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DERETINOPATIADIABÉTICANAATENÇÃOPRIMÁRIANOSUS
Chamada Nº 57/2013 MCTI/C...
Rede de colaboradores
Profa. Dra. Cristina Rolim Neumann
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Oftalmologista
Aline Lutz
Oftalmologista
Francie...
Contexto: O Diabetes e a perda visual
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1Ferris FLI,1993
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Brasil
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Prevalência de RD
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Risco de ceg...
Objetivos: Principal e Específicos
Acurácia da Fotografia Digital de Retina no Rastreamento de Retinopatia Diabética
1. Ac...
Método - EstudoAcurácia
1. Estudo Transversal
2. População: diabéticos >18 anos cadastrados no Hiperdia UBS HCPA
3. Amostr...
Rastreamento
sistemático
Rastreamento
oportunístico
RD+
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RD NPL
RD NPM
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RD+
RD -
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RDP
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Característica Dados válidos
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Sexo – n (%)
Masculino 88 (40,4)
Cor da pele – n (%)
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Idade – anos...
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Sensibilidade(%) Especifici...
RD ausente RD não proliferativa leve RD com risco de perda
visual
Impossível classificar RD Encaminhamentos
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UBS
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Prevalência de RD 17,8%
Risco de cegueira 14,6%
Resultados – Rastreamento realizado por oftal...
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Prevalência de RD 21,3%
Risco de cegueira 14,6%
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com rastreamento
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Discussão
 Os médicos de família apresentaram boa sensibilidade e especificidade para a detecção de RD
podendo ser uma al...
Perspectivas
 Telemedicina pode ser uma alternativa para otimizar o acesso dos pacientes com risco de cegueira ao
oftalmo...
Obrigada!
cneuman@hcpa.edu.br
angelajben@gmail.com
Impacto Orçamentário Incremental = (NiNt x CtNt) - (NtA x CttA)
NiNt = número de indivíduos abrangidos pelo rastreamento s...
Razão de Custo-utilidade Incremental = Custo rastreamento com Telemedicina – Custo rastreamento oportunístico
Cálculo da R...
Método
Estudos Transversal
População em estudo: 781 diabéticos cadastrados no HIPERDIA UBS HCPA
- Rastreamento oportunís...
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Estudo de Acurácia da Fotografia Digital para Rastreamento de Retinopatia Diabética na Atenção Primária no SUS

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Apresentação feita no Seminário de Discussão de Avaliações de Tecnologias em Saúde de projetos financiados pelo Departamento de Ciência e Tecnologia - DECIT do Ministério da Saúde.

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Estudo de Acurácia da Fotografia Digital para Rastreamento de Retinopatia Diabética na Atenção Primária no SUS

  1. 1. ESTUDODEACURÁCIADAFOTOGRAFIADIGITALPARARASTREAMENTO DERETINOPATIADIABÉTICANAATENÇÃOPRIMÁRIANOSUS Chamada Nº 57/2013 MCTI/CNPq/MS - SCTIE - DECIT Rede Brasileira de Avaliação de Tecnologias em Saúde: Pesquisa de Efetividade Comparativa (PEC-REBRATS)
  2. 2. Rede de colaboradores Profa. Dra. Cristina Rolim Neumann Adriana Szortika Oftalmologista Aline Lutz Oftalmologista Franciele Locatelli Bolsista Ana Paula Rosses Mestranda UFRGS Dra. Camila Furtado de Souza MFC Pesquisadora Gabriela Carvalho Bolsista Prof. Dr. Marcelo Gonçalves TelessaúdeRS Profa. Ângela Jornada Ben Doutoranda UFRGS
  3. 3. Contexto: O Diabetes e a perda visual 5%1 50%2 1Ferris FLI,1993 2Diabetic Retinopathy Study, 1981
  4. 4. Brasil Oftalmologista13,8 milhões DM1 2,7 a 5,3 milhões RD 191 a 678 mil RD Prevalência de RD 19,5%2 a 38,4%3 Risco de cegueira 7,1 a 12,8%4 1Vigitel, 2013 2Guedes MF, 2009 3JostI BS, 2010 4Mizrachi Y et al. 2014 Contexto Sem rastreamento com rastreamento
  5. 5. Objetivos: Principal e Específicos Acurácia da Fotografia Digital de Retina no Rastreamento de Retinopatia Diabética 1. Acurácia do MFC para diagnóstico de RD. 2. Análise do Impacto Orçamentário do Rastreamento da RD em APS no SUS. 3. Custo-efetividade do Rastreamento de RD Oportunístico vs. Sistemático e intervalos de Rastreamento no SUS. 4. Implantar o Rastreamento Sistemático numa Unidade Básica de Saúde.
  6. 6. Método - EstudoAcurácia 1. Estudo Transversal 2. População: diabéticos >18 anos cadastrados no Hiperdia UBS HCPA 3. Amostra de conveniência: 219 pacientes 4. Foram realizadas duas fotos por olho - Retinógrafo CANON CR2®; 5. Dados clínicos; 6. Repositório digital; 7. 3 MFC treinados e 2 Oftalmologistas (Padrão Ouro); 8. Sensibilidade, Especificidade, Acurácia e kappa
  7. 7. Rastreamento sistemático Rastreamento oportunístico RD+ RD - M RD NPL RD NPM MFC Oftalmologista RD+ RD - M RD NPG RDP RD NPG RDP RD NPM M M M M RD NPG RD NP M M Cega Não cegaM M M Método - Estudo ImpactoOrçamentárioeCusto-efetividade
  8. 8. Característica Dados válidos (N = 219) Sexo – n (%) Masculino 88 (40,4) Cor da pele – n (%) Branca 194 (89,4) Idade – anos Média +DP 64,83 + 11 Tempo de diagnóstico de DM2 - anos Mediana (IIQ) 6,00 (3 – 14) Presença de HAS – n (%) Controlada 135 (63,7) HbA1c 10% HbA1c 8,0 – 9,9% HbA1c 7,1 – 7,9% HbA1c 7% Azotemia Macroalbuminúria‡ Microalbuminúria† Nefropatia ausente RD Proliferativa RDNP Grave RDNP Moderada RDNP Leve RD Ausente Resultados - Estudo Acurácia
  9. 9. Desempenho do rastreamento de RD entre os Médicos de Família e Comunidade e Padrão Ouro N= 219 Sensibilidade(%) Especificidade(%) Acurácia (%) Kappa ajustado RD MFC 1 94,8 92,6 93 0,88 RD MFC 2 87,2 90,2 89,6 0,92 RD MFC 3 66,7 93,3 88,2 0,92 Resultados - Estudo Acurácia 82,9% 92,0% 90,2% 0,90%
  10. 10. RD ausente RD não proliferativa leve RD com risco de perda visual Impossível classificar RD Encaminhamentos 74.90% 3.20% 14,7% 7.30% 22.30% 72.90% 9.43% 11.94% 5.77% 17.71% PADRÃO OURO MFC's APS Prevalência dos estágios de Retinopatia Diabética e de encaminhamentos conforme Padrão Ouro e MFC's Oftalmologista
  11. 11. UBS Oftalmologista781 140 21 Prevalência de RD 17,8% Risco de cegueira 14,6% Resultados – Rastreamento realizado por oftalmologista Sem rastreamento com rastreamento Impossível classificar 7,3% 57 78
  12. 12. UBS Oftalmologista781 164 20 Prevalência de RD 21,3% Risco de cegueira 14,6% Sem rastreamento com rastreamento Impossível classificar 5,77% 45 Resultados – Rastreamento realizado por MFC 65
  13. 13. Discussão  Os médicos de família apresentaram boa sensibilidade e especificidade para a detecção de RD podendo ser uma alternativa para lugares onde não há oftalmologista.  O rastreamento foi possível na maior parte dos pacientes, e reduziu a necessidade de encaminhamento para o oftalmologista em 77,7% e em 82,3% no rastreamento com FDR realizado por oftalmologista e MFC respectivamente.
  14. 14. Perspectivas  Telemedicina pode ser uma alternativa para otimizar o acesso dos pacientes com risco de cegueira ao oftalmologista. Determinar o custo-efetividade do rastreamento no SUS. Criar a logística que permita o rastreamento sistemático e periódico para RD em toda população de POA com intervalos de tempo baseados no nível de RD (Coorte). Avaliar capacidade instalada para tratamento dos casos rastreados. Reduzir a cegueira pelo diabetes.
  15. 15. Obrigada! cneuman@hcpa.edu.br angelajben@gmail.com
  16. 16. Impacto Orçamentário Incremental = (NiNt x CtNt) - (NtA x CttA) NiNt = número de indivíduos abrangidos pelo rastreamento sistemático. CtNt = custo total do rastreamento sistemático. NtA = número de indivíduos abrangidos pelo rastreamento oportunístico. CttA = custo total do rastreamento oportunístico. Método  Estudo Custo Efetividade
  17. 17. Razão de Custo-utilidade Incremental = Custo rastreamento com Telemedicina – Custo rastreamento oportunístico Cálculo da Razão de Custo-Utilidade QALY rastreamento com Telemedicina – QALY rastreamento oportunístico Método
  18. 18. Método Estudos Transversal População em estudo: 781 diabéticos cadastrados no HIPERDIA UBS HCPA - Rastreamento oportunístico: 274 - Rastreamento sistemático: 507 Estudo Acurácia 219 Estudo Custo efetividade

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