seio mau – a inveja como um produto do imp. de morte necessita da mãe boa externa (seio bom para acalmar a crueldade primitiva PROCESSO ANALÍTICO – transição da posição esquizoparanóide (inveja) para a posição depressiva (gratidão) estabilizando o seu dominio (posição depressiva) fonte: http://thefreudfolder.com/Pages/Page-Schools-01.html
  10. 10. Susan Isaacs Joan Riviere Paula Heimann Roger Money-Kyrle Herbert Rosenfeld Donald Meltzer Wilfred Bion Betty Joseph John Steiner Esther Bick Frances Tustin Elizabeth Bott Spillius Ronald Britton Otto Kernberg André Green Prof. Ricardo Flores /uso exclusivo em evento didático fonte: http://thefreudfolder.com/Pages/Page-Schools-01.html
  11. 11. DONALD WINNICOTT 1896 – 1971 ESCOLA WINNICOTTIANA Cuidados maternos – Mãe real WINNICOTT foi um pediatra ingles e psicanalista, psicanalizadopor James Strachey e depois por Joan Riviere tendo Melanie Klein como supervisora. Foi especialmente influente no campo da teoria das relações objetais e uma das principais figuras do "grupo do meio” ou “grupo independente” da Sociedade Britânica de Psicanálise. Embora originalmente alinhado com o meio kleiniano, discordou sobre o conceito de Inveja primária. A originalidade desta conceituação e os fenômenos transicionais ecoam fortemente por dentre os autores contemporâneos. VIDA PSIQUICA Foca cuidados maternos, sobre o que acontece entre (transicionalidade) a unidade psiquica bebe e mãe
  12. 12. DONALD WINNICOTT CONCEITOS CHAVES Relação dependência física e psíquica, real e fantasmático entre criança e mãe Holding Handling Mãe suficientemente boa - preocupação materna primária - mãe devota - ambiente facilitador - ilusão - da dependência absoluta a dependencia relativa - papel do cuidado da mãe-verdadeira - não existe tal coisa como um bebê - Mãe ambiente (não distinção eu-outro) e mãe objeto (distinção eu-outro) - função de espelho do rosto da mãe Área intermediária : fenomeno transicional, objeto e espaço Verdadeiro e falso self - gesto espontâneo - desenvolvimento emocional primitivo estado de não integração (diferente de estado de desintegração) Ansiedade (angústia) de catastrófica e medo de desagregação Capacidade de estar só (sozínho) Uso de um objeto Jogo dos rabiscos, das espatulas Relação entre jogo (criança) e humor (adulto)
  13. 13. DONALD WINNICOTT 1896 – 1971 GENESIS DOS CONFLITOS Fracasso do ambiente e suas consequencias sobre a estruturação do verdadeiro ou falso self. PROCESSO ANALÍTICO Setting e relação analítica como espaço transicional de ilusão, regressão e holding. SEGUIDORES W. Ronald Fairbairn Ella Freeman Sharpe Silvia Payne Marjorie Brierley William Gillespe Michael Balint Marion Milner Harry Guntrip Masud Khan Jan Abram Christopher Bollas Patrick Casement Neville Symington Gregorio Kohon
  14. 14. WILFRED BION 1897 – 1979 TEORIA SOBRE O PENSAMENTO /EXPERIÊNCIA EMOCIONAL Bion foi um psicanalista ingles, psicoanalisado por John Rickman e Melanie Klein. Considerado como um grande pensador depois de Freud, baseando-se nas teorias freudianas e kleinianas. Sempre professou ser um seguidor de Melanie Klein e produziu uma rica e original conceituação sobre pensamento e experiência emocional. VIDA PSIQUICA Capacidade de pensar - de procurar a verdade . Após John Keats “a verdade é bela, bela verdade” ESCOLA BIONIANA
  15. 15. CONCEITOS CHAVES - Verdade, fenômenos do conhecimento - Quatro fases interessantes: anos 40, estudos práticos sobre grupos anos 50, psicoses anos 60, epistemologia – fenomeno da percepção, verdade e conhecimento anos 70, tendencia mistica.- Grade - Modelo continente-conteúdo (Ps D) Elementos Alpha e Beta – função alfa – capacidade para pensar – - devaneio - função continente da mãe - Capacidade negativa – Psique fetal - Links L,H,K positivo (+) e negativo (-): questões de verdade, falsidade e mentira - Partes psicótica e neurótica da personalidade - Identificação projetiva comunicativa - Barreira de contato - Inverção de perspectiva - Mudança catastrófica - Terror sem nome – angústia terrorífica e angústia aniquilante - transferência psicótica - processo de fragmentação e alucinação – objetos bizarros
  16. 16. GENESIS DOS CONFLITOS O analista-continente (devaneio) com sua capacidade negativa, torna-se o canal para o ics do analisando, retornando seu conteúdo projetivo de forma digerida. Processo digestivo – aprendendo a pensar. Permanente oscilação Ps D. SEGUIDORES James S. Grotstein, Ignácio Matte Blanco, Frank Philips, Elizabet T. de Bianchedi, Leon Grinberg, Thomas Ogden, John Steiner, Antonino Ferro, Paulo Sandler
  17. 17. Escola francesa JACQUES LACAN 1901 – 1981 Estruturalismo ESCOLA FRANCESA (ESTRUTURALISTA OU LACANIANA) Entre o Outro e o Grande Outro O simbolismo e a cultura Jacques Lacan, psicanalista frances, psicanalisado por Rudolph Loewenstein Em seu “retorno a Freud”, reavaliou a teoria freudiana a luz da linguística estruturalista e da antropologia estrutural. As idéias de Lacan sobre o Ics como um modelo linguístico, ao lado de sua controversa técnica, motivaram significativas diferenças no IPA, levando-o a uma ruptura em 1.964. Criador da chamada “escola francesa” , desenvolveu importantes conceitos para o corpo científico da Psicanálise. Seu movimento na França caracterizou-se por 3 grupos, que posteriormente se fragmentaram e seus membros se dispersaram.
  18. 18. JACQUES LACAN 1901 – 1981 Estruturalismo DINAMICA PSIQUICA Através de um sistema relacional intersubjetivo que constitui o indivíduo (sujeito) atravésde sua posição tanto na estrutura interpessoal quanto em relação a cultura. Desenvolvimento psíquico a partir da dimensão imaginária à real e desta à simbólica. PALAVRAS CHAVES Relacionamento entre indivíduo e cultura Ics estruturado como a linguagem - primacia do significante sobre o significado Estruturalismo da linguagem (linguística e estrutura social – a palavra 3 eixos: Corpo; Discurso (dos pais para a formação do Ics); Desejo (da mãe e do pai como representante da lei, da ordem. O Phallus como significante primário e da metáfora simbólica do “nome do pai” proporcionando lugar e identidade.
  19. 19. JACQUES LACAN PALAVRAS CHAVES 3 Registros: o imaginário, o real e o simbólico - topologia: Borromean Knot. Estágio do espelho (6 – 18 meses) o vínculo inicial é a metáfora mãe-espelho - o outro como espelho e lugar da formulação do desejo - necessidade e demanda
  20. 20. TÉCNICA: transferência - o sujeito suposto saber; palavra inteira e ato simbólico - interrupção da sessão. GENESIS DOS CONFLITOS O Conflito não depende nem da mãe nem da criança. Está tanto na estrutura interpessoal quanto como resultado da alienação intrinsica, implicados na identificação com o outro espelho (sendo o desejo da mãe, sendo o falo da mãe) - a fonte de patologia é a falta de lugar do pai, a falha simbólica do pai. PROCESSO ANALÍTICO Estabelecimento da ordem simbólica - função da palavra - o sujeito suposto saber.
  21. 21. JACQUES LACAN SEGUIDORES Daniel Lagache Françoise Dolto Maud Mannoni Octave Mannoni Serge Leclaire Jacques Allain-Miller Joël Dor Didier Anzieu André Green Serge Lebovici Jean Laplanche Joyce MacDougall Janine Chassguet-Smirgel Bela Grunberger Julia Kristeva Elisabeth Roudinesco
  22. 22. Psicanálise Sigmund Freud
  23. 23. 1.900 1.913 1.923 Teoria Estrutural Ego é corporal ID é a totalidade ao nascimento e o ego indiferencia-se dele. Curso do desenvolvimento o ego diferecia-se do id e o superego diferencia-se do ego Prof. Ricardo Flores Psicanálise Sigmund Freud Personalidade
  24. 24. Processo Primário E Pensamento Processo Secundário E Pensamento Ics Cs Prof. Ricardo Flores Psicanálise Sigmund Freud Modos de Funcionamento do Aparelho Psíquico (diferenciação id/ego)
  25. 25. Processo – tendência gratificação imediata e facilidade com que a catexia se desloca do objeto e método de descarga para ser descarregada por análogo ou diferente. Pensamento – 1. Ausência de qualquer conjunção negativa, condicionada ou qualificativa; 2. Representação por alusão ou analogia 3. Parte de objeto, lembrança ou idéia pode ser usada para representar um todo e vice-versa; (Deslocamento) 4. Substituição de uma idéia ou imagem por outra a ela ligada por associação (Deslocamento) 5. Vários pensamentos diferentes podem ser representados por um só pensamento ou imagem (Condensação) 6. As impressões visuais ou dos sentidos podem substituir uma palavra, parágrafo ou todo um capítulo de palavras; 7. Inexistência do tempo (atemporalidade) 8. Representação pelo oposto 9. Deslocamento; 10. Condensação 11. Representação Simbólica Prof. Ricardo Flores
  26. 26. ID Ics Pcs Cs Mundo Real Realidade Externa Ao indivíduo EGO Fatores do Desenvolvimento do Ego: Maturação e Experiência relações com o próprio corpo identificações com objetos do ambiente Prof. Ricardo Flores
  27. 27. Tronco Encefálico – responsável Pelos instintos e pelos Impulsos (ID) Córtex Ventral Frontal – lida coma inibição seletiva Córtex Dorsal Frontal – Controla as funções Cons- cientes Córtex Posterior – Percepção do mundo Exterior, equivalente Ao Ego e Superego Pcs Cs Ics Faculdades Perceptivas Do EGO Funções Morais da Personalidade (Carater) SUPEREGO Faculdades Executivas do EGO Prof. Ricardo Flores Aparelho Psiquico
  28. 28. ID Ics Pcs Cs EGO Prof. Ricardo Flores Aparelho Psiquico
  29. 29. Oral1+Oral2+Anal1+Anal2+Fálica+Latência+Genital Oral1+Oral2+Anal1+Anal2+Fálica+Latência Oral1+Oral2+Anal1+Anal2+Fálica Oral1+Oral2+Anal1+Anal2 Oral1+Oral2+Anal1 Oral1+Oral2 Oral1 Desenvolvimento Psicosexual Sucção Incorporação Tornar-se um só amor Sádica Canibalística Retaliação ódio Incorporação Retenção amor Expulsão ódio Erotismo Uretral Expor, exibir X Vergonha e humilhação Prof. Ricardo Flores Carater Oral Carater Anal Carater Falico
  30. 30. Prof. Ricardo Flores
  31. 31. Impulsos: agressivos ou Thanatos e sexuais ou Eros Libido: energia psíquica dos impulsos Catexia: quantum de energia psíquica envolvida na representação mental do objeto Oral+Ana+Fálica+Latência . . . Oral+Anal+Fálica Oral+Anal Oral Prof. Ricardo Flores
  32. 32. ID Ics Pcs Cs EGO Prof. Ricardo Flores M1 M2 M3 M4 M5X X X X X A Cs é antes um atributo excepcional do que um atributo comum dos processos psíquicos
  33. 33. Objeto Pedido Elaboração do Comportamento Tomada de Cs da Necessidade/Desejo. Descoberta dos objetos, finalidades e meios de satisfação (gratificação) Guardar intacto o prazer de manter o desejo insatisfeito, pelo prazer da expectativa ... Prof. Ricardo Flores
  34. 34. DESEJO ... Não consegui nunca aquilo que queria. Só tenho conseguido aquilo que não quero. Aquilo que eu quero ... Não consigo nunca. Para consegui, portanto, aquilo que eu quero não devo querer aquilo que eu quero Pois só consigo aquilo que não quero Só consigo aquilo que não quero Aquilo que consigo é o que não quero Não o consigo ... Porque o quero Só consigo ... Porque não o quero Eu quero aquilo que não consigo Porque O que não consigo é o que quero Eu não quero aquilo que consigo Porque O que consigo é aquilo que não quero Não consigo nunca aquilo que eu quero Não quero nunca aquilo que consigo LAING, R. D. LAÇOS Vozes, 1977
  35. 35. • Diminuição da libido Objetal e conseqüente aumento da libido Egóica – Narcisismo Primário e Secundário – Introversão da libido Prof. Ricardo Flores
  36. 36. Narcisismo Narcisismo Primário Libido Egoica Egocentrismo Indiferenciação indiscriminação Libido Objetal Mundo externo Diferenciação discriminação Desenvolvimento: maturacional e experencial do ego X Narcisismo Secundário Prof. Ricardo Flores
  37. 37. O Amor e o Amar Narcisico Em conformidade com o tipo narcisista: 1. O que ela própria é (ela mesma), 2. O que ela própria foi, 3. O que ela própria gostaria de ser 4. Alguém que foi uma vez parte dela mesma Em conformidade com o tipo anaclítico: 1. A mulher que a alimenta 2. O homem que a protege. Prof. Ricardo Flores
  38. 38. Angústia - Angst Prof. Ricardo Flores
  39. 39. Situações Traumáticas Prof. Ricardo Flores
  40. 40. Angústia - Sentimento Trauma: angst automática e inespecífica Sentimento automático de aniquilamento produzido por: A- falta de alimento B- falta de carinho (amor) A+B= Desamparo Aniquilamento a serviço do ego, afeto criado por antecipação e controlado e usado como sinal de alarme: A- antes da instauração do superego: angustia pela possível perda de amor B- depois da instauração do superego: consciência, remorso Pânico: falha do controle do ego Falha o controle do Ego, regressão ao estado de trauma : ataque ao Ego, aniquilamento Prof. Ricardo Flores
  41. 41. Situações Traumáticas Sinal De Angústia Situação de PERIGO Prof. Ricardo Flores Recalque
  42. 42. Classificação Psicanáslise 2 eixos Neuroses transferenciais e atuais • Sadicoanal 1 e 2 • Fálica 1. Histerias 2. Obsessão Compulsão 3. N. de Angústia 4. Neurastenia 5. Hipocondria Psicoses ou afecções narcísicas • Oral 1 e 2 • Sadicoanal 1 1. Esquizofrenia 2. Esquizofrenia_2 3. T. Depresivos, bipolar, ... 4. Paranóia 5. Hipocondria Prof. Ricardo Flores
  43. 43. Prof. Ricardo Flores
  44. 44. Amor Objetal Auto-Erotismo - sem existência De Objeto. Amor Pré- Ambivalente Narcisismo – incorporação total do objeto. Amor Ambivalente Amor Parcial – com incorporação e retenção. Amor Ambivalente Amor Parcial Amor Objetal – limitado pela predominância do Complexo de Édipo Amor – pós-ambivalente Prof. Ricardo Flores Desenvol. Libido por Karl Abraham (col. 1 e 2) e Otto Fenichel (col. 3) Prof. Ricardo Flores
  45. 45. Ego e suas adaptações Manifestações dos impulsos Escola Psicologia Do Ego HEINZ HARTMAN 1899 – 1971 Anna Freud ou classisistas Escola Kleiniana MELANIE KLEIN 1882 – 1960 Relações Objetais Cuidados maternos mãe real Grupo do meio ou Grupo independente Escola Psicologia do Self HEIN KOHUT 1913 – 1981 Positivismo Self e narcisismo Escola winnicottiana DONALD WINNICOTT 1896 – 1971 Winnicotianos Escola bioniana WILFRED BION 1897 – 1979 Pós-kleinianos Pensamento e Experiência emocional Escola francesa JACQUES LACAN 1901 – 1981 Estruturalismo Prof. Ricardo Flores /uso exclusivo em evento didático fonte: http://thefreudfolder.com/Pages/Page-Schools-01.html
  46. 46. Prof. Ricardo Flores
  47. 47. Prof. Ricardo Flores Associação livre – princípio da abstinência - Interpretação
  48. 48. Compulsão neurótica à repetição - transferência Experiências – fixações = forma específica de se conduzir. Freud (1912) “… Logo percebemos que a transferência é, ela própria, apenas um fragmento da repetição e que a repetição é uma transferência do passado esquecido e não apenas para a figura do médico mas também para todos os outros relaciona- mentos e aspectos da situação atual da vida…” Recordar, repetir e elaborar (Freud, 1914) – o que se esquece e o que o paciente resiste em recordar é expresso pela “atuação” Prof. Ricardo Flores
  49. 49. Prof. Ricardo Flores Manejo da regressão pela frustração – interpretação, abstinência
  50. 50. ID Ics Pcs Cs Mundo Real Realidade Externa ao indivíduo EGO Prof. Ricardo Flores M2 M3 M4 M5X X X X X A Cs é antes um atributo excepcional do que um atributo comum dos processos psíquicos Prof. Ricardo Flores M1
  51. 51. Empatia – einfühlung – sentir dentro SANDOR FERENCZI p. Abstinencia gera contrapartida a insensibilidade Insensibilidade sendo uma defesa obsessiva, esquizoide ou perversa: recusa dos modos pelos quais o analista é afetado e afeta Elasticidade técnica: falar da cça X falar com a cça acolhimento linguagem da ternura 1.928 – “Segunda Regra Fundamental da Psicanálise”: a análise do analista. 1932 - CONTRATRANFERÊNCIA
  52. 52. Empatia – einfühlung – sentir dentro SANDOR FERENCZI observou que o choque entre a linguagem da ternura expressa pela criança e a linguagem da paixão manifesta pelo adulto é inevitavelmente traumático. Afinal, assim como a criança é ainda incapaz de compreender uma sexualidade que ultrapasse os limites do pré-prazer lúdico, o adulto também não tem condições de abandonar completamente a linguagem da paixão e identificar-se de forma plena com o modo infantil de amar
  53. 53. Empatia – einfühlung – sentir dentro SANDOR FERENCZI um ponto de incompreensão marcaria desde o início as relações entre os adultos e as crianças. Este fator se torna efetivamente um trauma desestruturante e fonte de adoecimento emocional se o adulto negligenciasse a diferença entre o seu modo de amar e o modo de amar infantil e impusesse a linguagem da paixão sobre a criança. “Confusão de línguagem entre os adultos e a criança”
  54. 54. Empatia – einfühlung – sentir dentro Muitos pacientes não teriam adoecido apenas em decorrência de conflitos intrapsíquicos mal elaborados, mas em função de traumas provocados por comportamentos invasivos, opressivos ou negligentes do ambiente externo. Se o comportamento de determinadas pessoas foi determinante para o surgimento da neurose, assim também o comportamento do analista seria igualmente determinante para o sucesso. Pacientes não querem transar com o analista, mas encontrar nele acolhimento e confiabilidade – elementos com os quais não teriam podido contar na infância - pacientes faziam demandas que eram bem características da linguagem da ternura.
  55. 55. Empatia – einfühlung – sentir dentro SANDOR FERENCZI técnica psicanalítica não mais padronizada, mas vindo ao encontro das necessidades de cada paciente. Para identificar as necessidades de cada paciente, o analista deverá fazer uso da empatia, ou seja, deverá colocar-se não mais numa posição de neutralidade e objetividade, mas de sintonia, sentindo com o paciente o que esse lhe dirige. A análise do analista (não didática) é fundamental
  56. 56. mobilizar os afetos associados as representações recalcadas. Se no processo terapêutico em que ocorram “ataques” (ao seio mau) ou transferências de afecto negativo, não se fizer uma interpretação afetiva da criança que aquele adulto foi dos episódios que viveu, nunca perceberemos totalmente a globalidade da situação. Não é só o cognitivo mas também os aspectos afectivos e o seu papel na formação e desenvolvimento das estruturas. Relações Objetais - Interpretação imediata da angústia na transferência negativa Prof. Ricardo Flores
  57. 57. Função principal da interpretação na neurose de transferência: diferenciar a figura do analista experimentada como objeto subjetivo (na vivência transferencial), da sua figura real (objeto objetivo), que permanece em cena, confundida com a primeira. Função principal da interpretação na neurose de transferência em pacientes psicóticos e psicose de transferência: nela a figura real do analista é inteiramente eclipsada, o analista é unicamente experimentado como objeto subjetivo; é como se o presente retornasse ao passado e o analista se defrontasse com os processos primários do paciente, no ambiente original em que foram confirmados. Transferência e manejo interpretação a partir da vivência contratransferencial do analista Prof. Ricardo Flores
  58. 58. Na neurose de transferência o analista necessita manter-se sobre os próprios pés, receptivo, mas distinto da dinâmica do paciente para poder elaborar mentalmente as interpretações, Na psicose de transferência já lhe solicita algo totalmente diverso: um estado de total identificação ao paciente, chegando mesmo à fusão, sem que perca, ao mesmo tempo, a orientação para a realidade externa e o contato consigo próprio. Winnicott (1947/1975b) diz: “Penso que numa análise de psicóticos … o analista se encontra numa posição comparável à de uma mãe de um bebê recém-nascido” Prof. Ricardo Flores
  59. 59. Prof. Ricardo Flores
  60. 60. transferência – o sujeito suposto saber Manejo: inicialmente o “sujeito suposto saber” abre espaço para as manifestações inconscientes do paciente. O analista pontua, interpreta, incita a elaboração a partir do que é verbalizado pelo paciente. Paciente supõe que o analista saiba sobre o sofrimento e para obter esse saber, ele tenta um jogo de sedução imaginária, descobrir o desejo do analista A análise é a construção de um saber sobre si, sobre o próprio inconsciente. Esse saber não é dado, mas construído na relação analítica. Prof. Ricardo Flores

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