1. O PROCESSO DA AVALIAÇÃO<br />2. BOAS PRÁTICAS DA AVALIAÇÃO<br />3. GRELHAS DE AVALIAÇÃO<br />4. O RELATÓRIO DO REVISOR<...
2. BOAS PRÁTICAS DA AVALIAÇÃO<br /><ul><li>A avaliação de artigos científicos deve ser encarada como uma actividade cívica...
O revisor deve auxiliar o editor a defender os interesses do leitor na obtenção de trabalhos de melhor qualidade e utilida...
Nesse sentido, um avaliador que se limite a preencher grelhas, sem comentar nem justificar os seus julgamentos, deve ser e...
A decisão de aceitar ou rejeitar um artigo cabe ao editor. O papel do revisor é fornecer ao editor elementos que sustentem...
Na maior parte dos casos, a contribuição do revisor é importante, por representar experiência e competência no domínio, ma...
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2. Boas Práticas da Avaliação

  1. 1. 1. O PROCESSO DA AVALIAÇÃO<br />2. BOAS PRÁTICAS DA AVALIAÇÃO<br />3. GRELHAS DE AVALIAÇÃO<br />4. O RELATÓRIO DO REVISOR<br />5. TIPOS DE ARTIGOS<br />6. NOVAS TENDÊNCIAS<br />
  2. 2. 2. BOAS PRÁTICAS DA AVALIAÇÃO<br /><ul><li>A avaliação de artigos científicos deve ser encarada como uma actividade cívica do cientista na sua contribuição para melhorar o eco-sistema de produção científica
  3. 3. O revisor deve auxiliar o editor a defender os interesses do leitor na obtenção de trabalhos de melhor qualidade e utilidade, mas respeitar o autor, ajudando-o a melhorar o seu trabalho e a progredir como autor
  4. 4. Nesse sentido, um avaliador que se limite a preencher grelhas, sem comentar nem justificar os seus julgamentos, deve ser excluído e remetido para lista negra
  5. 5. A decisão de aceitar ou rejeitar um artigo cabe ao editor. O papel do revisor é fornecer ao editor elementos que sustentem a sua decisão, bem como propor recomendações que ajudem o autor a melhorar o seu trabalho </li></li></ul><li>2. BOAS PRÁTICAS DA AVALIAÇÃO<br /><ul><li>As avaliações devem ser sempre justificadas, eventualmente com referências que as apoiem (o revisor deve abster-se de sugerir referências da sua própria autoria, que poderão denunciar arrogância ou parcialidade da sua parte)
  6. 6. Na maior parte dos casos, a contribuição do revisor é importante, por representar experiência e competência no domínio, mas por vezes é útil que, como advogado do diabo, assuma um papel exterior ao domínio
  7. 7. O papel do revisor não é dar largas à sua vaidade e mostrar como é competente e superior, mas sim oferecer, discretamente, uma avaliação útil e objectiva </li></li></ul><li>2. BOAS PRÁTICAS DA AVALIAÇÃO<br /><ul><li>Um revisor que não seja suficientemente crítico está a prestar um mau serviço à comunidade, encorajando investigação de má qualidade, iludindo autores inexperientes, incentivando a progressão de autores incompetentes, degradando a qualidade do conhecimento tornado público, incentivando a proliferação de trabalhos que tornam os processos de revisão insustentáveis. Poderá estar, assim, a contribuir para um mundo mais ignorante do que aquele em que vivemos
  8. 8. Um revisor que seja demasiado crítico pode bloquear o progresso da investigação, matar à nascença ideias promissoras, prejudicar carreiras, deixar as revistas e conferências sem nada que publicar. Em particular, não deverá rejeitar, sem boas razões, trabalhos que se oponham às ideias correntes e que, por esse motivo, poderão vir a ser embriões de novos e valiosos desenvolvimentos </li></li></ul><li>2. BOAS PRÁTICAS DA AVALIAÇÃO<br /><ul><li>Deve-se usar um tom civilizado e não insultuoso nas avaliações. As críticas devem ser dirigidas ao artigo e não ao autor
  9. 9. Um revisor deverá evitar, em absoluto, actuar em situação de conflito de interesses, nomeadamente se for parte interessada na aprovação ou rejeição de um artigo
  10. 10. Um artigo submetido a avaliação é confidencial, pelo que, uma vez avaliado, deverá ser esquecido. Não poderá ser copiado nem divulgado. A apropriação, mesmo que subconsciente, de ideias alheias é uma falta grave, e, neste caso, um abuso de um privilégio
  11. 11. Se um revisor não estiver à vontade num tópico em avaliação, não tiver tempo para avaliar um artigo, ou tiver conflito de interesses, deverá comunicá-lo de imediato ao editor</li></li></ul><li>2. BOAS PRÁTICAS DA AVALIAÇÃO<br /><ul><li>É frequente os autores de artigos para conferências serem convidados a actuar também como revisores. Deverão aceitar, a bem do sucesso da conferência, entendida como evento de partilha
  12. 12. Quando um artigo é definitivamente mau e irrecuperável, não se deve perder tempo a dar sugestões que tentem melhorá-lo. O papel do revisor é auxiliar o autor, mas não escrever o artigo por ele. Nesses casos, deve apontar duas ou três falhas graves e passar ao trabalho seguinte </li>

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