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PqC VI, Dr. Renato Ferraz de Arruda Veiga
veiga@iac.sp.gov.br
RECURSOS FITOGENÉTICOS
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Coleta
Intercâmbio
Quarentena
Identificação
Caracterização
Conservação
Educação
Valoração
Documentação
Uso
DEFINIÇÃO DA PALAVRA
ITALIANO “QUARANTINA”
40 DIAS DE ISOLAMENTO

FOTO: QUARENTENÁRIO DE CANA DO CTC em Miracatu - SP
DEFINIÇÃO ATUAL
Período de inspeção, dependente do ciclo da planta e do patógeno
alvo.
Realizada em casa-de-vegetação – adequadamente construída para
este fim - onde as plantas permanecem isoladas em observação.
Onde as pragas são identificadas e eliminadas, tanto no processo de
introdução quanto no de exportação.

Embrapa Meio Ambiente: 1991 - quarentenar organismos para fins
de pesquisa em controle biológico
PORQUE QUARENTENAR?

PREJUÍZOS IRREMEDIÁVEIS AO MEIO AMBIENTE
PREJUÍZOS À PRODUTIVIDADE
PERDA COMPLETA DE PLANTAÇÕES
PREJUÍZO AO ABASTECIMENTO
PERDA DE MERCADOS DE EXPORTAÇÃO
PERDA DE PODER AQUISITIVO
PERDA DE PROPRIEDADES E DE EMPREGOS

Foto: Quarentenário da CANAVIALIS - SP
DEFINIÇÃO DE PRAGA
PRAGA é qualquer espécie, raça ou biótipo de vegetais, animais ou
agentes patogênicos, nocivos para os vegetais ou produtos vegetais
(inseto, ácaro, fungo, bactéria, vírus, viróide, nematóide, planta
invasora, caramujo, etc.)

Foto: Insetário da Embrapa Meio Ambiente
PRAGAS A1 e A2

As pragas de importância quarentenária para o Brasil são
chamadas de A1 e A2 (COSAVE - Brasil, 1996).
A1 - espécies não registradas no Brasil e que podem vir a
causar perdas econômicas às culturas.
A2 – espécies presentes mas controladas no Brasil, em região
geográfica localizada.
FOTO: INSETÁRIO DA EMBRAPA MEIO AMBIENTE
NOSSO DILEMA
Introduzir o máximo de
possível de variabilidade
genética e, ao mesmo
tempo, evitar a introdução
simultânea de pragas
exóticas
FLUXOGRAMA

QUARENTENÁRIO
HYDERABAD -ÍNDIA
quanto menor a estrutura vegetal, menor o risco
de levar consigo uma praga.
quanto mais asséptico, menor o risco da
existência de uma praga.
RELAÇÃO SEGURANÇA/RISCO

QUANTO MAIS LONGO O PERÍODO DE INSPEÇÃO, MENOR É O
RISCO DO ESCAPE DE UMA NOVA PRAGA NO PAÍS .

Foto: Quarentenário, de segurança máxima, no ICRISAT, Índia
CUIDADOS E MEDIDAS QUARENTENÁRIAS
Cuidados:
-Em primeiro lugar deve-se ter o conhecimento da situação das
pragas, dentro e fora do país, detectando-se quais as que serão
objeto da quarentena, verificando o ciclo praga/planta.
-Em segundo lugar, o especialista deve ter em mente que a
quarentena de germoplasma não deve prejudicar o trabalho dos
melhoristas, sendo demasiadamente morosa.
•Medidas :
•Requisição de tratamentos quarentenários para produtos
provenientes de países onde espécies de pragas de importância
quarentenária são conhecidas.
•Inspeção fitossanitária e interceptação de pragas logo nos pontos de
entrada
•Solicitar que os produtos sejam provenientes de áreas livres de
pragas
Foto: Quarentena de Heliconia, no IAC.
DISPERSÃO DAS PRAGAS
EXEMPLOS CLÁSSICOS MUNDIAIS
1. BATATA: Irlanda – 1846 - fungo Phytophthora
infestans (requeima da batata) - destruiu as
plantações - morte por inanição de 1,5 milhão de
pessoas.
2.

ARROZ: Bengala – 1943 - fungo
Helminthosporium oryzae (mancha-parda do
arroz) - “fome de Bengala” - mais de 2 milhões
de pessoas mortas pela fome.

Foto: Quarentenário no ICRISAT - Índia
CUIDADO COM PRAGAS EXÓTICAS

É responsabilidade da DFA e dos Quarentenários: EVITAR A
ENTRADA DE PRAGAS AINDA NÃO REGISTRADAS NO
BRASIL, COMO EX:

Swollen shoot - virose do cacaueiro
Cisto da batata

Golden nematoid
Desde a sua criação, o Cenargen já movimentou cerca de
500 mil acessos, detectando mais de 100 pragas exóticas de
risco quarentenário.
Principais Insetos detectados
pelo CENARGEN
ORDEM

FAMÍLIA
Bruchidae

Curculionida

ESPÉCIE
Acanthoscelides
obtectus (Say)

Callosobruchus
maculatus (Fabr.)
Zabrotes
subfasciatus (Boh.)
Anthonomus
grandis Boh.
Muthonomus
grandis Boh.
Sitophilus granarius
(L.)
Sitophilus oryzae
(L.)

Astigmata

Acaridae

Prostigmata

Pyrogliphida
Cheyletidae
Tetranychida
Tydeidae

Tyrophagus
putrescentiae
(Schrank)
Euroglyphus sp.
Cheyletus sp.
Schizotetranychus
sp.
Tydeus Tydeus sp.
Tydeus sp.

Foto: Quarentena de Noni, no IAC.

PRODUTO
Phaseolus vulgaris
Leucaena
diversifolia e
Calopogonium
muconoides
Vigna sinensis

PROCEDÊNCIA

Peru,
Colômbia
Colômbia

Nigéria

Vigna sinensis

Nigéria

Gossypium
hirsutum
Triticum aestivum

EUA

Triticum aestivum
x secale cereale
Triticum aestivum
Oryza sativa

EUA

França

Azadirachta indica

Paraguai
Vietnam;
Costa do
Marfim;
Malásia
Índia

Stylosanthes sp.
Helianthus annuus
Oryza sativa

Austrália
Argentina
Colômbia

Prunus persica
Diospyros caki

EUA
EUA
Principais Fungos detectados
pelo CENARGEN
PRODUTO
Trigo - Triticum aestivum
Triticale - Triticumsecale
Cevada
Hordeum vulgare
Brachiaria
Trigo – Triticum
aestivum
Arroz - Oryza sativa
Caqui - Diospyrus kaki
Arroz - Oryza sativa

PATÓGENO
Tilletia indica
Drechslera
australiensis

PROCEDÊNCIA
Uruguai e México
México

Fusarium acuminatum
Drechslera
australiensis
Drechslera
australiensis
Phomopsis diospyri
Drechslera
hawaiiensis
Colletotrichum capsici

Colombia
U.S.A.

Pimentão
Capsicum annuum
Trigo – Triticum
Tilletia controversa
aestivum
Girassol
Stemphylium
botryosum
Helianthus annuus
Foto: Quarentena de Citrus, no IAC

Colombia
U.S.A
Colombia
Taiwan – China

Alemanha, Argentina e
Ucrânia
Argentina
Principais Nematóides detectados pelo CENARGEN
Procedência

Nematóide
detectado

Técnica de
Erradicação

Perdas na
Produção

Amendoim
Arachis
hypogaea

Colômbia

Dit ylenchus
dipsaci,
Tylenchus sp.

Cult ura de
Tecidos

Não
quant if icada

Arroz Oryza sativa

Colômbia;
Cuba; EUA ;
Filipinas;
França;
M alásia;
Nigéria
EUA ,
Filipinas
EUA

A phelenchoides
besseyi

Trat .Térmico:
Úmido

30 a 50

Dit ylenchus sp.

Até 90

A nguina sp
Dit ylenchus
dipsaci

Trat .Térmico:
Seco
Trat .Térmico:
Úmido
E Seco

Canadá

Dit ylenchus
dipsaci
Globodera sp.

Cult ura de
t ecidos
Incineração

30
At é 100

Globodera sp

Incineração

At é 100

Dit ylenchus sp.

Trat .Térmico:
Úmido
Trat .Térmico:
Úmido
Trat .Térmico:
Úmido

Não
Quant if icada

Germoplasma

Vegetal

Aveia Avena
sativa
Batata Solanum
tuberosum

M ilho Zea mays

Foto: Quarentena

Chile;
Holanda
Holanda;
EUA
Zâmbia
M éxico
Chile
Guat emala;
Peru;
Uruguai
de uva, no IAC

Dit ylenchus
dipsaci
Tylenchus sp.

Até 60

>

5 0%
PRINCIPAIS VÍRUS E VIRÓIDES
DETECTADOS PELO CENARGEN
VIRUS e VIROIDES

PRODUTO

PAÍS DE ORIGEM

Potato spindle tuber viroid (PSTvd)

Potato (Solanum tuberosum)

Argentina

Banana bunchy top Virus (BBTV)

Banana (Musa sp.)

Indonésia

Hop mosaic vírus (HMV))
Hop latent viroid

Hop (Humulus lupulus)

USA

Bean common mosaic virus
Southern bean mosaic virus

Bean (Phaseolus vulgaris)

Colômbia

Cowpea aphid-born mosaic virus

Cowpea (Vigna unguiculata)

Russia

Leek yellow strip virus
Onion yellow dwarf virus

Garlic (Allium sativus)

EUA, China

Potato leaf roll virus

Potato (Solanum tuberosum) in vitro

EUA, Peru, Argentina

Potato vírus S

Potato (Solanum tuberosum) in vitro

USA, Japan, Bolívia, Peru

Potato virus X

Potato (Solanum tuberosum) in vitro

USA, Peru

Potato virus Y

Potato (Solanum tuberosum) in vitro

USA, Japan

Sweet potato feathery motle virus
Sweet potato latent virus
Sweet potato chlorotic fleck virus
Sweet potato mild mottle virus

Sweet potato (Ipomoea batatas)

Japan

Foto: Quarentena de Batata, no IAC.
Principais Bactérias Detectadas pelo
CENARGEN
BACTÉRIA

PRODUTO

PROCEDÊNCIA

Burkholderia glumae

Arroz
(Oryza sativa)

França

Acidovorax avenae subsp. avenae

Arroz
(Oryza sativa)

Colômbia

Pseudomonas syringae pv. coronafaciens

Aveia
(Avena sativa)

USA

Xanthomonas campestres pv. zinniae

Zinia
(Zinia sp.)

França

Xanthomonas oryzae pv. oryzae

Arroz
(Oryza sativa)

Filipinas e Colômbia

Xanthomonas transluscens pv. undulosa

Trigo
(Triticum aestivum)
Triticale
(Triticum aestivum x Secale cereale)
Cevada
(Hordeum vulgare)

México

Foto: Quarentena de Orquídea no IAC
QUARENTENÁRIO DO IAC
O IAC está credenciado pela Defesa Sanitária para realizar a
quarentena de plantas no Estado de São Paulo, desde 15 de maio de
1998 (D.O.U. nº 91).

O IAC também está credenciado pela CTNBIO para efetivar
quarentena de germoplasma transgênico no Estado de São Paulo,
desde
04
de
setembro
de
1998
(Certificado de
Qualidade e Biossegurança nº 0065/98, D.O.U. nº 170).
     

Foto: Quarentena de batata, no IAC
TÉCNICAS USUAIS
• BACTÉRIAS: sintomatologia em plântulas, germinação em papel
toalha, meios seletivos e isolamento direto (SCHAAD,1982);
• FUNGOS: exame direto, plaqueamento em meio de cultura e
papel filtro. Tratamentos consecutivos para limpeza (NEEGARD,
1973 e 1978; TUITE, 1969);
• INSETOS: exame de presença de ovos, vestígios de ataque e do
próprio inseto vivo, em sala a prova de insetos;
• NEMATÓIDES: trituração, peneiramento em funil de Baermann,
bem como flutuação para extração de cistos (JENKINS, 1964;
BYRD et al.,1966).
• PLANTAS DANINHAS: exame visual de presença de sementes e
plantio para identificação taxonômica;
• VÍRUS: sintomatologia de plântulas, serologia, uso de plantas
indicadoras, microscópio eletrônico, cultura de meristema,
caracterização genética (KITAJIMA, 1965; OUTCHERLONY,
1968; HAMPTON et al., 1978).
Foto 1997: Inspeção no Quarentenário IAC, José Nelson Fonseca (CENARGEN) e Tarcisio
Prezoto (DFA)
QUARENTENA INTERNA
QUARENTENA INTERNA

- germoplasma oriundo de expedições científicas de coleta
- quando for originário de regiões onde haja restrições ao trânsito de
germoplasma.
TRÂNSITO INTERNO
Existem portarias que definem os locais onde há restrição de
trânsito de germoplasma vegetal no Brasil, onde estabelecem o tipo
do material que é restrito bem como as medidas que devem ser
adotadas. Apresentamos uma tabela com algumas destas espécies de
trânsito restrito.

FOTO: TÉCNICO DO CENARGEN COLETANDO GERMOPLASMA DE ARACHIS (GLOCIMAR P.SILVA)
OFICIALMENTE SÃO 07 SERVIÇOS DE DEFESA e 28 POSTOS
DE VIGILÂNCIA NO BRASIL

Situação Atual(*) (em
operação): Total 106
 PONTOS DE INGRESSO - FRONTEIRAS - 24
 ADUANAS ESPECIAIS - 35
 PORTOS ORGANIZADOS - 27
 AEROPORTOS INTERNACIONAIS - 20

(*)Criados informalmente nas DFA´s com as mais
diversas denominações (PDA, UVA, RR, ER)
com o objetivo de atender as demandas do comercio
internacional.
EXEMPLO DE ÁREA DE RISCO PARA SE ACESSAR
GERMOPLASMA

ÁR DE INCIDÊNCIA
EA
DE FERR
UGEM
ASIÁTICA
DA SOJA NO BR
ASIL
P
hakopsora pachyrhizi
2003
Área Epidêmica
LOGICAMENTE
QUE
NÃO
IREMOS
BUSCAR
GERMOPLASMA DE SOJA, JUSTAMENTE NOS CÍRCULOS
MOSTRADOS, ONDE HÁ EPIDEMIA OU ALTA INSIDÊNCIA
DE FERRUGEM!
OS
CUIDADOS
VÃO
DESDE
AS
INSPEÇÕES
FITOSSANITÁRIAS NO CAMPO ATÉ A INSPEÇÃO
FITOSSANITÁRIA NO PONTO DE SAÍDA.

SÃO
MUITO
IMPORTANTES
PARA
OS
PAÍSES
IMPORTADORES BEM COMO PARA A RESPEITABILIDADE
DA INSTITUIÇÃO E DO PAÍS EXPORTADOR.
FOTO: INSPEÇÃO DE EXPORTAÇÃO NO ICRISAT – ÍNDIA –ATRAVÉS DE RAIOS X - SEMENTES
A CHAMADA QUARENTENA DE EXPORTAÇÃO
A quarentena de exportação refere-se a um período que vai desde as
inspeções de campo, passando pela limpeza no momento da
embalagem, até a sua liberação no ponto de saída, pela DFA.
A sanidade do germoplasma é de responsabilidade do pesquisador
exportador.
O pesquisador exportador deve solicitar do importador a relação
das exigências fitossanitárias do país que vai receber o material,
para que o Certificado Fitossanitário contenha todas as
informações; ainda deve solicitar que envie o Import Permt.
O pesquisador exportador deve, ainda, preparar o material e a
embalagem adequadamente à sobrevivência do germoplasma
durante o seu transporte.

Foto: Passos efetuados pelo ICRISAT na exportação de germoplasma
A REALIDADE DO PROJETO SYNGENTA

Foto: Quarentena de Pinus, no IAC
EXEMPLO DE BIBLIOGRAFIAS
1.

Hewitt, W.B. & Chiarappa, L. Plant Health and Quarantine in International
Transfer of Genetic Resources. CRC Press, Inc. Cleveland: 1977, 347p.

2.

Giacometti, D.C. Introdução e Intercâmbio de Germoplasma. In: Araujo,
S.M.C. & Osuna, J.A. eds. Anais Encontro sobre Recursos Genéticos.
Jaboticabal: Unesp & CENAREN. 43-55p. 1988.

3.

Batista, M.F, Fonseca, J.N.L., Tenente, R.C.V., Mendes, M.A.S., Urben, A.F.,
Oliveira, M.R.V., Ferreira, D.N. Intercâmbio e Quarentena de Germoplasma
Vegetal. Brasília: Biotecnologia Ciência e Desenvolvimento. v6. pg.32-41,
1988.

4.

Veiga, R.F.A. Intercâmbio e Quarentena de Recursos Fitogenéticos. In:
Beretta, A & Rivas, M. Coords. Estrategia en recursos fitogenéticos para los
países del Cono Sur. Montevideo, IICA. pg. 59-64. 2001.

5.

Vilella, E.F. Histórico e Impacto das pragas introduzidas no Brasil/ Eds;
Villella, E.F., Zucchi, R.A, Cantor, F. Ribeirão Preto: Holos, 2001. 173p.

6.

Veiga, R.F.A. , Barbosa, W., Tombolato, A.F.C., Costa, A.A., Benatti Jr. R.
Quarentenário de Plantas no Instituto Agronômico. Campinas: Instituto
Agronômico. O Agronômico, 56(1), pg.24-26. 2004.

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Apresentação syngenta 2009

  • 1. PqC VI, Dr. Renato Ferraz de Arruda Veiga veiga@iac.sp.gov.br
  • 3. DEFINIÇÃO DA PALAVRA ITALIANO “QUARANTINA” 40 DIAS DE ISOLAMENTO FOTO: QUARENTENÁRIO DE CANA DO CTC em Miracatu - SP
  • 4. DEFINIÇÃO ATUAL Período de inspeção, dependente do ciclo da planta e do patógeno alvo. Realizada em casa-de-vegetação – adequadamente construída para este fim - onde as plantas permanecem isoladas em observação. Onde as pragas são identificadas e eliminadas, tanto no processo de introdução quanto no de exportação. Embrapa Meio Ambiente: 1991 - quarentenar organismos para fins de pesquisa em controle biológico
  • 5. PORQUE QUARENTENAR? PREJUÍZOS IRREMEDIÁVEIS AO MEIO AMBIENTE PREJUÍZOS À PRODUTIVIDADE PERDA COMPLETA DE PLANTAÇÕES PREJUÍZO AO ABASTECIMENTO PERDA DE MERCADOS DE EXPORTAÇÃO PERDA DE PODER AQUISITIVO PERDA DE PROPRIEDADES E DE EMPREGOS Foto: Quarentenário da CANAVIALIS - SP
  • 6. DEFINIÇÃO DE PRAGA PRAGA é qualquer espécie, raça ou biótipo de vegetais, animais ou agentes patogênicos, nocivos para os vegetais ou produtos vegetais (inseto, ácaro, fungo, bactéria, vírus, viróide, nematóide, planta invasora, caramujo, etc.) Foto: Insetário da Embrapa Meio Ambiente
  • 7. PRAGAS A1 e A2 As pragas de importância quarentenária para o Brasil são chamadas de A1 e A2 (COSAVE - Brasil, 1996). A1 - espécies não registradas no Brasil e que podem vir a causar perdas econômicas às culturas. A2 – espécies presentes mas controladas no Brasil, em região geográfica localizada. FOTO: INSETÁRIO DA EMBRAPA MEIO AMBIENTE
  • 8. NOSSO DILEMA Introduzir o máximo de possível de variabilidade genética e, ao mesmo tempo, evitar a introdução simultânea de pragas exóticas
  • 10. quanto menor a estrutura vegetal, menor o risco de levar consigo uma praga. quanto mais asséptico, menor o risco da existência de uma praga.
  • 11. RELAÇÃO SEGURANÇA/RISCO QUANTO MAIS LONGO O PERÍODO DE INSPEÇÃO, MENOR É O RISCO DO ESCAPE DE UMA NOVA PRAGA NO PAÍS . Foto: Quarentenário, de segurança máxima, no ICRISAT, Índia
  • 12. CUIDADOS E MEDIDAS QUARENTENÁRIAS Cuidados: -Em primeiro lugar deve-se ter o conhecimento da situação das pragas, dentro e fora do país, detectando-se quais as que serão objeto da quarentena, verificando o ciclo praga/planta. -Em segundo lugar, o especialista deve ter em mente que a quarentena de germoplasma não deve prejudicar o trabalho dos melhoristas, sendo demasiadamente morosa. •Medidas : •Requisição de tratamentos quarentenários para produtos provenientes de países onde espécies de pragas de importância quarentenária são conhecidas. •Inspeção fitossanitária e interceptação de pragas logo nos pontos de entrada •Solicitar que os produtos sejam provenientes de áreas livres de pragas Foto: Quarentena de Heliconia, no IAC.
  • 13. DISPERSÃO DAS PRAGAS EXEMPLOS CLÁSSICOS MUNDIAIS 1. BATATA: Irlanda – 1846 - fungo Phytophthora infestans (requeima da batata) - destruiu as plantações - morte por inanição de 1,5 milhão de pessoas. 2. ARROZ: Bengala – 1943 - fungo Helminthosporium oryzae (mancha-parda do arroz) - “fome de Bengala” - mais de 2 milhões de pessoas mortas pela fome. Foto: Quarentenário no ICRISAT - Índia
  • 14. CUIDADO COM PRAGAS EXÓTICAS É responsabilidade da DFA e dos Quarentenários: EVITAR A ENTRADA DE PRAGAS AINDA NÃO REGISTRADAS NO BRASIL, COMO EX: Swollen shoot - virose do cacaueiro
  • 16. Desde a sua criação, o Cenargen já movimentou cerca de 500 mil acessos, detectando mais de 100 pragas exóticas de risco quarentenário.
  • 17. Principais Insetos detectados pelo CENARGEN ORDEM FAMÍLIA Bruchidae Curculionida ESPÉCIE Acanthoscelides obtectus (Say) Callosobruchus maculatus (Fabr.) Zabrotes subfasciatus (Boh.) Anthonomus grandis Boh. Muthonomus grandis Boh. Sitophilus granarius (L.) Sitophilus oryzae (L.) Astigmata Acaridae Prostigmata Pyrogliphida Cheyletidae Tetranychida Tydeidae Tyrophagus putrescentiae (Schrank) Euroglyphus sp. Cheyletus sp. Schizotetranychus sp. Tydeus Tydeus sp. Tydeus sp. Foto: Quarentena de Noni, no IAC. PRODUTO Phaseolus vulgaris Leucaena diversifolia e Calopogonium muconoides Vigna sinensis PROCEDÊNCIA Peru, Colômbia Colômbia Nigéria Vigna sinensis Nigéria Gossypium hirsutum Triticum aestivum EUA Triticum aestivum x secale cereale Triticum aestivum Oryza sativa EUA França Azadirachta indica Paraguai Vietnam; Costa do Marfim; Malásia Índia Stylosanthes sp. Helianthus annuus Oryza sativa Austrália Argentina Colômbia Prunus persica Diospyros caki EUA EUA
  • 18. Principais Fungos detectados pelo CENARGEN PRODUTO Trigo - Triticum aestivum Triticale - Triticumsecale Cevada Hordeum vulgare Brachiaria Trigo – Triticum aestivum Arroz - Oryza sativa Caqui - Diospyrus kaki Arroz - Oryza sativa PATÓGENO Tilletia indica Drechslera australiensis PROCEDÊNCIA Uruguai e México México Fusarium acuminatum Drechslera australiensis Drechslera australiensis Phomopsis diospyri Drechslera hawaiiensis Colletotrichum capsici Colombia U.S.A. Pimentão Capsicum annuum Trigo – Triticum Tilletia controversa aestivum Girassol Stemphylium botryosum Helianthus annuus Foto: Quarentena de Citrus, no IAC Colombia U.S.A Colombia Taiwan – China Alemanha, Argentina e Ucrânia Argentina
  • 19. Principais Nematóides detectados pelo CENARGEN Procedência Nematóide detectado Técnica de Erradicação Perdas na Produção Amendoim Arachis hypogaea Colômbia Dit ylenchus dipsaci, Tylenchus sp. Cult ura de Tecidos Não quant if icada Arroz Oryza sativa Colômbia; Cuba; EUA ; Filipinas; França; M alásia; Nigéria EUA , Filipinas EUA A phelenchoides besseyi Trat .Térmico: Úmido 30 a 50 Dit ylenchus sp. Até 90 A nguina sp Dit ylenchus dipsaci Trat .Térmico: Seco Trat .Térmico: Úmido E Seco Canadá Dit ylenchus dipsaci Globodera sp. Cult ura de t ecidos Incineração 30 At é 100 Globodera sp Incineração At é 100 Dit ylenchus sp. Trat .Térmico: Úmido Trat .Térmico: Úmido Trat .Térmico: Úmido Não Quant if icada Germoplasma Vegetal Aveia Avena sativa Batata Solanum tuberosum M ilho Zea mays Foto: Quarentena Chile; Holanda Holanda; EUA Zâmbia M éxico Chile Guat emala; Peru; Uruguai de uva, no IAC Dit ylenchus dipsaci Tylenchus sp. Até 60 > 5 0%
  • 20. PRINCIPAIS VÍRUS E VIRÓIDES DETECTADOS PELO CENARGEN VIRUS e VIROIDES PRODUTO PAÍS DE ORIGEM Potato spindle tuber viroid (PSTvd) Potato (Solanum tuberosum) Argentina Banana bunchy top Virus (BBTV) Banana (Musa sp.) Indonésia Hop mosaic vírus (HMV)) Hop latent viroid Hop (Humulus lupulus) USA Bean common mosaic virus Southern bean mosaic virus Bean (Phaseolus vulgaris) Colômbia Cowpea aphid-born mosaic virus Cowpea (Vigna unguiculata) Russia Leek yellow strip virus Onion yellow dwarf virus Garlic (Allium sativus) EUA, China Potato leaf roll virus Potato (Solanum tuberosum) in vitro EUA, Peru, Argentina Potato vírus S Potato (Solanum tuberosum) in vitro USA, Japan, Bolívia, Peru Potato virus X Potato (Solanum tuberosum) in vitro USA, Peru Potato virus Y Potato (Solanum tuberosum) in vitro USA, Japan Sweet potato feathery motle virus Sweet potato latent virus Sweet potato chlorotic fleck virus Sweet potato mild mottle virus Sweet potato (Ipomoea batatas) Japan Foto: Quarentena de Batata, no IAC.
  • 21. Principais Bactérias Detectadas pelo CENARGEN BACTÉRIA PRODUTO PROCEDÊNCIA Burkholderia glumae Arroz (Oryza sativa) França Acidovorax avenae subsp. avenae Arroz (Oryza sativa) Colômbia Pseudomonas syringae pv. coronafaciens Aveia (Avena sativa) USA Xanthomonas campestres pv. zinniae Zinia (Zinia sp.) França Xanthomonas oryzae pv. oryzae Arroz (Oryza sativa) Filipinas e Colômbia Xanthomonas transluscens pv. undulosa Trigo (Triticum aestivum) Triticale (Triticum aestivum x Secale cereale) Cevada (Hordeum vulgare) México Foto: Quarentena de Orquídea no IAC
  • 22. QUARENTENÁRIO DO IAC O IAC está credenciado pela Defesa Sanitária para realizar a quarentena de plantas no Estado de São Paulo, desde 15 de maio de 1998 (D.O.U. nº 91). O IAC também está credenciado pela CTNBIO para efetivar quarentena de germoplasma transgênico no Estado de São Paulo, desde 04 de setembro de 1998 (Certificado de Qualidade e Biossegurança nº 0065/98, D.O.U. nº 170).       Foto: Quarentena de batata, no IAC
  • 23. TÉCNICAS USUAIS • BACTÉRIAS: sintomatologia em plântulas, germinação em papel toalha, meios seletivos e isolamento direto (SCHAAD,1982); • FUNGOS: exame direto, plaqueamento em meio de cultura e papel filtro. Tratamentos consecutivos para limpeza (NEEGARD, 1973 e 1978; TUITE, 1969); • INSETOS: exame de presença de ovos, vestígios de ataque e do próprio inseto vivo, em sala a prova de insetos; • NEMATÓIDES: trituração, peneiramento em funil de Baermann, bem como flutuação para extração de cistos (JENKINS, 1964; BYRD et al.,1966). • PLANTAS DANINHAS: exame visual de presença de sementes e plantio para identificação taxonômica; • VÍRUS: sintomatologia de plântulas, serologia, uso de plantas indicadoras, microscópio eletrônico, cultura de meristema, caracterização genética (KITAJIMA, 1965; OUTCHERLONY, 1968; HAMPTON et al., 1978). Foto 1997: Inspeção no Quarentenário IAC, José Nelson Fonseca (CENARGEN) e Tarcisio Prezoto (DFA)
  • 24. QUARENTENA INTERNA QUARENTENA INTERNA - germoplasma oriundo de expedições científicas de coleta - quando for originário de regiões onde haja restrições ao trânsito de germoplasma.
  • 25. TRÂNSITO INTERNO Existem portarias que definem os locais onde há restrição de trânsito de germoplasma vegetal no Brasil, onde estabelecem o tipo do material que é restrito bem como as medidas que devem ser adotadas. Apresentamos uma tabela com algumas destas espécies de trânsito restrito. FOTO: TÉCNICO DO CENARGEN COLETANDO GERMOPLASMA DE ARACHIS (GLOCIMAR P.SILVA)
  • 26. OFICIALMENTE SÃO 07 SERVIÇOS DE DEFESA e 28 POSTOS DE VIGILÂNCIA NO BRASIL Situação Atual(*) (em operação): Total 106  PONTOS DE INGRESSO - FRONTEIRAS - 24  ADUANAS ESPECIAIS - 35  PORTOS ORGANIZADOS - 27  AEROPORTOS INTERNACIONAIS - 20 (*)Criados informalmente nas DFA´s com as mais diversas denominações (PDA, UVA, RR, ER) com o objetivo de atender as demandas do comercio internacional.
  • 27. EXEMPLO DE ÁREA DE RISCO PARA SE ACESSAR GERMOPLASMA ÁR DE INCIDÊNCIA EA DE FERR UGEM ASIÁTICA DA SOJA NO BR ASIL P hakopsora pachyrhizi 2003 Área Epidêmica LOGICAMENTE QUE NÃO IREMOS BUSCAR GERMOPLASMA DE SOJA, JUSTAMENTE NOS CÍRCULOS MOSTRADOS, ONDE HÁ EPIDEMIA OU ALTA INSIDÊNCIA DE FERRUGEM!
  • 28. OS CUIDADOS VÃO DESDE AS INSPEÇÕES FITOSSANITÁRIAS NO CAMPO ATÉ A INSPEÇÃO FITOSSANITÁRIA NO PONTO DE SAÍDA. SÃO MUITO IMPORTANTES PARA OS PAÍSES IMPORTADORES BEM COMO PARA A RESPEITABILIDADE DA INSTITUIÇÃO E DO PAÍS EXPORTADOR. FOTO: INSPEÇÃO DE EXPORTAÇÃO NO ICRISAT – ÍNDIA –ATRAVÉS DE RAIOS X - SEMENTES
  • 29. A CHAMADA QUARENTENA DE EXPORTAÇÃO A quarentena de exportação refere-se a um período que vai desde as inspeções de campo, passando pela limpeza no momento da embalagem, até a sua liberação no ponto de saída, pela DFA. A sanidade do germoplasma é de responsabilidade do pesquisador exportador. O pesquisador exportador deve solicitar do importador a relação das exigências fitossanitárias do país que vai receber o material, para que o Certificado Fitossanitário contenha todas as informações; ainda deve solicitar que envie o Import Permt. O pesquisador exportador deve, ainda, preparar o material e a embalagem adequadamente à sobrevivência do germoplasma durante o seu transporte. Foto: Passos efetuados pelo ICRISAT na exportação de germoplasma
  • 30. A REALIDADE DO PROJETO SYNGENTA Foto: Quarentena de Pinus, no IAC
  • 31. EXEMPLO DE BIBLIOGRAFIAS 1. Hewitt, W.B. & Chiarappa, L. Plant Health and Quarantine in International Transfer of Genetic Resources. CRC Press, Inc. Cleveland: 1977, 347p. 2. Giacometti, D.C. Introdução e Intercâmbio de Germoplasma. In: Araujo, S.M.C. & Osuna, J.A. eds. Anais Encontro sobre Recursos Genéticos. Jaboticabal: Unesp & CENAREN. 43-55p. 1988. 3. Batista, M.F, Fonseca, J.N.L., Tenente, R.C.V., Mendes, M.A.S., Urben, A.F., Oliveira, M.R.V., Ferreira, D.N. Intercâmbio e Quarentena de Germoplasma Vegetal. Brasília: Biotecnologia Ciência e Desenvolvimento. v6. pg.32-41, 1988. 4. Veiga, R.F.A. Intercâmbio e Quarentena de Recursos Fitogenéticos. In: Beretta, A & Rivas, M. Coords. Estrategia en recursos fitogenéticos para los países del Cono Sur. Montevideo, IICA. pg. 59-64. 2001. 5. Vilella, E.F. Histórico e Impacto das pragas introduzidas no Brasil/ Eds; Villella, E.F., Zucchi, R.A, Cantor, F. Ribeirão Preto: Holos, 2001. 173p. 6. Veiga, R.F.A. , Barbosa, W., Tombolato, A.F.C., Costa, A.A., Benatti Jr. R. Quarentenário de Plantas no Instituto Agronômico. Campinas: Instituto Agronômico. O Agronômico, 56(1), pg.24-26. 2004.