Copiado na prefeitura 31 07-2015 - oficio 708-2013

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Copiado na prefeitura 31 07-2015 - oficio 708-2013

  1. 1. PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS Secretaria Municipal de Serviços Públicos Campinas, 25 de Novembro de 2013. Oficio: 708/2013 Ref. Peça de Informação n° 9440/13 - MA, ñ : e / N [tt ~_ q'. _ : u: : Ilustrissima Senhora Em atençao ao oñcio n° 307/13 - MA - 24° PJ desta Promotoria de Justiça de Campinas, referente à Peça de Informação n° 9440/13 - MA elucidamos a seguir quanto à metodologia deste Departamento de Parques e Jardins - DPJ com relação aos procedimentos afetos à arborização urbana de no Municipio de Campinas. Segundo Odun (1988) a população humana continuará a aumentar pelo menos durante mais um século, principalmente em áreas urbanas. Com este crescimento previsto, para compatibilizar a interface entre aumento de população, usos racionais de recursos naturais e proteção do meio ambiente são necessárias políticas publicas e atitudes ambientais que reflitam a realidade da população, de forma a promovera conscientização e torná-la um agente transformador. Neste raciocinio, arborização urbana tem um papel fundamental na qualidade ambiental e de vida da população, por isso arborizar uma cidade não significa apenas plantar arvores em ruas. Jardins e praças, e criar áreas verdes de recreação. Além de embelezar a cidade. As arvore tem funções extremamente importantes, muitas vezes desconhecidas pelo Municipe como: proporcionar bem estar psicologico, melhorar efeitos estéticos, fornecer sombra para pedestres e veiculos, direcionar o vento, amortecer o som amenizando a poluição sonora, reduzir escoamento superficial, auxiliar na diminuição da temperatura, fornecer oxigênio e preservar a fauna silvestre
  2. 2. Informamos que de acordo com a proposta de revitalização e readequação das Secretarias Municipais, aprovada pelo Prefeito Municipal, o Departamento de Parques e Jardins vinculado a Secretaria Municipal de Serviços Públicos irã contemplar quatro novas Coordenadorias que serão regionalizadas, de acordo com o zoneamento do municipio e contará também com um acréscimo no quadro de profissionais de Engenheiros Agrônomos. Decorrente do apresentado acima e concomitante com a nova reestruturação do DPJ, esclarecemos que procedimentos afetos a administração passada esta gestão no que compete a sua alçada através de novas diretrizes e metas tem como foco o aprimoramento das atividades deste Departamento, sanando eventuais equlvocos ocorridos no passado. Os procedimentos já adotados pelo DPJ na sua rotina diária, além da reestruturação já citada anteriormente, é a realização de vistorias tecnicas para cada solicitação ou poda de árvores, que podem ser originadas do Registro 156/ da Ouvidoria/ da Defesa Civil/ e outros. O laudo elaborado por tecnico capacitado, Eng. ° Agrônomo, Eng” Florestal, Biólogo ou Técnico Agricola, e devidamente assinado e com o CRENCRBIO do mesmo é emitido, para na sequencia a emissão da Autorização devida, pelo responsável pelo Setor de Arborização do DPJ. Seguindo as recomendações indicadas no laudo, as equipes operacionais de poda, através de Ordem de Serviço emitida, composta atualmente por 4 (quatro) núcleos de 6 a 7 componentes, elou de supressao composta de 13 a 14 funcionários, executarão o autorizado. A introdução de novas tecnologias, como a utilização de uma máquina que realiza a destaca das árvores já suprimidas, diminui o impacto negativo das estruturas fisicas existentes no local, calçadas e passeios. O Secretário Municipal de Serviços Públicos, conjuntamente com o Diretor do DPJ, já realizaram reuniões prévias com empresas que utilizam o aparelho denominado “tomógrafo”, para diagnóstico em árvores visando avaliar as mesmas de forma não destrutivas, possibilitando o controle das quedas em parques e na arborização de ruas e passeios. Tal prática agrega um enfoque mais técnico, através de uma análise de propagação de ondas mecânicas, que
  3. 3. reduzirá o custo de manutenção dos individuos arbóreos, bem como o risco de supressão de árvores que não estejam efetivamente comprometidas. Salientamos que medidas mitigadoras serão implantadas nos locais onde ocorreu supressão de individuos arbóreas mencionados nos laudos de vistoria e no Inquérito do Ministerio Público, com o plantio de árvores nativas de acordo com o Guia de Arborização Urbana de Campinas, e orientação ao Setor de Conservação do DPJ com relação ao manejo de controle de gramlneas invasoras na correta utilização dos equipamentos de trabalho. Nenhum ambiente é mais alterado que o meio urbano, devido aos atuais modelos de edificação, uso e ocupação do solo que restringem os espaços determinados às áreas verdes. Essas restrições limitam a implantação de modelos de floresta no seu “latu sensu". A arborização urbana e os outros elementos existentes na maioria dos centros urbanos (postes de iluminação pública, fiações, telefones públicos, placas de sinalização, equipamentos de segurança, bancos entre outros) convivem em desarmonia devido à ausencia de planejamento tanto da arborização, quanto dos outros componentes desse espaço. Essas restrições limitam a utilização de árvores na arborização urbana, com relação ao seu porte e quantidade de espécies. Deve-se considerar o manejo de árvores para sociedade urbana, devendo-se escolher as espécies arbóreas mais adequadas, o local e a técnica de plantio da muda, sua manutenção e podas. Diferente do aspecto técnico e legal que regem as normatizaçoes ambientais que determinam a implantação e restauração de maciços florestais em áreas urbanas e rurais onde a função ecológica dessas florestas e integrar e proporcionar a existencia de corredores de fluxo génico de fauna e flora no mesmo Bioma elou entre Biomas diferentes, a arborização urbana, dentre outros atributos, deve propiciar à população a possibilidade de utilização dessas areas de uma maneiras mais direta, rotineira em seus passeios diários. na observação da fauna principalmente pássaros, na floração distinta entre as espécies. A necessidade de insolação presente na arborização urbana é diferente da existente nos maciços florestais, enquanto na primeira os raios solares adentrando nas praças se faz necessário tanto para a salubridade dos seus freqüentadores como idosos e crianças, como para realização da
  4. 4. fotossíntese da grama e das espécies ornamentais que ali compõem o projeto paisaglstico. Na floresta, a regeneração natural é adaptada a espécies mais ou menos tolerantes a luminosidade que incide sobre o sub-bosque regenerante (vegetação mais rasteira) do maciço florestal. A poda em arvores urbanas é uma prática necessária e constante, visando a eliminação de partes comprometidas por problemas fitossanitários, de forma a adapta-las aos mais variados ambientes, observando ãs questões relativas à segurança e proporcionando a formação de copas harmoniosas com o meio em que elas se inserem. Em áreas urbanas, a arborização deve ser encarada como uma situação diferente daquelas existentes em áreas rurais (florestas), sendo necessário o manejo desta arborização, removendo-se os galhos secos e os galhos muito baixos, que já se encontram em contato com o solo elou com outras estruturas e equipamentos urbanos, de forma a promover a configuração desejável da arquitetura das árvores. A pratica da poda se inicia no viveiro, com o objetivo de direcionar o desenvolvimento da copa de forma a compatibilizar a árvore com os espaços urbanos. Esta é denominada de poda de formação, sendo uma prática que consiste na poda drástica, através do desponte e também da desbrota das mudas para formação de 3 a 5 pernadas, orientando assim a adequada arquitetura da copa futura. Após o plantio e o desenvolvimento das árvores. são necessárias as podas de manutenção, quando são retirados os galhos secos, galhos infectados por fungos ou plantas parasitas. Depois destes procedimentos, dependendo das alterações do ambiente urbano, são necessárias as podas de segurança, com o objetivo de prevenção de acidentes. Atualmente o Departamento de Parques e Jardins (DPJ) dispõe em seu quadro, 3 (três) Engenheiros Agrônomos e 1 (um) Técnico Agricola, que possuem a função de orientação dos funcionarios que executam os serviços de poda_ As podas das árvores são feitas confonne criterios e recomendações da boa técnica de podas, indicadas no Guia de Arborização Urbana de Campinas (GAUC).
  5. 5. fotossíntese da grama e das espécies omamentais que ali compõem o projeto paisaglstico. Na floresta, a regeneração natural é adaptada a especies mais ou menos tolerantes a luminosidade que incide sobre o sub-bosque regenerante (vegetação mais rasteira) do maciço florestal. A poda em árvores urbanas é uma prática necessária e constante, visando a eliminação de partes comprometidas por problemas fitossanitários, de forma a adaptá-las aos mais variados ambientes, observando às questões relativas à segurança e proporcionando a formação de copas harmoniosas com o meio em que elas se inserem. Em áreas urbanas, a arborização deve ser encarada como uma situação diferente daquelas existentes em áreas rurais (florestas), sendo necessário o manejo desta arborização, removendo-se os galhos secos e os galhos muito baixos, que já se encontram em contato com o solo elou com outras estruturas e equipamentos urbanos, de forma a promover a configuração desejável da arquitetura das árvores. A prática da poda se inicia no viveiro, com o objetivo de direcionar o desenvolvimento da copa de fonna a compatibilizar a árvore com os espaços urbanos. Esta é denominada de poda de formação, sendo uma prática que consiste na poda drástica, através do desponte e também da desbrota das mudas para formação de 3 a 5 pernadas, orientando assim a adequada arquitetura da copa futura. Após o plantio e o desenvolvimento das árvores, são necessárias as podas de manutenção, quando são retirados os galhos secos, galhos infectados por fungos ou plantas parasitas. Depois destes procedimentos, dependendo das alterações do ambiente urbano, são necessárias as podas de segurança, com o objetivo de prevenção de acidentes. Atualmente o Departamento de Parques e Jardins (DPJ) dispõe em seu quadro, 3 (tres) Engenheiros Agrõnomos e 1 (um) Técnico Agricola, que possuem a função de orientação dos funcionários que executam os serviços de poda. As podas das árvores são feitas conforme critérios e recomendações da boa tecnica de podas, indicadas no Guia de Arborização Urbana de Campinas (GAUC).
  6. 6. A deñnição de quais ações deverão ser realizadas, são embasadas nas constatações e recomendações indicadas nos Laudos Técnicos de vistorias, elaborados por profissionais capacitados e habilitados para tal. São vistoriadas individualmente cada arvore solicitada para poda e nesta vistoria é observado o estado fitossanitário da mesma, a arquitetura da copa, os galhos que apresentam problemas para a árvore (colocando-a em desequilíbrio, por exemplo), os galhos secos e senis (poda de manutenção e limpeza) e os galhos epicórmicos (por não serem parte do modelo arquitetônico original da árvore e que certamente no futuro serão um fator de risco de queda). É observada também, a situação do local em que árvore se encontra com relação à existencia de barreiras fisicas (construções, postes, tubulações, etc. ) que impeçam o bom desenvolvimento arbóreo. As podas são realizadas por equipes treinadas e experientes, e acompanhadas/ orientadas no local por profissionais responsáveis pela elaboração do laudo técnico. O local da poda é determinado pela morfologia da base do galho (crista da casca e colar), sendo realizado de forma a preserva-los intactos, induzindo a árvore à reação de compartimentalização no local da lesão. Podas drásticas como de rebaixamento da copa, são sistematicamente evitadas, por ser uma prática muito agressiva, que estimula uma excessiva brotação de ramos epicórrnicos e pode conduzir ao secamento e morte da árvore. Antes do corte dos galhos, dá-se a direção de queda dos galhos (evitando atingir fiações elétricas, outras estruturas elou plantas existentes no nivel abaixo. O direcionamento é feito com o auxilio de cordas. As podas de raizes, sempre que possivel são evitadas e quando realmente necessárias, as mesmas são feitas com muito critério técnico, pois a poda de raizes poderá provocar a desestabilização das árvores, além de criar uma área de possivel contaminação. Para a atividade de poda, são utilizados ferramentas e equipamentos adequados, caminhão cesto e apoio da EMDEC para isolamento da área de trabalho. Os galhos caldos no chão são devidamente cortados em tamanhos menores e retirados em seguida por caminhões, sendo transportados para seu destino correto.
  7. 7. A seguir passarei a dissertar sobre as denúncias e elucidações de procedimentos: Praça Antonio Brandani, localizado na Rua Mogi-Guaçu, Bairro Chácara da Barra. Em relação à esta Praça houve a necessidade de poda de limpeza das árvores lá existentes, com a retirada dos galhos secos, galhos doentes e defeituosos, que se constituíam em risco de queda e interferiam na visualização dos motoristas que trafegam no entomo desta rotatória de grande movimento de veículos. Foram também realizados serviços de melhorias no calçamento dos caminhos internos e de entorno, bem como dos bancos de concreto. Foram feitos plantios de grama e espécies ornamentais numa revitalização paisagística deste espaço público. - Vista geral da praça, observando-se que as podas realizadas não foram drásticas e mantiveram a correta arquitetura de copa das árvores.
  8. 8. ,. .". J . ax i Vista de detalhe do local de poda de provocava o desequillbrio da copa desta árvore. realizada de forma tecnicamente correta. um galho defeituoso, que Observa-se que a poda foi Vista geral da praça observando-se que não houve podas excessivas elou drásticas, mantendo a correta ar quitetura das copas das árvores, pemritindo o fluxo de veiculos no entorno da mesma, sem a obstrução visual que prejudisse o trânsito local. w
  9. 9. Vista do poste de luminárias interna da praça, sendo desobstrulda a iluminação pela poda dos galhos que nelas interferiam. 'mu' ga-Àfõliikrgljnçd¡ _um . Vista dos reparos nos caminhos internos e nos bancos da praça.
  10. 10. 22/11/2013 0839 AM
  11. 11. Rua Dr. Delphino Cintra, Jardim Botafogo. Com relação às podas realizadas nestes dois exemplares arbóreos da espécie nativa sibipiruna (Caesalpinia pellophoroides), foram necessárias para eliminar galhos secos, galhos doentes e praguejados, que apresentavam alto risco de queda sobre a residência próxima e sobre os transeuntes desta via pública. As podas foram realizadas de forma tecnicamente correta. Vista da fiação eletrica e iluminação pública que estavam prejudicados pelos galhos que foram podados. 10
  12. 12. Vista geral das duas sibipirunas que foram podadas, eliminando-se os galhos com risco de queda. Observa-se que não houve poda drástica. Vista dos locais onde foram eliminados os galhos secos e com risco de queda. Observa-se que a poda foi corretamente realizada. ll
  13. 13. Rua Emlllo Ribas Bairro Cambui. Í, vw PARK _ "l uuuanmt alí' Vista geral da árvore que foi podada, mantendo-se uma boa formação da copa, sendo retirados os galhos que pressionavam o teto do estacionamento, que obstrulam parte da via pública, dificultando o trânsito de veiculos altos, e os galhos secos e defeituosos que apresentavam risco de queda. 12 u.
  14. 14. Vista da árvore de outro ãngulo, observando-se que não houve poda drástica. 15
  15. 15. PNQ Celly Campello, Bairro Taguaral. Esta praça apresenta uma arborização significativa, com árvores de grande porte e muitas delas da espécie exótica ficus (Ficus benjamina) que possuem uma arquitetura de copa com grande adensamento de galhos e folhas, sendo que devido a isso havia grande sombreamento e interferência no trãnsito de pessoas e veiculos no entorno da praça, bem como prejudicavam a iluminação artificial e natural da mesma. Foram realizadas podas de manutenção e de limpeza nas árvores, eliminando os galhos secos, defeituosos e excessivos; que traziam risco de queda e prejudicavam inclusive a utilização do playground e de outras estruturas da praça como os passeios internos e os bancos de concreto. Vista do playground reformado e com boa iluminação permitindo a utilização do mesmo com segurança, Foram feitas podas de limpeza para eliminação dos galhos secos_ com risco de queda e que prejudicavam a iluminação. 14
  16. 16. I ¡Q71¡3Q8:OBAM _. (MW) o l M A 0 m 0 3 0. Q 2 . virá-ur. ayrÓ4"~'5"í“'7~“2§a_*"'-" '*-' . s r t q . ,. .. À . 1 . _ , . . à su_ . ~ , . . .. . i . .áfmñs . _. aw. .is. a.imviml. i.a. ñwnzmflnix3i. ã lim: J , . , ., .yVuuakgilfnãklaíílgârãíñâê E. . i ; lu à
  17. 17. Vista das árvores da praça corretamente podadas, não mais prejudicando o trânsito de veiculos e pessoas. Vista geral das árvores da praça, observando-se que não houve poda drástica das mesmas. ll¡
  18. 18. Prag Capitão Jose Moreira de Souza (Balão do Bela VistaL localizado na Avenida Julio Prestes, Baigm Bela Vista. As intervenções de podas nesta praça foi devido à necessidade de readequação do balão, pela inserção de mais uma faixa de pista adicional, que exigiu toda a alteração geométrica do local. Assim tivemos que proceder a poda de alguns galhos de árvores, apenas como fator de condução, para orientar o crescimento vertical e estruturante de sua arquitetura de copa. A alameda de aldragos em canteiro central da Avenida Julio Prestes, que cruza a referida praça. apresentavam galhos que prejudicavam o trãnsito de veiculos_ principalmente os de grande porte como: ônibus e caminhoes. Estes galhos foram podados conforme determina a técnica correta de poda. O Centro Integrado de Monitoramento de Campinas (ClMCamp). devido às árvores estarem dificultando a visão das cámeras de monitoramento e prejudicando a eñciencia na segurança de Campinas, solicitaram podas das mesmas. Nesta rotatória. a eficiência no monitoramento por câmera encontrava-se prejudicada pela excessiva quantidade de galhos nas árvores ali existentes, razao pela qual se procedeu aos serviços de poda. As podas foram feitas de forma a retirar o número excessivo de galhos, o que aparentemente caracterizou uma poda de alteamento das copas das árvores, mas que se fizeram necessárias por uma questão de segurança. Nos canteiros centrais também foram feitas podas de galhos que se projetavam sobre o leito carroçável, de forma a retirar os galhos que interferiam no trânsito de veiculos grandes e que poderiam ser motivo de acidentes. Apesar de ter havido podas relativamente severas. devido à necessidade operacional da CIMCamp, estas foram realizadas dentro dos critérios técnicos recomendados no Guia de Arborização Urbana de Campinas (GAUC). As árvores atualmente nao apresentam problemas fitossanitários aparentes, mostrando boa recuperação de suas copas, com intensas brotações de novos ramos. Nao foram realizados cortes de árvores no local, apenas a realização de podas. I7
  19. 19. ;i '“” lí'. - Vista de detalhe de um dos galhos podados_ que interferiam na visualização da câmera de monitoramento da CIMCamp.
  20. 20. Vista geral das árvores podadas na rotatória e em seu canteiro central. Observando-se que não houve poda drástica. Vista geral das árvores da rotatória, observando-se a realização de poda das copas, para desobstrução visual das cámeras de monitoramento da CIMCamp. H)
  21. 21. * « *Lx v/ à *'_ v_ . err = Vista de detalhe de um galho podado como recomenda a boa técnica, de foram a preservar a crista e o colar. para permitir a compartimentalizaçào. Vista de árvores no canteiro central da Avenida Julio Prestes, que foram podadas para minimizar a interferência no trânsito. 20
  22. 22. ggmgg gg Grama Esmerglda informamos que não está ocorrendo troca de grama e sim, remoção de praga que parece grama. 0 nome cientifico da mesma é Brachiaria spp sendo originária da Africa Equatorial foi introduzida no Brasil como forrageira e transfonnou-se em uma espécie invasora de diversos ecossistemas brasileiros. A mesma possui rebrota vigorosa, seu principal atributo são os fortes estolões produzidos com alta habilidade de enraizamento. A braquiãria provoca efeito alelopático, isto é, ela produz compostos químicos liberados ao solo proporcionando redução significativa do Indice de velocidade de germinação de outras plantas nativas ao seu redor. Nos últimos anos não houve manejo nem remoção dessa praga, por consequência as áreas verdes públicas do Municipio que outrora eram vegetadas pela grama nativa batatais foram infestadas por esta praga que pode chegar ao porte de 1,00m a 1,20m dependendo da especie. A opção de implantação da grama esmeralda que é de origem asiática é devido a sua fácil manutenção, possuindo um sistema radicular muito fechado, pois o caule tica abaixo do solo e emite folhas para cima, e devido a sua alta densidade forma um gramado uniforme, resistente ao pisoteio, possuindo baixa incidência de erva daninha e de fácil manutenção, A opção da escolha da espécie além dos atributos técnicos e operacionais é que não se encontra mais grama batatais à venda no mercado. Enquanto o manejo da braquiária no periodo chuvoso, outubro a março, exige 10 cortes, o manejo da grama esmeralda exige 2 cones, portanto a avaliação econômica da utilização do erário público também foi considerada. , A troca começou por áreas mais movimentadas. onde a vegetação estava atrapalhando a visualização de veiculos e pedestres. sendo que a mudança ocorrerá em todo o Municipio nos próximos anos. 21
  23. 23. Poda de Árvores em Áreas Verdes Com o passar dos anos, nas áreas verdes as árvores crescem e paralelamente à essas, outras nascem voluntariamente, por dispersão natural de sementes e crescem também num processo de competição por espaço e principalmente por luz natural, o que as levou a desenvolvimentos descompensados, verticalmente e horizontalmente, provocando assim, a mais absoluta ausência de luz natural na vegetação rasteira e no próprio ambiente " in sob luz que termina por criar condições muito favoráveis para o aparecimento e desenvolvimento de muitas formas diversificadas de fungos, como o ganoderma, entre outros, que atacam as parte aéreas das árvores. provocando apodrecimentos e quedas constantes de galhos e de troncos. Alguns exemplares também podem precisar de supressão, em função de condições insustentáveis de sobrevivência, por absoluta impossibilidade de ficar em pé, por problemas de destruição total da parte aérea por ações de agentes patogênicos. Ainda, poderá ser necessária a supressão de alguns fustes de “ Mijoleiros ou Ieucenas ou seja Leucaena leucocephala - exótica , que nasceram voluntariamente. Essa espécie, exótica, é tida , segundo Lorenzi ( 2003, p.198 ) como : ' Multiplicação - exclusivamente por sementes, as quais são produzidas em grande quantidade e gerrninam com tamanha facilidade que está se se tornando subespontãnea em várias regiões do Brasil, a ponto de ser considerada planta daninha em pastagens' A leucena, por outro lado, tem invadido as áreas verdes, como verdadeira praga urbana, interferindo sobre maneira, na composição florística das áreas verdes urbanas, dadas as facilidades de dispersão de sementes e de germinação fácil das sementes. Assim, lorenzi ( 2003 , p.198 ) , ainda afirma: ^ Usos - suas folhas são consideradas forrageiras para o gado e sua madeira pode ser aproveitada - como lenha. A árvore é amplamente cultivada na arborização em geral , tanto na forma isolada como em agrupamentos e renquesf 22
  24. 24. Desta maneira, confonne GAUC ( 2007, p.27 ), Para uma arborização adequada , o porte das árvores deve necessariamente estar em sintonia com o espaço . delimitado horizontalmente , pelas larguras de ruas e calçadas e pela existencia ou não de recuo das construções e , também , verticalmente , pela presença ou não de redes aereas e subterrâneas. Assim, queremos destacar que o Guia de Arborização urbana de Campinas, fala claramente sobre a necessidade de intervenção em situações inadequadas de arvores e estruturas urbanas. Ainda, conforme o GAUC (2007, p. 29); O recuo das construções e sua altura também são dados importantes na delimitação do espaço disponivel ao crescimento das arvores. Quando as construções não possuírem recuo, deve- se evitar as especies de grande porte, pois podem prejudicar a insolação nos imóveis , causar problemas de segurança e oferecem perigo de queda , entre outros . Quanto aos aspectos paisaglsticos da praça, vale lembrar que praças urbanas precisam receber melhorias paisagisticas , com o objetivo de tonalizar a paisagem . estabelecendo assim, um referencial de cores de plantas e de flores, que em meio aos agrupamentos de árvores, compõe paisagisticamente a natureza com as cores do meio urbano, como as casas. os prédios , os veiculos , entre outros equipamentos urbanos. Assim definiu Lorenzi e Souza ( 2001 ) ' Plantas ornamentais distinguem-se pelo florescimento pela forma ou colorido das folhas e pela forma e aspecto geral da planta. Preenchem os espaços livres e adaptam se recipientes de enfeite, stabelecendo no mundo moderno o contato minimo possivel do homem com a natureza. ” A composição florística e, portanto, uma necessidade dos dias atuais, para mover a vida dos cidadãos. enclausurados pelos afazeres do dia a dia. As plantas omamentais compõe a paisagem urbana de forma lúdica e poética, não podendo mais , os cidadãos urbanos, dispor do seu convivio. Conforme o GAUC ( 2007 , p. 44 ) : Quando a poda e aplicada nas árvores ornamentais, tem-se por finalidades o direcionamento do crescimento da planta, da redução do ritmo de desenvolvimento dos ramos , o arejamento 23
  25. 25. as copa como prevenção ñtossanitária , a manutençao da regularidade dos fenômenos de floração e frutificaçào e por ñm , sua compatibilização com os equipamentos públicos , visando uma coexistência pacífica. Desta forma, nada mais foi feito, do que a realização de serviços absolutamente normais de manejo de arborização, reconhecido pelo CREA, pela literatura e principalmente pelo Guia de Arborização Urbana de Campinas, que é o documento maior norteador das ações operacionais na arborização urbana. Sendo o que tinhamos a informar renovo a Ilustrissima Promotora os protestos de elevada estima e distinta consideração. Atenciosamente Luis Cláudio Nogueira Illlollo Diretor do Departamento de Parques e Jardins A Ilustrissima Promotora de Justiça de Campinas. Dra. Cristiane Corrêa de Souza Hillal. 24

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