Maquiavel e os Contratualista

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Filosofia de Maquiavel e os contratualista

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Maquiavel e os Contratualista

  1. 1. MAQUIAVEL •O verdadeiro governante é o indivíduo virtù e fortuna • Virtù refere-se à força, astúcia, flexibilidade, firmeza, traduzir a realidade. • Política é a arte de lidar com as circunstâncias. • Saber ler a realidade e agir conforme o momento. • “Os fins justificam os meios”.
  2. 2.  As circunstancias exigirão a violência e mesmo a crueldade, outros exigirão flexibilidade e a compaixão.  Os parâmetros éticos que guiarão as ações do governante obedecerão o momento.  Separação da Moral Pública e Moral Privada  Os valores políticos serão julgados pela sua utilidade social.  O poder político é único capaz de sustentar a vida humana.  A moral do Bem comum/Bem-estar geral da cidade.
  3. 3. Thomas Hobbes  Contratualiste – A sociedade é fruto de uma convenção.  Na história da Humanidade o ser humano passou por duas fases: a pré-civil e a civil.  Estado de Natureza e Direito de Natureza.  Estado de Natureza é liberdade total.  O ser humano é mal, egoísta e pensa somente em preservar sua vida.
  4. 4.  “Bom” seria tudo que satisfaz o indivíduo, “meu” aquilo que o afasta de suas satisfações.  “Homo Homini Lupus”  Guerra constante, todos contra todos.  A liberdade total não garante à vida de todos.  O contrato e a falta de liberdade total.  O Estado é uma instituição artificial, um mal necessário.  Buscar a paz, obedecendo ao Estado.  O Leviatã, tem o papel de proteger o poder do mais forte sobre o mais fraco.  O poder total, no Leviatã é justificativa do Estado absolutista.  A socialização é artificial, problemática e necessária
  5. 5. John Locke  “Pai” do Liberalismo político e contratualista.  Homem vivia em paz era pacífico no estado de natureza.  Concepção Individualista e auto preservação.  Direitos inalienáveis: Direito a vida, à liberdade, a defesa do próprio direito e o direito de propriedade privada.  O Estado de Guerra surge na falta de garantia da segurança dos Direitos.
  6. 6.  O perigo desproporcional não ações diante da lei de Natureza.  A sociedade civil, permiti a regulamentação e garantia dos Direitos inalienáveis.  O Estado, fruto da sociedade civil, não tem sobre os indivíduos um poder ilimitado.  O Estado, torna-se árbitro, das decisões sociais.  Poder civil e poder religioso.  O poder Absoluto não é legítimo, o poder é fruto da convenção humana.  O poder Legislativo representa o poder Supremo na sociedade política.

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