A Legislação Local e seus Impactos noGerenciamento da LiquidezEuroFinance, São PauloNovembro, 2008
Royal Philips Electronics • Fundada em 1891 • Matriz: Amsterdã, Holanda • Uma Empresa Global e Diversificada,   atuando em...
Finanças e Negócios                          Tesouraria   Fornecedores   FINANÇAS & NEGÓCIOS                              ...
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Pilares Estratégicos para um bom Gerenciamento de Caixa,  buscando assegurar Liquidez…                                    ...
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O que almeja a Matriz? Um centro Único e Global para Gerenciamento de Liquidez.                                           ...
Países Latam - Cash Pooling Local Inibidores Fiscais   Mesmo não havendo restrições quanto à montagem de estruturas de    ...
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Gerenciamento de Liquidez Apenas com o entendimento pleno das características do fluxo de caixa da   Empresa, principalmen...
Brasil – Exemplo de gerenciamento de liquidez                                                                       Dez 20...
Brasil – Exemplo de gerenciamento de liquidez                                                                             ...
Questões?      Ademir dos Santos      Business Finance Manager      (55 11) 2125-0400      ademir.santos@philips.com      ...
CONFIDENTIAL   Latam Treasury, EuroFinance, Sao Paulo, Nov 2008   17
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This presentation explores cash and liquidiity management strategies, besides FSCM developments in Brazilian treasury environment.

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Philips Euro Finance Sao P Aulo Nov, 2008

  1. 1. A Legislação Local e seus Impactos noGerenciamento da LiquidezEuroFinance, São PauloNovembro, 2008
  2. 2. Royal Philips Electronics • Fundada em 1891 • Matriz: Amsterdã, Holanda • Uma Empresa Global e Diversificada, atuando em Saúde e Bem-Estar através dos Setores Consumer Lifestyle, Healthcare e Lighting, com EUR 26,8 Bilhões em Vendas (2007) • 133.000 Colaboradores (Julho 2008) • Manufaturas em 28 países, com pontos de venda em 150 países • EUR 1,6 Bilhões de P&D (2007)CONFIDENTIAL Latam Treasury, EuroFinance, Sao Paulo, Nov 2008 2
  3. 3. Finanças e Negócios Tesouraria Fornecedores FINANÇAS & NEGÓCIOS Clientes Finanças CorporativasCONFIDENTIAL Latam Treasury, EuroFinance, Sao Paulo, Nov 2008 3
  4. 4. Finanças e NegóciosPor que finanças e negócios ? O que está na tesouraria é a liquidez. O caixa é fruto de decisões das áreas de negócios. • Contratos com Fornecedores • Decisões de Investimento • Contratos com Clientes • Decisão de Indexadores: Inflação/Juros/Moedas Necessário Educar as Áreas de Negócio quanto ao Valor do Dinheiro no TempoCONFIDENTIAL Latam Treasury, EuroFinance, Sao Paulo, Nov 2008 4
  5. 5. Finanças e Negócios 1 Logística Financeira Fornecedor Estoque Clientes Ganha @ 2 Estoque = Caixa Alavancar Vendas 1- O custo financeiro 1- F&N deve provocar 1. F&N deve trabalhar do Fornecedor discussões junto com as Áreas de também é um construtivas e sadias Negócio, viabilizando problema nosso. com as Áreas de Vendas para Clientes Negócio acerca o que demandem mais 2 – F&N, junto com as Crédito. nível ideal de Áreas de Negócio, 3 - Gestão da Liquidez Estoque. 2. F&N: Ferramentas deve visitar Fornecedores e corretas p/ financiar Floating - Adm ou Reserva ? trabalhar em conjunto cada tipo de Cliente IOF – O CPMF que estava na operação migrou para área financeira p/ reduzr custos. (Pequenos, Médios e Grandes) FINANCIAL SUPPLY CHAIN MANAGEMENTCONFIDENTIAL Latam Treasury, EuroFinance, Sao Paulo, Nov 2008 5
  6. 6. Finanças e Negócios 2 Crédito Fornecedores S L/C ou Garantias da Matriz E G Clientes U R Ferramenta para mitigar o risco O de crédito 3 - Gestão da Liquidez Floating - Adm ou Reserva ? IOF – O CPMF que estava na operação migrou para área financeiraCONFIDENTIAL Latam Treasury, EuroFinance, Sao Paulo, Nov 2008 6
  7. 7. Finanças e Negócios 3 Além da Cadeia de Fornecimento (2ª Fase) Fornecedores 1ª Fase Mensurar o custo financeiro de todos Fornecedores, implementando a ferramenta de desconto. 2ª Fase Identificar a ferramenta adeuqada para o 3 - Gestão da Liquidez do Fornecedor!!! (ainda um Fornecedor desafio…) Floating - Adm ou Reserva ? IOF – O CPMF que estava na operação migrou para área financeiraCONFIDENTIAL Latam Treasury, EuroFinance, Sao Paulo, Nov 2008 7
  8. 8. Pilares Estratégicos para um bom Gerenciamento de Caixa, buscando assegurar Liquidez… Sistemas para Padronizar, Pagamentos automatizar e Eletrônicos e Cash centralizar Pooling processos Minimizar Previsão de superávits Gerenciamento Caixa locais de de Liquidez eficiente no caixa Curto Prazo Global Redução no Minimizar número Bancos movimentação e Qtde de Contas física de caixa BancáriasCONFIDENTIAL Latam Treasury, EuroFinance, Sao Paulo, Nov 2008 8
  9. 9. O que almeja a Matriz? Pagamentos Centralizados e Concentração de Caixa. Instituição Financeira Global Centralização de Pagamentos Concentração Diária de Caixa Payment Factory/Banco In-House: • Concentração diária na Matriz do caixa disponível mundialmente • Processar pagamentos de outros países, usando contas correntes • Obter eficiência e acuracidade na locais da Matriz. previsão de caixa. • Realizar pagamentos pela Matriz • Uso efetivo de Sistemas. “em nome de” (Empresa Ligadas) • Gerenciamento de Conta • Compensação de Pagamentos Bancária Centralizadora. intra-grupo através de Banco In- • Reporte Central para House movimentação global de caixa a • Refletir todas as transações na partir da Matriz (saídas e Matriz no Banco In-House. entradas).CONFIDENTIAL Latam Treasury, EuroFinance, Sao Paulo, Nov 2008 9
  10. 10. O que almeja a Matriz? Um centro Único e Global para Gerenciamento de Liquidez. Europa - 23 Países Americas Pooling Global - Holanda - EUA - Canadá - (México) Asia/Pacífico - Hong Kong - Japão - Singapura - Austrália - Nova Zelândia ?CONFIDENTIAL Latam Treasury, EuroFinance, Sao Paulo, Nov 2008 10
  11. 11. Países Latam - Cash Pooling Local Inibidores Fiscais Mesmo não havendo restrições quanto à montagem de estruturas de centralização de caixa e/ou pagamentos entre Entidades Legais de um mesmo Grupo Econômico, os custos tributários transacionais, agem como fortes inibidores ou mesmo inviabilizam economicamente esta prática, destruindo valor. Custos transacionais para transf. recursos entre Empresas Ligadas País % flat periodo Vlr fixo fato gerador Argentina 0.60% - - débitos e créditos em CC Brasil 0.38% 1,5% aa - Mutuo entre Ligadas Colombia 0.40% - - débitos em CC Chile - - CLP 151 débitos em CC Peru 0.07% - - débitos em CC Venezuela 1.50% débitos em CCCONFIDENTIAL Latam Treasury, EuroFinance, Sao Paulo, Nov 2008 11
  12. 12. Latam - Cash Pooling RegionalBarreiras LegaisAlém dos aspectos tributários locais, inibidores da centralização de caixa dentro dos próprios limites geográficos de cada País, há ainda que se considerar as barreiras legais e regulatórias ao livre fluxo de capitais além das fronteiras desses Países.Entradas e, principalmente, Saídas de capitais nos países Latino- americanos, são alvos de forte Regulamentação por seus respectivos Bancos Centrais, afetando diretamente o dinamismo do Mercado de Câmbio, de maneira restritiva; não configurando, portanto, um cenário de livre fluxo de capitais na Região. Níveis de Regulamentação no Câmbio Chile Paraguay Brasil Argentina Venezuela Colômbia Uruguay PeruCONFIDENTIAL Latam Treasury, EuroFinance, Sao Paulo, Nov 2008 12
  13. 13. Gerenciamento de Liquidez Apenas com o entendimento pleno das características do fluxo de caixa da Empresa, principalmente aquelas que são forte geradoras de caixa, é possível fazer uma boa Gestão de Tesouraria. • Qual o perfil e maturidade do Negócio? • É possível definir com clareza as medidas clássicas de Gestão de Financeira? – Prazo médio dos meus recebimentos (DSO)? – Prazo médio dos meus pagamentos (DPO)? – Prazo médio de estocagem (DIO)? • Tenho subsídios suficientes para definir o Ciclo de Conversão de Caixa com clareza? CCC = DIO + DSO – DPO • Cobrança – Está definida como ADM ou Reserva (floating)? – O seu repasse se dá em D1 ou D2? • Por que preciso gerenciar minhas reservas?CONFIDENTIAL Latam Treasury, EuroFinance, Sao Paulo, Nov 2008 13
  14. 14. Brasil – Exemplo de gerenciamento de liquidez Dez 2007 Jan 2008 Rentabilidade Líquida CDB - BRL 1,0 milhão Rentabilidade Líquida CDB - BRL 1,0 milhão BRL Impacto Tributário - CPMF, IOF e IRRF Impacto Tributário - IOF e IRRF10,000 BRL 8,000 12,000 6,000 breakeven 10,000 8,000 breakeven point ≈ 16 dus 4,000 point = 0 du 6,000 2,000 4,000 - 2,000(2,000) 10 12 14 16 18 20 22 24 26 28 30 32 34 36 38 - 0 2 4 6 8 dias uteis(4,000) 12 16 20 24 28 32 36 0 4 8 dias uteis Conta Garantida a 105% CDI Conta Garantida a 105% CDI% p.a. % p.a. Custo All In (anualizado, base 252) Custo All In (anualizado, base 252)17% 210% Impacto da alíquota adicional de IOF - 0,38% flat 16.4% 193.3%16% 160%15% 110% 14.6% 81.9%14% 13.8% 60% 13.5% 13.4% 24.6% 18.8% 17.4%13% 10% 11 13 15 17 19 21 23 25 27 29 1 3 5 7 9 11 13 15 17 19 21 23 25 27 29 1 3 5 7 9 dias uteis dias uteis CONFIDENTIAL Latam Treasury, EuroFinance, Sao Paulo, Nov 2008 14
  15. 15. Brasil – Exemplo de gerenciamento de liquidez Matriz Receita Financeira X Quantidade de CDBs de BRL 1,0 Milhão a 100% do CDI X Prazos diversos Ciclo de Conversão de Caixa Oportunidades Anuais de Investimento (Qtde) 25 50 75 100 125 150 175 200 225 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 05 9,703 19,407 29,110 38,813 48,517 58,220 67,924 77,627 87,330 10 38,071 76,141 114,212 152,283 190,353 228,424 266,495 304,565 342,636 Prazo (dias úteis) 15 85,116 170,232 255,348 340,464 425,580 510,696 595,812 680,928 766,043 20 152,568 305,136 457,705 610,273 762,841 915,409 1,067,977 1,220,545 1,373,114 25 203,132 406,264 609,396 812,528 1,015,660 1,218,792 1,421,924 1,625,056 1,828,188 30 244,001 488,001 732,002 976,002 1,220,003 1,464,003 1,708,004 1,952,005 2,196,005 35 284,877 569,754 854,632 1,139,509 1,424,386 1,709,263 1,994,141 2,279,018 2,563,895 40 317,654 635,308 952,962 1,270,616 1,588,270 1,905,924 2,223,578 2,541,232 2,858,886 Nível de Geração de CaixaCONFIDENTIAL Latam Treasury, EuroFinance, Sao Paulo, Nov 2008 15
  16. 16. Questões? Ademir dos Santos Business Finance Manager (55 11) 2125-0400 ademir.santos@philips.com Ricardo Merrighi Finance Manager (55 11) 2125-0297 ricardo.merrighi@philips.comCONFIDENTIAL Latam Treasury, EuroFinance, Sao Paulo, Nov 2008 16
  17. 17. CONFIDENTIAL Latam Treasury, EuroFinance, Sao Paulo, Nov 2008 17

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