ESTUDO SOBRE OSVÍCIOS1
REFERENCIAS:1. Quem me roubou de mim/ Padre Fabio de Melo2. Musica Mais Uma Vez /Renato Russo/Legião Urbana3. Dores da Alm...
VÍCIOS3
VÍCIOS4DOIS CASOS DE SEQÜESTRO / PadreFábio de MeloTexto adaptadoO quarto era sombrio, imundo. A vida de quem o habitava t...
VÍCIOS5O vício chegou de mansinho, assim como tudo na vida. Um cigarro hoje, umacerveja amanhã. Drogas mais leves no iníci...
VÍCIOS6Outra história.Ela era uma moça bonita. Beleza não convencional; beleza rara. Tinha quinze anos quando conheceu ora...
VÍCIOS7Duas vidas, duas histórias escritas com tintas carregadas de sofrimento. Doisexemplos clássicos de sequestro da sub...
VÍCIOSMais Uma VezLegião UrbanaMas é claro que o solVai voltar amanhãMais uma vez eu seiEscuridão já vi piorDe endoidecer ...
VÍCIOSDo livro Dores da Alma: Os vícios ou hábitosdestrutivos são, em síntese, métodosdefensivos que as pessoas assumiram ...
VÍCIOSO vício aparece constantemente onde há umainadaptação à vida social. Por incrível que pareça, oviciado é um ―conserv...
VÍCIOSNo salão principal do edifício, onde abundavamextravagantes adornos, algumas dezenas de paresdançavam, tendo as ment...
VÍCIOSNuma saleta abafada, um cavalheiro de qua-renta e cinco anospresumíveis jazia a tremer. Não conseguia manter-se de p...
VÍCIOSAo desencarnar, o alcoólico permanecevitimado pelo vício, buscando sintonia com pessoasfrágeis, temperamentais, viol...
VÍCIOSNossos vícios e erros do passadorepontam na vida presente em forma detendências latentes, às vezes adormecidasdurant...
VÍCIOSObsessãoCancioneiro EspiritaComposição: Gilberto AndreottiSabe o que que é gente?A gente véve, véve uma veiz,véve ôt...
VÍCIOSObsessãoCancioneiro EspiritaComposição: Gilberto AndreottiFoi me dizendo ser antigo inimigo,Jurou ter me perseguido ...
VÍCIOS17
VÍCIOSEm geral, o homem se interessa por tudo quanto digarespeito ao bem-estar imediato da existência física, descuidando-...
VÍCIOSLivro Vinha de Luz – Emmanuel/FCXRetire-se cada um dos excessos nasatisfação egoística, fuja aorelaxamento do dever,...
VÍCIOSNa sociedade: Afastar-se dos lugaresviciosos com discrição e prudência, semcrítica, nem desdém, somenterelacionando-...
VÍCIOSPerante os sonhos: Repudiar asinterpretações supersticiosas quepretendam correlacionar os sonhos comjogos de azar e ...
VÍCIOSO egoísmo é a fonte de todos os vícios, como a caridade o éde todas as virtudes. Destruir um e desenvolver a outra, ...
VÍCIOSVocê quer informação,Meu caro Luiz Lamego,Do que se sabe no Além,Quanto aos problemas da viciação?Verás que ninguem ...
VÍCIOSO conhecimento do Espiritismo não é indispensável àfelicidade futura, porque ele não tem o privilégio de fazereleito...
VÍCIOSRubinho do Vale - Bom PlantadorDentro de qualquer pessoa existe uma força boaEquilíbrio, harmonia é a alegria que no...
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Estudo sobre Vicios

  1. 1. ESTUDO SOBRE OSVÍCIOS1
  2. 2. REFERENCIAS:1. Quem me roubou de mim/ Padre Fabio de Melo2. Musica Mais Uma Vez /Renato Russo/Legião Urbana3. Dores da Alma/Francisco do Espirito Santo Neto/Hammed4. Vinha de Luz – Emmanuel/FCX5. Atendimento Fraterno /Divaldo P. F/Manoel Philomeno de Miranda6. Livro dos Espíritos/ Allan Kardec7. Evangelho Segundo o Espiritismo/Allan Kardec8. No Mundo Maior/FCX/André Luiz9. Na hora do testemunho /FCX/ Herculano Pires10.Musica Obsessão/Gilberto Andreotti11. Conduta espirita André Luiz/Waldo Viera12.Revista Espirita 1864/Allan Kardec13.Retratos da Vida/FCX/Cornélio Pires14.Musica Bom Plantador/Rubinho do valeVÍCIOS2
  3. 3. VÍCIOS3
  4. 4. VÍCIOS4DOIS CASOS DE SEQÜESTRO / PadreFábio de MeloTexto adaptadoO quarto era sombrio, imundo. A vida de quem o habitava também. Não parecia um espaço humano. Nãoinsinuava vida, nem estímulo para felicidade. Recordava-me os lugares reservados para colocaresquecimentos, coisas que não necessitam estar à vista, depósito de objetos sem utilidade.Este é o quarto do meu filho! — revelou-me com voz embargada, cheia de tristeza, aquela mulher nemjovem, nem velha. Na confissão quase envergonhada de que aquele lugar estranho era o lugar da casareservado ao seu filho, a mulher parecia pedir socorro, como se estivesse contando ter descoberto o lugardo cativeiro do filho sequestrado. Não, não era um lugar distante dos seus olhos. Não era como nashistórias clássicas de sequestro, em que os sequestradores escolhem um lugar distante para manter avítima em estado de rendição. Era dentro da sua própria casa que os sequestradores mantinham o seufilho amado em condições inumanas.Olhou-me com indignação, como se quisesse justificar-se de permitir aquele absurdo. Meu filho dormeaqui! — repetia com tristeza. Parecia querer acreditar em motivos desconhecidos, estranhos à razãohumana, que pudessem justificar a escolha tão errada de seu menino.As drogas o sequestraram. As drogas o sequestraram. As drogas o sequestraram Vítimada dependência química, aquele menino dotado de inteligência rara entregou-se aos absurdosmaus tratos que os entorpecentes causam na vida humana.
  5. 5. VÍCIOS5O vício chegou de mansinho, assim como tudo na vida. Um cigarro hoje, umacerveja amanhã. Drogas mais leves no início, depois as mais pesadas e, aospoucos, bem aos poucos, os sequestradores foram assumindo o controle desua vida.Violência, roubos; tudo o que antes era inimaginável na vida do menino tornou-se real. A droga o fezassumir uma personalidade estranha, alheia, porque provocou nele o esquecimento de quem ele era.Traficantes costumam fazer isso com seus viciados. Quanto mais esquecido ele estiver de suanatureza, maior será sua entrega aos poderes de quem o viciou, de quem o levou de si mesmo.Sequestros do corpo; sequestros da INDIVIDUALIDADE. Nem sempre é preciso levar o corpo,acorrentá-lo de maneira concreta, real. Há um jeito sutil de levar embora, de conduzir para fora, de fazeresquecer, de perder a identidade.Viciados não se pertencem mais. Estão sujeitos a uma necessidade que se opõe à liberdade. Perderam acondução da própria vida, porque foram levados por uma necessidade estranha, alheia, masdeterminante.A família já havia tentado ajudar de todas as maneiras possíveis. Internações, terapia, mas nadadeu certo. O menino morria gradualmente aos olhos de todos. Por muitas vezes a mãevasculhava o seu esconderijo, seu cativeiro, para procurar a droga que o viciara tanto, mas denada adiantava. Ela sempre soube que não adiantaria muita coisa retirar a droga de suasgavetas e bolsos. Ela precisava era retirar a droga de dentro dele, lá na raiz da dependência,onde um dia os traficantes, os sequestradores de seu filho, plantaram suas sementes tãomaléficas.
  6. 6. VÍCIOS6Outra história.Ela era uma moça bonita. Beleza não convencional; beleza rara. Tinha quinze anos quando conheceu orapaz. Ele chegou quando ainda não era tempo de chegar. Pediu da menina o que ela ainda não estavapreparada para oferecer. Ela não soube dizer não. O encanto tem o poder de cegar os que estãoencantados. Os encantadores sabem disso. Pouco a pouco, ele foi invadindo a sua casa, a sua vida, osseus valores. Feito um posseiro, desrespeitou as cercas e proclamou ser proprietário da vida daquelamoça, que ainda tinha ares de criança. Aquela que até tão pouco tempo brincava de boneca agora tinhanos braços uma criança de verdade. Maternidade prematura.Ele não a assumiu como esposa. Sumia e aparecia quando bem entendia. Ela era apenas um objetode sua satisfação. Ela deixava que fosse assim. Não tinha forças para discordar. O encanto aindacontinuava. Ele fez com que ela esquecesse todos a quem amava. Tornou-se uma estranha dentrode sua própria casa; perdeu a liberdade de pedir afeto, de demonstrar fragilidade, de voltar a sermenina, ainda que já tivesse uma outra criança nos braços.Aquele rapaz não lhe deixara apenas um filho. Deixou-lhe também a dependência química doálcool. Dezesseis anos, mãe e alcoólatra. O processo de destruição foi rápido. Do álcoolpassou à cocaína e depois veio o craque. Numa manhã iluminada de setembro, ela apareceumorta, vítima de overdose, na garagem de sua casa.Um destino cruel para quem poderia ter sido tanto na vida. Aquela manhã de primavera selouum sequestro que não teve resgate. Trágico fim, trágica continuidade na vida de seus pais eamigos.
  7. 7. VÍCIOS7Duas vidas, duas histórias escritas com tintas carregadas de sofrimento. Doisexemplos clássicos de sequestro da subjetividade. Ambas as histórias têmcomo protagonistas gente de pouca idade, vulnerável às imundícies de nossotempo.Seduções que resultaram em tragédias. Realidades comuns nos nossos dias,em que as pessoas se tornam incapazes de romper com as forças que asdestroem.Perdem o amor próprio, deixam de olhar o que amam; desamparam-se aos poucos até perder o sensode direção. O processo é sempre assim. O viciador afasta sua vítima de tudo o que para ela representasegurança. Quanto maior a insegurança, maior será o seu domínio.Viciadores são especialistas em nos fazer esquecer nossos portos seguros. Ao viciado resta pouco.Terá que se acostumar com a comida qualquer, com o cativeiro qualquer, e depois com uma vidaqualquer.O viciado perde o paraíso, é expulso de sua própria casa, é deserdado, porque perde o direito depossuir-se em sua riqueza original. Não sei se há perda maior que essa. Perder a possibilidade de ser.Ser privado da maior de todas as riquezas. Passar a representar o personagem que o viciadorescreveu para sua atuação. Ele diz o que o sequestrado será. E, agora, o que lhe resta é seguir a fiosua definição.Representar o papel que o outro escreveu é o mesmo que abdicar do direito de escrever aprópria história, o próprio enredo. É permitir que a máscara seja colada na cara, ocultando assimo que se é. Máscaras ocultam pessoas. Privam-nas de viver a dinâmica que a verdadeproporciona, ou seja, levar o ser humano à posse do que se é e assim colocá-lo à disposição dosque estão ao seu lado.
  8. 8. VÍCIOSMais Uma VezLegião UrbanaMas é claro que o solVai voltar amanhãMais uma vez eu seiEscuridão já vi piorDe endoidecer gente sãEspera que o sol já vemTem gente que estádo mesmo lado que vocêmas deveria estar dolado de láTem gente que machucaos outrosTem gente que não sabe amarTem gente enganando agenteVeja nossa vida como estáMas eu sei que um dia agente aprendeSe você quiser alguém em quem confiarConfie em si mesmoQuem acredita sempre alcançaMas é claro que o solVai voltar amanhãMais uma vez eu seiEscuridão já vi pior de endoidecer gente sãEspera que o sol já vemNunca deixe que te digamque não vale a penaacreditar num sonho que se temOu que seus planos nunca vão dar certoOu que você nunca vai ser alguémTem gente que machuca os outrosTem gente que não sabe amarMas eu sei que um dia a gente aprendeSe você quiser alguém em quem confiarConfie em si mesmoQuem acredita sempre alcança8
  9. 9. VÍCIOSDo livro Dores da Alma: Os vícios ou hábitosdestrutivos são, em síntese, métodosdefensivos que as pessoas assumiram nestaexistência, ou mesmo os trazem de outrasencarnações, como uma forma inadequada depromover segurança e proteção.Definições:9Dependência física e/ou psicológica dedeterminada substância ou prática:
  10. 10. VÍCIOSO vício aparece constantemente onde há umainadaptação à vida social. Por incrível que pareça, oviciado é um ―conservador‖, pois não quer correr o riscode se lançar à vida, tornando-se, desse modo, umcomodista por medo do mundo que, segundo ele, oameaça. O vício pode ser um ―erro de cálculo‖ na procurade paz e serenidade, porque todos queremos ser felizes eninguém, conscientemente, busca de propósito viver comdesprazer, aflição e infelicidade. Em verdade, viciadossão todos aqueles que se enfraqueceram diante da vida ese refugiaram na dependência de pessoas ousubstâncias.Livro As Dores da AlmaFrancisco do Espírito Santo NetoPelo espírito Hammed10Definições:
  11. 11. VÍCIOSNo salão principal do edifício, onde abundavamextravagantes adornos, algumas dezenas de paresdançavam, tendo as mentes absorvidas nas baixasvibrações que a atmosfera vigorosamente insu-flava. . Amultidão de en-tidades conturbadas e viciosas que aí semovia era enorme... Os dançarinos não bailavam sós, mas,inconscientemente, correspondiam, no ritmo açodado damúsica inferior, a ridículos gestos dos compa-nheirosirresponsáveis que lhes eram invisíveisNO MUNDO MAIOR FC XDITADO PELO ESPÍRITO ANDRÉ LUIZCap / Medida salvadora11Influenciação:
  12. 12. VÍCIOSNuma saleta abafada, um cavalheiro de qua-renta e cinco anospresumíveis jazia a tremer. Não conseguia manter-se de pé. Antídio,doente e desventurado, a despeito das condições precárias, reclamava umcopinho, sempre mais um copinho, que um rapaz de serviço trazia,obediente. Tremiam-lhe os membros, denuncian-do-lhe o abatimento.Álgido suor lhe escorria da fronte e, de vez em quando, desferia gritos deter-ror selvagem. Em derredor, quatro entidades em-brutecidas submetiam-no aos seus desejos. Empol-gavam-lhe a organização fisiológica,alternadamen-te, uma a uma, revezando-se para experimentar a absorçãodas emanações alcoólicas, no que sentiam singular prazer. Apossavam-separticularmente da ―estrada gástrica‖, inalando a bebida a volatili­zar-se dacárdia ao piloro. Estaríamos diante de um homem embriagado ou de umataça viva, cujo conteúdo sorviam gênios satânicos do vicio?NO MUNDO MAIOR F C XDITADO PELO ESPÍRITO ANDRÉ LUIZ12Influenciação:
  13. 13. VÍCIOSAo desencarnar, o alcoólico permanecevitimado pelo vício, buscando sintonia com pessoasfrágeis, temperamentais, violentas, que vivem notrânsito corporal utilizando-se do processo dasintonia mental e emocional para prosseguir noconsumo do álcool, aspirando os seus vapores eemanações fluídicas, deleitando-se com o prazermórbido da embriaguez. Essa parasitose obsessivatorna-se muito difícil de ser combatida,considerando-se a perfeita identificação deinteresses e prazeres entre o encarnado e odesencarnado.livro : ATENDIMENTO FRATERNODivaldo Pereira Franco /Manoel Philomeno de Miranda13atração:
  14. 14. VÍCIOSNossos vícios e erros do passadorepontam na vida presente em forma detendências latentes, às vezes adormecidasdurante anos, mas prontas a ressurgir eimpor-se à primeira sugestão dascircunstâncias ou de antigos comparsas dopassado, encarnados e desencarnados.Todos estamos sujeitos a essasdolorosas surpresas e por isso o Cristo nosrecomendou vigiar e orar constantemente.Livro: Na hora do testemunho / Herculano Pires- FCX14atração:
  15. 15. VÍCIOSObsessãoCancioneiro EspiritaComposição: Gilberto AndreottiSabe o que que é gente?A gente véve, véve uma veiz,véve ôtra veiz e nuncaaprendeComigo aconteceu um causo, sombrosoEu pensei que tava com zigue-zira ... e tava memoBolinho,olha o breque !Na minha vida estava tudo numa boa,Quando de repente,à toa,um fato estranhome ocorreu."Mas o que foi que aconteceu?"Eu fui perdendo a minha personalidade,Foi ficando na saudade tudo aquilo que era eu.Chegava em casa só brigava com a patroa,Não pensava em coisa boa por melhor que eu estivesse.E do emprego, saiba que fui despedido,Pois sentindo-me ofendido,dei um tapa no patrão!"Mas isso não tá certo não !"Não conseguia compreender o que ocorria,Minha cabeça estava em grande confusão...Quando um amigo me chegou num belo dia,E me afirmou que o caso era OBESESSÃOMe aconselhou então a freqüentar um centro,Andar direito,não dar moleza não,Orar bastante e estar sempre atentoTomar cuidado com a tal perseguiçãoVou te contar,por este meu samba de breque,Fui no Centro Allan KardecE tudo então se resolveu."Mas como foi que isso se deu?"Me colocaram junto a uma porção de médiuns,E através desse intermédio,apresentou-se o Eliseu."Ué mas Eliseu não morreu?"O Eliseu era um safado,Trambiqueiro, sem-vergonha,Velho salafrário..."SILÊNCIO ! VAMOS RESPEITAR OS MORTOS!!!"15
  16. 16. VÍCIOSObsessãoCancioneiro EspiritaComposição: Gilberto AndreottiFoi me dizendo ser antigo inimigo,Jurou ter me perseguido desde muito tempo atrás.E eu zangado, mucho lôco, aturdido,Fui gritando:Seu bandido,essas coisas não se faz!!!E eu xingava o Eliseu, o Eliseu xingava eu"E eu xingava o Eliseu, o Eliseu xingava eu"Xingava de nome feio,xingava de palavrão,de bobage ede tudo isso que ceis tão pensando...E sem demora pra por calma no ambiente,Aproximou-se o dirigente,que por fim,intercedeu:Acalmai-vos irmãos,Essas coisas são muito naturais.Dívidas do passado atravessam as existênciasE não nos permitem a paz.É necessário que busquemosLá no fundo de nós mesmosO porquê do sofrimento,a razão pra tanta agrura,Pois que toda criatura só alcança a evoluçãoQuando a si própria depura e auxilia o seu irmãoE assim ficamos cabisbaixos pensativosProcurando lenitivos para nossa situação"Ahh!"Oh,Eliseu,devemos acabar com isso,E proponho simplesmente um termo pra conciliação.Vamos fechar entre nós dois um compromisso,Sei que será bem difícil mas não custa a intenção.Para testarmos a nossa calma,o nosso vício,Voltaremos genro e sogra numa outra encarnação!"Ah esse cara tá louco!"Para testarmos nossa calma,nosso vício,Voltaremos genro e sogra numa outra encarnação!ISSO NÃO VAI DAR CERTO NÃO!!!16
  17. 17. VÍCIOS17
  18. 18. VÍCIOSEm geral, o homem se interessa por tudo quanto digarespeito ao bem-estar imediato da existência física, descuidando-se da vida espiritual, a sobrecarregar sentimentos de vícios einquietações de toda sorte. Enquanto lhe sobra tempo paracomprar aflições no vasto noticiário dos planos inferiores daatividade terrena, nunca encontra oportunidade para escassosmomentos de meditação elevada.Livro Vinha de Luz – Emmanuel/FCX18E OLHAI POR VÓS"E olhai por vós, não aconteça que os vossos corações secarreguem de glutonaria, de embriaguez e dos cuidados desta vida, evenha sobre vós de improviso aquele dia." - Jesus. (LUCAS, 21:34.)Soluções:
  19. 19. VÍCIOSLivro Vinha de Luz – Emmanuel/FCXRetire-se cada um dos excessos nasatisfação egoística, fuja aorelaxamento do dever, alije asinquietações mesquinhas - e estarápreparado à sublime transformação.E OLHAI POR VÓS19Soluções:
  20. 20. VÍCIOSNa sociedade: Afastar-se dos lugaresviciosos com discrição e prudência, semcrítica, nem desdém, somenterelacionando-se com eles paraemprestar-lhes colaboração fraterna afavor dos necessitados.Livro Conduta espirita André Luiz/Waldo Viera20Soluções:
  21. 21. VÍCIOSPerante os sonhos: Repudiar asinterpretações supersticiosas quepretendam correlacionar os sonhos comjogos de azar e acontecimentosmundanos, gastando preciosos recursose oportunidades da existência empreocupação viciosa e fútil.Livro Conduta espirita André Luiz/Waldo Viera21Soluções:
  22. 22. VÍCIOSO egoísmo é a fonte de todos os vícios, como a caridade o éde todas as virtudes. Destruir um e desenvolver a outra, taldeve ser o alvo de todos os esforços do homem, se quiserassegurar a sua felicidade neste mundo, tanto quanto nofuturo.22Soluções:Compenetrai-vos, pois, de que o homem não se conserva vicioso, senãoporque quer permanecer vicioso; de que aquele que queira corrigir-sesempre o pode. De outro modo, não existiria para o homem a lei doprogresso. - Hahnemann. (Paris, 1863.)LE Cap XII da perfeição moralESE Cap IX Bem aventurados os que são brandos e pacíficos
  23. 23. VÍCIOSVocê quer informação,Meu caro Luiz Lamego,Do que se sabe no Além,Quanto aos problemas da viciação?Verás que ninguem tem sossegoVicio cria na genteMuita luta e compromissoQue a vida ao nosso disporQuase nada leva disso.Por força da Lei de Deus,Sempre clara e benfazeja,Cada qual acha no tempoAquilo que mais deseja.Viciação no mundo,Na vida, estraga e enodoa,Parece uma corda grossaQue prende qualquer pessoa.Posso dizer a você:Nesse laço estranho e forte,Temos amigos aos montesLutando depois da morteVocê recorda Nhô Juca,O sovina de Água RazaDepois de morto, deitou-seno cofre da própia casaNhô Chico viveu rondandoO antigo sítio da Penha,Desencarnado, prossegueVigiando chão e lenha.A moça do garfo grande,Maricotinha Donato,Sem corpo, só pensa nisto:— Leitoa, galeto e pato.Antonico da Caneca,No Além, inda bebe e xinga,Se o vejo é sempre escornado,Junto à garrafa de pinga.Outra que anda no copo,Dona Augusta, da Água Bela,Fora do corpo, procuraQuem queira beber com ela.Conrado era da calúnia,Nunca se soube porque,Sem corpo vive escrevendoInfâmias que ninguém lê.Cultivava inveja e ódioNhô Tino do Sapecado,No Além, parece uma bombaQue todos deixam de lado.Sempre fugiu do trabalhoO nosso caro Elentério,Morreu, mas vive em descansoDormindo no cemitérioNegociante mercenário,Desencarnado, Nhô Bem,Conserva o punho agarradoNa gaveta do armazém.Guilhermino que morreuDe namorico e paqueraVive agora atrás das moças,Nem vê que ele já eraPensem nisto, enquanto é tempo,Vicio, caro Luiz,É o modo que o nois encontraDe se fazer infeliz.Educação e serviço no bemIndicam a paz segura,Toda pessoa aqui ou no alémTem aquilo que procura.Podes crer. Depois da morte,Quanto ao seu próprio lugar,Aquilo que você busca na carneNo além vai encontrar!...Largue os vícios meu amigos,vamos todos trabalhar,vivendo da caridade ,amor vai encontrarLIVRO RETRATOS DA VIDAFCX/ CORNÉLIO PIRESAPEGO DEMAIS Texto Adptado23
  24. 24. VÍCIOSO conhecimento do Espiritismo não é indispensável àfelicidade futura, porque ele não tem o privilégio de fazereleitos. É um meio de alcançar mais facilmente, e maisseguramente, o objetivo, pela fé raciocinada que dá e acaridade que inspira; ele clareia o caminho, e o homem, nãoandando mais às cegas, caminha com mais segurança; porele se compreende melhor o bem e o mal; ele dá mais forçapara praticar um e evitar o outro. Para ser agradável a Deus,basta observar suas leis, quer dizer, praticar a caridade queas resume todas; ora, a caridade pode ser praticada por todoo mundo. Despojar-se de todos os vícios e de todos ospendores contrários a caridade é, pois, a condição essencialda salvação.Revista Espirita 186424Religiosidade:
  25. 25. VÍCIOSRubinho do Vale - Bom PlantadorDentro de qualquer pessoa existe uma força boaEquilíbrio, harmonia é a alegria que nos traz o amorVem por uma luz tão fina que do céu nos iluminaTransparente cristalina , guarnição divina, luz do CriadorPra ter luz na consciência é preciso paciênciaTer a paz dessa ciência é ter a essência da sabedoriaQuem tem o coração aberto, pensamento bem alertoEstá no caminho certo pra sentir de perto a pura alegriaQuem é da simplicidade não anda com vaidadeSabe que a amizade é o que na verdade tem grande valorQuem desejar colher flores, é preciso plantar floresQuem quiser boa colheita a melhor receita é ser bom plantadorNa escola desse mundo vou saudando essa vidaVou plantando, agradecendo, vou querendo paz para cantar felizSigo alegre meu caminho, sei que não estou sozinhoVou aprendendo a viver e quanto mais eu vivo serei aprendiz ( BIS)Quem é da simplicidade não anda com vaidadeSabe que a amizade é o que na verdade tem grande valorQuem desejar colher flores, é preciso plantar floresQuem quiser boa colheita a melhor receita é ser bom plantador ( BIS)25
  26. 26. ESTUDO SOBRE OSVÍCIOS26FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO

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