Proposta revisão participativa lei de uso ocupação do solo

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Proposta revisão participativa lei de uso ocupação do solo

  1. 1. PRDPDSTI FAM REVISÃO PARUCWÀYWA DA ~i E LEI DE uso E OCUPAÇÃO no SOLO rjíFífí-'HMA ILWÍIML P( (Alñãll | NENHUMA NJIICFM : E EÀNUSItWC Í MXENVRIMÂNÍD UUANI) ? |11|
  2. 2. UN (Wilde um manta ; eu vigor prum¡ constantemente n renovar. A revista da Iuqlslaçao urbanismo. legitima relwldntaplo da sociedade tampinw¡ é um¡ d¡¡1onn“ aq¡ mam¡ mudança. A ztuihmçào da Le¡ de Um e Ocupaçáo da Solo (Luas), em Naum_ M9400¡ do ? um Dumor oe l996, mundo no Plano de 206a, eu uma : :comandado- e em adminimnçh : numa a ! vw-re Locnarommo do m¡ ¡A-ln 0 mxesso ! am nan-ado pela pmrcrpsçño n m¡ em «Impala com n diuvuóes do novo Plano C '-1 . w ao Mxmluplu Ao mu: desse ococnso. own-rá ser evitam-Nando h (anna um conjunto correria de propostas para orientar o oaxerwolwmemo da (idade que queimam. construído m cor_ . '30 com a população. A u» oo uso e Ocupaçao da solo e peça lumiameotal a¡ Palma Urbana do Muníclpíi¡ por isso n : mponüm: de mu¡ em (unjunlo com o Plano Damon Em (amenas e amd¡ mais urgenlr, uma ve¡ our a ln um vlooi é de 195a. :mano: mduuve an Estatuto da finado, lol inaoral que 'tquumentn o (em: 'o de Politica Urbana da Comtltulçla Hom put : não do apresentadas n pioneiras par¡ a nom mos. umbanda; no Ua-: mona ; mento em dixunso na revisto da ? um Direto'. Oobjetlvu ó : muinto debate e n conzvubuçoes d¡ populaçsa. Aavm_ namo vnovnmenlo de Jpruxlrhaçlo : ln onmtzçon mai¡ gem¡ do Pinna DNPÍO' o ; ou wraarmento no au a ou o¡ como, por ! novo o¡ : aqui-manuela do uno e oeupiçio do sola rsoramos que nossa tomunxsade u envolva cada w¡ Ina-t nas discuswes &como; das» oponmam um moda de proporcione-rms um desenvolvimento aunrniavzl. de qualidade. para Campana lonas Donlntu Priante Municipal de Campina¡ &mandava; Pupo termino Mwioosi de Planejamento e Desemohnmeolo Urbano
  3. 3. umonuçlo , a1caneE: :LcgcsusoeocuamooososnsponouusvusA-u» 5 › 1 oums »amamos c-u-: mm A nova m cs uso z DCUPAÇAD oo 50m¡ a 2.o raocuso pammunvo 2 I LmHADorLMPooA REVISÃO LDIMDOSÀOTIRRHDIIÀL PARA REVISÀODALEIDEUSOEOCOMÇÀDOOKXD IS 1 v SISYEMAS ESTRUTURADORES «a ll AACFOZONAS : a LrMmmosrAnAANavALuMusotocurAuooosow a¡ 4 n PARÂMETROS o¡ omsmwc u 42 PARÂMETROS n¡ o-: uPAçAo 24 AJ CATEGORIAS DE USO 26 4.4 CONTROLE Dos «MJ/ Laos URBANOS s waiemns 2a ! JONAS n: mascarado ! I 5.1 mtu PtmunaANA . IP 32 51 zoNA RESIDENCIAL ~ zu H s. ) ZONA MISYA ZM 14 s. : 20m n: cENnAuDADt z( *J s a ZONA o: mvnoao: rcoscôcv «CA r : At 44 5 6 ZONA ESPECIAL DE PRESERVAÇÃO AME [NTAL DO SISTEMA DE ESPAÇOS UVÊES ~ ZEEL A? !
  4. 4. Em cannlha apresenta o¡ conceito¡ e elementos esuumrzdorrs que mbsndtavam o ovocmo de revisão da Lol do llncoanptçlo do Solo (lei n" 603 I/ I 958] de Campinax de modo . s aIuMtn-la e dou-la de conteúdos uvbanímcos íundamenudos na lema: a: : Vevvvónu (amp-nem) - exprusa nos d-agnostlcos comunitário e técnico', 0 objetivo Cancun! da revlaío é a elabolaçlo dr uma esuatégla urbanística para o ocóenamznlo *- › 3.01M¡ que umnhñquê' e cndnque, de mana-va : :na c objetiva. um pressupostos de po' : :a ulb4 na: a promoçao de equ- Inbno souoambíenul, a garantia de aceno A cidade e aos sem w-rvlços - notadamente, o acesso a manada. à moh-lidade e nos c-qulparnentos Cx. b* : m - r a desenvolvmm-nto economico para unção de ¡livídaoes pvudutlvas. geraçao de emprego: e mnlhovla de mada d¡ populaçlo Tumbim d Importante destacar que a esmtéq-. a pmposla é smxlvel às xmguhndade¡ r»- Canrplnas. rMe-Lndo sua cultura. sua hrsmrla u- m: : valores, buscando compreender » u namucn economicas e sócIo-espatuls nas mui: : da Maaonmrópole Paulist1di veglào de Omçmas. do município e das nus loczhdadr-s uns. . u. " . -- . ... ,.. .-. .
  5. 5. i . ; m *- i. . '›'“w - 'WW A: nltvldadt¡ urbana¡ dous NOJH vitais da tidadv. do is HNMIÓÇS qw nmpaum o vida urban¡ e : :puxam o: rumo: hsbim wuntuái( a cotidiano; Dnhnir Iocaix region ou mms para as atividades urbana: r estabeleceram tonwnlo de regras de como m rota-a devem ; Rotunda sào os objetos básicos da Laldnlhocônrpaóo dosolotwoi). A dixer-nando de zonas ¡usuhta-w na medida das vocaçóesdos v4 nadas uma. manambém rm função das característica¡ iwco-morksióqicas e ambientais existtntu. »sim como das sua: -nfraenruturzs urbana A LUOS é uma peça tmdanwntal da politica urbana municipal e fenamcnu imponente para o desenvolvimento económico-vam. não por acaso dove estar lonemente conectada aos dvmait Instrumentos e izis responsáveis pela construção de urm visao urbnnixtnca para Campinas, em ? spc-cual o Plano Diretor. todos comprometidos com o equilibrio urbano atual e futuro. Toda regulação urbanística deve expressar com clareza m vaiores Urbano¡ qm- zompoem a politica pública qu: - n fvndanwntou e é uma exigência d¡ sociedade rewzv ta: : funcionaram; dr- tnrnpos Mn tem nm_ da moda a : Judá-la a dinlmiu da (Idade: A LUOS utuaimente em vigor em Campus¡ é da: !938 e. de 'A pra m. não acompanhou . u intensas transfonnaçôes urbanas do municipio r. - cio entorno. Ao longo dos anos. como tentativa de superar cnc dcmmpasso. ouuas lei¡ foram incotporadax lmnsÍotm-'iñdo o zoneamento municipal em um conjunto exuruo e comoicxa de regras pouco claras Portanto. ab: o esta revisão não somont¡ repensar a LUOS em fundo d¡ nova proposta di: reestruturaçáo termorial pura Campinas, mas também tam¡ ia objetiva e alinhada com os deman instrumentos de deñnição d¡ politico urbana municipal.
  6. 6. Em smtese. os obietivos d¡ ui de Uso e ocupam¡ do Solo no m seguintes Odeuinarrseritodosparãmuvtpanoum e a ompoçãodosolo urbano : temidos pelo Plano Diretor: A ordenado e o controla do usado solo urbana do iorm¡ a evitar a proximidade do uam ¡rseompativeêa ou lntonvenícmex A definido de condicionam: : pu¡ a @plantas-lo de empreendimento¡ de medio e grande Impacto; A promoção @acionamento populacional associado à qualificação ou implantação das ¡nlueatruturaa urbana¡ necessárias sobretudo as de mobíildude, A consolidação e estruturação das &anuidade; existe-MM A promoçlo de nova centralidndu rm Meu com : arena: de usos námresldenqzis A valorização a : :reset-ação e a ! ruido das áreas de interesse cultural e ambiental. A promoção da induziu ¡ache-spuk! da¡ populeçóe¡ de bebia renda; A inttitulçlo de primeiros para a melhoria do desenho urbano da (Hide. »brando qumto à relaçao enueegpeços públicos e prince: :
  7. 7. #1 #I #l Consldua a mu-v-vetapo entre as «mansões sociocultural, amb-mui. economia c urbana; Buu¡ o aumento da densidade demográfica, habntaoonal e a contenção do espuiamento da urban moção; Ima-naum¡ q quannu a naun-Ismar regional e Inhauvbana, promovendo a acessablíidade uniu/ mal; Promove a dxvrnidade de usos urbano¡ de (lusa soam n de cunuran_ Vlloriza a cultura. o hlstórla. as menuenas e as identidades. inserindo os patrimônios curtums e . s paisagem como elementos esuvturadcm do plano e dos projetos urbanos; I. '.'
  8. 8. 0'! Amd-z e quahña os ústtmu de : maços Une). áreas YHÚCS os espaços públicas. de um: c cultura. ptevnowndo o encontro em: : o¡ ddadâus; Ampla oportundodeo de educação¡ qualbñaçâa ploñuuoiul e geuçñu d! vlbalho O renda. humour a MMM ¡odoespadatfotnemndo ¡mwenm r r-. iaçocs socioeconômicas e culturais nham¡ e de mapeada, Mam-u n »gwançn uma promovendo n¡ 'blues du mas'. o : usou cos-mto entra pessoas nosesmçns pot' , cos e a @maldade socioeconômica: Humor: espaços pm a uma da ddadanla ama. ¡nozmenuwdo equlnñarudo o espaco «itaim
  9. 9. O processo participativo fo¡ orqamudo de modo a contemplar a psmcnpaçào representativa, ou sega. ¡ncotpotar e vabvtzav a Ieptesvntaçào das ¡nsmuKb-! s que pa paunclpam dos dwnvsns tono-lho¡ munmpan, ma¡ também. promover a perl-apagão . meu. par. ) ouvir e debate¡ com o : Áudio n: m¡ região A pomuoaçào momsentativa ocorre por mma da (anulado Geni Fanklpauvn - CEP. que veúne os Irprr1rnlanlr dos ll unulhos opetnmu ¡unm à Prelewlura. wpveuntames de todo¡ M : emendas e autarquias munldpalt o Gmpo Envia! ¡nnnuído pcio Ducato 175907011 alnm d» mptr-u-nnñlrs da (Mun Municipal. !Mantida Públkne 00110507950 eauduau e ! edema Tambem anjo sendo vealuadüí debates UÍINM com os consemos maus alunos . i matem uroamsnca, tamo n. ; m: dc diagnóstico Lumo na atual fast Pmpomivn. Além osso, 'UIBM reasbndns : - amalsado¡ pvotocolos encaminhados por nsmunçóes -1 pessoas com pevgunlas. suqe-stoes e &olmmçoes de alteração de ! om-n ? nz-MQ
  10. 10. A pannopoçso d wma, na lave de dlagnósbcu, 1m 'mta por melo de semínáriomh enquete Un; ta' (um questionado respondido por (uu de 1.300 ddadlos das várias regiões d¡ edad-J. d¡ “amu da¡ unlvonldndn' (um. : . .mudado com prole-notes e alunos de . .mv-macas comp-notar) e das l¡ nunlõos nu 6 nylon da aaa. . quando foram 'eat-du «nlovma-; oes d -ngldns pau o d . agnosnco elaborado par¡ o Plano Diretor . › -a fase de debate de propostas. foi manada o worbhop com u Univerüdodts FUCC. UNCAMP e uluP). onde Manos e prolusores elaboraram projetos urbanismo: ;au Qmpmn Ainda azontocuão oñclnn Mc s ngm. : da (dade po: meu: dos Oevum 'Carnide ? cancelou Participation' (CIM. onde todos os Inorndore¡ : oc »so c-wuopar. conhecer e dlscuhr n progamas par¡ a mande. par¡ sua região e para v- . :a -va Além dam, pa! ) Vedur optarem: da »ameaçado drrru, haverá ns audlenda¡ 2x. Z L) 3 E52 proceso) de revisão da legislação urbanística de Campina¡ busca promover o acusa 1 v ' . - 'mapa e. por um todos oa : comes para u-unooes e resultados sào punhado; no 'e c¡ prvh-wwva Acesse. ñque por drnuo e pamctpe' p
  11. 11. en* ¡4 -. - ¡onmcçln na car: llfhüllllll! ! ¡a! E' SÍ M! !! APRESENTA CONSELHO? ” uaaunvn ¡umoumu NOS fg' : naum orem. - 1 ' " zmnmuuçnn¡ ¡SCM! DAS q_ . _b J' SEMINÁRIOS DE * urxcmçlo . neumdea í ' PLANO DIHHDR ' nzunaoesw . A . _ ostenta; p; v-y › LL " . .w, muuvúu nas-u¡ m uam¡ s tou amarmos s mm : d Baum'. ouauzuut: :
  12. 12. ç »x wcmsnors nu r <c-x3ílJ°: wsziaa<tuw. nEs 59 m . m wcmm w B! k D¡ u** cun-u- Huunu¡ *: › Lfu; :uuumnni »í u z asumoss uu? . ;in A _um Para( *.35 n¡ ; __ ” ' nnnunnlkw ' HHIIHA'. _' CARTILFM : um | unem v ri: : REUNIÚÉS EM 11:3 aeoróes CTP Auontncus - u H PUBLICAS 7" Fiz-a LEGISLATIVO rm¡ u i um . . L 5g numa nu rCr' -n › 'L ' . LE u
  13. 13. vnnluIbMIlmtI-Kuugn : Iomumucnr
  14. 14. u 11:. , 3›'r~; . O ›""'rí. .". t;L, ,:'g_a__ hi íTzfVlí. . O D. ; L 'l DC USO : .. OCUiULÍ. O m SÕLO Começam. a Le¡ de Uso e Ocupaçbodosolo M105] é apenas um¡ pane do conjunto de ! aumenta que compõe a policia uma¡ municipal de Campinas. Assim senda e entmnamcntz impeçam: que as peçam¡ e pnndpóos embdeddvs par¡ a rwiuo da le¡ 6011/1988 Htejnm articulados com aqueles em desmatamento no processou: avião do Fluxo Dental (Lol Complcmamzr n# 15/2006), amnlmmh um tum¡ 0 contraído apresentado neste capítulo du nspeilo nos cimentos territoriais Msdanlmtau para ambas n Im. danado¡ aqui de ; mamas estruturantes que nham¡ ! amu de organlnçlo do maozonnmentn Pretende-se assim que ad¡ nom. ao Mai, sup nwltme do enudnmunlo de dado¡ e propostas» mãos : mp1: mem( caçando: no) lómm panldpamivon Ou n); I nov¡ LDO; ;me magnitude semp! ! em vim a aunenuotevntorkl c urbanística pretendida pan Campinas
  15. 15. 31 NSTBHHS | l ESTRUT HA OÊÉS à; 4 _ . .. rt , . ' c . 'n , , . t; . z "Liz, . . _,›_- . ... - . l_ I KÉ' f _ . . L à_
  16. 16. n' serviram de bue para definicao da rede as via¡ que tnocenlram linhas de onibus e o¡ tzrmlnais existente¡ os : aos viária; de ! anuência municipal a rrqionai_ o traçado de linhas férrea¡ ativas e desaiivadaa, bem como o conjunto de vias capazes de garantrr continuidade; estratégicas no tecido urbano atual e íumro. A wieçâo dos emos principais baum-sa na ampiuçao da JEDINBIIIÓIÓ! urbana e da inttrmodaitdade. Tais mos ; to corrupmndidos na nova WCS como importantes vetores de traduçao de normas : anual-dada #2 Compuende rodou os espaço¡ ima e. um M¡ de phneprnento e gestão pública, todas as áreas verdes: a¡ vias arborizadag os espaços livre¡ hit-avante¡ de bem pub' »cos da usa especial_ as faixas de domênio das rtdes infraestruturas e o¡ demais apago¡ ! mas significativa para a quairñoçào socioarnb-emnl, drñnidos pelo Piano Diretora dernal¡ piano: setoriaaLTrata da estratégia de criaçao quam-cado e : onuwaçao duus espaço( visando à melhoria da qualidade urbanistiu e ambicnhi do municipio g3 , Aldeftllficaçlodaspaistgemtuitwa-¡Izsuiude umaieiturainteçraidoproceasodeprodudoeapropriaçáoculturaidolcnrtório municipal e de uma kvturl integradora ao¡ patrimonio¡ cultural, natural. mataria! e imaterial. anualmente remnhrcidos ou não. (msutucm um sistema nu- meu e nionn a drversidadc e nnoulandades da cultura campineira. sua¡ : animes com a amora regional e nauoruf, uu¡ ; po-cant r carmo¡ periodo¡ histoncot eaanornlcos e urbanos. ñ' Sto aum aumentos de cnnvergênc a da_ ' . u m. d- penoag atraídas pala (anotando de atividades tais como at comeram. institucionais. witwai¡ de março: co. 706m5: turista-as ou de lazer. Slo areas que concentram atividade¡ economicas. institucionais foram animados curta aos t' po: de atividade¡ economias. quanto¡ abrangência e quanto I espacialldade. í¡ , ?uu-se de uma atraindo dos dados de -ao do seio aiuaimervte implantados em Campinas. de forma a venñcar tanto a¡ diferenças em relação ao que é boge pena tido por 'eu quanto as mandaria¡ ou mesmoa consciodaçso de atividades em áreas especificas Este Inapea-nerto mui! ) da um «tensa cruzamento de dados (canários georderenciados. dados cadastrais na¡ varias base¡ de registro de . rwrdadts e usos na «mas municipal e cstadua! e, por ñrn. verificado visual por run-gem aérea.
  17. 17. Command: macrozana simultaneamente cano* O pvlmeiro níve¡ dc carmenzacâo 99ml de usa e ocupação do solo do tmnono munlcapa! , : um comparllmentaçào deve cuenta-se em consonância com a amàmsc: Iennlorlal vegional, ou seja_ no uso de Campana. constdcrando a1 (nomear-nantes. oportunidades e impactos de sua ónsetcào nuztrwnohwu e macmmvtvopnlnuna. OprÍmL-¡Io nivel d: dennlcao de cuenta-s espacial) que ortrntarâa propom do Plano Diretor ovganicamcnm articulado i LDOS. estabelecendo um referencial expaclal para um e ncupação do solo no mumczplca, orientando ddeu-ntes estratégias Ierwtoríals para a s polmcas manu. amblantals, sociais. económicas e culluraig_ A¡ maaozonas se constituem. portanto. em um rlr memo rz-fnmncial geral para o to : mono mumclpu, conlerlndo dimnção. coerência e mleoraçao ao ; eu dOâànvdvw-nto Iodal. ambiental. xanômlm cultural e urbano, O quadm l seguir apresenta o Maanmneamenlo proposto par¡ Campina¡ r que embasa os parâmetros para a nova le¡ de uso r ocupação do solo
  18. 18. GAMCTEIIIAÇMI Area com mrio um: _mic nnzua! e : mami reservado com ¡ngmantnt de uma. importantes bacia¡ «r recursos hídricos. Area com : mudada «unem c. : dr naluien mm' Área¡ ufb. ) u¡ de pceyewnção da urbanização consolidada e de tum-larva ; gba L. - . 12.33 C 'ÓTJMÉHÍC " . r -4 ad¡ pu rumluul . .ras e ; oesença de &mudada; .acer tr : n de atua 'iqênm ~' a: r:*'*ev09c< um. luciana? z entraves l FUNÇÃO 30cm. Proteção e vccupcraçso . vnbiental. da bioaiveuidadc v: dos mamae-iai( W-acarvaçàn ruimml Mazda ao ambãenro nsul. mlluul e do património Imaterial. Pvoduçbn de lume¡ de éñPfqiñi alternativa¡ D~ scrplsna' a densidade construtiva relacionada a topografia natural do) xcnenos, Produção de : :irma-mos com LUSICHQDJIÓGÓ" ambmnial Pre srrvaçào cultural i-gada ao ambcmc mia¡ e ambdm L1¡ Froduwo dr ! entry d» rnwgins altrirullvax Gamntõv as qualidades du . sms urbanas já consumiam; pmmover a quaizfsowçàa das áreas urbanas socioeconômica o ambientalmente vuinuavr-is ou mm urban u-açlo pmcMiIL promover a adtnsam-. nto ao ¡onqo da no: estruturam: : lransoom: público; qaunm o acusa A cidade c à moradia mgm. Promovrr a vc-quuriznçào ! undnim Nao aeiào pemuzidos aterros sanvtários nem MMJDZDHD. Garantir e promover a urbanização de caráter rnacrometropctxiano. mundo a qualidade, - urbanlxiic¡ VHKLMÓR qo drvrwoiw n-rnio economica. priorizando usos de canta macrometroocmnna. te: : como aqueics Iioiiom ao dewnvolvumenlo xzcnoioglco. pesqulu. rducaçlo. wrviçox iogímca, atzzaacsta e mdustnal. Promova u regularização fufidwu
  19. 19. Manu¡ ' iii 9.a' . .MFILM uma in 212m* 1x d N I J) ig, _/ J 'r - Iml~IlIcEÉü , M x 'ix k¡ Ã J 'y [f _VJ '- A : o . u açaí**
  20. 20. . . wvi_ -- r ~x '~ Iiwh* n u““. I )- Ugo TOLÀEJ; U0 901.0 O orumamemo dos parametro¡ de uso e ocupação do rolo rm Campinas (amam-u- se nas darwin¡ colocadas a pafllr dos Vindo-or. da MIGGXOH-Il e dos Sistemas Estrumradores 1a' apresentados. bem como na «Mic» de quatro matrizu: Nkü Cada matriz corresponde a um conwnto da parametros que. combinados entre si. são nona¡ de estabelecer as regras urbanimcas basta¡ para a hiplamaçlo dos edificios e das atividade¡ em nda zona da ddadn. Nom- capitulo. apresentamos tuttõmalmeme cada parametro. organizados a partir dos seus lamas ou numas. No mu¡ da canalha Capítulo Si todos os parametros foram agrupados cm fundo das : espumas mms
  21. 21. i Éh , CWÍOLx DL DU SID. UÍÊ Para estabelecer parametros de potencial construnvo (area um! construida de um empreendirrwnto) e de densidade demog rañca (quantidade de habíuntea por hecurei. procurou-soe identificar. na cidade de Campinas. exemoiares ediiicios representativos das faixas menos densas às mais densas. Asvm, rm vo¡ da Iimpier. .adoção de métricas ou ÓPÍIMÇÔE! consagradas na i-n-rarura tecnica para altar, médias e barras densidades buscou-se tenhu" o¡ padrões edificados orduemei. ;a praticados co ainda em pratica pelo narrado imobiliario. de modoa aiarqmointervalo temporal para incluir, ao maximo a Blur-np dos ediiicios verticaix. onde incidem os maiores indices de aproveitamento conamrtivo Anaioçamerrte. para estabelecer a¡ ! mas de densidade demográfica, observou-se o¡ tamanho¡ - areas e demais dimensoes ~ dos produtos imobihano¡ de uso under-dal. hoj- oferecido: Done levantamento. resuiiau as Vains deñnidas pelo! intervalos entre o númerorninlmoemáxamodeunidadesnabrracionaispornemre -ranrooaraampoiogias UMÍMIHÍMQS. quanto para as rmirriamnliares horizontais ou verticais - orientadas para um desqável acionamento nas zonas ind~cadai para ul Apos a identiñcaçâo empêrica dos parametros di: potencial construiivo e de demidade demoqrañca comparou». como forma deverifncaçlo. com densidades conhecidas relaüvas a outra¡ cidade¡ de igual ou maior ponedo que Camp nas. com qualidades urowsricas e de um «idade consagrada¡ Não se observou nenhuma exceociorialidade no que diz respeito a ocorrência de alta¡ densidades no temtório camponeiro Ao contrario¡ as baixas drmidade¡ predominam.
  22. 22. «tibia l-“lllllíüálhí EXBIPUB DAS Níñ! ?PENAS/ BRUSQUE VENFIJADA! EI CAMPINAS 01 ! IX ÍIÉCII WI l MUGEN¡ O¡ UIMIIDM @UNIDO : mw-aaa n 1-7: V-: ux- . u. -. ma. .. 'xr- -. . u. : m. g 1mm- v¡ n : none mtv-vw¡ *win u uñn *- 'uwrufnx 7-: um' -vu 7'¡ u. . ur- 'o- n 3-a. L», VÉVFVV u ›(-*0*rv~' _y . ... ... ... ... ... . u; e. . w. _www_ ~ -. -.-_ r. ..› m. na . .un- . nuv- 'cu IIÍrJKÉ . nu . a »a n» -m. . humana". -. . ~4-« . . -. _u_ . . . .. . um. . : a . rn u. .uu- m n: v;un -. - n . nmnun--ovo- ›, ~ Lvvuruaàasumv¡ rw-w n 'Wlsvinaa I “dt” ¡a! u- , ›. »nuhnnh-wc-Ç» . . ¡nlvutuwu Tur sw. ..- -n n. .. ur. . n
  23. 23. Eo ! me pda qua! deve ser nIuÃIIÇ- »cada a arca do iate para se OMC! a área mama de construção penmhda pan uma edoñaçbo_ E calculadoa pamr da razao entre n Espaço de França-n Publoca (EF) sobre a área total do lote. 0 EF e o espaço interno ao kate dest-nado ao uso púb rca, acessível a todos. no pa-znmcmo rérrw das tdnftcaçócg podendo eu'. «paço resuítav em ampluçáa d¡ cfvçadn, um. : qslrm Lomemal, entre outras me» de acesso púbhco 10m. 20m, 40m ou : em limnle. a dependa d. : zona em quesua São »nditcs que visam contratual¡ para mmgar o «mpada da produção doesuço urbano sob! ! o mono . um blz-nn. - c a criação de amianto; urbanos mais saudàvm ao convívio humano São propostos: Indl: : Gun! - IG (rompem: polo Indico da Fcmsnbilldadt - lP 4 Índio¡ dc Munch do escoamento superada! pluvial - mu¡ c Índia d¡ libertado - IArb. t um¡ ndo : nm: a Ara¡ peru-anel e a ; vu do lme. O F' mimmo deve sa eng-do pu¡ toda cdIfvcaçà-a nova, É¡ ? Q|4¡V-V1ên<ia. obf›da através d¡ conmuçso a». vucrvatúño. para dano de abater ou velardav o poco da vazio de saída das aguas puma» s qur ncndçln ; um 01m. ; CWWSPOM! I "no entre a Area de Loberluza Atbowa kquwarcntc (MIN sobre a area mu! do terreno (AT) A Ahh cocmponde a 11,5 m' par¡ àrvmt de pequeno pune. 38.5 m' pan¡ . lrvun- u¡- méd o porre e 78.5 m' para . árvore de gvande pane.
  24. 24. oww m uma uma Konica-Im# u-«u-nuoumuct-rua ¡ , WML " "' “' "“* l Low-rs : n mw 4 PCIW, OIDJRAAAKWÀII u-muumnuu. . uma» OMA III tumunumu __ _ : manu: n* x 1'"" x f 'x . - “a 'z'
  25. 25. .x3 CnLÍGOÍí UÉÉ USU 0 um do : do se dnsslfuca em 4 categoria¡- I Consldrnse usa mudanca! uqvele destinado exclusmmenu b anotada unWamJIAr ou mulufamlnnv a Camamu uso Moresidzncm aquele destinado a uma ou mm das segulnm auw dade» comercial, industrial. Insmuclonar e amado de serv-ços. 0 considera-se mo mmoaquele que assom ot usos rcsidenml e uso reaàdandal no mesmo ! me ou emñcaçlc at' Considera-ne uso ambiental aqueles destinado¡ à com-Nação. ptcmvaçtn c/ ou ! cor punção do Ambiente natural.
  26. 26. A¡ 4 cazeqonn oc uso «suo subdividtdn: nas »quinta tipologias de ocupação: a uso assumem v uso alo-assumam m¡ css - Honnznum m" mo - nomzoum «Mv css - vznncn. 4' 1130 ! M870 "m ' “inc”- ucsa - uomzoum HCSEI -VEKDCAL
  27. 27. ma. :m: e. avi; . wc? " a, . OQ r' it u' ¡. Í. . u. Itu: A mistura de um residenciais e naowesidertcisis deve ser regulada peios niveis dos impactos urbanos r ambientais do: um tubo-remontam. em em estudo a defmiao de parâmetros para os impactos sonoro. ambiente! e sobre o tráfego de velcuios que permitam o enquadramento das : novidades conforme os seguintes niveitdr dnsihcaçào dos impactos: Impacto nao ngnilmtívn baixo impatm. mêdico Impacto. alto Impacto c minimo Impacto. Por enemplo. quanto à regulado do importo sonoro. impõe-se observar os canteiros e procedimentos embeieddos pela Norma Brasileira - NBR mas¡ de : ooo para avaliação do cuido em áreas habitada¡ visando o conforto da comunõdade, conforme o enquadramento abaixo' l Atividade¡ totalmente compativeis com o uso residencial. que apresentem nivel de ruido mlxlmode S0 do diurno e 45 da noturno. d' um nan residenciais compativeis com o uso residencial. que apresentem nivel dr ruído rulnlmo de 55 dB dimno e soda nocturno.
  28. 28. O Uso não residencial . cujo nivel dc impacto permite sua instalação nas proximidades do vsoresidenciai. que »prpsenttm nívet dr- ruido mhimodc 6043 diurno o SS da noturno l Uso não residencial. me nnvei de impacto resume sua instalado em qualquer imitação. qua: :pru-serum niwi de ruido mauimo de 65 dB diurno e soda noturno ¡ . Uso industrial e correlatos cujas atmdade¡ apresentam »Nela de impactoe node/ idade imompativeu com o uso reuoenciai. que apresentem nivel de ruido máximo de 70 08 diurno e 60 de noturno Alem dos parametros do zoneamento devem ser observados também as atividades que demandam emadoseresvioónewccrñcas. comoeocasodooümdosdelmpactode Vizinhança e o¡ Foto¡ Geradores de Tráfego.
  29. 29. íIHIIUDÃINaDÚCQDQOIICíJ
  30. 30. :LÍLMÍÂ i¡í 1.313¡ (]ÍÍ. i_¡Ã7". L.. () A¡ tam¡ de uu: e ncupcçno 'Ao o: recorte¡ ô¡ mino aproximado cm Macao as características de cada »me d¡ mude. Elas tem um papa. portanto. de wmv e : nmpivbllxnraxquvslñesdertndasdoPlamüírclelwatlozoluesousdesóobilmentnsl com a¡ espeoñodades bm: Alm do mais. sào responsáveis pot agrupa' M pavámetm urbanístico: de forma a construir Mutum densidades e combinaçoes de um : acenando asdenundu de nda . ma. Cada : nm cnmcm uma vma do cidade a ; eu opemnidadu da dmnvoIw-nanto umno compvotnexidowom a leitura detalhada da reahdadc (âmpvneivn e seu contexto regional. sendo dividldnsda amami: formar d' Zum Pcriurbna, Zona Residencial. Zona Mista. lona de @mandada e lona de »Mande Econbmlcn 0 lona de Preservação Ambiental e Sistema da Espaços uma. zon¡ Lucca¡ ao: interesse Social e um hpecnl da Preservação da #alugam Cultural.
  31. 31. !num ¡ I um : mn-nn: m' v» u. n . .na-m 51 ZONA PERIURBANA - ZP l Hthluuj¡ “RUIM RECEBIDO¡ Vinde-mu a¡ Apmmunmuna - n 1 v * 1 o mu! ! 'ubzhnlmv r Dumbo ! Lzunmr-¡v-o¡ - 'O00 m* »wma u¡ mu¡ ¡rnlvnnun-x lulbvnmui. :no: man rm mnvemprvcfóeó) Fdvvdub' n¡ voou: Itmlvxu. r uwl no : umomu lou! n turma¡ uma: um¡ ou «v-onuo : au »gr-nua ru -un- . .u vulnu m. : sc a : :uma o 4*, n! mwumç: vn e. almada mulnmuv con-pane¡ uzrh u um . .aan-cu Uxn rün 'adm-tbm e mmm : to tam¡ rmpulo apena na¡ m¡ : detona v vunm ? curvar e «nham a qulídme df vó¡ d! hum¡ : um o-'ulüxb ocnmtwu nmmuu ! IDG (Mann U um¡ 'do «ouomrun o umvm : Ap . omovno Im al n yumwu . vw-an n Iuvvuçhu um¡ nus Iuuh w ur : :tra-nua humana¡ 'Fm mu'. 30mm: : vmuxusu¡ no l . ul-amarmos and¡ cu do uhppanc 1M» de rm¡ uma» Unúnwluu mu¡ Mun: ¡NCSELU Mu Rruâonrul ! JUN , . . . _ FQIHHÊ? " »oct m ! ou 3! "JKABLDÀCC @FREIO M5 0.40 : sua: 'y "um ¡Leuta Mn aço:
  32. 32. ?Lrsubtnncmm
  33. 33. ¡NUNO! Peteca-ar hair-rm p-cuan-nunI-munu nun-mm DÉIIÂIUNIIWM tmb: : Lochnrnlv Jc Annvovñwmm - v s. o-w-rírüu r. um no - Man: : pavulnmrwln¡ Iv g M . .um g ¡am-n-nq¡ mu. q". "nan-Maura Lntemmmn - “JS m'o «nto »hum I 'Om a: 'mnemuoooomf [mu, ? br-ane co um! nruhslunan Hawaçha urwlnm» m ¡uránormx nsooamu m. mu; own-naun mcmampvocmíoóa¡ hdMdu-l u MJ¡ ümrku Ncuwnm pmpiü m. and. , desde qu( de umpana mula¡ : min 10:» mim. - . z ? Ju s-'JYMÇR/ .uc ! uma o¡ mto nu- hah um '.00 #uma 5D dHuunu-clw' Natura-H w-'n e, um ¡uvamn : ruim-nu mnmn-»q rm . - uso : mamas - Um¡ M: : «radeon-ls r mma d¡ mu. unpmo «mm m. - mma 0111.55 .15 1 diurna u so na nummñ mam¡ rm u¡ (damn e Ivtrlm um: : 1 uaívxcu( V-'Khznru Amhvfdn' - Rnnnnwu s-haln n Man: : m: uy; um a. ; An» M bmw¡ Ma¡ em mm u. : ' Magnum. : ¡Àn-bqnlql u 5o. » - Malmmnl Mun- c M¡ t» wuopohuna ' ma¡ Art-u. : parabéns em NHS; - 015 NM: .. gun
  34. 34. naum : - - : ou ñrucfkcw.
  35. 35. MJUYIC í Qoranhaín : m : mt-nur: h›nn : mv- nuuu¡ d¡ uunuwrcm 4M rmmao nlu ! unir-nua 1 IEIÍEUIÊ¡ Í USO¡ (animam: ieAmryrv^rw 1- | mrnlcv. 191115 mudanca ! uh *Mutum have : ru mu) - D1 m' v Hum¡ uma. Ivannv. y - 5 (u: m' «vom de u m. ; ppm'- 'lu IHÍÔWOWIELIIKXÍFVIU (HA rmívnamçunrócúa' UJvUdMEn¡ : mau mamae e Inr- uh wmv-m u- : :e mçunor-. m Maua and: : r. . c. . mu saca mamy¡ 45 : aa nszun: 169mm: 'nphhwrlwbdvludbv' . MMJHHIQJ: : - ncrulrwl_ u : :o u. ncuuvdcanonxo manu¡ . Lkalmruq-nxldr rv-Advn v' : twin : nn-I do v. Gu v-. n- é-ãuu a . .mc 1-55 u! nanxnc' Joana! rm um (deh . m o mma s YVQICALÍ . r Hu : :MM IV' S: v. l cavaco-m¡ *ndo u-. r nn. › uv . um ! tm c». »um tulruçnallnrüv ». - . nur Nrmugh Mun hmm n numca. .Hum -vm Immtw uma um mn, :ao m* unaimbw not-mk: Cnr-cvtn/ Svwçm' ^'Ahl1u'u"'v9u| "H' mu": Com-nm¡ Menu. .mau-ua mu" ; wm-_mnl «(8511 ¡WMA! Dl DCI-MAUA) í C( PH-"UNLCÁDÍ aum, r m. Anvlunnul - ~ 0.35 Unrrntnn¡ u: n¡ e luna "Frrgvtnturm »A ; arruma v-'n J'. 1 S! - 0.33 H D! An°: ›=. ::. ;w Mncvnzzrru #mms-Wu : D 25 Manu-yu Ulbnnl e Mun umha¡ . mam LJ onda: : r-a A 2015». 0.20 m. : rnzpdü
  36. 36. ÍI- wrunw. .
  37. 37. !NJ ! X3 i4¡ ¡EMM! INE¡ Macabeu: : eu puma. .. l (mk out: u. .- Apuvtanmmtu - 2 ¡chuta-incand- _ ¡kwMplKdNIunI-, u ? uma um llildeírlll. naum n mudada hahllndvnn »hm-m um nàn-vevdmcuh mlmmn n18 m'¡ ranma - 74mm' hmm o¡ um¡ pcmubnmu i 1410000701. Anonimo nu mnamwolvmdcdur mmmaul M ' pcdplu 0000606¡ o um ue mudanca¡ 'na ¡manual! uqnmnvn ima¡ no muuuu SOdBdM-nollidlinmwnul : do [um woman : nbnldt vvúomu. juca Numa¡ soa- mmm» uol. I : around (m: o um restar-uu Úvwimuuvmudvmémo mpatlu ' ; muito ¡mu! an mudo nn oo ea d-umoci'. :an amam! cpu-un vmw- rdctnuscmmn. humana-numa Açu-dançam. : Ç ! uv-lim mu¡ d: allu mpcuu «mm “anmnomuosdh : :amount noturno) 'FEI/ uu rpgs». Dia-insistiu. manutencao. dous. :mu-naum uma-unha» _ mn uh ubuntu¡ 10m a¡ d'un _ Nnmxh Ullflmnqv ' 9113000134100 Mavniw Dix-manu¡ L ? M001 Imln, MIVÍAAH 1 ; um mtu-VIC? ! V'*Q"MÍ »emana Mwhn Hu Vamu¡ J-MV) WH. 65 O MA¡ DO ¡mu! hub¡ 'artur', mulqnuxmunu ! incomum mami' k-duylml IMS-UI 1mm. ao I ml: 330 amd han? *uma Cumvodhmva/ inutucaulnrdullrunl KSU? uk mu un »Wand Unrwnctmm mano¡ »um m: : u: m: : o( rsucn ' FEWJE-. Dllií M cnnuçán _ um» mu uma. .. Mourao: : W nuuóoumwmna c »w lÂnnhngIIki-n mdfüout-. uu ' »acumulam íntima» Qual-uu¡ _Jrndoçnfüiíe pavncmu M» miranda¡ em 1 na SU¡ nhngunnn ? GIM-Rin “Mil-QM ~ llxvunvu L mancha Izaura-nm ! um Inn¡ M: : nur-A 'Ann »lc untada em BUM-au m 701910.” nnnloçunvmaatuumn MIM-OJO
  38. 38. Zn¡ i MKTNN 51115110 l A' ~-- lecmhuvcwpmrwcr yCnvñovmcú-Iotvrrr" - 0 : uma com mhlvo da 1 Nmap-urban: : ¡mvuómdllnmlitmoí soomünunao-tom. -mnúdcllllít ' - 'ainda o¡ um prai-lume'. nmnamn, :att-ah »n u¡ usam» u ipownnmêxheusosrúomárç. , ? oe mpg-n »Ju umfaê mu. 'bauru-ben mwíncoudnmn 5565650013021! 1611713! No¡ unwnbudunouvnondeuul -UUDIHMuI-mUkVIMUPOKIo , fréoddemhonu 00 uma! ! jannamnnupmumnuncoóaunc ¡nu-. on vunnacnnmpnunwdkmna nuuncunnoóounotumãna¡ mmnvhLeavap-avonnux 'mu' n: : . ua, .nlvt*vf)x ma¡ ? JN PA OC #fã -'›, k.- Vu 'Imu av mu: ~v. r- -vvm nz x m. : mz. . o- r -n 4 Pod. : n-rzanatyz/ -C . mv r n37 : Y I-u- ~. -. e. : n: tam: : -q - Cano-unica( . - "Lou. »um - nun n¡ unido cacto: m¡ u: 1 (meu ot m- 1» ma: : vamu» , fiwÇAa nan Monaten: : -Mcmuuvm Dnpaogun uma Uruana o Mann kbdu a Uoctu- ¡ HDMI. Mn ebnymm vcropdnluu motmpnlun¡ umha. ; irmbnncjl 09609318561¡ puubdaum ' moedas-um iu: : : chamavam ¡GISI ! atrnv- DMI-OJO www-cat. um tem u- Inxvuou , www-Fun; vmoammon 'numwunnào í Mac-una: part-baum vxnawmvvgocr : om-Mo um Uvnrà. . pcthaulvl : :m-on w
  39. 39. CÉÉQHDQQMITJUINMUDST N¡ 5.3 ZONA DE CENTRALIDÀDE IC
  40. 40. 'EI EMEECEVPMJJÀIEI É. " ? CNC D( UNWVUCJO! ;
  41. 41. 7G? IIIRÍUHI ÉIMMIIVIM 'FQDQAS 'rmnpumunnuu ~ n¡ ) ¡mvumrnlm Amo ñccanhetrvou ¡nunnwv ' : mac-me av levantadas-un - 2 Ma¡ : um aceder-nina- Naum villaamevvlrA w a um do ma: nhrvnldtnoct¡ advinda hnhtxnnatthccíut. Lot¡ qu¡ nlo ukuçsuu mu» . um. .. cn2.›. ..I: §-*. ..A. ›.. .-7,w-v' um. .. [mantinham-uv -hmmnm unmmmhm (neo-ida Nabugh UMa-iu umvunccnvmde nidomu wcndtwuotâixinnonano) mu) «nNnmuJoo hdmi. a Im: imune ínwl ao ruido mas na uma inovador: : numa : mas ncmmo) cumndumm 'TçwñngsnvoFtm and¡ : me n10 ¡mupnw 30 n¡ G1 : mn Matando Mululan» -n van-ul mw) | mm os ç e m4. 1m . .ma m» hedam «mancada w Semanas¡ 'udrmnl' lnounmu mu' Mun_ ao e ru¡ mov-ud how' nasua: : -Cunevooñcwx-m Mnm-cuonnkhdunrul ¡CSR naum¡ nau-Ido N21¡ li NOC¡ B( T ESPAÇO M PEHIMVLWD! WOMWCÂO "NM Hi0 Mamma: : Mamona- : loobgaa¡ HW Urna-u c Manu uma» c Mun fumam-a Ic-: m Nmap-un¡ vubupuhum dvxunlu m mim 4¡ 'Au lou-j¡ Wanna-sil canon m 10m: ,enzimas em ; moh-iu um «nun-quo 'nm-un hrçoaogucucszn- Gt! :as abnqnñm #anotou v Mun-mn¡ uqunnmmoo- uKIUñRInçn nnmllnnun : Inventando í animam minimum : nm-DJS : :uy-ua
  42. 42. NIIEÀHICLLZX . ... ... ... .,; ... ... 1.c'. e.. ... .~. ... ._. ,. . . -; <1)¡Ja . .. osnmmpnaummma Wcnvupuuu-nuuunsnu-. o y ›~›oru. a¡ v. ;uno-minimum : Soofuntzma-I n a' aura-u: v. - «ro ¡ ç-«nu um. nz: -e n: fumar-unknown -Íuvvennn »meu rn: ça. . mr : um: -r-vrfd-do rula-mm matou'. :a wow-sm er › v r' no ao «amanda-nada mu: : d-. nv-nvwsvnrnuinu: : Envia; now-uu -nvxhcrn-. L bs- : *-›". nTKÚD «a v- . .na -'~ river, neon -C &CAÍVE; n** , «now-r 4 _< W011i. E3438 : ayuda ¡ : axa-atuam vamu-ou _ uma-m. ímpaoçunw Mu-cuban- 'whmnucaa-Jnmhmmn qnt-nec an¡ WUÍIBVUHDI . duaamnmuulovm nn Uva _J "winxp GIFOIII¡ ¡OK! pautada» »andam : v: uma¡ miau-ua -npdoçnncue : acto-Put: Gunnar-quam Minuano¡ ¡Macunu ! mM-ali Whruwnuwr Wwuüunnh! ÚxrLlh -puuhnnrn 70151.54# : :zu-rum '. ":'¡2
  43. 43. à . ç x( 4_ ! J , Í “à _u r *à "H s. . ='L'_'_4J: _'A , LZÍ'%Q§-L_-L-. ,1_-Ê? _J'~; »i. v. ., . ,. -.«› mí, . ; uumuul _ ' ' É l' . *un-
  44. 44. [MWM : agr . hu rL Arm: ACE E ; comuna n 7 7 í IMZ - mu: : ATV-CEE E-ZZCSÊVvJI
  45. 45. ¡N! 3;. F71 @UFRN MIMMIIIBM " ' NUMA¡ Pctvvhkrvauptmütnov N -Cuhdvmvdclasoveunwtn - 1,5 Í-cwvwnolk-vp/ [na pa¡ ma¡ | mnnmmnnnduuuu¡ I-úmrwc batman -NmmpavuummImIr/ :mntm: Nam . maquina-mm $00m'n| cvom4cuv›c«'u9onm'. mama; ão bom. ; Innmnlu um mu» o um humana - Pen-ue M um¡ wuantuàx r manu ¡quchñçadmldêwt debatuanumoornhomnlnóu( tnouobgnohinnvnçh dorvúamuuasnxmmnwcl MMM? mmntoamw “TJÇÂJ P. ? LIA . hÉDt NCQ* 'x 158m0( KNHBLCÀZX MbM-. VUO 1 í Manaus Juana-m ' . Umuunuxm ! UUNMQMIOD- m-. mpovum megaman¡ Andou¡ (nulo-nn 'sur-unanim- _paulada-n- JCJÍHnIIlIM IMIQIBJO ! WWW-Mt _transmitir «AO-amam Wand-GJ! wow-doq» ! umuvvnnb Mormon¡ : pratica-n _Mananclmpo- : owner-ou ! uu-amamos ; Sand-om lpmeudaur wanna¡ »nan-want sacou-Nose mami-uu wuxÍlXàlUà ; omni-tuo l uu- «com
  46. 46. .l 011W! ! Roman¡ w ; comiam lua¡ pu ; um aew n s. !uq-uno o WWW” 99 WN” »uma 1 S( [MA r7011-12 o v; »mosca- e : quota . vpma une-am. zmoiou e wmv-nda. Mint-IDE! l ¡Bd! r (Mann n¡ lavvntvfkvdu = L5 "acompanhavam-van #woman-nu . Lomn-'utnmnmx - 150mm' - hmm: :n ¡cc! rduwnm ovo . na ú N! k' tum-o mu! «a : wav: [rnlídemirhxu Mc! Jum: : ad d! manual. nugvxuwer. (rx-u r. _um nadar-uu¡ mr. n uma uln : :ainda nu Pvün ? Q0641 tam' ncñomçnl 'wlimttfngl Vad-Jura¡ ; cm . , nt-num r. muuntaamçu t V2( m : MDG DO [SPI/ QD Dl at» M _mu IJECMIÀUO PJUOPUSLÀ - Movomnn Mmozxvm U# Num- Uvharuuutro um: :uu Nut-novinha hu¡ . mas u ¡ru- kana Wma». en¡ . .causa m» : numas MESHQ” _- nur-amu - Mama _ Mxvnmrrruoo Muy-naming» -vra &naum; trauma: rain ¡uvrvhdn um uu( runas um . :msn . ago 1m¡ s¡ 1 : zw "amv" 1
  47. 47. mnnuunanu-&IIAINNI-"í * 5.6 ZONA ESPECW. DE PRESERVAÇÃO AMBIENTAL OO SBÍEMA O¡ ESPAÇOS LIVRES - ZEEL Luna-atuan- Gcqlltuurln ! em po¡ objetivo DIQSCYVII os espaços Icvres, n ambient: natural. os usos ambiamah e sodowlmrai¡ associados, sendo dnndlda om IÍÍL l a 1. Nelas será pan-miúdo avcntunl uso e ouapaçbo do solo que nâo descartada sua natureza. suu taradorísticas cnquanto 59x03 lwres de um publico ou de conservação ambiental. A ZEEl-l correspondem todos o¡ parques uvbanot. bosques manu». plaças e amam¡ »agendas ligado¡ ao ; mama vam A ZEEL-l correspondem os Parque; Natums Munnclpats e demais Unidades de (munição Amhncnul. bem como eventuais mas tombada; po¡ Intense do patrimonio ambiental qu: porventura Mo sejam Unldadesde conservado Ambiental 1 &pa; .o . quam Adomuuçlo auzm ser¡ atualizadanamedbaamwn novas umdades de Consevvaçbo, parques urbano¡ bosque¡ públicos. pinça¡ e anidro¡ agende¡ do únkma vlhía farm anda Implantado; ou quando da abertura dt mu» loteamentos ! uma sendo realizada¡ e doadas ltçalnnentn áreas públicas para nl¡ hm
  48. 48. mnnuunncu-&IIAINNI-"í * 5.6 ZONA ESPECW. DE PRESERVAÇÃO AMBIENTAL OO SBÍEMA O¡ ESPAÇOS LIVRES - ZEEL Ln--ptnvm- Gcqlltuurln ! em po¡ objetivo DIQSCYVII os espaços Icvres, n Ambient: natural. os usos nmbicnm¡ e sodowlmrai¡ associados, sendo dnndlda om IÍÍL l o 1. Nelas será pan-miúdo cvcntunl uso e ouapoçbo do solo que nâo desumana: : su¡ nntureu. suu taradorísticas «quanto 59x03 lwres de um publico ou de conservação ambiental. A ZEEl-l correspondem todos o¡ parques uvbmot. bosques manu». pluçns e amam¡ »agendas ligado¡ ao »suma vam A ZEEL-l correspondem os Porque; Naum¡ Munnclpats e den-mu Unidades de (munição Amhncnul. bem como eventuais mas tombada; po¡ Intense do patrimonio ambiental qu: porventura Mo sejam Unldadesde conservado Ambiental 1 &pa; .o . quam Adomuuçlo auzm ser¡ nlualiudnmmedmtmwn nova umdodes de Consevnçbo, parques urbano¡ bosque¡ públicos. pucca e anidro¡ agende¡ do únkma vlhía farm anda Implanudot ou quando da abertura dt mu» loteamentos ! uma sendo inunda¡ e doadas ltçaltnentn áreas públicas par¡ nl¡ hm
  49. 49. INEMA r as¡ : :ou : :anna na 'v uma (E sab-cc. : . .mu n ZEE¡ r ZCM EHPECIKDDSISVBME EEJU-Çc ' ; JJ-LS 2
  50. 50. _ m: ~ _um V Lw _ l. l. r “ r , v r kx O s ) 'J , › 1 ' | _. __ _ - . _ í í z -' ' I tr, 'x “Í _V l¡ _ . _ ' tnr mu' ' " / s_ uma¡ 7 ' r_ . um uni-c* : u Uau-V u. I'm-r' ur ›nn' IÍ'Í)(1.¡X§/ Hlxbfmuru' : :uu-num u: um. ma' «E ? sx mw' , Lu um¡ um' nu. um¡ ma' _ _ | Aa. ar¡. :i'm o ' u. . mu. ; mu' r
  51. 51. .T4 um ¡unn- (A1 n14 n' rrrlww war' u. ; : :v-I tam* ¡muznm -r B. : :n lua# uouunw' nrum¡ m r' ¡duümr lulu* w - 1'. ; MNUMYIH' É! ! 001m' Lu mu¡ Arm' mma¡ th# |40| D011' Uftn' Ii-. l EL › (n: uniu' L1 l lllllf u¡ um¡ 111-' 'u nas¡ : u n' uu : rm me f:
  52. 52. à A-, . . .o _ somo: . --. Ú o ' ~ ' _ ' . :m ' w . . ¡pu- mm' m. u¡ a' Lar wa n' _ n, ... Jum* m» ur, ..- u¡ lixa' (ll 15m. .- ulusvr ' "y nur-V: n' ; da ; nz-e «nun-naum xtnannnu' uwmu o" r usa-nu. - ¡nm-unn- I: mu) turu¡ u¡ muy IH-rr' ; a mg¡ n m' N Ô u¡ unv mu* mms¡ un' um mu» mm- _hj_ Un um mu* *- '. «aih-my um' - m¡ oww uyn- . m¡ um¡ Wa' I'll r r I . K
  53. 53. -: « 2015. Prdeituxa Mumapai &Campina; kun banho! !- Preicito Munatipal Henrique Maplink¡ Ttlueirl Vice - prcictto Rrrundovu Pupo Secretario de Pisnqnmrnio e Deu-nvolwme-nxo urimno &rolha; Bauru do N. Latinha D- vetora do Departnnwnto de Planeia mento Mari¡ Conceição Silvério Pin¡ Coordenadora Técnica da Seplan no Processo de Revisão da LUOS Fundado par¡ n Pesquisa «n Arquitntuu e Matricula (WMM) CuurumwJ-x Téuunu - I u s Autumn Jung-r Comissão Geni¡ Partidpativl (CGH Rcprescnuntra dos Con ; alhos Municipais Reprtwntantcs das Secretarias e Autarquias Mun -dpais r. ..” n, ... m. anrlin . Mn ruin nnnmn |7 nonnm 1
  54. 54. wuvumplnarspgnvhr/ qwe rmueplama/ Iuw f_ passaram: _w_ r ~CÀMP| NÂS ---- Dvuúoànrm Lu r-MYEMT'. uma / uu m. ; : uma *K

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