Osm 1

2.612 visualizações

Publicada em

0 comentários
2 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.612
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
23
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
71
Comentários
0
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide
  • Therblig é o nome de um conjunto de movimento s fundamentais necessários para o trabalhador executar operações em tarefas manuais.
  • Osm 1

    1. 1. ORGANIZAÇÃO, SISTEMAS E MÉTODOS (OSM)
    2. 2. ORGANIZAÇÃO, SISTEMAS E MÉTODOS (OSM)
    3. 3. CONTRATO• Na Avaliação Escrita e nas Atividades Práticas serão observados: – Precisão na Abordagem do Tema; – Coerência de raciocínio; – Apresentação e – Pontualidade das tarefas propostas.
    4. 4. CONTRATO• Das Avaliações escritas : AV = média aritmética das Provas• haverá Prova substitutiva a qual substitui exclusivamente uma das provas bimestrais.• Dos Trabalhos e Seminários: TS será a média aritmética dos trabalhos/seminários.
    5. 5. CONTRATO• As notas serão de 0 a 10 pontos considerando-se até o décimo, e com o seguinte critério de pesos:• N = AV. 0,7 + TS . 0,3• onde N é a nota final• APROVADO SE N ≥ 7 E FALTAS < 25%• Exame se N menor que 7
    6. 6. Objetivos GeraisFamiliarizar os alunos com os conceitosreferentes a Organização, Sistemas eMétodos nas empresas, como uminstrumento facilitador no processodecisório, bem como na operacionalizaçãodas decisões tomadas e do controle eavaliação dos resultados.
    7. 7. Objetivos GeraisPara atingir estes objetivos; faz se necessáriaa condução de aulas teóricas, bem comotrabalhos práticos que visam a aprendizagem edesenvolver as habilidades de trabalho emequipe.
    8. 8. BIBLIOGRAFIA OSM• Sistemas, Organizações e Métodos-Djalma dePinho R. de Oliveira Editora Atlas, 2007• Organização, Sistemas e Métodos-Luis Cesar G.de Araújo Editora Atlas, 2008 Volumes I e II.•Sistemas, Organizações e Métodos, Tadeu Cruz,Ed. Atlas, 2009.
    9. 9. OSM ... Porquê?“ Não se pode administrar o que não se pode medir”
    10. 10. FASE ARTESANAL Antiguidade 1780• Artesanato rudimentar.• Pequenas oficinas. • Ferramentas toscas• Mão de obra intensiva e não qualificada.• Trabalho escravo.• Sistema comercial a base de troca (escambo).
    11. 11. FASE DO ARTESANATO À INDUSTRIALIZAÇÃO 1780 1860 - 1° REVOLUÇÃO INDUSTRIAL • Energia :(carvão) material básico (ferro). Mecanização: Máquina de fiar-1767- Tear hidráulico-1769- Descaroçador de algodão- 1792.Transportes Navegação a vapor-1807- Locomotiva a vapor- 1823Comunicações :Telégrafo elétrico-1835. Selo postal-1840
    12. 12. FASE DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL 1860 1914 - 2° REVOLUÇÃO INDUSTRIAL• Energia: Eletricidade/petróleo) e material (aço).• Mecanização: Motor a explosão-elétrico -1873.•Transportes : Automóvel – 1880 Avião –1906• Comunicações: Telégrafo sem fio /Telefone / Cinema -1876
    13. 13. 1910 – Henry Ford cria a linha de montagem seriada ,revolucionando os métodos e processos até entãoinexistentes. Surge então a produção em massa. • Linha de montagem • Posto de trabalho • Estoques intermediários • Monotonia do trabalho • Arranjo físico • Balanceamento de linha Engenharia Industrial • Produtos em processo • Motivação • Sindicatos • Manutenção Preventiva • Controle Estatístico de Processos • Fluxogramas de Processos
    14. 14. Ícones na História da Gestão de Operaçõeso Eli Whitney (fins de 1700s) - Intercambiabilidade de Parteso Frederick Winslow Taylor (inicio1900s) - Administração científicao Henry Ford (inicio 1900s) - Produção em massa 1. Chevrolet 2. Buicko Alfred P. Sloan Jr. (1920s) 3. Oldsmobile 4. Pontiac - Planejamento Centralizado e 5. Cadillac Controle Descentralizado
    15. 15. FASE DO GIGANTISMO INDUSTRIAL 1914 1945 ENTRE AS GUERRAS• Energia:Petroquímicas Aplicações tecno-científicas.• Mecanização:Tecnologia para fins bélicos.• Transportes: Navegação de grande porte Estradas de ferro e rodovias-
    16. 16. FASE MODERNA 1945 1980 PÓS GUERRASeparação entre países desenvolvidos e em desenvolvimento .• Materiais: plástico, alumínio, fibras têxteis sintéticas,concreto.• Energia: Nuclear e Solar. Petróleo e Eletricidade se mantém.• Tecnologias: circuito integrado, o transistor, TV a cores,computador, máquina de calcular eletrônica, tv por satélite,popularização do automóvel.• Automação• Retração, escassez de recursos, inflação, juros e custos• Incerteza e imprevisibilidade
    17. 17. 1960 Conceito da Produção Enxuta • “Just in Time”(JIT) • Engenharia Simultânea • Tecnologia de Grupo • Consorcio modular • Células de Produção • Desdobramento da função qualidade (QFD) • Sistemas Flexíveis de Manufatura • Manufatura Integrada por Computador • “Benchmarking” • “Comakership” Produção Customizada ...!
    18. 18. FASE DA GLOBALIZAÇÃO 1980 1990 3° REVOLUÇÃO INDUSTRIAL• Desafios, dificuldades, ameaças, coações, contingências, restrições e toda sorte de adversidades.• Ambiente externo: Complexo e mutante Muita incerteza• Concorrência acirrada• Tradição e passado não contam mais.
    19. 19. A ERA DO CONHECIMENTO 1990 ERA DO CONHECIMENTO• Fonte de riqueza-Conhecimento• Tipo de organização-Rede HumanaConceitos:• Rede sem hierarquia• Processos Integrados• Trabalho através de diálogo• Ajuste e Tempo do Homem• Equipes focalizadas em tarefas
    20. 20. A Fábrica do Futuro• Organização da produção (alto valor agregado, 5 Ss, dispositivos a prova de erros, etc);• Projeto dos produtos e dos processos (QFD,Engenharia Simultânea, produtos simplificados, etc);• Layout (Manufatura Celular, Tecnologia de Grupo,etc);• Comunicação visual (Andon, KANBAN, relatórios,código de barras, códigos de cores, etc);• Posto de trabalho;• Compromisso com o meio ambiente (ISO 14000...);• Gestão do conhecimento.
    21. 21. ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA Taylor / Ford / Gilbreth (ÊNFASE NAS TAREFAS)Estudo de Tempos e Movimentos (Therbligs) •Re-elaboração das tarefas. •Padrões para escala de pagamento. •Descrição completa de tarefas para recrutamento e seleção de pessoal. •Trabalho mais rápido e com menor fadiga.
    22. 22. OS THERBLIGS NA BUSCA DA PADRONIZAÇÃO 9. Separar:1. Procurar; 2. Escolher; 10. Utilizar; 11. Soltar a carga; 3. Pegar; 4. Transportar vazio; 12. Inspecionar; 13. Segurar; 5. Transportar cheio; 14. Esperar inevitavelmente; 6. Posicionar(Colocar em posição); 15. Esperar quando inevitável; 7. Pré-posicionar (preparar para colocar em posição); 16. Repousar; 8. Unir (amontoar); 17. Planejar.
    23. 23. SIMBOLOGIA THERBLIG Cor Simbologia Therblig Colr SimbologiaProcurar Preto Usar RoxoEncontar Cinza Desmontar Violeta claroSelecionar Cinza claro Inspecionar Laranja queimadaPegar Vermelho Pré-posicionar Azul celesteSegurar Ouro ocre Liberar carga Vermelho carmimTransportat carregado Verde Demora inevitável Amarelo ocreTransportar vazio Verde Oliva Demora evitável Amarelo limãoPosicionar Azul Planejar MarromMontar Violeta escuro Repousar Laranja
    24. 24. Abordagem da administração científica Taylor & Gilbreth Seleção Plano de científica Incentivo do salarial trabalhadorEstudo de Método Maiores Padrão de Supervisão Máxima lucros tempos de funcional eficiência Produção e salários métodos Trabalho Condições Lei da Ambientais fadiga de trabalho
    25. 25. Escopo • Qual a conceituação de sistemas? • Qual a sua importância para os executivos em seus trabalhos nas empresas? •Quais os seus aspectos básicos? •Como foi a evolução dos estudos de sistemas?•Quais as contribuições específicas da Teoria Geral de Sistemas para o analista de sistemas,organização e métodos?
    26. 26. Sistema - o que é? É um conjunto de partes interagentes e interdependentes que, conjuntamente, formam um todo unitário com determinado objetivo e efetuam função específica.”Princípio da mútua dependência das partes” (OLIVEIRA, Djalma P. R. Sistemas, Organização & Métodos. São Paulo: Atlas, 2002)
    27. 27. Modelos de interpretação social• Modelo mecânico – Surgimento da ciência, física, mecânica, etc – Sociedade entendida como máquinas complexas – Inter-relacionados e previsíveis.• Modelo orgânico – Progresso da biologia – Estado de equilíbrio – Alterações promovem reações para novo equilíbrio – Mútua dependência das partes
    28. 28. Moderno enfoque dos sistemas empresariais Modelo sistêmico• Procura desenvolver: – Uma técnica para lidar com a complexidade; – Um enfoque sintético do todo: • Não permite a análise separada das partes devido as complexas inter-relações; – Um estudo das relações entre os elementos: • Processos e probabilidades de transição; • Arranjos estruturais e dinâmica; • Estudos dos elementos em separado não atende este conceito.
    29. 29. Sistemas - ConceitoInputs Sistema Outputs (Cliente) Materiais Produto Energia ou serviço Informação Abordagem da Insumos ISO-9000 :2000 Custos Faturamento
    30. 30. ELEMENTOS DE UM SISTEMAEntradas Processo Saídas (Inputs) de (outputs) Transformação Entropia (Perda) Retroalimentação Objetivos
    31. 31. Conceito de entropia É uma lei universal da natureza, na qual todas as formas de vida se movem para a desorganização e a morte”Entropia de um sistema pode ser considerada como perda. Entropia positiva (+) é má (perda), por definição Entropia negativa (-) é boa (não perda)
    32. 32. COMPONENTES DE UM SISTEMA • Os Objetivos; • As Entradas; • O Processo de Transformação; •As Saídas; •Os Controles e avaliação do Sistema;
    33. 33. COMPONENTES DE UM SISTEMA • Os Objetivos; -dos usuários -do próprio sistema Razão da existência, a finalidade da criação
    34. 34. COMPONENTES DE UM SISTEMA • As Entradas: • Forças: • Material • Informação • energia
    35. 35. COMPONENTES DE UM SISTEMA• O Processo de Transformação: – Função que possibilita a transformação dos elementos de entrada – Considera-se a entropia
    36. 36. COMPONENTES DE UM SISTEMA• As Saídas: – Resultados dos processos de transformação; – As finalidades para que se uniram os: • Objetivos; • Atributos e • Relações do sistema.
    37. 37. COMPONENTES DE UM SISTEMA• Os Controles e avaliações do Sistema: – Verificar as saídas – Desempenho do sistema: • Indicadores ou padrão
    38. 38. COMPONENTES DE UM SISTEMA• A Retroalimentação (ou realimentação ou feedback): – Reintrodução de uma saída na forma de informação; – Processo de comunicação; reage e incorpora ao sistema; – Resultado da divergência verificada (respostas do sistema e parâmetros); – Objetivo de tornar o sistema auto regulado.

    ×