Arboricultura nos eua

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Arboricultura nos eua

  1. 1. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Luiz Octavio de Lima Pedreira Arborista Cetificado ISA BR 008A Engenheiro Florestal da Secretaria de Meio Ambiente da Cidade do Rio de Janeiro lolprj@gmail.com
  2. 2. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA - Histórico da Arboricultura nos EUA; - Planejamento; - Plantio; - Manutenção; - Cuidados com a Saúde da Árvore; - Educação Ambiental ; - Papel das Instituições; - Papel da ISA.
  3. 3. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Histórico da Arboricultura nos EUA No final do século XIX, nos EUA, cuidar das árvores havia se tornado uma profissão estabelecida e em crescimento. Ao mesmo tempo a expansão da industrialização e da urbanização traziam cada vez mais estresse às árvores nas cidades. Ainda neste século os EUA viu surgir suas primeiras sociedades horticulturais, e durante o encontro da Sociedade Horticultural da Pennsylvania um participante apresentou um trabalho sobre “Árvores para as Ruas das Cidades”, no qual dizia “Existem uma ou duas dúzias de árvores para uso nas ruas das cidades. Elas devem ser cultivadas até atingirem o diâmetro de 50cm e depois devem ser substituídas por árvores mais jovens.”. Infelizmente o conhecimento científico sobre os problema das árvores urbanas e informação confiável sobre os cuidados com as árvores eram escassos. O século XX representou o início do esforços de alguns em pesquisas e difusão desses conhecimentos. Mas isso não era o suficiente ...
  4. 4. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Histórico da Arboricultura nos EUA Em 1901 John Davey, fundador da Davey Tree Expert Company, em seu livro “The Tree Doctor”, afirmava: “ É chegado o tempo em que o plantio e cultivo das árvores deve ser estudado em conexão com sua fisiologia. Se isso não for feito acontecerá uma calamidade com extensão inimaginável.” Em 1924 a Connecticut Tree Protective Association, realizou o primeiro encontro que iria plantar a semente da ISA, no que na época poderia ser caracteriuzado como um “casamento de conveniências” entre arboristas profissionais progressistas e cientistas. A atividade da arboricultura comercial era desregulada e desinformada, enquanto que as pesquisas sobre árvores urbanas, plantadas para o fornecimento de serviços ambientais às cidades era limitado. Questões em horticultura, ciência florestal, entomologia e patologia referentes às árvores urbanas careciam de respostas. A primeira National Shade Tree Conference, NTSC, realizou-se em 1924, em Stamford, Connectitcut. W. E Britton e Francis A. Bartlett, presidente da F. A. Bartlett Tree Expert Company foram as figuras centrais do evento. Este evento marcou a união da Davey com a Bartlett e várias outras empresas menores com um objetivo comum.
  5. 5. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Histórico da Arboricultura nos EUA
  6. 6. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Histórico da Arboricultura nos EUA Nessa época as pessoas que praticavam arboricultura eram chamados de especialistas em árvores ou cirurgiões de árvores. Esse segundo termo na verdade refletia algumas das principais práticas desenvolvidas então: a limpeza e preenchimento de cavidades (dendrocirurgia), a limpeza e remoção de casca e a poda. O termo arboricultura aparece pela primeira vez em 1932, quando Charles Irish em um trabalho apresentado nos anais da NTSC, observa que esse termo era empregado há mais de 300 anos na Inglaterra. A partir dos anos 1930, o uso das expressões arborista e arboricultura tornam-se populares nos EUA para diferenciar os Cuidados com Árvores da Ciência Florestal. Os anos 1930 viram o crescimento da importância do serviço de manutenção de redes aéreas e com isso um novo e importante nicho de trabalho para a arboricultura.
  7. 7. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Histórico da Arboricultura nos EUA
  8. 8. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Histórico da Arboricultura nos EUA Em 1936, a NTSC, que já havia transcendido seu epíteto de “Conferência” para o de uma organização dedicada à pesquisa e difusão da ciência arboricultural, financia o primeiro projeto de pesquisa sobre as injúrias causadas às árvores por raios. O ano de 1938 vê surgir a Associação Nacional de Arboristas, NAA. Os anos 1940 vêm nascer os primeiros capítulos regionais do NSTC, primeiro o de Ohio, seguido pelos capítulos do Oeste e do Sul. Com a II Grande Guerra, a manutenção de linhas de transmissão torna-se de primordial importância, consumindo dois terços do pessoal trabalhando no mercado de arboricultura. Nessa época, além dos Anais da Conferência e do Arborist’s News, periódico mensal da NSTC desde 1935, surgem as primeiras publicações de livros e folhetos, com a publicação em 1943, emconjunto com a NAA, de “Transplantio de árvores e arbustos no nordeste e centro-norte dos EUA”.
  9. 9. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Histórico da Arboricultura nos EUA O ano de 1946 vê surgir dois grandes marcos na arboricultura americana, a adoção de um Código de Ética para Arboristas e a criação de um fundo para pesquisa. O Memorial Reserach Fund foi estabelecido em 12 de dezembro de 1946, com U$ 2.000 transferidos so caixa da NSTC. No ano de 1957 é publicado “Avaliação de Árvores de Sombra”, sob a direção de Norman Armstrong, que iria posteriormente ser revisado e atualizado várias vezes, dando origem ào livro “Guia para a Avaliação de Plantas”, uma das publicações mais vendidas pela ISA. Em 1961 a NSTC transforma-se na International Shade Tree Conference, ISTC, instituição que irá dar origem à ISA. No final da década de 1960, a cidade de Urbana, em Illinois, recebe a sede da ISTC. Em 1969, os grupos de interesse especial, como os arboristas de utilidades, comerciais e municipais, são reconhecidos oficialmente pela ISTC.
  10. 10. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Histórico da Arboricultura nos EUA John Duling, de Indiana e O. J. Andersen, do Texas, defensores das pesquisas em arboricultura, propõe em 1972 a criação do Memorial Research Trust Fund, um fundo de pesquisas isento de impostos. Dois eventos tornaram-se tradicionais para a arrecadação de fundos para pesquisa. O primeiro é a Tour des Trees, uma corrida de bicicletas de uma semana de duração, terminando no dia de abertura da conferência. O outro é um dia de golf, realizado na véspera da abertura da conferência. Esses dois eventos possibilitaram ao Trust financiar mais de U$ 125.00 por ano entre 1995 e 1998. O aniversário de cinquenta anos da Conferência, em 1974, foi marcado pela criação de uma revista científica, a “Journal of Arboriculture”, cujo nome atual é “Arboriculture & Urban Forestry”. Em 1976 a ISTC dá origem à Sociedade Internacional de Arboricultura - ISA. Ainda neste ano é criado o International Tree Climbing Jamboree, que daria origem ao International Tree Climbing Championship, em 1997.
  11. 11. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Histórico da Arboricultura nos EUA Atualmente a arboricultura americana alcançou um alto nível de sofisticação tecnológica, apoiada nas pesquisas e programas de colaboração desenvolvidos pelos governos federais, estaduais e municipais, bem como por diversas organizações não governamentais.
  12. 12. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Planejamento Publicações como “Planning the Urban Forest: Ecology, Economy and Community Development”, rewsultado de uma parceira colaborativa entre o USDA Forest Service, APA, American Forestas e a ISA, o sistema de análise e avaliação de benefícios de florestas urbanas i-Tree http://www.itreetools.org/, uma iniciativa cooperativa entre o USDA Forest Service, Davey, Arbor Day Foundation, SMA, ISA e a Casey Trees, e artigos publicados em revistas científicas como “Criteria and Indicators for Strategic Urban Forest Planning and Management”, de W. Andy Kenney, Philip J.E. van Wassenaer, and Alexander L. Satel, oferecem um panorama do planejamento em arborização urbana nos EUA.
  13. 13. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Planejamento “Planning the Urban Forest: Ecology, Economy and Community Development” discute o “Trazer a natureza para dentro da cidade”, definindo o Planejamento das Florestas Urbanas, sob a ótica das Florestas Comunitárias, como: “UMA ABORDAGEM PLANEJADA E PROGRAMADA PARA O DESENVOLVIMENTO E MANUTENÇÃO DAS FLORESTAS URBANAS, INCLUINDO TODOS OS ELEMENTOS DE INFRAESTRUTURA VERDE DA COMUNIDADE, NUM ESFORÇO DE OTIMIZAR OS BENEFÍCIOS RESULTANTES EM TERMOS SOCIAIS, AMBIENTAIS, DE SAÚDE PÚBLICA, ECONÔMICOS E ESTÉTICOS, ESPECIALMENTE QUANDO RESULTANTES DE UMA VISÃO COMUNITÁRIA E DE UM PROCESSO DE DFINIÇÃO DE METAS”. Discute ainda os benefícios de um Programa de Florestas Urbanas, quem deve envolver-se com as Florestas Urbanas, e os desafios e oportunidades de Programas de Florestas Urbanas.
  14. 14. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Planejamento O livro apresenta o que chama de princípios efetivos de um Programa de Florestas Urbanas, dividindoos em gerais, de planejamento e de projeto. Ente os princípios gerais relaciona: - trazer as árvores para o centro do processo de planejamento; - saber de onde você está partindo para saber onde você quer chegar; - buscar parceiros privados e sociais; - considerar que investir em árvores faz sentido economicamente; e - Florestas Urbanas devem ser sustentáveis financeiramente.
  15. 15. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Planejamento Como princípios de planejamento relaciona: - incorporar a regulamentações existentes sobre as árvores ao plano diretor de planejamento urbano e assegurar consistência com outros códigos; - colaborar com incorporadores, ambientalistas e proprietários para definir as normas; - a legislação de desenvolvimento urbano deve incluir regras de avaliação da floresta urbana; - normas devem incluir disposições sobre pessoal encarregado da fiscalização; - adotar uma abordagem de gerenciamento adaptativo dos recursos, e planejar a manutenção de longo prazo das árvores.
  16. 16. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Planejamento Finalmente, como princípios de projeto apresenta: -Usar as Florestas Urbanas para auxiliar outras metas de planejamento; -Incluir elementos de infraestrutura verde nos planos de desenvolvimento urbano locais, ligando-o a outros elementos do plano; - O ambiente natural faz as vizinhanças mais agradáveis de se viver; - Preparar o lugar adequado para as árvores e então colocar lá as árvores certas.
  17. 17. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Planejamento i-Tree É um sistema computacional de última geração, desenvolvido pelo Serviço Florestal dos EUA, testado por um conjunto de desenvolvedores, que fornece ferramentas de análise e avaliação das Florestas Urbanas. As ferramentas do i-Tree ajudam comunidades de todos os tamanhos a melhorar o manejo de suas florestas urbanas e seus esforços de conservação através da quantificação das árvores urbanas e os serviços ambientais que essas árvores prestam. Desde a liberação da primeira versão do i-Tree, em agosto de 2006, inúmeras comunidades, organizações não governamentais, consultores, voluntários e estudantes têm utilizado o i-Tree para avaliar árvores individuais, grupos de árvores, bairros, cidades e até estados. Pelo conhecimento dos serviços ecossistêmicos tangíveis que as árvores fornecem aos locais, os usuários do i-Tree podem relacionar atividades de manejo da floresta urbana com a qualidade ambiental e a qualidade de vida em sua comunidade. As ferramentas do i-Tree são de domínio público e de acesso livre.
  18. 18. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Planejamento Módulos do i-Tree i-Tree Eco fornece uma visão geral da floresta urbana. Para ser usado com dados de inventários por censo ou amostragem, em conjunto com dados de poluição do ar e meteorológicos, para quantificar a estrutura da floresta urbana, seus efeitos ambientais e valores para a comunidade. i-Tree Streets foca nos benefícios das árvores de rua. A partir de inventários por censo ou amostragem ele fornece valores anuais dos serviços ambientais e estéticos prestados pelas árvores. Também descreve a estrutura da floresta urbana eas necessidades de manejo. i-Tree Hydro (beta) é um novo módulo projetado para simular efeitos de mudanças nas características da cobertura arbórea e de superfícies impermeáveis em uma bacia hidrográfica e seus efeitos na vazão e qualidade da água. i-Tree Vue permite o uso das imagens do Banco de Dados Nacional de Cobertura do Solo dos EUA para avaliar a cobertura arbórea e alguns dos serviços ambientais fornecidos pela floresta urbana. Efeitos de plantios futuros podem ser estimados.
  19. 19. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Planejamento Módulos do i-Tree i-Tree Design é uma ferramenta on-line simples que possibilita a avaliação individual ou em grupo de árvores a nível de lote. Ligada ao Goole Maps permite avaliar como a seleção de espécies, tamanho e posição da árvore em relação a sua casa pode influir no consumo de energia e outros benefícios. Disponível para os EUA e Canadá. i-Tree Canopy possibilita uma estimativa rápida e fácil dos tipos de cobertura vegetal e usos do solo a partir de imagens do Google Maps. Pode ser usada para estimar cobertura vegetal de municípios, definir metas de cobertura vegetal e monitorar sua mudança ao longo do tempo. Suas estimativas podem ser usadas para alimentar o i-Tree Hydro ou em outras aplicações que necessitarem dados de uso do solo.
  20. 20. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Planejamento i-Tree A compreeensão da estrutura, função e valor das florestas urbanas pode auxiliar na tomada de decisões que irão melhorar a saúde pública e a qualidade ambiental. Uma avaliação da estrutura, função e valor das florestas urbanas da capital americana, Washington – DC, foi feita em 2009. Dados de 201 parcelas distribuídas por toda cidade foram analisadas utilizando o sistema UFORE, desenvolvido pelo USDA FS. Principais conclusões: • Número de árvores: 2.584.000; • Cobertura arbórea: 28,1 %; • Espécies: faia (Fagus grandifolia), pera caleriana (Pyrus calleryana) e tulipa (Liriodendron tulipifera); • Porcentagem de árvores com menos de 15.2 cm de DAP: 62.6 %; • Remoção de poluentes: 492 T / ano (U$ 2.300.000 / ano); • Estoque de carbono: 596.000 T (U$ 12.000.000); • Sequestro de carbono: 19.000 T/ano (U$ 393.000 /ano); • Economia de energia em edificações: U$ 3.450.000 / ano; • Emissões de carbono evitadas: U$ 129.000 / ano.
  21. 21. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Plantio Trade Flows and Marketing Practices within the U.S. Nursery Industry, 2008 Food and Resource Economics Department at the University of Florida., the Department of Horticultural Sciences, and the Department of Agricultural Economics at Texas A&M University. Quantidade de empresas – 19.803 Vendas totais - U$ 27.138.700.000 Empregados (permanentes e temporários) - U$ 262.941
  22. 22. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Plantio Trade Flows and Marketing Practices within the U.S. Nursery Industry, 2008 As árvores são um produto importante para essa indústria, sendo que o principal produto dos viveiros americanos são as árvores decíduas e floríferas, que representaram 11,8 % das vendas totais dessa indústria em 2008, com as árvores sempre verdes (coníferas) representando outros 7 %, e as árvores de natal, vivas ou cortadas, um total de 2,7 %, respondendo por mais de 21,5 % do total de vendas da indústria.
  23. 23. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Plantio Trade Flows and Marketing Practices within the U.S. Nursery Industry, 2008 Quanto ao recipiente / meio no qual as mudas eram comercializadas, o principal meio informado foram as mudas em bandeja, representando 65,4 % das vendas, seguidas pelas mudas envolvidas em tecido de juta, que significaram 12,5 % das vendas, entre outros recipientes.
  24. 24. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Plantio
  25. 25. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Plantio Tree Planting Standards NYC Parks Requisitos espaciais Não plantar árvores em frente a entrada de prédios, para facilitar acesso do Corpo de Bombeiros, em pontos de ônibus, sobre canalizações de água potável com menos de 50 cm de diâmetro, a menos de 1,8 m dessas tubulações. Distância mínima entre árvores de 6 a 9 m, dependendo de condições locais e espécies, entre árvore e iluminação pública de 7,6 m, variando com a espécie, mínima de 9 m de um sinal de “PARE” ou 1,8 m de outros sinais de trânsito, mínimo 0,6 m da gola a uma válvula de gás ou água, mínimo de 1,2 m da gola a uma tubulação de abastecimento de óleo, mínimo de 0,6 m da gola a um ponto de alimentação de carvão, mínimo de 0,9 m da gola a um hidrante, mínimo de 0,6 m da gola ou 2,1 m do tronco a um acesso de garagem ou meio fio rebaixado para fins de acessibilidade, e distância mínima de 12,2 m de uma esquina, mínimo de 1,2 a 1,8 m doa gola a uma edificação, trilho ou limite de propriedade.
  26. 26. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Plantio Tree Planting Standards NYC Parks Dimensões os berços / canteiros As dimensões ideais são de 1,2 x 3 m ou de 1,5 x 3 m, sendo estimulados berços / canteiros contínuos, cujas dimensões são mais flexíveis. Plantios agrupados podem ser feitos em vários tipos de locais, como em canteiros centrais, em berços / canteiros contínuos, onde podem ser plantadas duas ou mais árvores, com pelo menos 9,1 m ou em um canteiro em nível mais elevado, em uma área comercial ou passagem de pedestres. Solos estruturais desenvolvidos pela Cornell University – CU devem ser usados como material de base sob superfícies impermeáveis, não devendo as árvores serem plantadas diretamente nele.
  27. 27. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Plantio Tree Planting Standards NYC Parks Mudas Torrão com pelo menos 0,7 m de diâmetro. Dvem ser firmes, saudáveis, vigorosas, livres de defeitos, sem nós, queimaduras de sol, injúrias, abrasão na casca, doenças, ovos de insetos, borcas ou qualquer forma de infestação. Todas as árvores devem ter um único fuste ereto, um tronco líder intato, e ter galhos a pelo menos 1,5 m do solo. A muda deve ter pelo menos 6,4 cm de diâmetro a 15 cm do solo e no máximo 8,9 cm, exceto quando autorizado. O solo deve ser de característica síltica, não sendo aceitos solos arenosos ou argilosos. Deve ser preferencialmente retirado da camada superficial de até 30 cm de profundidade, não sendo aceito subsolo. Deve possuir de 7 a 12 % de matéria orgânica, até um máximo de 14 %, pH entre 6 e 7. As mudas devem ser mantidas por um período de 2 anos.
  28. 28. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Plantio Tree Planting Standards NYC Parks
  29. 29. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Plantio Tree Planting Solutions in Hard Boulevard Surfaces Best Practices Manual City of Toronto PRINCÍPIOS GERAIS Mais solo possibilita árvores maiores e mais saudáveis Aberturas maiores na calçada possibilitam árvores maiores e mais saudáveis Integrando as utilidades na zona de raízes aumenta o volume de solo Projetos com custos estrategicamente eficientes
  30. 30. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Plantio Tree Planting Solutions in Hard Boulevard Surfaces City of Toronto Mais solo possibilita árvores maiores e mais saudáveis • Árvores plantadas individualmente precisam de um mínimo de 30 metros cúbicos de solo cada (em contraste com a regra atual de 9 metros cúbicos de solo). • Um grupo de 2 ou mais árvores num mesmo berço / canteiro precisa de uma mínimo de 20 metros cúbicos de solo por árvore. • A profundidade adequada do solo é de 1 metro; se for possível ser maior é melhor; a profundidade mínima é a altura do torrão da muda. • Onde houver solo de qualidade o mesmo deve ser utilizado. • Uma abordagem que priorize um maior tamanho da copa à maior quantidade de árvores deve ser empregada.
  31. 31. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Plantio Tree Planting Solutions in Hard Boulevard Surfaces City of Toronto Mais solo possibilita árvores maiores e mais saudáveis
  32. 32. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Plantio Tree Planting Solutions in Hard Boulevard Surfaces City of Toronto Mais solo possibilita árvores maiores e mais saudáveis
  33. 33. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Plantio Tree Planting Solutions in Hard Boulevard Surfaces City of Toronto Aberturas maiores na calçada possibilitam árvores maiores e mais saudáveis • Um berço / canteiro de 1,5m x 1,5m ou maior é o tamanho ideal em calçadas. • Um berço / canteiro de 1,2m x 1,2m é o tamanho mínimo aceitável. • O recobrimento do berço / canteiro e soluções adequadas são as alternativas ideias ao solo exposto.
  34. 34. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Plantio Tree Planting Solutions in Hard Boulevard Surfaces City of Toronto Aberturas maiores na calçada possibilitam árvores maiores e mais saudáveis
  35. 35. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Plantio Tree Planting Solutions in Hard Boulevard Surfaces City of Toronto Integrando as utilidades na zona de raízes aumenta o volume de solo • A passagem de utilidades deve ser permitida através da zona do solo e das raízes. • Conflitos com raízes pré-existentes devem ser solucionados com a manutenção das mesmas. • Novos padrões de instalação de árvores nas calçadas são propostos para permitir manutenção e reparo simplificados de utilidades. • Novos detalhes dos padrões de instalação de árvores nas calçadas são propostos para acomodar uma gama de cenários de utilidades.
  36. 36. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Plantio Tree Planting Solutions in Hard Boulevard Surfaces City of Toronto Integrando as utilidades na zona de raízes aumenta o volume de solo
  37. 37. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Plantio Tree Planting Solutions in Hard Boulevard Surfaces City of Toronto Integrando as utilidades na zona de raízes aumenta o volume de solo Tipo 1: Sistema de ponte de pavimento
  38. 38. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Plantio Tree Planting Solutions in Hard Boulevard Surfaces City of Toronto Integrando as utilidades na zona de raízes aumenta o volume de solo Tipo 2: Sistema de células de solo
  39. 39. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Plantio Tree Planting Solutions in Hard Boulevard Surfaces City of Toronto Integrando as utilidades na zona de raízes aumenta o volume de solo Tipo 3: Sistema de canteiro aberto
  40. 40. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Plantio Tree Planting Solutions in Hard Boulevard Surfaces City of Toronto Projetos com custos estrategicamente eficientes • Utilizar o sistema de canteiro aberto onde o espaço permitir. • Utilizar menos componentes. • Assumir cargas estruturais nas calçadas para veículos de serviço de tamanho médio, não para caminhões de bombeiro. • Investir em menos árvores por volume de solo para aumentar o potencial de cada uma alcançar a maturidade.
  41. 41. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Manutenção Davenport – Yowa - 100.000 habitantes
  42. 42. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Manutenção
  43. 43. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Manutenção
  44. 44. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Manutenção
  45. 45. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Manutenção
  46. 46. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Manutenção
  47. 47. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Manutenção
  48. 48. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Manutenção
  49. 49. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Manutenção Utilizando Valores de Avaliação Financeira das Árvore para a Tomada de Decisões de Manejo da Floresta Urbana: Uma Árvore Vale o Custo de Manutenção? John A. Harris - Trabalho apresentado à 89ª Conferência da ISA As decisões de orçamentos e gastos com manutenção de árvores pode ter uma base econômica. Quando avaliamos árvores em uma propriedade, seja uma floresta urbana, no estacionamento de um centro comercial ou em um quintal particular, calcular o valor das árvores pode ajudar na tomada de decisões. Para priorizar a manutenção, ajuda saber que as árvores an entrada de um parque tem mas valor que as situadas em uma área natural nos fundos do mesmo parque. Sabendo que uma árvoretem um valor atual de U$ 1.200 , quando a poda necessária e controle de pragas, para manutenção da estrutura e saúde irá custar U$ 900, pode direcionar decisões sobre quando a árvore vale o trabalho para mantêla.
  50. 50. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Manutenção Qualificação em Análise de Risco de Árvores – TRAQ Esse programa possibilita aos profissionais uma oportunidade de expandir seu conhecimento através de educação e treinamento nos fundamentos da avaliação de risco de árvores. Essa qualificação promove a segurança das pessoas e propriedades, através de um processo padronizado e sistemático de avaliação de risco de árvores. Os resultados dessa avaliação podem fornecer aos proprietários de árvores e aos gestores de risco informações que possibilitem tomadas de decisões mais informadas, de modo a aumentar os benefícios, a saúde e a longevidade das árvores. O curso inclui Biologia e Mecânica das Árvores, Inspeção e Avaliação de Árvores, Análise dos Dados e Categorização dos Riscos, além da Elaboração de Relatórios de Riscos. O curso de TRAQ prepara o participante para a avaliação que lhe permite obter a Qualificação em Análise de Riscos de Árvores da ISA. A qualificação consiste em um curso de 2 dias seguido por meio dia de avaliação que inclui componentes escritos e práticos. É necessário fazer o curso e ser aprovado na avaliação para obter a qualificação.
  51. 51. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Manutenção Qualificação em Análise de Risco de Árvores - TRAQ
  52. 52. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Manutenção Are native-species planting mandates good for biodiversity? Linda Chalker-Scott, PhD - Washington State University Trabalho apresentado à 89ª Conferência da ISA A razão, revista: A. Definições de espécie nativa e exótica são julgamentos de valores, não conceitos baseados em ciência; B. Áreas urbanas são feitas para o uso humano e raramente se assemelham a um habitat natural; C. Espécies nativas muitas vezes são menos bem adaptadas que espécies introduzidas para as condições urbanas; D. A obrigatoriedade de árvores nativas em áreas urbanas não é uma política baseada em ciência. Além da arboricultura: A tomada de decisões baseada na ciência deve ocorrer no planejamento e projeto de áreas verdes urbanas tanto quanto na na seleção e manejo de árvores urbanas. A. Áreas urbanas não são ecosistemas naturais – uma política de plantio apenas de árvores nativas reduz o leque de opções e em última análise a biodiversidade; B. Esécies de árvores não-nativas demonstram valor na fixação de carbono, suporte à biodiversidade em todos os níveis e melhoram esteticamente paisagens projetadas; C. Jardins comunitários, botânicos e residenciais além de áreas verdes públicas que possuem espécies introduzidas, não –invasoras, suportam ricas comunidades biológicas.
  53. 53. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Cuidados com a Saúde da Árvore • Murcha do carvalho • Doença dos mil cancros • Besouro chifrudo asiático • Broca esmeralda do freixo
  54. 54. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Cuidados com a Saúde da Árvore • A broca esmeralda do freixo (Fraxinus spp.)- EAB é um besouro verde metálico iridescente • EAB se alimenta das folhas das árvores, entretanto os maiores danos são causados pela alimentação das larvas no câmbio das árvores • Geralmente apresenta um ciclo de vida de 2 anos, podendo variar de 1 a 3 anos, dependendo de várias condições ambientais e de densidade da população
  55. 55. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Cuidados com a Saúde da Árvore Freixo (Fraxinus spp.) – ash tree
  56. 56. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Cuidados com a Saúde da Árvore Censo das árvores das ruas de Davenport - Iowa
  57. 57. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Cuidados com a Saúde da Árvore Nordeste da Rússia Coréia do Norte Coréia do Sul
  58. 58. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Cuidados com a Saúde da Árvore • EAB foi inicialmente nos Michigan em 2002 descoberto EUA em • Estima-se que tenha chegado em Detroit, Michigan, já em 1992 • Suspeita-se que tenha chegado aos EUA em madeira de embalagem infestada
  59. 59. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Cuidados com a Saúde da Árvore O risco que o EAB representa: • As principais espécies e variedades de freixo plantadas nos EUA foram mortas; • EAB infesta desde mudas com 4 cm de DAC (diâmetro a altura do caule) até árvores maduras; • Enquanto as brocas nativas matam apenas árvores severamente enfraquecidas, EAB provoca também a morte de árvores sadias, tornando-se especialmente devastadora.
  60. 60. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Cuidados com a Saúde da Árvore Evolução do EAB nos EUA – 2002 - 2004
  61. 61. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Cuidados com a Saúde da Árvore Evolução do EAB nos EUA – 2007
  62. 62. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Cuidados com a Saúde da Árvore Evolução do EAB nos EUA – 2010
  63. 63. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Cuidados com a Saúde da Árvore Evolução do EAB nos EUA – 2013
  64. 64. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Cuidados com a Saúde da Árvore Sinais e Sintomas do EAB Rachaduras e divisões na casca Brotos epicórmicos e brotações Galerias em serpentina cheias de fezes
  65. 65. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Cuidados com a Saúde da Árvore Sinais e Sintomas do EAB Orifícios de saída em forma de D Danos de pica-paus Seca das ponteiras
  66. 66. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Cuidados com a Saúde da Árvore Besouro Chifrudo Asiático – Asian Longhorned Beetle
  67. 67. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Educação Ambiental
  68. 68. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Educação Ambiental
  69. 69. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Educação Ambiental
  70. 70. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Educação Ambiental Exigências para se tornar uma Tree City USA 1 – Um órgão responsável pelas Florestas ou Arborização Urbana; 2 – Uma normatização ou legislação sobre Árvores Urbanas; 3 – Um programa de Florestas ou Arborização Urbana com um orçamento anual mínimo de U$ 2 per capita; 4 – A comemoração do Dia das Árvores.
  71. 71. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Educação Ambiental
  72. 72. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Educação Ambiental
  73. 73. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Educação Ambiental
  74. 74. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Papel das Instituições – NÍVEL FEDERAL Apoio à gestão das florestas urbanas pelo governo federal, através do programa de Florestas Urbanas e Comunitárias do USDA Forest Service
  75. 75. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Papel das Instituições – NÍVEL FEDERAL O Programa de Florestas Urbanas e Comunitárias há mais de 30 anos oferece serviços de assistência técnica, financeira, educacional e de pesquisas a cidades, subúrbios e vilas onde mais de 80% dos norte-americanos vivem, visando melhorar a saúde das florestas urbanas e comunitárias, para o benefício de todos. Agências florestais estaduais são as principais parceiras do programa. Em 2012 sua ação atingiu 7.499 comunidades, onde moram 196 milhões de pessoas, nos 50 estados americanos. Sob a orientação do Conselho Consultivo Nacional de Florestas Urbanas e Comunitárias, da Secretaria de Agricultura, o programa oferece anualmente Subvenções do Desafio de Custo-Compartilhado de aproximadamente U$ 1.000.000 para instituições acadêmicas e de pesquisa, entre outros parceiros, que geram novas abordagens e avanços científicos no uso da ciência para demonstrar os impactos benéficos das árvores e florestas.
  76. 76. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Papel das Instituições – NÍVEL FEDERAL Finaciamento disponível: U.S. Forest Service no ano fiscal de 2014 o Programa de Florestas Urbanas e Comunitárias oferece Subvenções do Desafio de CustoCompartilhado valor de aproximadamente U$ 900.000. Candidatos aceitáveis: Qualquer organização não-federal dos EUA, operando nos EUA e em seus territórios. Apesar da cooperação com agências federais ser estimulada, uma agência federal não pode receber fundos. Candidatos individuais e em terras federais não são aceitos. Exigências correspondentes: Todos os fundos federais devem ter correspondência ao menos igual (dólar por dólar) com fundos de fontes não-federais.
  77. 77. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Papel das Instituições – NÍVEL FEDERAL O propósito da iniciativa Programa Cidades Vibrantes e Florestas Urbanas: uma chamada nacional para a ação é explorar as implicações da integração dos ambientes naturais com os urbanos construídos e suas possibilidades para o futuro.
  78. 78. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Papel das Instituições – NÍVEL ESTADUAL
  79. 79. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Papel das Instituições – NÍVEL ESTADUAL Texas A&M Forest Service Urban Forestry Program A missão do Programa de Florestas Urbanas do Texas A&M Forest Service - TA&MFS é ajudar a construir programas de cuidados das árvores e de florestas urbanas auto-sustentáveis nas comunidades do Texas. Programas Baseados em Parcerias Com um pequeno número de funcionários e um grande público a atender, TA&MFS tem criado parcerias importantes com grupos nacionais de proteção às árvores, coalisões estaduais e regionais, além de grupos locais organizados. Essa combinação de recursos e criatividade federal, estaduais e locais resultam na melhor qualidade de vida para milhões de texanos, uma comunidade de cada vez. Exemplos de Parcerias Subvenções de Alcance Público: Esses fundos do USDA Forest Service são oferecidos a governos locais e grupos sem fins lucrativos para desenvolver projetos que levem a melhorias no longo-prazo nos programas de florestas urbanas e comunitárias. Desde 1991, mais de U$ 2.600.000 foram distribuídos às cidades, condados, escolas e grupos voluntários texanos para construir programas de florestas urbanas a nível local.
  80. 80. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Papel das Instituições – NÍVEL ESTADUAL California Department of Forestry and Fire Protection
  81. 81. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Papel das Instituições – TERCEIRO SETOR
  82. 82. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Papel das Instituições – TERCEIRO SETOR ACTrees – Alliance for Community Trees Tree by tree, street by street SUBVENÇÕES PARA PLANTIOS COMUNITÁRIOS DE ÁRVORES - ACTrees oferece subvenções para suas organizações-membro para apoiar projetos de plantio locais de plantios de árvores. Essas subvenções são resultado de parcerias com doadores privados. BOSQUES COMUNITÁRIOS é um programa para melhorar a saúde e a habitabilidade de vizinhanças pelo plantio e manutenção de árvores frutíferas e de nozes. PROTEÇÃO DA NATUREZA – ajude-nos a proteger as árvores e agir em favor na natureza na sua comunidade. ACTrees luta por políticas que protejam as árvores e florestas urbanas em benefício das pessoas e das comunidades. CONFERÊNCIAS E TREINAMENTOS – Conecte-se com seus colegas em um ambiente de aprendizagem. ACTrees ajuda a qualificar . ACTrees ajuda a qualificar indivíduos para o trabalho em florestas comunitárias, através de conferências, treinamentos e ferramentas práticas.
  83. 83. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Papel das Instituições – TERCEIRO SETOR CASEY TREES Washington, DC Missão: restaurar, aumentar e proteger a cobertura verde da capital do país. Educação sobre Árvores Plantio de Árvores Cuidado das Árvores Política e Proteção à Natureza Planejamento e Projetos Pesquisa e Mapas Envovimento Comunitário
  84. 84. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Papel das Instituições – TERCEIRO SETOR ARBOR DAY FOUNDATION Nós inspiramos pessoas a plantar, nutrir e celebrar as árvores PROGRAMAS: TREE CITY USA, TREE CAMPUS USA, TREE LINE USA PARCEIROS EM FLORESTAS COMUNITÁRIAS EXPLORE A NATUREZA REPLANTANDO NOSSAS FLORESTAS NACIONAIS RESGATE DA FLORESTA PLUVIAL RECUPERAÇÃO DAS ÁPVORES COMUNITÁRIAS CENTRO DE VOLUNTARIADO
  85. 85. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Papel das Instituições – TERCEIRO SETOR AMERICAN FORESTS Protegendo e Restaurando Florestas American Forests é compromissada com o aumento da consciência sobre os benefícios vitais fornecidos por nossas florestas urbanas e as ferramentas científicas existentes para melhor avaliar esses benefícios. O programa Community ReLeaf, lançado na primavera de 2013, é dedicado à avaliação, restauração e monitoramento das florestas urbanas. Como parte desse programa, American Forests identifica cidades que poderiam se beneficiar por uma análise de suas florestas urbanas – ou de aspectos delas – baseada em pesquisas e conversas com os gerentes das florestas urbanas. A cada ano, algumas cidades são selecionadas como “alvo do projeto” para as atividades do Community ReLeaf deste ano. Cada uma delas passa por três fases distintas: avaliação das florestas urbanas, restauração, e educação e divulgação.
  86. 86. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Papel das Instituições – TERCEIRO SETOR TREE FUND Cultivando inovações FINANCIANDO PESQUISA EM ÁRVORES E EDUCAÇÃO EM ARBORICULTURA E FLORESTAS URBANAS O Fundo das Árvores trabalha para apoiar as florestas urbanas do mundo oferecendo fundos para pesquisa científica, programas educacionais e bolsas nas áreas de arboricultura e florestas urbanas. Através do apoio generoso de patrocinadores e doadores, individuais e corporativos, oferecemos: •Financiamento para pesquisa científica em aspectos críticos dos cuidados com as árvores; •Financiamento para programas educacionais de arboricultura em escolas; e •Bolsas para aspirantes a arboricultores.
  87. 87. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA O papel da ISA ISA – International Society of Arboriculture MISSÃO Através da pesquisa tecnologia e educação, a Sociedade Internacional de Arboricultura promove a prática profissional da Arboricultura e fomenta uma maior consciência global dos benefícios das árvores.
  88. 88. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA O papel da ISA ISA – International Society of Arboriculture VISÃO Acreditamos que as árvores e as florestas urbanas contribuem para uma melhor qualidade de vida das pessoas em todo o mundo. Acreditamos que se pudermos ajudar os arboristas a melhorar a forma como eles tratam das árvores, eles irão melhorar a saúde de nossas florestas urbanas, comunidades e das pessoas que vivem nelas. Juntos estamos fazendo o mundo um lugar melhor, uma árvore de cada vez.
  89. 89. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA O papel da ISA ISA – International Society of Arboriculture Objetivo da ISA em 1924 Arboristas + Pesquisadores Árvores mais saudáveis O que aprendemos desde 1924 Arboristas (ainda) não são os únicos que tomam decisões sobre o cuidado com as árvores A interação com outros domínios profissionais é uma parte essencial que nos tornará relevantes ao longo do tempo
  90. 90. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA O papel da ISA ISA – International Society of Arboriculture EVOLUÇÃO DA PROFISSÃO
  91. 91. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA O papel da ISA ISA – International Society of Arboriculture 3 vezes ITCC Campeão Mundial Mark Chisholm 9 vezes ITCC Campeão Mundial Beddes Strasser EVOLUÇÃO DA PROFISSÃO DESIGN ESPECIALIZADO DE EQUIPAMENTO
  92. 92. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA Luiz Octavio de Lima Pedreira Arborista Cetificado ISA BR 008A O papel da ISA ISA – International Society of Arboriculture CAMPEONATO MUNDIAL DE ESCALADA EM ÁRVORES
  93. 93. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA O papel da ISA ISA – International Society of Arboriculture EVOLUÇÃO DA PROFISSÃO 1991 (%) Nutrição e Fertilização 7,5 Instalação & Estabelecimento 8,5 Biologia da Árvore 13,5 Relações árvore/solo/água 9,0 Identificação e Seleção 11,0 Práticas de Segurança no Trabalho 8,0 Poda 14,5 Diágnose e Tratamento 16,5 Cabeamento, Escoramento e Pára-raios 5,0 Árvores, Pessoas e Ecologia 6,5 Preservação Durante Construção Avaliação do Risco de Árvores Total 100 Domínio 1996 (%) 8,5 8,5 13,5 9,0 12,0 9,0 14,5 13,5 5,0 6,5 100 2001 (%) 5,5 9,0 13,0 6,5 9,5 11,5 12,0 11,0 4,5 3,0 7,0 7,5 100 2006 (%) 8 11 9 11 11 12 9 7 11 11 100 Novo Nome do Domínio Combinado em Manejo do Solo Instalação & Estabelecimento Biologia da Árvore Manejo do Solo Identificação e Seleção Práticas de Segurança no Trabalho Poda Diágnose e Tratamento Combinado em P.A. e A.R.A. Florestas Urbanas Proteção das Árvores Avaliação do Risco de Árvores
  94. 94. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA O papel da ISA ISA – International Society of Arboriculture NOVOS PROGRAMAS PARA NOVAS DEMANDAS Qualificação em Avaliação de Risco de Árvores (TRAQ) 03 / 2013
  95. 95. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA O papel da ISA ISA – International Society of Arboriculture NOVAS PUBLICAÇÕES
  96. 96. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA O papel da ISA ISA – International Society of Arboriculture TRADUÇÕES DE PUBLICAÇÕES
  97. 97. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA O papel da ISA ISA – International Society of Arboriculture CENTRO DE APRENDIZAGEM ONLINE • Unidades de aprendizagem “on-demand” em uma biblioteca crescente de áreas específicas • Três novos cursos em 2012-13: • Mais de 2.200 pessoas já fizeram cursos através do Centro de Aprendizagem Online
  98. 98. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA O papel da ISA ISA – International Society of Arboriculture ArborPod - Série de Podcasts Quatro diferentes séries de podcasts estão disponíveis, cada qual com um novo episódio a cada mês:
  99. 99. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA O papel da ISA ISA – International Society of Arboriculture NOVAS OPÇÕES PARA ESTUDANTES Estudantes se filiam à ISA de graça quando se filiam ao seu capítulo local !
  100. 100. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA O papel da ISA ISA – International Society of Arboriculture TEMAS DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ISA 2013
  101. 101. Arborização urbana nos EUA e o papel da ISA O papel da ISA ISA – International Society of Arboriculture Junte-se a nós em Milwaukee em 2014 http://www.isa-arbor.com

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