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004 Criação em Propaganda

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Novo conteúdo da disciplina referente a Criação em Propaganda do curso de Publicidade e Propaganda.

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004 Criação em Propaganda

  1. 1. CRIAÇÃO Criar é buscaaro máximo de criatividade e originalidade. A diferença é que esta criatividade não vem do nada. Só depois de uma profunda pesquisa e do planejamento bem feito, a criação vai procurar a melhor forma de comunicar os benefícios dos produtos ou os serviços ao público.
  2. 2. CRIAÇÃO A criação estuda as informações recolhidas pelo atendimento e, enão, inicia um processo de brainstorming, para idealizar a m. , V. . peça publicitária. Deve buscar atender as expectativas de dois " "Naka __ _ clientes distintos: a empresa contratante e o consumidor final. ' “x Ou seja, a agência tem de convencer os executivos da empresa (principalmente marketing) de que a peça publicitária surtirá resultados e, concomitantemente, realmente atingir o grande público, que é o target final da propaganda.
  3. 3. :ÍSIKQVÍLÊÍ qluiçiatzalpolaingamanxaio " / / . .uaxàrãai-lhuô «nani-Ibi, aqiciíu-Lêlo-âu-Icki*Mai* 'a “gr í-; nggjrçíiuiingiapif-Innn IõhP-; Iaiuil-Imni; tçrinIgnvpinlf-Ilt-lifidl-Ia dir-ahi¡ Jim¡ . umhL-, mi : Iudklhú-; l-. unfl-: ltg lãlllacjgçllbflpllliliidlñihkr. ¡_.
  4. 4. 'Êllr-ÇIEIOÃÍTÀÊLYÉÍI), ~Irl: j¡y: :_r'_| _k›lí: ' II í I Inlílnniêlnls*Til-lllldslsiolliclíiminylnzílqna. :yr 1, n_ . t -uz-: rn: :raiar
  5. 5. críztçitraltlgtrl: ' II í I _Êiñnll-ÍÀÍÇIIIÍÚIJQ. Âuimlñmihlüãlãllílãí: s-'g 'lula Ii: u; jil. _ -nllñlollllnliy"'tll›c¡lál'r« -uor-. y. gxwmzr alnplíolfnlluuhunle" 4;¡ rliul: InIi-Iuannnm: _phliíitnphlliiàkiilongIlplorqjllhclünaliàl tuvnI-Inr-rn---nann-I llÍllllâlíñ _ÊIQÍ-#ÍÍVÍÚÍOÍÍHÍOÍF-lkltkíâlllIqjlnmlllãl nvnlllzréfln, !jlrtllllv «mb àziinlvmxinlaunnidlbion. Anstdmkm-olnaiqgcnan_ iIIll; 'lIIm-oiltlllils ! Iligalllnlüllini-; J ¡Iii! iêlllllhlililñ¡ uIuun--Iai-Irai-Iz--Innnunik oÍlucInVnr-TíHhP-«p . Irmawgnvnioíhic. !eInn-. umunliêtntzl u? «mataram ›: I dia¡illhlgjlhlilo-llIlinlmbrâilnlnñ
  6. 6. TÉCNICAS DE GESTÃO DE IDÉIAS A crítica está fora de Cogitação. Comentários ou idéias negativas devem ser transferidos para O final. O livre arbítrio é bem-vindo. Quanto mais extravagante for a idéia, melhor; é mais fácil ajustar uma idéia do que gerá-Ia. A quantidade é encorajada. Quanto maior o número de idéias, maior a probabilidade de surgir idéias úteis. A Combinaão e o aperfeiçoamento de idéias são encorajados. Os participantes devem sugerir como as idéias das demais pessoas podem ser associadas para formar idéias ainda melhores.
  7. 7. 'Não vai dar certo' 'Já tentamos isto antes' Q 'Nlio é o momento cmo' 'Não dá para fazer' 'Não é assim que costumamos agir' r' l ã ; l 'As coisas : em dado 'Vai sair muito am' 'Vamos discutir isso certo sem ela' em nossa reuniao' _
  8. 8. TÉCNjCAS DE , GESTAO DE IDEIAS Sinesia: William J. Gordon constatou que a técnica de brainstorming de Osbom produzia Soluções muito rapidamente, antes que um número suficiente de perspectivas fosse desenvolvido. Gordon decidiu definiro problema de forma mais ampla, não possibilitando ao grupo qualquer idéia sobre O problema específico. À medida que o grupo esgotava as perspectivas iniciais, Gordon introduzia gradualmente os fatos que esclareciam o problema. Quando O ' grupo chegava próximo a uma boa solução, Gordon descrevia o problema. _
  9. 9. TECNjCAS DE , GESTAO DE IDEIAS Depois, o grupo começava a aperfeiçoar a solução. Essas sessões demoram no mínimo três horas porque ele acredita que a fatiga exercia papel importante no desbloqueio de idéias.
  10. 10. 'É : NU pi_ . j. “s-Icníkííx” VI; L Iísllrs. ; ~~ r r trciciionnilaraqravrarlInnmio-prilnidlpli-Liirâíi-romila-naiãinIilo-Clnílniaríhr v#Aàlhlpuasiíznsfànlnlialiççgàzêiiiliiiàí¡ _ÊQJÍÍÍQÊQÚEÊIÊÀÍL-ru . ra 2 l. f* êruazz-; Enxxdinigêià .1¡__ f' - “r . r ¡, . ¡ hr: . _ . w_ 1 P_ q .
  11. 11. 'at . _ i _, _ ÃODEIDÉIAS Uso de lugar Comum. Tire vantagem do familiar como trampolim para o estranho. Envolvimento/ desligamento. Alteme entre entrar nas particularidades do problema e afastar-se delas, vendo-as como exemplos universais. Uso de metáforas. Deixe que as coisas aparentemente irrelevantes e acidentais sugiram analogias que sejam fontes de novos pontos de vista.

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