Texto Áureo
"[...] Eis que o povo é um, e todos
têm uma mesma língua; e isto é o
que começam a fazer; e, agora, não
haverá...
Verdade Prática
Sem o livro de Gênesis, as
grandes perguntas da vida ainda
estariam sem resposta.
Apesar da multiplicidade...
1 - E era toda a terra de uma mesma língua e de uma mesma fala.
2 - E aconteceu que, partindo eles do Oriente, acharam um ...
6 - e o Senhor disse: Eis que o povo é um, e todos têm uma mesma língua; e
isto é o que começam a fazer; e, agora, não hav...
Objetivo Geral
Mostrar como se deu a diversidade cultural da
humanidade.
Objetivos Específicos
I. Saber a respeito da torre de Babel;
II. Analisar como se deu a confusão de línguas;
III. Mostrar ...
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
U m d o s f a t o r e s q u e l e va r a m a p r i m e i r a c i vi l i z a ç ã o
h u m a n a à d e p r a va ç ...
INTRODUÇÃO
(co nt.)
A fim de impedir a degeneração da segunda
civiliz ação, o Se nhor conf unde - lhes a língua ,
levando ...
PONTO CENTRAL
O monolinguismo contribuiu para que
a primeira civilização humana se
tor nasse uma civilização depravada e
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I. A TORRE DE BABEL
I. A TORRE DE BABEL
Não sabemos quanto tempo se havia passado
desde que Noé saiu da arca até a construção
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I. A TORRE DE BABEL
1. O monolinguismo
Naquele tempo, a humanidade ainda era
monolíngue ; t odos f alava m uma só língua (...
I. A TORRE DE BABEL
2. Uma nova apostasia
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I. A TORRE DE BABEL
3 . U m monument o à s obe rba humana
Ap e s a r d a s g a r a n t i a s d i vi n a s d e q u e n ã o ...
SINOPSE DO TÓPICO I
II. A CONFUSÃO DE
LÍNGUAS
1.UMA CIDADE À PROVA D'ÁGUA
A e n g e n h a r i a d o s d e s c e n d e n t e s d e N o é e r a b a s t a n t e
a va n ç a...
2 . A TOR R E QU E D EU S N Ã O VIU
Ao s o l h o s d o s h o m e n s , a t o r r e p a r e c i a a l t a . M a s , à
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3 . QU A N D O N IN GU ÉM MA IS SE EN TEN D E
P o r i s s o m e s m o , o S e n h o r d e c r e t a : " E i a , d e s ç a ...
SINOPSE DO TÓPICO II
III. A MULTIPLICIDADE
LINGUÍSTICA E
CULTURAL
III. A MULTIPLICIDADE
LINGUÍSTICA E CULTURAL
O episódio da torre de Babel criou diversas
fronteiras entre os descendentes ...
III. A MULTIPLICIDADE LINGUÍSTICA E
CULTURAL
1. Linguísticas
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III. A MULTIPLICIDADE LINGUÍSTICA
E CULTURAL
2. Culturais
A diversidade linguística trouxe também a
diversidade cultural. ...
III. A MULTIPLICIDADE LINGUÍSTICA
E CULTURAL
3. Geográficas
Acrescente-se a essas dificuldades as
fronteiras naturais: rio...
SINOPSE DO TÓPICO III
CONCLUSÃO
O episódio de Babel não impediu a proclamação do Evangelho,
pois no Pentecostes, "todos foram cheios do Espírito...
PARA REFLETIR
1) O que levou os descendentes de Noé a construírem a torre de
Babel?
Eles queriam fama e desejavam seguranç...
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Lição 10 - A origem da diversidade cultural da humanidade

  1. 1. Texto Áureo "[...] Eis que o povo é um, e todos têm uma mesma língua; e isto é o que começam a fazer; e, agora, não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer" (Gn 11.6).
  2. 2. Verdade Prática Sem o livro de Gênesis, as grandes perguntas da vida ainda estariam sem resposta. Apesar da multiplicidade de línguas e dialetos, decorrente da confusão de Babel, o Evangelho de Cristo pode ser perfeitamente entendido em todos os idiomas e culturas.
  3. 3. 1 - E era toda a terra de uma mesma língua e de uma mesma fala. 2 - E aconteceu que, partindo eles do Oriente, acharam um vale na terra de Sinar; e habitaram ali. 3 - E disseram uns aos outros: Eia, façamos tijolos e queimemo-los bem. E foi-lhes o tijolo por pedra, e o betume, por cal. 4 - E disseram: Eia, edifiquemos nós uma cidade e uma torre cujo cume toque nos céus e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra. 5 - Então, desceu o Senhor para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens edificavam; LEITURA BÍBLICA Gênesis 11.1-9
  4. 4. 6 - e o Senhor disse: Eis que o povo é um, e todos têm uma mesma língua; e isto é o que começam a fazer; e, agora, não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer. 7 - Eia, desçamos e confundamos ali a sua língua, para que não entenda um a língua do outro. 8 - Assim, o Senhor os espalhou dali sobre a face de toda a terra; e cessaram de edificar a cidade. 9 - Por isso, se chamou o seu nome Babel, porquanto ali confundiu o Senhor a língua de toda a terra e dali os espalhou o Senhor sobre a face de toda a terra. LEITURA BÍBLICA Gênesis 11.1-9
  5. 5. Objetivo Geral Mostrar como se deu a diversidade cultural da humanidade.
  6. 6. Objetivos Específicos I. Saber a respeito da torre de Babel; II. Analisar como se deu a confusão de línguas; III. Mostrar que a multiplicidade linguística e cultural, depois da Torre de Babel, tornou-se um fato.
  7. 7. INTRODUÇÃO
  8. 8. INTRODUÇÃO U m d o s f a t o r e s q u e l e va r a m a p r i m e i r a c i vi l i z a ç ã o h u m a n a à d e p r a va ç ã o t o t a l f o i o m o n o l i n g u i s m o . E n t r e o s f i l h o s i m e d i a t o s d e Ad ã o e E v a , i n e x i s t i a m f r o n t e i r a s i d i o m á t i c a s , c u l t u r a i s e g e o g r á f i c a s . E i s p o r q u e o s e x e m p l o s d e C a i m e L a m e q u e a l a s t r a r a m - s e l o g o p o r t o d a a t e r r a . N a l i ç ã o d e h o j e , e n c o n t r a r e m o s a f a m í l i a n o é t i c a c o r r e n d o o m e s m o p e r i g o . Te m e n d o u m n o vo d i l ú vi o , e r e c u s a n d o - s e a p o vo a r a t e r r a , p u s e r a m - s e o s d e s c e n d e n t e s d e N o é a c o n s t r u i r u m a t o r r e , c u j o t o p o , s e g u n d o i m a g i n a va m , t o c a r i a o s c é u s .
  9. 9. INTRODUÇÃO (co nt.) A fim de impedir a degeneração da segunda civiliz ação, o Se nhor conf unde - lhes a língua , levando a linhagem de Sem, C am e J afé a espalhar - s e pelos mais longínquos cont inent es . D est e episódio, surge a mult iplicidade linguíst ica e cult ural da humanidade .
  10. 10. PONTO CENTRAL O monolinguismo contribuiu para que a primeira civilização humana se tor nasse uma civilização depravada e distante do Criador.
  11. 11. I. A TORRE DE BABEL
  12. 12. I. A TORRE DE BABEL Não sabemos quanto tempo se havia passado desde que Noé saiu da arca até a construção da torre de Babel. De qualquer forma, seus filhos, Sem e Jafé, não puderam impedir seus descendentes de cair na apostasia de Cam.
  13. 13. I. A TORRE DE BABEL 1. O monolinguismo Naquele tempo, a humanidade ainda era monolíngue ; t odos f alava m uma só língua (Gn 11 .1) . Sobre o idioma original da humanidade, há muit a especulação . Alguns sugerem o hebraico . Nada mais ilógico . A braão, a o deixar a sua t erra nat al, f alava o arameu ( Dt 2 6 .5) que, n o s lábios de seus descendent es, sofreria sucessivas mudanças at é t ransf ormar - s e na belíssima língua hebreia . O interessante é que depois do cativeiro babilônico, os israelit as volt ariam a usar o a ra maic o, inclusive Jesus ( Mc 1 5 .3 4 ) .
  14. 14. I. A TORRE DE BABEL 2. Uma nova apostasia S e p o r u m l a d o o m o n o l i n g u i s m o f a c u l t a va a r á p i d a d i s s e m i n a ç ã o d o c o n h e c i m e n t o , p o r o u t r o , p r o p a g a v a c o m a m e s m a r a p i d e z a s a p o s t a s i a s d a n o va c i vi l i z a ç ã o . E , a s s i m , n ã o d e m o r o u p a r a q u e a r e vo l t a , m i s t u r a d a a o m e d o , s e t o r n a s s e i n c o n t r o l á v e l . P o r i s s o , r e vo l t a m - s e o s d e s c e n d e n t e s d e N o é c o n t r a D e u s : " E i a , e d i f i q u e m o s n ó s u m a c i d a d e e u m a t o r r e c u j o c u m e t o q u e n o s c é u s e f a ç a m o - n o s u m n o m e , p a r a q u e n ã o s e j a m o s e s p a l h a d o s s o b r e a f a c e d e t o d a a t e r r a " ( G n 11 . 4 ) . S e D e u s n ã o t i ve s s e i n t e r vi n d o a s i t u a ç ã o f i c a r i a m a i s i n s u s t e n t á ve l d o q u e n o p e r í o d o a n t e r i o r a o D i l ú vi o .
  15. 15. I. A TORRE DE BABEL 3 . U m monument o à s obe rba humana Ap e s a r d a s g a r a n t i a s d i vi n a s d e q u e n ã o h a v e r i a o u t r o d i l ú vi o , o s f i l h o s d e N o é b u s c a va m a g o r a c o n c e n t r a r - s e n u m l u g a r a l t o e f o r t e . E n t r e g a n d o - s e a o m e d o , a c a b a r a m p o r e r g u e r u m m o n u m e n t o à s o b e r b a e à r e b e l i ã o . A o r d e m d o S e n h o r à q u e l a g e n t e e r a c l a r a : e s p a l h a r - s e a t é a o s c o n f i n s d a t e r r a ( G n 9 . 7 ; M t 2 8 . 1 9 , 2 0 ) . S é c u l o s m a i s t a r d e , o S e n h o r J e s u s C r i s t o t a m b é m o r d e n o u a o s s e u s d i s c í p u l o s q u e f o s s e m p r o c l a m a r o E va n g e l h o a t é o s c o n f i n s d a Te r r a . Q u a n d o n ã o a o b e d e c e m o s , e d i f i c a m o s d i s p e n d i o s a s t o r r e s , o n d e a c o n f u s ã o é i n e vi t á v e l . C a d a u m f a l a a s u a l í n g u a , e n i n g u é m s e e n t e n d e m a i s .
  16. 16. SINOPSE DO TÓPICO I
  17. 17. II. A CONFUSÃO DE LÍNGUAS
  18. 18. 1.UMA CIDADE À PROVA D'ÁGUA A e n g e n h a r i a d o s d e s c e n d e n t e s d e N o é e r a b a s t a n t e a va n ç a d a . D e i n í c i o , p r o j e t a r a m u m a c i d a d e c u j o e p i c e n t r o s e r i a u m a t o r r e q u e , s e g u n d o i m a g i n a v a m , a r r a n h a r i a o c é u ( G n 9 . 4 ) . Aq u e l e l u g a r s e t o r n a r i a u m a f o r t a l e z a i m p e n e t r á v e l , m a s i n d e p e n d e n t e d o s p l a n o s d o s h o m e n s , D e u s l h e s f r u s t r a r i a o s o b j e t i v o s e c u m p r i r i a s u a vo n t a d e e s p a l h a n d o - o s p e l a t e r r a . E m s e g u i d a , p r e p a r a r a m o m a t e r i a l : t i j o l o s b e m q u e i m a d o s e b e t u m e . O s e u o b j e t i vo e r a c o n s t r u i r u m a c i d a d e à p r o va d ' á g u a . S e h o u ve s s e a l g u m d i l ú vi o , e s c a l a r i a m a t o r r e , e t u d o e s t a r i a b e m . N a ve r d a d e , n ã o q u e r i a m c u m p r i r o m a n d a t o c u l t u r a l q u e o S e n h o r c o n f i a r a a o p a t r i a r c a : r e p o vo a r e t r a b a l h a r a t e r r a ( G n 9 . 4 ) . II. A CONFUSÃO DE LÍNGUAS
  19. 19. 2 . A TOR R E QU E D EU S N Ã O VIU Ao s o l h o s d o s h o m e n s , a t o r r e p a r e c i a a l t a . M a s , à vi s t a d e D e u s , n a d a e r a . I r o n i c a m e n t e , o Al t í s s i m o t e ve d e b a i x a r à t e r r a p a r a v ê - l a : " E n t ã o , d e s c e u o S e n h o r p a r a v e r a c i d a d e e a t o r r e q u e o s f i l h o s d o s h o m e n s e d i f i c a va m " ( G n 11 . 5 ) . As s i m s ã o o s p r o j e t o s f i r m a d o s n a va i d a d e h u m a n a . Ao s n o s s o s o l h o s , m u i t a c o i s a ; à vi s t a d e D e u s , t o l a s p r e t e n s õ e s . S e o S e n h o r n ã o t i v e s s e i n t e r vi n d o , a s e g u n d a c i vi l i z a ç ã o t o r n a r - s e - i a p i o r d o q u e a p r i m e i r a ( G n 11 . 6 ) . N e n h u m l i m i t e s e r i a f o r t e o b a s t a n t e p a r a c o n t e r a q u e l a g e n t e , q u e j á c o m e ç a v a a d e p r a v a r - s e t o t a l m e n t e . II. A CONFUSÃO DE LÍNGUAS
  20. 20. 3 . QU A N D O N IN GU ÉM MA IS SE EN TEN D E P o r i s s o m e s m o , o S e n h o r d e c r e t a : " E i a , d e s ç a m o s e c o n f u n d a m o s a l i a s u a l í n g u a , p a r a q u e n ã o e n t e n d a u m a l í n g u a d o o u t r o " ( G n 11 . 7 ) . N a s c i a a l i , n a p l a n í c i e d e S i n e a r, o m u l t i l i n g u i s m o . C o m o n i n g u é m m a i s s e e n t e n d i a , o s d e s c e n d e n t e s d e N o é f o r a m a p a r t a n d o - s e u n s d o s o u t r o s , e r e a g r u p a n d o - s e d e a c o r d o c o m a s u a n o v a r e a l i d a d e i d i o m á t i c a . O s f i l h o s d e S e m f o r m a r a m u m a g r a n d e f a m í l i a l i n g u í s t i c a , d a q u a l s e o r i g i n a r a m o a r a m a i c o , o m o a b i t a , o á r a b e e , m a i s t a r d e , o h e b r a i c o . O m e s m o f e n ô m e n o d e u - s e e n t r e a s l i n h a g e n s d e J a f é e C a m . É b e m p r o v á v e l q u e P e l e g u e t e n h a n a s c i d o n e s s e p e r í o d o ( G n 1 0 . 2 5 ) . A p e s a r d a c o n f u s ã o d a l i n g u a g e m h u m a n a , D e u s p e r m i t i u q u e o s i d i o m a s c o n s e r v a s s e m e v i d ê n c i a s d e u m p a s s a d o , j á b a s t a n t e r e m o t o , q u a n d o t o d o s o s s e r e s h u m a n o s f a l a v a m u m a s ó l í n g u a . II. A CONFUSÃO DE LÍNGUAS
  21. 21. SINOPSE DO TÓPICO II
  22. 22. III. A MULTIPLICIDADE LINGUÍSTICA E CULTURAL
  23. 23. III. A MULTIPLICIDADE LINGUÍSTICA E CULTURAL O episódio da torre de Babel criou diversas fronteiras entre os descendentes de Noé: linguísticas, culturais e geográficas.
  24. 24. III. A MULTIPLICIDADE LINGUÍSTICA E CULTURAL 1. Linguísticas D a b a r r e i r a i d i o m á t i c a , s u r g i u a n o ç ã o d e n a c i o n a l i d a d e , r e s p o n s á v e l p e l a c r i a ç ã o d e p a í s e s e r e i n o s . S ó o s i m p é r i o s , g e r a l m e n t e a n t a g ô n i c o s a D e u s , b u s c a m u n i f i c a r o q u e o S e n h o r s e p a r o u e m S i n e a r ( D n . 3 . 7 ) . A m u l t i p l i c i d a d e l i n g u í s t i c a d o s p o v o s o p r i m i d o s , p o r é m , t o r n a i n v i á v e l t a l u n i f i c a ç ã o , a i n d a q u e p o s s a s e r c o n s i d e r a d a " d u r a d o u r a " , c o m o f o i o i m p é r i o r o m a n o . J á i m a g i n o u s e t o d a a h u m a n i d a d e f a l a s s e o r u s s o o u o a l e m ã o ? H o m e n s c o m o S t a l i n e H i t l e r t e r i a m c e r t a m e n t e d o m i n a d o t o d a a t e r r a .
  25. 25. III. A MULTIPLICIDADE LINGUÍSTICA E CULTURAL 2. Culturais A diversidade linguística trouxe também a diversidade cultural. Cada povo, uma língua, uma cultura e costumes bem característicos . Tais fatores tornam inviável um Estado totalitário mundial. O governo do Anticristo, aliás, reinará absoluto por apenas 42 meses (Ap 13.5). Logo após, será destruído.
  26. 26. III. A MULTIPLICIDADE LINGUÍSTICA E CULTURAL 3. Geográficas Acrescente-se a essas dificuldades as fronteiras naturais: rios, mares, montanhas, vales, etc. Cada povo com o seu território. Deus sabe o que faz.
  27. 27. SINOPSE DO TÓPICO III
  28. 28. CONCLUSÃO O episódio de Babel não impediu a proclamação do Evangelho, pois no Pentecostes, "todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem" (At 2.4). A Palavra de Deus, atualmente, encontra-se em quase todas as línguas. O que parecia maldição fez-se bênção para todos os povos.
  29. 29. PARA REFLETIR 1) O que levou os descendentes de Noé a construírem a torre de Babel? Eles queriam fama e desejavam segurança. Foram movidos pelo orgulho. 2) Como eles construíram a torre? Eles prepararam o material: tijolos bem queimados e betume. 3) O que teria acontecido se eles tivessem alcançado o seu intento? O homem não teria cumprido o mandato cultural que Deus havia lhe dado. 4) O que, hoje, separa os seres humanos? A diversidade linguística, cultural e geográfica. 5) Que episódio bíblico é considerado o contraponto da torre de Babel? A proclamação do Evangelho, pois no Pentecostes, "todos foram A respeito do Livro de Gênesis:

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