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Nazifascismo

Rafael Calado Alves Pereira
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Rafael Calado Alves PereiraCommunist Party of Brazil

Nazifascismo

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História do Nazismo e do Fascismo
Índice
Introdução
Aqui estão fotos de (argh!) Fascismo/Nazismo
O Nazismo
Hitler e o Nazismo
O fracasso na primeira tentativa de tomada do poder
A crise económica e a tomada do poder
Fascismo italiano
A ascensão de Mussolini
O governo de Mussolini
Conclusão
Bibliografia
Introdução
O presente trabalho insere-se no âmbito da disciplina de história. A temática que escolhi foi o
Nazismo e o Fascismo. Com este trabalho pretendo conhecer um pouco mais sobre estes dois
partidos de estrema direita, totalitaristas (Nazismo na Alemanha e Fascismo na Itália).
Ao longo deste trabalho estudo, Hitler e o Nazismo, o fracasso na primeira tentativa de tomada
do poder, a crise económica e a tomada do poder. Sobre o Fascismo estudo, a ascensão de
Mussolini e o governo de Mussolini.
AQUI ESTÃO FOTOS DO (ARGH!) FASCISMO / NAZISMO
O Nazismo
A partir do final da Primeira Guerra Mundial, a Alemanha mergulhou em uma crise económica
agravada ainda mais pelas enormes indemnizações impostas pelo Tratado de Versalhes e pela
ocupação do vale do Ruhr por França e Bélgica. O marco alemão desaba e consegue se
estabilizar somente em Novembro de 1923, quando sua cotação atinge 4,6 biliões de marcos
para US$ 1. A hiper inflação tem efeito devastador sobre a economia, desorganizando a
produção e o comércio. Em 1931, há 4 milhões de desempregados, quase 30 mil falências e a
produção cai em todos os sectores.
No plano político, a situação também era grave, pois vários golpes de direita e esquerda se
sucederam, todos fracassados.
A crise económica mundial de 1929 permitiu a ascensão ao poder do líder do partido Nazista,
Adolf Hitler.
Hitler e o Nazismo
Hitler nasceu na Áustria e pretendia ser pintor. Mas, por duas vezes, foi reprovado nos exames
para ingresso na Academia de Viena. Após a morte dos pais, vivia como um mendigo,
pernoitando em albergues e tentando viver dos cartões postais que pintava.
Quando começou a guerra, incorporou-se em um regimento alemão. Participou com bravura, foi
ferido duas vezes e condecorado com a Cruz de Ferro. Mas a derrota o abalou profundamente.
Ele era extremamente nacionalista. Opunha-se aos judeus, num anti-semitismo cujas origens
são difíceis de serem explicadas. Via nos judeus um factor de corrupção do povo alemão. Cristo
e Marx, dois judeus, pregavam a igualdade entre os homens e a resignação, ideias que Hitler
considerava nocivas ao povo alemão. Daí, surgiu sua doutrina racista, segundo a qual os homens
eram desiguais por natureza. A raça superior era a dos arianos (germânicos), altos e alourados.
Na Alemanha, eles existiam em estado puro, sendo, pois, a raça sob a humilhação do Tratado de
Versalhes. O povo alemão deveria agrupar-se em um único estado: A Grande Alemanha, que
reuniria todas as populações germânicas.
Desprezava os povos latinos e principalmente os eslavos, os quais julgava que deveriam ser
reduzidos à escravidão, dominados pelos germânicos. A pureza da raça ariana deveria ser
defendida através da impiedosa perseguição aos judeus.
A partir dessas ideias de Hitler, surgiu o Nazismo, um regime totalitário e militarista que se
baseava numa mística heróica de regeneração nacional. Apoia-se no campesinato e não tem a
estrutura corporativista do fascismo.
O fracasso na primeira tentativa de tomada do poder
Após a organização do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (Nazista), Hitler
percorreu a Alemanha para divulgá-lo e conseguir mais adeptos. As reuniões do partido eram
feitas com alguns rituais, como numerosas paradas, ataques violentos aos socialistas, além dos
uniformes.
Foi fundado também um jornal partidário. Vários adeptos foram recrutados entre
desempregados. Alguns intelectuais também se filiaram.
Com a crise de 1923, Hitler organizou uma manifestação militar para tomar o poder. Numa
concentração em Munique, avisou que uma revolução nacional começara; mas o povo não o
seguiu. Após um conflito com a polícia, Hitler foi preso e o Partido Nazista começou um declínio
contínuo, até que, em 1929, havia menos de 120.000 membros.
A crise económica e a tomada do poder
Após as dificuldades económicas dos primeiros anos pós-guerra, até 1924 a economia alemã
havia recuperado seu equilíbrio, graças aos investimentos vindos do estrangeiro (principalmente
dos Estados Unidos). De 1930 em diante, porém, os capitalistas estrangeiros começaram a
retirar seus empréstimos. A inflação recomeçou e a crise económica também. A produção do
país entrou em declínio.
A miséria da população permitiu a ascensão política do Partido Nazista, bem como do partido
Comunista. Nas eleições de 1930, essa tendência se manifestou claramente. Os nazistas
elegeram 107 deputados e os comunistas 77, em detrimento dos partidos liberais.
Em 1932, terminava o período presidencial de Hindenburg; ele candidatou-se novamente, tendo
Hitler como adversário. Foram necessárias duas eleições para decidir o pleito. Hitler perdeu,
mas obtivera um considerável número de votos.
O cargo de primeiro-ministro foi confiado a von Papen. Sua grande dificuldade era o progresso
dos nazistas. Estes aumentaram o número de deputados no Parlamento nas eleições seguintes.
Hindenburg recebeu poderes excepcionais e chamou Hitler para a vice-chancelaria, mas o chefe
nazista não aceitou.
O Reichstag (Assembleia Nacional) foi dissolvido e novas eleições realizadas. Os nazistas
perderam várias cadeiras, mas o problema continuou, pois não era possível governar sem os
nazistas ou contra eles.
Hindenburg substituiu von Papen por um general de tendências socialistas, esperando ganhar
mais apoio popular. Mas o próprio von Papen convenceu o presidente a chamar Hitler para o
poder, esperando assim poder controlá-lo melhor. No dia 30 de Janeiro de 1933, Hitler assumiu
a chancelaria, com von Papen como vice-chanceler.
Da chegada ao poder até o estabelecimento da ditadura foi um passo rápido. Hitler formou um
governo de coalizão direitista, incluindo os nazistas, nacionalistas, independentes e católicos.
Em 27 de fevereiro promoveu o incêndio do Reichstag, atribuindo-o aos comunistas, como
pretexto para decretar o fechamento da imprensa, a suspensão das actividades dos partidos de
esquerda e o estado de emergência. Em 5 de Março do mesmo ano conseguiu a vitória nas
eleições para o Reichstag com ampla maioria dos votos, usando todos os meios lícitos e ilícitos
para chegar a este resultado.
O novo Reichstag eleito deu a Hitler plenos poderes. As cores da República foram substituídas
por uma bandeira vermelha com a cruz gamada em negro e branco, símbolo do Partido Nazista.
Todos os partidos, com excepção do nazista, foram dissolvidos e proibidos de se reorganizar.
Hitler tornou-se o condutor, o guia e chefe.
Quando morreu Hindenburg em 1934, não foi eleito outro presidente. Hitler acumulou as
funções de chanceler e chefe de Estado. Um plebiscito confirmou esta decisão com cerca de
90% dos votos a favor.
Estava legalizado o totalitarismo na Alemanha. Como Mussolini na Itália, Hitler detinha agora o
poder absoluto em seu país.
Com a ascensão de Hitler ao poder, o anti-semitismo e os actos de violência contra judeus se
tornaram política de estado. Em Abril de 1933 os judeus foram proibidos de praticar a medicina
e a advocacia e de ocupar cargos públicos. Em 1935 judeus e demais minorias de sangue não -
germânico foram privados de direitos constitucionais e proibidos de casar-se ou manter relações
extramatrimoniais com cidadãos alemães ou de sangue ariano. Em 1936 foi criado o Serviço
para a Solução do Problema Judeu, sob a supervisão das SS, que se dedicava à exterminação
sistemática dos judeus por meio da deportação para guetos ou campos de concentração.
Durante a Segunda Guerra, foram estabelecidos na Polónia ocupada os campos de extermínio
em massa. Cerca de 6 milhões de judeus foram executados.
Fig.7: Bandeira da Gestapo (polícia política de Hitler)
Fig.8: Manifestação
Hitler preferia as grandes manifestações e comícios noturnos, pela possibilidade de criar ‘rituais’
mais ‘hipnotizantes’, com tochas e luzes que lembravam rituais quase medievais, quase
‘religiosos’, onde as forças instintivas do ser humano podiam ser ‘liberadas’. A noite também
ajudava a fazer com que qualquer um perdesse a noção de quantas pessoas estavam ali... ou da
própria dimensão do evento.
Fig.9: Manifestação
Fascismo italiano
A crise socioeconómica da Itália tornou-se grave a partir do fim da Primeira Guerra Mundial.
Embora tivesse terminado a guerra do lado vitorioso, a Itália não recebeu as recompensas
territoriais que lhes foram prometidas.
O aumento da inflação, do desemprego e da fome eram alguns dos problemas que abalavam a
economia italiana.
A monarquia parlamentar, conduzida pelo rei Vítor Emanuel III, tolerava as crescentes
manifestações dos sectores populares, sendo incapaz de atender suas reivindicações.
A alta burguesia italiana e as classes médias conservadoras, mostravam-se apavoradas com a
crescente movimentação social dos trabalhadores.
A ascensão de Mussolini
Benito Mussolini pertencera ao Partido Socialista Italiano, tendo sido expulso devido às suas
posições oportunistas e antipacifistas nos anos da Primeira Guerra Mundial.
Em Março de 1919, Mussolini fundou uma organização denominada fasci di combattimento
(esquadrões de combate), composta por ex-combatentes e desempregados, e contou com o
financiamento de alguns industriais.
Utilizando métodos violentos e inescrupulosos contra seus opositores, desenvolveram-se,
transformando-se no Partido Nacional Fascista.
Protestando contra a crescente violência fascista, os partidos de inspiração marxista
convocaram, em Agosto de 1922, uma greve geral dos trabalhadores. Os fascistas exigiram que
o governo acabasse com a greve e restabelecesse a ordem. Impotente para controlar a situação,
o governo abriu espaço para a acção violenta dos fascistas.
Mussolini organizou em 28 de Outubro de 1922, a Marcha sobre Roma, promovendo uma
passeata de cerca de 50 mil fascistas em Roma. Pressionado, o rei Vítor Emanuel III encarregou
Mussolini de formar um novo governo, em 28 de Outubro de 1922.
O governo de Mussolini
O governo de Mussolini pode ser dividido em duas grandes fases:
Consolidação do Fascismo (1922 a 1924) – Mussolini realizou um governo marcado pelo
nacionalismo extremado, e pelo capitalismo. Paralelamente, fortaleceu as organizações fascistas
com a fundação das Milícias de Voluntários para a segurança Nacional. Valendo-se de todos os
métodos possíveis, inclusive de fraude eleitoral, os fascistas garantiram a vitória do Partido nas
eleições parlamentares de Abril de 1924. O deputado socialista Giacomo Matteoti denunciou as
violências fascistas. Devido a sua firme oposição, Matteoti foi assassinado em Maio de 1924. A
morte de Matteoti provocou indignação popular e forte reacção da imprensa política
oposicionista. Mussolini assumiu a responsabilidade histórica pelo homicídio do líder socialista,
decretando uma série de leis que fortalecia o governo.
Ditadura Fascista (1925 a 1939) – Nos meses finais de 1925, Mussolini implantou o fascismo na
Itália. Os sindicatos dos trabalhadores passaram a ser controlados pelo Estado por meio do
sistema corporativista. Foi criado um tribunal especial para julgar crimes considerados ofensivos
à segurança do Estado. Inúmeros jornais foram fechados, os partidos de oposição foram
dissolvidos, milhares de pessoas foram presas e outras foram expulsas do país. A Ovra, polícia
secreta fascista, utilizou os mais terríveis tipos de violência na perseguição dos oposicionistas.
Os fascistas puniam seus adversários obrigando-os a ingerir óleo de rícino. Mussolini empenhou-
se em fazer da Itália uma grande potência capitalista mundial. Para isso promoveu a conquista
da Etiópia, em 1936, e o revigoramento industrial. Mussolini tornou-se conhecido como o Duce,
em italiano, aquele que dirige .
Fig.10: Mussolini, líder fascista italiano
Conclusão
Neste trabalho aprendemos muito mais sobre Nazismo e Fascismo, uma vez que é um tema
muito interessante.
Aprendi que "Nazismo" ou o "Nacional-socialismo" designa a política da ditadura que governou
a Alemanha de 1933 a 1945, o "Terceiro Reich". O nazismo é frequentemente associado ao
fascismo, embora os nazis dissessem praticar uma forma nacionalista e totalitária de socialismo
(oposta ao socialismo internacional marxista).
O fascismo é uma doutrina totalitária de extrema-direita desenvolvida por Benito Mussolini na
Itália, a partir de 1919, e durante seu governo (1922 – 1943 e 1943 – 1945). Fascismo deriva de
fascio, nome de grupos políticos ou de militância que surgiram na Itália entre fins do século XIX
e começo do século XX; mas também de fasces, que nos tempos do Império Romano era um
símbolo dos magistrados: um machado cujo cabo era rodeado de varas, simbolizando o poder
do Estado e a unidade do povo. Os fascistas italianos também ficaram conhecidos pela
expressão camisas negras, em virtude do uniforme que utilizavam.
RESUMO - FASCISMO E NAZISMO

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  • 1. História do Nazismo e do Fascismo Índice Introdução Aqui estão fotos de (argh!) Fascismo/Nazismo O Nazismo Hitler e o Nazismo O fracasso na primeira tentativa de tomada do poder A crise económica e a tomada do poder Fascismo italiano A ascensão de Mussolini O governo de Mussolini Conclusão Bibliografia Introdução O presente trabalho insere-se no âmbito da disciplina de história. A temática que escolhi foi o Nazismo e o Fascismo. Com este trabalho pretendo conhecer um pouco mais sobre estes dois partidos de estrema direita, totalitaristas (Nazismo na Alemanha e Fascismo na Itália). Ao longo deste trabalho estudo, Hitler e o Nazismo, o fracasso na primeira tentativa de tomada do poder, a crise económica e a tomada do poder. Sobre o Fascismo estudo, a ascensão de Mussolini e o governo de Mussolini. AQUI ESTÃO FOTOS DO (ARGH!) FASCISMO / NAZISMO O Nazismo A partir do final da Primeira Guerra Mundial, a Alemanha mergulhou em uma crise económica agravada ainda mais pelas enormes indemnizações impostas pelo Tratado de Versalhes e pela ocupação do vale do Ruhr por França e Bélgica. O marco alemão desaba e consegue se estabilizar somente em Novembro de 1923, quando sua cotação atinge 4,6 biliões de marcos
  • 2. para US$ 1. A hiper inflação tem efeito devastador sobre a economia, desorganizando a produção e o comércio. Em 1931, há 4 milhões de desempregados, quase 30 mil falências e a produção cai em todos os sectores. No plano político, a situação também era grave, pois vários golpes de direita e esquerda se sucederam, todos fracassados. A crise económica mundial de 1929 permitiu a ascensão ao poder do líder do partido Nazista, Adolf Hitler. Hitler e o Nazismo Hitler nasceu na Áustria e pretendia ser pintor. Mas, por duas vezes, foi reprovado nos exames para ingresso na Academia de Viena. Após a morte dos pais, vivia como um mendigo, pernoitando em albergues e tentando viver dos cartões postais que pintava. Quando começou a guerra, incorporou-se em um regimento alemão. Participou com bravura, foi ferido duas vezes e condecorado com a Cruz de Ferro. Mas a derrota o abalou profundamente. Ele era extremamente nacionalista. Opunha-se aos judeus, num anti-semitismo cujas origens são difíceis de serem explicadas. Via nos judeus um factor de corrupção do povo alemão. Cristo e Marx, dois judeus, pregavam a igualdade entre os homens e a resignação, ideias que Hitler considerava nocivas ao povo alemão. Daí, surgiu sua doutrina racista, segundo a qual os homens eram desiguais por natureza. A raça superior era a dos arianos (germânicos), altos e alourados. Na Alemanha, eles existiam em estado puro, sendo, pois, a raça sob a humilhação do Tratado de Versalhes. O povo alemão deveria agrupar-se em um único estado: A Grande Alemanha, que reuniria todas as populações germânicas. Desprezava os povos latinos e principalmente os eslavos, os quais julgava que deveriam ser reduzidos à escravidão, dominados pelos germânicos. A pureza da raça ariana deveria ser defendida através da impiedosa perseguição aos judeus. A partir dessas ideias de Hitler, surgiu o Nazismo, um regime totalitário e militarista que se baseava numa mística heróica de regeneração nacional. Apoia-se no campesinato e não tem a estrutura corporativista do fascismo. O fracasso na primeira tentativa de tomada do poder Após a organização do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (Nazista), Hitler percorreu a Alemanha para divulgá-lo e conseguir mais adeptos. As reuniões do partido eram feitas com alguns rituais, como numerosas paradas, ataques violentos aos socialistas, além dos uniformes.
  • 3. Foi fundado também um jornal partidário. Vários adeptos foram recrutados entre desempregados. Alguns intelectuais também se filiaram. Com a crise de 1923, Hitler organizou uma manifestação militar para tomar o poder. Numa concentração em Munique, avisou que uma revolução nacional começara; mas o povo não o seguiu. Após um conflito com a polícia, Hitler foi preso e o Partido Nazista começou um declínio contínuo, até que, em 1929, havia menos de 120.000 membros. A crise económica e a tomada do poder Após as dificuldades económicas dos primeiros anos pós-guerra, até 1924 a economia alemã havia recuperado seu equilíbrio, graças aos investimentos vindos do estrangeiro (principalmente dos Estados Unidos). De 1930 em diante, porém, os capitalistas estrangeiros começaram a retirar seus empréstimos. A inflação recomeçou e a crise económica também. A produção do país entrou em declínio. A miséria da população permitiu a ascensão política do Partido Nazista, bem como do partido Comunista. Nas eleições de 1930, essa tendência se manifestou claramente. Os nazistas elegeram 107 deputados e os comunistas 77, em detrimento dos partidos liberais. Em 1932, terminava o período presidencial de Hindenburg; ele candidatou-se novamente, tendo Hitler como adversário. Foram necessárias duas eleições para decidir o pleito. Hitler perdeu, mas obtivera um considerável número de votos. O cargo de primeiro-ministro foi confiado a von Papen. Sua grande dificuldade era o progresso dos nazistas. Estes aumentaram o número de deputados no Parlamento nas eleições seguintes. Hindenburg recebeu poderes excepcionais e chamou Hitler para a vice-chancelaria, mas o chefe nazista não aceitou. O Reichstag (Assembleia Nacional) foi dissolvido e novas eleições realizadas. Os nazistas perderam várias cadeiras, mas o problema continuou, pois não era possível governar sem os nazistas ou contra eles. Hindenburg substituiu von Papen por um general de tendências socialistas, esperando ganhar mais apoio popular. Mas o próprio von Papen convenceu o presidente a chamar Hitler para o poder, esperando assim poder controlá-lo melhor. No dia 30 de Janeiro de 1933, Hitler assumiu a chancelaria, com von Papen como vice-chanceler. Da chegada ao poder até o estabelecimento da ditadura foi um passo rápido. Hitler formou um governo de coalizão direitista, incluindo os nazistas, nacionalistas, independentes e católicos. Em 27 de fevereiro promoveu o incêndio do Reichstag, atribuindo-o aos comunistas, como pretexto para decretar o fechamento da imprensa, a suspensão das actividades dos partidos de esquerda e o estado de emergência. Em 5 de Março do mesmo ano conseguiu a vitória nas eleições para o Reichstag com ampla maioria dos votos, usando todos os meios lícitos e ilícitos para chegar a este resultado.
  • 4. O novo Reichstag eleito deu a Hitler plenos poderes. As cores da República foram substituídas por uma bandeira vermelha com a cruz gamada em negro e branco, símbolo do Partido Nazista. Todos os partidos, com excepção do nazista, foram dissolvidos e proibidos de se reorganizar. Hitler tornou-se o condutor, o guia e chefe. Quando morreu Hindenburg em 1934, não foi eleito outro presidente. Hitler acumulou as funções de chanceler e chefe de Estado. Um plebiscito confirmou esta decisão com cerca de 90% dos votos a favor. Estava legalizado o totalitarismo na Alemanha. Como Mussolini na Itália, Hitler detinha agora o poder absoluto em seu país. Com a ascensão de Hitler ao poder, o anti-semitismo e os actos de violência contra judeus se tornaram política de estado. Em Abril de 1933 os judeus foram proibidos de praticar a medicina e a advocacia e de ocupar cargos públicos. Em 1935 judeus e demais minorias de sangue não - germânico foram privados de direitos constitucionais e proibidos de casar-se ou manter relações extramatrimoniais com cidadãos alemães ou de sangue ariano. Em 1936 foi criado o Serviço para a Solução do Problema Judeu, sob a supervisão das SS, que se dedicava à exterminação sistemática dos judeus por meio da deportação para guetos ou campos de concentração. Durante a Segunda Guerra, foram estabelecidos na Polónia ocupada os campos de extermínio em massa. Cerca de 6 milhões de judeus foram executados. Fig.7: Bandeira da Gestapo (polícia política de Hitler) Fig.8: Manifestação Hitler preferia as grandes manifestações e comícios noturnos, pela possibilidade de criar ‘rituais’ mais ‘hipnotizantes’, com tochas e luzes que lembravam rituais quase medievais, quase ‘religiosos’, onde as forças instintivas do ser humano podiam ser ‘liberadas’. A noite também ajudava a fazer com que qualquer um perdesse a noção de quantas pessoas estavam ali... ou da própria dimensão do evento. Fig.9: Manifestação
  • 5. Fascismo italiano A crise socioeconómica da Itália tornou-se grave a partir do fim da Primeira Guerra Mundial. Embora tivesse terminado a guerra do lado vitorioso, a Itália não recebeu as recompensas territoriais que lhes foram prometidas. O aumento da inflação, do desemprego e da fome eram alguns dos problemas que abalavam a economia italiana. A monarquia parlamentar, conduzida pelo rei Vítor Emanuel III, tolerava as crescentes manifestações dos sectores populares, sendo incapaz de atender suas reivindicações. A alta burguesia italiana e as classes médias conservadoras, mostravam-se apavoradas com a crescente movimentação social dos trabalhadores. A ascensão de Mussolini Benito Mussolini pertencera ao Partido Socialista Italiano, tendo sido expulso devido às suas posições oportunistas e antipacifistas nos anos da Primeira Guerra Mundial. Em Março de 1919, Mussolini fundou uma organização denominada fasci di combattimento (esquadrões de combate), composta por ex-combatentes e desempregados, e contou com o financiamento de alguns industriais. Utilizando métodos violentos e inescrupulosos contra seus opositores, desenvolveram-se, transformando-se no Partido Nacional Fascista. Protestando contra a crescente violência fascista, os partidos de inspiração marxista convocaram, em Agosto de 1922, uma greve geral dos trabalhadores. Os fascistas exigiram que o governo acabasse com a greve e restabelecesse a ordem. Impotente para controlar a situação, o governo abriu espaço para a acção violenta dos fascistas. Mussolini organizou em 28 de Outubro de 1922, a Marcha sobre Roma, promovendo uma passeata de cerca de 50 mil fascistas em Roma. Pressionado, o rei Vítor Emanuel III encarregou Mussolini de formar um novo governo, em 28 de Outubro de 1922. O governo de Mussolini O governo de Mussolini pode ser dividido em duas grandes fases: Consolidação do Fascismo (1922 a 1924) – Mussolini realizou um governo marcado pelo nacionalismo extremado, e pelo capitalismo. Paralelamente, fortaleceu as organizações fascistas com a fundação das Milícias de Voluntários para a segurança Nacional. Valendo-se de todos os
  • 6. métodos possíveis, inclusive de fraude eleitoral, os fascistas garantiram a vitória do Partido nas eleições parlamentares de Abril de 1924. O deputado socialista Giacomo Matteoti denunciou as violências fascistas. Devido a sua firme oposição, Matteoti foi assassinado em Maio de 1924. A morte de Matteoti provocou indignação popular e forte reacção da imprensa política oposicionista. Mussolini assumiu a responsabilidade histórica pelo homicídio do líder socialista, decretando uma série de leis que fortalecia o governo. Ditadura Fascista (1925 a 1939) – Nos meses finais de 1925, Mussolini implantou o fascismo na Itália. Os sindicatos dos trabalhadores passaram a ser controlados pelo Estado por meio do sistema corporativista. Foi criado um tribunal especial para julgar crimes considerados ofensivos à segurança do Estado. Inúmeros jornais foram fechados, os partidos de oposição foram dissolvidos, milhares de pessoas foram presas e outras foram expulsas do país. A Ovra, polícia secreta fascista, utilizou os mais terríveis tipos de violência na perseguição dos oposicionistas. Os fascistas puniam seus adversários obrigando-os a ingerir óleo de rícino. Mussolini empenhou- se em fazer da Itália uma grande potência capitalista mundial. Para isso promoveu a conquista da Etiópia, em 1936, e o revigoramento industrial. Mussolini tornou-se conhecido como o Duce, em italiano, aquele que dirige . Fig.10: Mussolini, líder fascista italiano Conclusão Neste trabalho aprendemos muito mais sobre Nazismo e Fascismo, uma vez que é um tema muito interessante. Aprendi que "Nazismo" ou o "Nacional-socialismo" designa a política da ditadura que governou a Alemanha de 1933 a 1945, o "Terceiro Reich". O nazismo é frequentemente associado ao fascismo, embora os nazis dissessem praticar uma forma nacionalista e totalitária de socialismo (oposta ao socialismo internacional marxista). O fascismo é uma doutrina totalitária de extrema-direita desenvolvida por Benito Mussolini na Itália, a partir de 1919, e durante seu governo (1922 – 1943 e 1943 – 1945). Fascismo deriva de fascio, nome de grupos políticos ou de militância que surgiram na Itália entre fins do século XIX e começo do século XX; mas também de fasces, que nos tempos do Império Romano era um símbolo dos magistrados: um machado cujo cabo era rodeado de varas, simbolizando o poder do Estado e a unidade do povo. Os fascistas italianos também ficaram conhecidos pela expressão camisas negras, em virtude do uniforme que utilizavam. RESUMO - FASCISMO E NAZISMO
  • 7. Fascismo e Nazismo Cenário A sociedade européia estava marcada pelas incertezas (1919-1939). A Alemanha sofria com as humilhações do Tratado de Versalhes. O Tratado trouxe consigo nacionalismo, revanchismo e racismo. O termino da 1ª Guerra aprofundou as tensões socias. Esse contexto foi propício para o surgimento de grupos de extrema direita, tanto na Itália como na Alemanha. É aí que surge o fascismo italiano ( Mussolini ) e o nazismo alemão ( Hitler ) como alternativa ao bolchevismo. Fascismo (surgiu na Itália ): Características • Único partido • Ideologia fundada no culto de um chefe ( oposição ao comunismo) • Objetiva a expansão imperialista • Mobilização das massas • Aniquilar opositores (terror, violência) • Propaganda e controle das informações. Nazismo (surgiu na Alemanha ): Características • Idéia de se ter o controle total da sociedade ( totalitarismo) • Transformar a natureza humana (usando o terror ) • Partido único • Terror policial • Ideologia oficial • Extinção da sociedade civil (direitos) • Todas as instituições giram em torno da ideologia do partido Itália • Unificação em 1870/71è crise após a gierra • Desequilíbrio regional è Norte = burguês ; Sul= Agrário • Tensão social causada pela inflação • Precisava de um “salvador da pátria” è Benito Mussolini • 1919, Mussolini organiza o Fascio de Combatimentoè movimento nacionalista • 1921, funda o Partido Fascista e utiliza o medo dos bolcheviques para convencer a elite • Fascista assumem o poder em 1922 ( Camisas negras assassinavam os comunistas) • Mussolini marcha com 500 mil pessoas obrigando o rei Vitor Emanuel a dar o cargo de 1º ministro • A democracia aos poucos é extinta da Itália Características do governo de Mussolini: • Acabou com as liberdades individuais • Prendeu intelectuais
  • 8. • Anulou o Senado e a Câmara • Acabou com os partidos • Criou a polícia política (OVRA) • Estimulou o nacionalismo, racismo , militarismo e imperialismo • A Igreja ficou do lado de Mussolini ( Questão Romana )è Tratado de Latrão 1929 • Carta del lavoro ( carta do trabalho) è leis trabalhistas em 1927 Alemanha • Crise pós 1ª Guerraè crise institucional, multidões famintas • Social Democracia incapaz de resolver os problemas • 1923, a França invade o Vale do Ruhr em represália pelo não pagamento da dívida • criou uma onda de nacionalismo • inflação extremamente elevada è 1dólar valia alguns bilhões de marcos • empobrecimento das camadas populares • necessitava de um “salvador da pátria” Hitler (1889-1945) Hitler tinha sido um ex-cabo do exército alemão que após o término da guerra tinha a missão de se infiltrar nos partidos para obsevar a ideologia deles. É nesse contexto que entra em contato com um pequeno partido que exaltava as origens gemânicas e culpava os judeus pelo fracasso da 1ª Guerra. O Partido Nazista é criado e Hitler tenta dar um Golpe em 1923. O resultado foi a sua prisão, pois, a Alemanha estava obtendo empréstismos dos americanos e a sua economia dava um sinal de recuperação. Na prisão escreve o livro Mein Kampf , momento em que fundamenta sua ideologia. O ano de 1929 é catastrófico, pois, os EUA estavam em sérias dificuldades econômicas ( CRACK) , minguando os investimentos na Alemanha e dando a possibilidade de crescimento do Nazismo na Alemanha. Em 1930, o Partido Nazista consegue um número surpreendente de cadeiras no parlamento (107). Em 1932, passou para 230 e o presidente alemão Hindenburg nomeia Hitler como Chanceler em 1933. “Misteriosamente” o Parlamento alemão (Reichstag) pega fogo e Hitler culpa os comunistas. O presidente Hindenburg morre em 1934 e Hitler acumula os cargos de Chanceler e Presidente Começa a partir desse momento uma intensa propaganda nazista e como não bastasse a economia alemã dá sinais de recuperação. A massa de trabalhadores se empolga com o crescimento, enquanto a SS e a SA fazem o policiamento e a perseguição aos opositores e intelectuais. Hitler submete os sindicatos aos interesses do Estado e no auge do nazismo Hitler começa sua campanha anti-semita que acabará matando aproximadamente 6 milhões de judeus na Segunda Guerra Mundial.