007 Endomarketing

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Novo conteúdo da disciplina de Endomarketing do curso de Recursos Humanos da Estácio de Campo Grande.

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007 Endomarketing

  1. 1. 1'17" Í_, ,T'« 'L ~ : É I_LI; v A _T«A , lIlll. llIIê›. '-, LfÊI6-*íltgõlllixãlêfléllr aum: ilíiliilthliiorucglaei. ; 'pm' âlqtuiivxoirzo): ' _ oíllgfiaiggiátqnio-plknlajlzunianiiia e: -“ oltmoadg _gqmlujkagà
  2. 2. l* 'l lçq 'IT' : Till w x huaainuinlnileteâta
  3. 3. Fil lLrl : :A WE', _ - r r - -i lr “i II l [ínsbñjví-IV . Ft: :mainipiirmuinaipiiax-Eto. glutaminanlmmixeinitaaa . etnia th. . igâlllllãLíí-ianlllttlglllnlñài , omwiiviail i= ieisiivi= i : w516i lâkL, Él®-»EC'll'Ii-i(: :uir "íllt . niílblllaísx . llliíillliâkái pi¡ iíkvlluinicll: | pll= ›:(-' gnllü ul: mui: :iiiilllpiarluillylldl: l. _ / X . Í ÉIÍIMMQIIBTNIGE ; iailciin-: uipzai: fi= illaiei›n: ini~ . lllllllll na), _I ; ç Si' _ llll m. : 'tw. IÚIIIUIIIÍ-? lñíli11°** * ílnlitxx: 2 i1» . 'i ; j' l util-m' t. , I: ituliiiiill 'st ' i “g , . ' . . , i . * . ' l. , 1,1 . 1 'i ' A ' I L . ~ i
  4. 4. à -. :._, v9.5 CULTURA DE _ Como diria o poeta, Iedo EIEQnO. Todos sabemos que a comunirzção é um processo-amplo, que: : “E O abrange todas as pessoas de uma Organizaçãp “ e está balizada por relacionamentos intensos' e permanentes com Os seus públicos intemos' e externos e dos públicos internos entre si¡
  5. 5. T FT" : :Tail-ruim os Por mais competentes que. . ãâlãm Os profissionais de comunicação de uma organização, eles não; “'- ' têm o dom da Onipresença. Logo, a _comunicação ' lntema não pode mesmo ficar restrita ao ' departamento de Comunicação ou gerente ' de comunicação interna.
  6. 6. CULTURA DE _ w- COMUNICAÇAO Assobiar e chupar cana - O que isso quer dizer? Que uma organização necessita mais do que apenas profissionais de Comunicação competentes ou de caixinhas no organograma. Ela precisa construir uma cultura de comunicação. Éfácil entender o que isso - significa embora não seja (é preciso admitir) tarefa simples chegar a este estágio em uma organização, qualquer que ela seja.
  7. 7. 'êñklilihllsÁiíllltlililâ-IXIJI il ILLF' IF: INI' litllü_ A*. k“. -l. '0Ii= |<'= I-I¡l! I9l= liúhlblti 'roiuiainiosw«cimo-: ixaicaipllon! innílniisuílaiiii âiulllliolnlllltlwi nu-iniqiiiauttanvxao-ñlt : iynizllftêiuiuiniílni 'iíiioiiiiIii--loiuigtazaiim ' OIlllIIII-UFlOlI, 'l°-. i9Jl Iqgcliicl "dt-u. nimidlo-iamnunipnioildkiiladlu oràlliertllllilinuawiolllâl Inñiuhiplãlnhúltlllvilill "tiêiíi , nirãigiitoniziitqziuianii-i
  8. 8. CULTURA DE _ COMUNICACAO Assobiar e diupar na Um excelente artilheiro geralmente não evidencia a mesma competência quando é colocado para atuar como goleiro. É preciso mais do que individualidades para se construir uma equipe. Acomunicação interna precisa mais do que um(a) _ excelente profissional. Ou, como diz sabiamente O ditado popular, "uma andorinha só não faz verão".
  9. 9. CULTURA DE , COMUNICACAO Assobiar e chupar cana O profissional de comunicação planeja políticas, elabora planos, desenvolve ações ou estratégias, mas, no dia-a-dia das organizações, todas as pessoas estão envolvidas nos relacionamentos com os públicos intemos, de forma mais ou menos intensa. Seria inimaginável que toda a comunicação de uma Organização, mesmo de pequeno porte, dependesse de uma únim pessoa ou mesmo , s_ I de um grupo pequeno de pessoas. Não dá para assobiar e chupar cana ao mesmo tempo.
  10. 10. CULTURA DE , COMUNICACAO Assobiar e chupar cana Logo, como costumamos repetir, a comunicação interna é responsabilidade de todos em uma organizaáo. E se todos não estiverem dispostos (para) ou capacitados a desenvolver este processo, a comunicação intema não funciona.
  11. 11. CULTURA DE _ COMUNICACAO Conceito abrangente de comunicação interna Então, em qualquer situação, não será jamais razoável dizer (você já Ouviu isso, não Ouviu? ): "Esse profissional é o responsável pela nossa comunicação intema" porque, competências à parte, a comunicaáo intema não pode se reduzir, em nenhuma hipótese, a uma única pessoa.
  12. 12. CULTURA DE _ COMUNICACAO Conceito abrangente de comunicação interna Em muitos casos, quando perguntamos a uma organização sobre a sua comunicação interna, somos convidados a ler o seu houseorgan ou a conhecer a sua intranet, como se um veículo ou um ambiente formal (por melhor que seja) pudesse dar conta de todos os relacionamentos com OS públicos intemos. O equívoco é o mesmo: o house-organ ou a intranet não são a comunicação interna.
  13. 13. u, 1 l ”* ; .Ai TI: iuih lpJii, :t_gZt<: 'Íolilclaiiionlilnli156)iliuilu-: niniltlillrrtêlt-lilizluiizi : iiiiliii. .a-: imiqlnaioiaiiainipih °l, |IIn_0l(| l(= l›'1~*lI~ -l-intgllàzonngi: 'Ia@IntimaIlniníílniclhulnzmlliüldhi. ' iir-. mg ¡tupourqgiroidlqygtni-. m onii-Ioiioi ? Yêllllllii , Inox-I' "Llhtimicir --cituc-! Yfâl-tlr : Eleitor-wiki: punir-neta 'iigaicitai-ii-iiiail I inner-Éh»
  14. 14. CULTURA DE _ COMUNICACAO Conceito abrangente de comunicação intema Trocando em miúdos: estamos afirmando que a comunicação intema de uma organização depende, sobretudo, do processo de gestão e que será necessário sempre distribuir a sua responsabilidade por todos aqueles que a integram, incluindo a direção e todos os seus públicos intemos.
  15. 15. CULTURA DE _ COMUNICACAO Conceito abrangente de comunicação intema Para um processo efetivo de comunicação interna, tem tanta importância O presidente da empresa quanto os Colegas do chamado "chão de fábrica". E, evidentemente, neste Contexto o profissional de comunicação desempenha um papel fundamental no sentido de defender e praticar este conceito abrangente de comunicação intema.
  16. 16. CULTURA DE _ COMUNICAÇAO Conceito abrangente de comunicação intema Ele estará cometendo um "pecado mortal" que não o leva ao fogo do inferno, mas pode conduzí-Io à porta de saída, se confundir o processo todo com veículos ou pessoas em particular.
  17. 17. 7 '/34' ; e ".70 . :"“. ._. '_ I__ 1), ' 7- '. » X “v, CULTURA DE , _, COMUNICAÇAO . Desafio a ser vencido É mais fácil, certamente (embora pareça que a maioria das organizações não esteja conseguido nem isso), produzir um bom jornal interno do que criar uma Cultura de comunicação. Porque Cultura, como sabemos, é algo que se constrói ao longo do tempo, com a participação e o comprometimento de todos os públicos intemos, algo que se compartilha e se vivencia permanentemente.
  18. 18. 7 '/34' ; e ".70 . :"“. ._. '_ I__ 1), ' 7- '. » . _. X “v, [Í-á*; -Vi-u * " i ' r E8 'M3 ÊIÀCDAEÇA" O . Desafio a ser vencido Acultura de uma organização (e a cultura de comunicação é uma parte vital dela) é como se fosse a "pele da organização" ou o seu DNA. Ojomal interno pode ter até ser feito por uma pessoa de fora, mas não se produz uma cultura de Comunicação dentro de um departamento de comunicação. Não dá para encomendar isso para uma agência de propaganda ou de Relações Públicas.
  19. 19. f_ ____V~'_; ¡Í_ __ , ._ . M. ; - CULTURA DE _ COMUNICACAO Desafio a ser vencido A cultura de comunicação não pode ser "terceirizada", assim como não se encomenda uma "escola de samba".
  20. 20. CULTURA DE _ COMUNICAÇAO Desafio a ser vencido Uma organização terá uma boa comunicação intema quando dispõe também de uma cultura de comunicaào. Se ela está Consolidada, isso significa que todas as pessoas que integram a organizaào estão comprometidas com a circulação e a partilha de informações, participam do processo de tomada de decisões, suas opiniões são levadas em conta e a diversidade, o pluralismo e a divergência são assumidos como oportunidades, não como ameaças.
  21. 21. i s . à u- 'aInnInnpIm-ranl: : : :un mu. nETo-azflmzunnnnulinr "RIIIIIInLN-l: ' . I CnáilllllnlÍ : LEX ” sp-. msl -níojprtvuplol : favizlivlayr gzo¡ Tãttnnnu : animam-Im - K1), «z lmsinw. .m : uma. : (clpllãzízllllcnnlldhlllllnynlllll: eluxrñ »c : :l u s m: "›l|3:| IÍYnL. -“_. Í¡Í: ;:, _ a. »a »v - ~. -.
  22. 22. CULTURA DE _ COMUNICACAO Constmindo a cultura de comunicação Uma Cultura de comunicação deriva, portanto, de um determinado modelo, de um específico paradigma (eta palavrinha banalizada, mas foi a melhor que encontramos agora) de gestão. Ela não está presente em organizações oligárquicas ou autoritárias, que estabelecem rígido controle para a circulação de informações, asfixiam as interações entre os públicos intemos e censuram todas as mensagens, como se a Comunicação representasse um risco, quando praticada de forma ampla e democrática.
  23. 23. ;g9 " 'T '” P** . . i-Ê. l.-l MIRA lZlE _ , , ñ I" a ~ MM 'ÍÔ ÍVl. U W * , a-“rgçiagu Construindo a cultura de oomuniéo Numa Organização em que apenas alguns podem falar e a decisão está concentrada em poucas mãos, não há espaço para a construção de uma cultura de comunicação, que pressupõe a oxigenaáo dos canais de relacionamento e a valorizaão dos saberes, competências e experiências de todas as pessoas. n»
  24. 24. ITU TU TCA. l: I Z . ' É É rim T r i" v' ~ f' a 'Cu- ÍVl. U N . A1 ? kadu Construindo a cultura de oomuniéo Uma cultura de comunicaáo não floresce em estruturas hierarquicamente rígidas e não é percebida em hOuse-organs cuja pauta é definida por interesses meramente institucionais, sem levar em conta as demandas e as expectativas dos públicos intemos. n»
  25. 25. ICU 'i TU TCA. ll I É . É É : o Nr U w : :sugiro Construindo a cultura de oomuniéo A cultura de comunicação não pode ser encontrada em intranets que privilegiam a comunicação burocrática Ou em reuniões onde as pessoas se sentem inibidas ou oonstrangidas para expressarem as suas opiniões, particularmente quando elas vão de encontro às das chefias. n»
  26. 26. CULTURA DE N COMUNICACAO Construindo a cultura de comunicação Para se construir uma cultura de Comunicação, fundamental para a saúde da Comunicação interna, é preciso que as organizações abandonem práticas antigas, baseadas na perspectiva de que informação é poder e que, portanto, precisa estar sob o Controle dos chefes, excluídos os que costumam pensar de maneira diferente.
  27. 27. CULTURA DE N COMUNICACAO Construindo a cultura de comunicação Uma Oomunicaão interna, apoiada em uma autêntica cultura de comunicaão, estabelece canais personalizados para o relacionamento com os públicos intemos, obedecidos os seus perfis e necessidades, adequa discursos e Conteúdos e busca incentivar a participação dos funcionários pelo fortalecimento dos fluxos ascendente e lateral de comunicação.
  28. 28. CULTURA DE N COMUNICACAO Construindo a cultura de comunicaéo Uma comunicação interna, nestes novos moldes, não se resume a "caixinhas de sugestões" ou a reuniões com o presidente, onde, apesar da boa vontade, não etistem as condições ideais para uma comunicação legítima, onde os funcionários se sintam também protagonistas, e não cúmplices de um processo de Comunicação que apenas reforça as desigualdades e se caracteriza pela adesão ou consentimento. , ' fr : v : :i 3)) li i lll i- ' t". §'_'›Í*›“'iil. IIl¡l' J- rfãÍd. l 74s
  29. 29. «CULTURJA ci: N coiviuisiircztçao Impedir a livre expressão O profissional de comunicação intema, com certeza, não encontrará com facilidade, nos dias de hoje, organizações em que esta cultura de comunicação já esteja pronta, mas podera', se consciente da sua importância, contribuir para que ela possa, no dia-a-dia, ser gradativamente construída.
  30. 30. «CULTURJA DE N Cülilltibllci-*rçr-. ú Impedir a livre expressão Sobretudo, deverá assumir que a comunicação intema excelente não está apenas em suas mãos ou sob sua exclusiva responsabilidade. Ao contemplá-Ia como um processo abrangente e complexo, estará dando o primeiro e grande passo para alterar o panorama que está aí.
  31. 31. «CULTURJA DE N COñ/ ltIbllQ-rÇ-. O Impedir a livre expressão Definitivamente, estará indicando ao mercado que o planejamento da comunicação intema não é coisa para amadores. Não há dúvida de que ele sairá fortalecido e valorizado, se o seu recado for entendido porque, se competente, será o líder natural deste processo.
  32. 32. É l _" I . j A I i : 'Ay _y A luipzzr-ill “tulivu-. u-. rzreruasxíi- ãuliâlulplo 3-¡ miami ôlantqnlloklllílrllãlill, ,ãlo-vlllllgo-dlalái: texto, ou¡ar= I~r-II. IllnIo-l"= It= ~' "onpmrits-It-Innll' : itellpmni OP-. lnlcridünl'"di= lk= iulflgnldblüíllllsLâiqg ànínInIábInIanrr-Il plalíllalÍilàhiNlllã . anqzélnll. erãtmrlinarurliraratxg garuuIoIbI-'tonr--r-Iaatirnrtntçêt-nlartqnaeu; Imbui- , nliía-Ílsb' nC-'rssIn-rcgarifvgt-Iõtan . ahwpir-vmvrãübruirkai ? JL- aqprÍílÍ-lllt-: EI-itargiàitnrsitatido i . . í-«rif-rsrrzralgitànríjerr *r-u. N . LÍILQFLOÊÍQHTÚKêIiUEL v' ' à
  33. 33. I l lu Íl? ” “Ill “ll . ^ , ^ : n19 : all '1Iñ'lr: ~-. rc1i'-&~1~*F, ÍI "nn I(= lnl “ r: súmulas: Iururriiñmwww : Inloiíalíthlrl llllpliêllllzulnf llnlssqlíl; .imngmitailek. nrorsuin-oiggcnmzoñar. = i~¡hamm-tllllllnniluctilnlilIllmlpaa»i: OHUIIIFI , cultura . rw-z nrurí: ¡rmllinivrattnarmíaprcz-Itmrnlnt-rlnílr Ilâlñhwal' Arafat? i_III: -iníllllilcmlullklialñhlranrc): Iíll~1!= RaL›: .:"v¡l= lÍ-lllk4=. Ir' . www marra-ur: !olelrwllrfãll ? nrpnInnIw-I: muitoLwífu-çuraur-Iniilnursrraann : rpI-; mzrurdrouwurapimsâto. . Irnaizlll-íllrâi. nor-sm jltonnnIoIr-_ll ; nina-kual : rita-rita 'omprílL-iltx-L-«lcitarar-marina¡ . I-. llranllvlta : X191(= l›$'ET'›-iiàlñ! I:lHÍ@i§lÍ: l-'I= ilâlllimâlt. .Aiiallâlileuhlr : IpI-Lihrn-r-Iniiítanhx-rot'
  34. 34. I ' t. : tIrl_ IN¡ ¡“llqi^, ,^ inly ; all 'T-Ili'¡I'-u'-«. r-JI'-i-$'F_ÍU- “llilíztolnnoíhrffvsrt : ÍIIQIIOIÉIÍOIIIFIIHÊLJÍÍUIÍÀYÍOJ . I-_a fojnman ›. - ; lc-dkrbgftudhr lulâl-*lp*

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