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Departamento de Morfologia e Fisiologia animal
Fisiologia Humana Básica
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Journal of
Epilepsy and
Clinical
Neurophysiology

Papel das Sinapses
Elétricas em Crises
Epiléticas
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Introdução

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Duas proteínas

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Introdução
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Introdução
1. Uso combinado de técnicas de
biologia molecular no estudo de células
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Introdução
8 diferentes tipos de conexinas em neurônios no SNC, segundo Rouach et al.
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Introdução
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Introdução
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Modelo in vitro

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Modelo in vitro

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1- Aplicação de TMA;
2- Aplicação de carbacol e
3- Aplicação de ...
Modelo in vitro

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Modelo de baixo-magnésio, Khoravani e cols. (2005);
Amplitude de espectro: sub-oscilações (subripple...
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Sinapses elétricas em crises epiléticas

  1. 1. Universidade Federal Rural de Pernambuco Departamento de Morfologia e Fisiologia animal Fisiologia Humana Básica Professor Pabyton Cadena Grupo: Aline Araújo Drielly Melo Emily Cavalcante Rayssa Lima
  2. 2. Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology Papel das Sinapses Elétricas em Crises Epiléticas Raquel Araújo do Val-da-Silva, Graziela Lima Bachiega-Salviano, Ana Claudia Zanetti, Rodrigo Neves Romcy-Pereira, Tonicarlo Rodrigues Velasco, João Pereira Leite Depto. Neurociência e Ciências do Comportamento, Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP, SP, Brasil.
  3. 3. Introdução Comunicação Sinapses. Conexons conexinas. entre neurônios: Duas proteínas Conexinas Seis subunidades com inúmeras isoformas e pode ser abertas ou fechadas Fonte: www.afh.bio.br
  4. 4. Introdução Formam verdadeiros poros impermeáveis a íons e pequenas moléculas, onde não há intermédios químicos. Fazendo com que seja ultrarápida e com duração de apenas centésimos de milisegundos. Fonte: www.ufrgs.br
  5. 5. Introdução 1. Uso combinado de técnicas de biologia molecular no estudo de células nervosas e gliais em cultura, resultou na identificação das conexinas. 2. Estudos mostraram a presença de JC e expressão de conexinas em diversas regiões do SNC. (Hipotálamo, estriado, oliva inferior, hipocampo, bulbo olfatório, retina, córtex e cerebelo) Fonte: www,google.com
  6. 6. Introdução 8 diferentes tipos de conexinas em neurônios no SNC, segundo Rouach et al. RT-PCR RNAm com diferentes isoformas de conexinas: Conexina-26, Conexina-32, Conexina-36, Conexina-43. Conexina 43: Mais expressa na glia e em uma região do Hipocampo Conexina 36: É restrita aos neurônios. Conexina 32 e 43: São encontradas em Oligodendrócitos e astrócitos. Fonte: www.lasse.med.br
  7. 7. Introdução • O papel das junções comunicantes tem sido estudados em modelos in vivo, in vitro, em simulações computacionais e em humanos. Estudos eletrofisiológicos indicam gerações de oscilações muito rápidas precedendo as crises. Fonte: http://www.ufrgs.br/biologiacelularatlas/memb3.htm
  8. 8. Introdução 1. Oscilações de alta frequência (>100Hz) refletem uma sincronização de tempo curta para atividade neuronal. 2. Oscilações muito rápidas (>70Hz) podem ter papel causal no inicio das crises. Relação: JC X OMR X Crises.
  9. 9. Sincronia, Crises e Junções Comunicantes • Estudos em Humanos: • • • Origem da OMR (>70Hz) Precedem a crise. Modelo utilizado: EEG (eletroencefalograma); Crianças com Displasia Cortical Focal; Fonte: http://www.dialoguescns.com/publication/malformations-of-corticaldevelopment-and-epilepsy/
  10. 10. Sincronia, Crises e Junções Comunicantes • OMR foram encontradas nas crianças antes do início das crises • Eventos não registrados • A partir do momento em que foi constatada a presença de OMR no início das crises em pacientes epilépticos, vários autores começaram a investigar a relação exitente entre as JC e crises epilépticas. Fonte: www.doencasincapacitantes.host22.com
  11. 11. Modelos Animais in vivo Testado em ratos: • Utilzando bloqueador de canal de potássio= 4-amino-piridina(4-AP); para dar inicio as crises • 60min= CBX-carbenoxolona (bloqueador não específico da JC) e TMAtrimetil-amônio ( promove abertura da JC)
  12. 12. Resultados APÓS APLICAÇÃO CBX (bolqueador) TMA (provoca abertura) Reduziu a duração das crises. Teve efeito contrário. O envolvimento das JC pode ser crucial nas crises, já que sua abertura ou bloqueio alterou significamente a duração das crises.
  13. 13. Modelo in vitro • • • JC e crises epiléticas em modelos in vitro através de combinação de células nervosas e glias; Aplicação de 4-AP e seus efeitos em ratos com epilepsia e não epiléticos; Efeito da CBX na excitabilidade de neuronal. Fonte: http://ratterybrasil.blogspot.com.br/2013/04/epilepsiaem-ratos.html
  14. 14. Modelo in vitro • • • Kohling e Cols., 2011 e a observação em modelo de fatia hipocampal de ratos; Modelo Ca+²-zero Perez-Velazquez e cols. (1994) estudaram se haveria mudanças no acoplamento neuronal via JC;
  15. 15. Modelo in vitro • Para estudar a origem das OMR (>Hz); 1- Aplicação de TMA; 2- Aplicação de carbacol e 3- Aplicação de solução hipertônica de k+ na geração de atividade ictal;
  16. 16. Modelo in vitro • • Modelo de baixo-magnésio, Khoravani e cols. (2005); Amplitude de espectro: sub-oscilações (subripple 0-100), oscilações (ripple 100-200) e oscilações rápidas (fast ripple 200-300)

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