003 Planejamento Visual

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Novo conteúdo da disciplina de Planejamento Visual do curso de Publicidade e Propaganda da UCDB. Os conteúdos são baseados no artigo de Paulo Francisco Caetano Publicitário e Professor da Faculdade Salesiana Maria Auxiliadora.

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003 Planejamento Visual

  1. 1. l . - - DIALOGO VISUAL O ser humano desenvolve, desde a sua existência, a capacidade de fazer uma leitura do mundo à sua volta. Para isso utilizou-se, de forma inconsciente, de vários mecanismos de percepção diretamente ligados aos seus sentidos
  2. 2. _. . '55 , j «x V. . nimer-tmaasímhmíuwsàmtw' _ . ~ _#3 tj- -nymm Jrqpíítêl ' nmíít-rânitzãs “if- _ e , xe n_ "Ízwlnaífüíízñíínhj r a a “É . . sitaíàwwã- ' . N 4- Í 1 x : g . n. . , ›_ _ 2 ; - . -›. .M "i É ? É g r l ' l - _ 3_ ü z: - e _3 e v w , l . É . í w. r: y F' l ' ' r 'k a A WI . u . .. i " 'n ' - “° , . 4 seu? r “ ¡ . v¡ -Çrws › . . . l u 7 k x f'. l . . _ , n "' V ' - _ . l s 755W'. _ ! É a e ñ _É _t : gm lr' Ê (A * 'g n - , 9.- , _ _k _ r ç. '. - u. Iv _'54
  3. 3. _v. › 11'! um 3¡- , -.»¡ç: ›_'o~"c. -': ›^o. ~'3o4'= -. u a ' *frimmnarurrasv v4 r -. ~ . .- . » . ~ . . DIÁLOGO VISUAL Todos os sentidos humanos, o tato, o paladar; o olfato, a audição e a visão, representam uma forma de comunicaão com o mundo, mas este último - a visão- parece designar um papel fundamental nesta relação. Segundo Donis A. Dondis, todas as experiências que uma pessoa possui em sua vida têm por base sua percepção visual.
  4. 4. Lilia; Irã-i* “i'll M: : ? Iori"nIm--dknvlkñ-i. .lcrlfrnrarurnlariiarnrnihnraallldhrdlniãt-ifáiiara e r-rrausrrart: Lmàuumerant--çru- ouÉIKOHÉÍI-Xolpruflçlamrdlãwüãllõ orar. - lar-rarnihñíávrallü-OnlnllàilzlIll: -:IInnet! Ianvllrlulnrnxúíudldctoxdliür bImaálâlñplilnllánlülaprcráhbíil n_r= ,Inr= m=Ic›~v-= r›~r¡luaII_Ilo; :rI'; +=r citei: plçllnnl¡ “lo, agrrráigrcroilanaar, *nr-Inrenêlarnrdla-crorurro-n 111334111¡- ordiglurâito~iluminar: -q-IncIIrnnmL-fEtc-vmrnsll íorrrarrgllaiirrrnniqrpraráir: arm, -íãlatllltílo-IEHÉIQIIEQ; .llbüolkanrnlintlâkl. JET! , 'ravrznaáue ídiqir-. lltnmtqgt-iitora- orriílr 'ojlo-_zrurrsnnnrun jloiesiãtornnrqs-rzrpnqnm; oílo-: Iaizrf-: :Ilaennrarhiko «Innl-frnrcílléionriiieritu; .Mamma . 'Íliñlllr-àíigllalsitl-'ilIlftlliltüfnàxícliuno¡xoiildlhruroimnomiiqm. __ diagrama-arrow: :buriti-diminua mp_- :
  5. 5. DIÁLOGO VISUAL A humanidade valeu-se dO sentido da visão que, ao lado da oralidade, tornou-se ferramenta decomunicação extremamente poderosa enorteadora noseuconvívio como sersocial e, conseqüentemente, na garantia da sua sobrevivência. wmWORRY? ÁHAPPYÍ
  6. 6. , , , ~ - . y z* M › F»“JI. E_S; -~MÁE›JALL¡ : lona/ oi _ ~ilzb--lbmanv/ :L-IÉY#iláarrâmxxàrg¡ o __ P 'àrjíñr-Inriiiilanrilomui¡Inri-"Amar. :íâbtãlgulàllêlx-lmilllldl! Ilslàlíkülr*¡l! IIllêlllgsláhllwiqlllêlláflí, arrtnrruhrfunmanraar»mimar. um 'lãllqlllàniñlllñliliíâllIInlàllênlgzülllñél! (añoIáláilcldli¡ÍOÊEIÍÉHQIQIÍOIÕIOÍIIRIÍI. .illlqlihlnrr, : Igulliurarotqpitoir
  7. 7. lwígb lüj' rli¡ A'im¡nalíftanlta-dks-oilakrila = - plaçhiio¡ : IrnrunaI= rur: e=r:4=rnr~x-ETo~¡nramnn “hruprartoursrnurinr-'r- cil- 91k¡¡Iüruranria-vlmpinguin»-: ra-nuno ; lñmPI-Llllulpmzll N_ 9 . ,_. . e i ^l'¡. '!¡_I¡: ln-r¡: á - u : n: : :na
  8. 8. É 'lixo M* "lÍÍl kixl_ ? cmiIunraxaxvâiiokunllliñiáidlmlMarianna¡tllnouircmtaunr lnfltihñíelalnudonnlllllinL-? ÀYOúhltlanldblalnnu Iauuurçivnrnr-, anrtox- crorrpz-“Iruorc, ..anus-nim: :91:¡ln-ilarcmnm-Ilvnnurunrto-dlznñrh. @Inn-impugnar : Irauuaircnnrgnraircrzr ” acruwvmviu l = lltr= lnLç= l "mn ojngnlnrdl: : ízñr - = :: ter oL-Iturnrpr-r” : ~ íkçâhwr. r x _ f; "SI _____; ,_. ,7¡-_ ; w - ~ . -an u rwxr.4 , _ - _ ¡ ___ _ _, lulu¡ _ _ __ lllll l . -nun . .. .fz . '*›_«; ›;v"; *l_. _ . Érrllliirrrrírygggg r. l"'
  9. 9. . DIÁLOGO VISUAL DIAGRAMADOR: O PAI DA FORMA A figura do diagramador ou designergráfico, conforme conhecemos hoje, ainda não havia surgido no século em que a imprensa deu seus primeiros passos. Cinco séculos depois, aplicando princípios e idéias oriundos do século XIX, o design modemo tomava forma.
  10. 10. ; ' ÍÍClF * ilfl7il kill ÍVLVÀMPÍÍÍJRMI" ! VLW 911W¡ 1:10'! !! . |l›'1IIÍÍ'el-FlT§III: l0-íEI: líclíiiklnnnalhkwclñrliihrdl: : m trnlw ' : lÍÊíÍÍJ/ Él. .Bnllillürâlífüulllllrêr. diàl-'lislllilunniñvicíb a ln tem. » 'lv' ! Iiiniiarnitoi, nninnorl-rll-rã-ruírz. aiqellñ°rslf A ¡gritei! airsrmrdl: uprartc-arnnrhrar: iu. ; - , JÍÉWFÍÍM TELE¡ . › 4'. É¡ ' . '29, . a ¡' ~ . .m _J e N ; _ , ,__ ~ r' ~ . .v r ch
  11. 11. DIÁLOGO VISUAL DIAGRAMADOR: O PAI DA FORMA No Brasil, é no início da década de 40 que surgem as instituições de ensino pioneiras nesta área, como o SENAI, a Escola Técnica Nacional e o Liceu de Artes e Ofícios.
  12. 12. 1 arrrrn' a 4_ , a “I u_ a Â)j“rx. .- DIAGRAMADOR: O PAI DA FORMA Pode-se afirmar que o designeré fruto da necessidade da indústria em projetar uma forma para seus produtos a fim de reproduzi-Ios em grande escala e, consequentemente, proporcionar a obtenção de lucro. Da mesma forma, o designergráfico é o responsável por dar forma ao projeto de uma publicação que, por meio de processos industriais, o reproduz em larga escala, a partir de um único Original.

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