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A ASCENSÃO DA EUROPA DE
NOROESTE
A economia colonial dos
Países Baixos e da Inglaterra

Autoria: Profª Cristina Romba
A ascensão dos Países Baixos
 Primeira metade do século XVII.
 Causas:
 Sete províncias unidas (que se tornaram independentes da Espanha
em 1571);
 possui uma poderosa marinha mercante e uma importante frota
naval;
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norte da Europa) – ligava o Mediterrâneo ao Báltico;
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 tolerância religiosa (permitiu o refúgio de Judeus perseguidos na
Península Ibérica e no Império Otomano);
Autoria: Profª Cristina Romba
Burguesia holandesa: sóbria, mas
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Assalto à cidade de Salvador da Baía pela frota
holandesa

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A ascensão dos Países Baixos
- dedicava-se também ao corso (atacando, sobretudo, navios
portugueses e espanhóis);
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* conquistou algumas feitorias portuguesas em
Oriente;

África

e

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Vasto império colonial
Autoria: Profª Cristina Romba
A ascensão dos Países Baixos

Ataque holandês a galeões portugueses no porto de Goa
Autoria: Profª Cristina Romba
Rotas do comércio holandês no Oriente
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Autoria: Profª Cristina Romba
A ascensão dos Países Baixos
 Consolidação do império colonial holandês através da

criação de:

Duas Companhias Comerciais
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Companhia da Índias
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Companhia das Índias
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Sede da Companhia das Índias
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Autoria: Profª Cristina Romba

Um Banco internacional e
uma Bolsa de Valores
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Amesterdão e da Bolsa de
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A ascensão dos Países Baixos
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Navio da Companhia da Índias
Ocidentais
Autoria: Profª Cristina Romba
A ascensão da Inglaterra
Segunda metade do século XVII.
 Causas:


- desencadeou várias viagens e expedições em busca de novas rotas
marítimas para o Oriente;
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espanholas;
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Alargamento da área de influência britânica: construção de um
império colonial vasto
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Londres no século XVII
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Para preservar o império
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holandesa, foram criadas
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Oliver Cromwell, responsável pelo Ato de Navegação
Autoria: Profª Cristina Romba
A ascensão da Inglaterra
Para o desenvolvimento da construção naval e encorajamento da navegação
deste país (…) é decretado por este Parlamento (…) que a partir do 1º dia de
Dezembro de 1651 e daí para o futuro, nenhuns géneros ou mercadorias de qualquer
cultura, produção ou manufatura da Ásia, África ou América (…) tanto das
plantações inglesas como doutras, sejam importadas ou trazidas para esta comunidade
de Inglaterra ou para a Irlanda (…) em nenhum outro navio ou navios senão naqueles
que verdadeiramente pertençam ao povo desta Comunidade ou de suas plantações
(…).
E é mais decretado que nenhuns géneros ou mercadorias da cultura,
produção ou manufacturas da Europa sejam importados ou trazidos para esta
Comunidade em nenhum outro navio ou navios (…) senão naqueles que pertencem
ao povo desta comunidade (…) salvo se esses navios pertencerem ao povo daquele
país ou lugar de onde tenha origem a cultura, produção ou manufatura dos citados
géneros.
Ato de Navegação, 1651 (adaptado)
Autoria: Profª Cristina Romba
Ascensão da Inglaterra
 Ou seja:

- a Inglaterra só podia adquirir produtos da América, Ásia ou África se
fossem transportados por mercadores ingleses, em navios ingleses;
- a Inglaterra só podia adquirir produtos de países europeus se fossem
transportados por mercadores ingleses ou por mercadores dos
respectivos países europeus.

Desenvolver a
construção
naval

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Autoria: Profª Cristina Romba

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poder naval
dos
Holandeses
Impérios Coloniais no século XVII

Autoria: Profª Cristina Romba
A ascensão da Inglaterra
 Consequências:

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A Inglaterra suplanta os Países Baixos e tornase a maior potência colonial e comercial da
época (segunda metade do século XVII).
Autoria: Profª Cristina Romba
Vista de Londres, no início do século XVIII

Autoria: Profª Cristina Romba
Conclusão
 A ascensão dos países da Europa de Noroeste (Países Baixos

e Inglaterra) acabou com o sistema do mare clausum.
 A concorrência internacional para o domínio dos mares
tornou a navegação livre, ou seja, mare liberum.
 Primeiro os Países Baixos, depois a Inglaterra, dominaram o
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Autoria: Profª Cristina Romba

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Ascensão da europa de noroeste: os Países Baixos e a Inglaterra no século XVII

  • 1. A ASCENSÃO DA EUROPA DE NOROESTE A economia colonial dos Países Baixos e da Inglaterra Autoria: Profª Cristina Romba
  • 2. A ascensão dos Países Baixos  Primeira metade do século XVII.  Causas:  Sete províncias unidas (que se tornaram independentes da Espanha em 1571);  possui uma poderosa marinha mercante e uma importante frota naval;  desenvolveu uma intensa atividade mercantil (abastecia-se nos mercados ibéricos de Lisboa e Sevilha para fornecer os mercados do norte da Europa) – ligava o Mediterrâneo ao Báltico;  existência de grupos sociais empreendedores;  tolerância religiosa (permitiu o refúgio de Judeus perseguidos na Península Ibérica e no Império Otomano); Autoria: Profª Cristina Romba
  • 3. Burguesia holandesa: sóbria, mas empreendedora Assalto à cidade de Salvador da Baía pela frota holandesa Burgueses holandeses e um judeu Autoria: Profª Cristina Romba
  • 4. A ascensão dos Países Baixos - dedicava-se também ao corso (atacando, sobretudo, navios portugueses e espanhóis); - conseguiu algumas conquistas coloniais: * conquistou algumas feitorias portuguesas em Oriente; África e no * conquistou temporariamente territórios no Brasil; * conquistou temporariamente algumas regiões produtoras de ouro e prata na América espanhola. Vasto império colonial Autoria: Profª Cristina Romba
  • 5. A ascensão dos Países Baixos Ataque holandês a galeões portugueses no porto de Goa Autoria: Profª Cristina Romba
  • 6. Rotas do comércio holandês no Oriente Fixação dos Holandeses no Brasil Autoria: Profª Cristina Romba
  • 7. A ascensão dos Países Baixos  Consolidação do império colonial holandês através da criação de: Duas Companhias Comerciais 1601: fundação da Companhia da Índias Ocidentais 1602: fundação da Companhia das Índias Orientais Sede da Companhia das Índias Orientais, Amesterdão Autoria: Profª Cristina Romba Um Banco internacional e uma Bolsa de Valores 1609: fundação do Banco de Amesterdão e da Bolsa de valores
  • 8. A ascensão dos Países Baixos Bolsa de Amesterdão (interior) Praça principal de Amesterdão Navio da Companhia da Índias Ocidentais Autoria: Profª Cristina Romba
  • 9. A ascensão da Inglaterra Segunda metade do século XVII.  Causas:  - desencadeou várias viagens e expedições em busca de novas rotas marítimas para o Oriente; - intensa atividade de corso dirigida às embarcações portuguesas e espanholas; - grande desenvolvimento da armada (navios de guerra) e da marinha mercante (navios comerciais). Alargamento da área de influência britânica: construção de um império colonial vasto Autoria: Profª Cristina Romba
  • 10. A ascensão da Inglaterra Corsários britânicos Sir John Hawkings Sir Francis Drake Autoria: Profª Cristina Romba
  • 11. A ascensão da Inglaterra Bandeira de navio pirata Navio do corsário John Hawkings Autoria: Profª Cristina Romba
  • 12. A ascensão da Inglaterra A Armada Invencível (espanhola) a ser derrotada pela marinha britânica (o que comprovou a superioridade desta) Autoria: Profª Cristina Romba
  • 13. A ascensão da Inglaterra Londres no século XVII Autoria: Profª Cristina Romba
  • 14. A ascensão da Inglaterra Entrepostos comerciais no Oriente e em África Fundação de colónias na América Para preservar o império colonial britânico da concorrência francesa e holandesa, foram criadas várias medidas protecionistas. Ato de Navegação, 1651 Oliver Cromwell, responsável pelo Ato de Navegação Autoria: Profª Cristina Romba
  • 15. A ascensão da Inglaterra Para o desenvolvimento da construção naval e encorajamento da navegação deste país (…) é decretado por este Parlamento (…) que a partir do 1º dia de Dezembro de 1651 e daí para o futuro, nenhuns géneros ou mercadorias de qualquer cultura, produção ou manufatura da Ásia, África ou América (…) tanto das plantações inglesas como doutras, sejam importadas ou trazidas para esta comunidade de Inglaterra ou para a Irlanda (…) em nenhum outro navio ou navios senão naqueles que verdadeiramente pertençam ao povo desta Comunidade ou de suas plantações (…). E é mais decretado que nenhuns géneros ou mercadorias da cultura, produção ou manufacturas da Europa sejam importados ou trazidos para esta Comunidade em nenhum outro navio ou navios (…) senão naqueles que pertencem ao povo desta comunidade (…) salvo se esses navios pertencerem ao povo daquele país ou lugar de onde tenha origem a cultura, produção ou manufatura dos citados géneros. Ato de Navegação, 1651 (adaptado) Autoria: Profª Cristina Romba
  • 16. Ascensão da Inglaterra  Ou seja: - a Inglaterra só podia adquirir produtos da América, Ásia ou África se fossem transportados por mercadores ingleses, em navios ingleses; - a Inglaterra só podia adquirir produtos de países europeus se fossem transportados por mercadores ingleses ou por mercadores dos respectivos países europeus. Desenvolver a construção naval Promover a navegação Autoria: Profª Cristina Romba Limitar o poder naval dos Holandeses
  • 17. Impérios Coloniais no século XVII Autoria: Profª Cristina Romba
  • 18. A ascensão da Inglaterra  Consequências: - Desenvolvimento das manufaturas têxteis; - Fundação do Banco de Londres (1694). A Inglaterra suplanta os Países Baixos e tornase a maior potência colonial e comercial da época (segunda metade do século XVII). Autoria: Profª Cristina Romba
  • 19. Vista de Londres, no início do século XVIII Autoria: Profª Cristina Romba
  • 20. Conclusão  A ascensão dos países da Europa de Noroeste (Países Baixos e Inglaterra) acabou com o sistema do mare clausum.  A concorrência internacional para o domínio dos mares tornou a navegação livre, ou seja, mare liberum.  Primeiro os Países Baixos, depois a Inglaterra, dominaram o comércio colonial e a economia no século XVII. Autoria: Profª Cristina Romba