há muito penso que a vida já teve expansãoem muitas vias como a nossa Lácteaagora descobrem água líquida em Marteo que vir...
nos cantos de muitos amorestem vários trovadores                              12 de março de 2010 às 13:38
amor é segredodevaneio pueril e sutíldo sentir imaginaramor é ânsia do homemintimidar o desentendimento de existir        ...
UM LAMENTOlamentamos solidarizamosa dor sentida no verso não compartilhadonas câmaras os acontecimentos de uma chuva assas...
NO MUNDONO SENTIMENTODE ESTAR VIVONAS COINCIDÊNCIASNA PARÁBOLA
VEM DEPRESSA- ela já me avisou que a minha situação está meia embaçada mas                                             log...
NA MESMA LUZ   a tarde nasci e sua plasticidade mescla saudade na mulher angustiada              profunda ao deixar ir o m...
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  1. 1. há muito penso que a vida já teve expansãoem muitas vias como a nossa Lácteaagora descobrem água líquida em Marteo que virá depois? 4 de agosto de 2008 às 08:53
  2. 2. nos cantos de muitos amorestem vários trovadores 12 de março de 2010 às 13:38
  3. 3. amor é segredodevaneio pueril e sutíldo sentir imaginaramor é ânsia do homemintimidar o desentendimento de existir 9 de abril de 2010 às 05:34
  4. 4. UM LAMENTOlamentamos solidarizamosa dor sentida no verso não compartilhadonas câmaras os acontecimentos de uma chuva assassinano dia um grande sofrimentoa terra derrapa escorrega se afunila abre vagassoterra desnorteia sem pouso os habitantes do bumbana confusão fome fria sede cheiro lixoum sentimento uma dor na imagem mesma infeliz 15 de abril de 2010 às 10:20
  5. 5. NO MUNDONO SENTIMENTODE ESTAR VIVONAS COINCIDÊNCIASNA PARÁBOLA
  6. 6. VEM DEPRESSA- ela já me avisou que a minha situação está meia embaçada mas logo saio do casulo - explica-me que ainda estou na prisão mas já sinto a brisa à porta do casebre miro as pedras do caminho tanta irregularidade como jogo de maré observo a outra na janela tão suave e comedida mesmo com aquela sensação de bem estar eu aqui a ver navios sem terra à vista guardada em pó de arroz ela voa como um pássaro e rodopia a meia volta assentada neste banco busca a outro encontro a mim refletida no espelho com três faces a me olhar quem sou eu quem é tu quem é ela ela vem correndo me avisar breve chega para ficar na forte brisa tonalizando vem depressa liberdade estou morrendo de saudade
  7. 7. NA MESMA LUZ a tarde nasci e sua plasticidade mescla saudade na mulher angustiada profunda ao deixar ir o montanhês naquele vento frio e furiosoaquele egípcio olhou a oriental que de vermelho caminha para o encontro das raças três faces três irmãos três cores três alegrias potencia domínio declínio fraterno abandono ambíguo participar entender musicar aguardo aquele menino com a alma calma depois de muitos cigarros consumidos entorpecida a vida colorida sou a mais feliz do mundo assim sinto movimento movimentos nada tenho a falar pois pensamentos velozes cavalos selvagens na mesma luz atlântico e pacífico o mesmo peito um imenso berço de águas vivas dois ninhos dois oceanos dois mundos dois abismos tudo aqui dentro poetas duas vertentes mesmas águas pastagens desertos cumes quatro oceanos estacionando o barco ao olhar as ondas 13 de agosto de 2010 às 11:39

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