1ABAIXO,  SEGUEM   1)EMAILS   SELECIONADOS;   2)ARELAÇÃO DOS ÓRGÃOS E PESSOAS A QUEM ESTE EMAIL ÉORA ENVIADO:CARTA DE 13/1...
2negadas estarão tais qualidades. Ou seja, o motivo desua censura não seria outro senão o próprio Senhor, suaética e sua m...
3(pelo menos no Campus Centro), me seja respondido deforma concreta, verdadeira e objetiva:a)    o que eu posso esperar, c...
4Aperfeiçoamente de Pessoal de Nível Superior -CAPES, àAssociação Nacional das Universidades Particulares -ANUP, à Academi...
5obrigações trabalhistas junto aos seus Professores eFuncionários em função da “Lei do Calote”.     Sem olvidar que o Sr. ...
6Mendes, por exemplo, em 11         de   junho   de   2010,distribuídas pelos corredores:“Objetiva o presente comunicado l...
7permanecem - esperando seus tão-necessários saláriosatrasados.        E já estamos há menos de um mês para o Natal eo Ano...
8         Afinal, a referida Conferência foi promovidapela Academia da Latinidade, não pela SBI...     Não é despesa “ordi...
9respondeu: “entendo a revolta ou os desabafos ”. Talvezpor saber que,“Nem toda ira, pois é maldade; porque a ira, se, as ...
10     Seria louvável que o Sr. Reitor da UniversidadeCandido Mendes e Presidente da SBI apreendesse essaslições do “Discu...
11acionada e pobres dos infelizes dos quais ele suspeitar.Ele passa por um lugar perigoso? Logo a escolta écolocada a camp...
12tanto o Reitor se orgulha, que tanto se regozija mas, naprática, ele próprio o desrespeita?      Eu, enquanto professor,...
13     Nesse fim, obviamente terei de explicar a todos “osmotivos” dessa solicitação evidenciando, então, toda asituação -...
14
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

13.12.2010 carta ao candido mendes letra grande

514 visualizações

Publicada em

CANDIDO MENDES

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
514
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
18
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

13.12.2010 carta ao candido mendes letra grande

  1. 1. 1ABAIXO, SEGUEM 1)EMAILS SELECIONADOS; 2)ARELAÇÃO DOS ÓRGÃOS E PESSOAS A QUEM ESTE EMAIL ÉORA ENVIADO:CARTA DE 13/12/2010:Senhor Candido Mendes, Como não houve qualquer esclarecimento, plausívelou não, convincente ou não acerca das “dúvidas”manifestadas na minha última Carta Aberta, enviada nãosó ao Senhor, mas também à Comunidade Acadêmica em30 de novembro, próximo passado, venho dizer que,desapontado, vou rogar ajuda perante as pessoas eórgãos de sua rede social que, eventual mente, tenham apossibilidade de, ao menos, olhar para a situaçãodegradante que se instaurou na Universidade CandidoMendes, Campus Centro. A sua omissão, enquanto Reitor da UniversidadeCandido Mendes e Presidente da SBI, em relação àreferida Carta pode representar a sua concordância comos seus termos ou a sua estratégia por não ter comorefutá-los com argumentos válidos, principalmente aquestão da “Lei do Calote” que tanto insiste em atrelarapenas aos alunos do Campus Centro. Sobretudo, quando percebemos que os Professoresdos outros Campi da Universidade Candido Mendes estãorecebendo regularmente seus salários, podemos inferirque somente os alunos do Campus Centro são os“caloteiros”, como de forma difamatór ia o Senhorpersiste em qualificá-los, embora a fonte pagadora sejaexatamente a mesma para todos os Campi: amantenedora SBI. Consigne-se, por oportuno, que acaso a publicidade edivulgação dos fatos que assolam a Universidade CandidoMendes, Campus Centro venham a desabonar, quiçá, oReitor da Universidade Candido Mendes e Presidente daSBI que se esconde atrás de uma suposta qualidade dehumanista e de intelectual, isso ocorrerá em função dasua própria conduta que, perante a ordem mora l comum,
  2. 2. 2negadas estarão tais qualidades. Ou seja, o motivo desua censura não seria outro senão o próprio Senhor, suaética e sua moral. Portanto, a responsabilidade por taisconstrangimento é exclusivamente sua, Senhor Reitor daUniversidade Candido Me ndes e Presidente da SBI, atémesmo porque, como j á afirmei antes, esse não é o meuobjetivo. Saiba que a sua conduta pela qual desvia, na atualcrise financeira da Instituição, a verba necessária aopagamento de salários dos Professores e Funcionáriospara custear eventos particulares distintos dosprincipais interesses da Instituição como, por exemplo, aConferência da Academia da Latinidade, ao invés deintegrar capital moral à Universidade, o Senhor está, narealidade, prestando-lhe um desserviço, não só aosProfessores e Funcionários, mas à própria UniversidadeCandido Mendes que, embora se valha dos serviçosdestes, mostra à sociedade o quão pouco eles importampara ela. Não há, portanto, qualquer ofensa à sua honrasubjetiva ou injúria. Os fatos falam por si! Ademais,ainda que se entendesse o contrário, teríamos aqui oexame da imoralidade realizado pelos Tribunais que,como lembra Sílvio Rodrigues, valem -se do adágio nemoauditur propriam turpitudinem allegans ou, traduzindopara o leigo, a ninguém é dado alegar a própria torpeza... Não temo dizer-lhe o que o Senhor precisa, porcerto, ouvir além das bajulações às quais parece estarmuito acostumado. Apreendi a lição de Shakespeare aoafirmar que "os covardes morrem muitas vezes antes desua morte; os valentes mor rem uma única vez". Portanto, para não precisar usar o prestígio e orespeito que o Senhor, Candido Antonio José FranciscoMendes de Almeida Candido Mendes tem – imagino - poralgumas pessoas e por alguns órgãos de sua rede social,espero que, não obstante o fato de não ser elegante egentil de sua parte manter-se omisso embora assim ovenha fazendo há muito diante de uma situação tãodelicada como a crise da Universidade Candido Mendes
  3. 3. 3(pelo menos no Campus Centro), me seja respondido deforma concreta, verdadeira e objetiva:a) o que eu posso esperar, como Professor, sem falsamodéstia e pedantismo, muito competente, daUniversidade Candido Mendes em relação à suainadimplência financeira e moral, principalmente aquelarelativa às suas obrigações trabalhistas eis que cheguei,em menos de duas semanas para o Natal, com o últimosalário recebido referente ao mês de maio de 2010?b) apenas novos “Comunicados” intempestivosinformando o pagamento de parte de salários vencidoshá muito?c) apenas, para fins de Imposto de Renda, ofornecimento do “Comprovante de Rendimentos Pagos”pela SBI, trazendo falsas informações ao atestar comopagos, salários “não-pagos”, inclusive o 13º salário? E, jogando o seu “faz -de-conta” pelo qual parecefingir desconhecer a minha Carta enviada de formaaberta em 30 de novembro de 2010, estou reenviandoabaixo, para facilitar-lhe a vida, Senhor Reitor, o seuinteiro teor. Informo, também, a quem interessar que estarei,ainda nessa semana, dependendo da continuação dodesrespeito instaurado por parte do Senhor em relaçãoaos Professores e Funcionários que eventualmenteestejam na mesma situação que eu, publicando edivulgando todos esses fatos, verídicos, não só àspessoas e órgãos de seu conhecimento, mas também àCUT-Central Única dos Trabalhadores, FETEERJ -Federação dos Trabalhadores em Estabelecimentos deEnsino no Estado do Rio de Janeiro, CONTEE -Confederação Nacional dos Trabalhadores emEstabelecimentos de Ensino, MEC -Ministério daEducação, SINPRORIO-Sindicato dos Professores doMunicípio do Rio de Janeiro e Região, além, é claro, aosdesembargadores do TRF da 2ª Região, aos Ministros doSuperior Tribunal de J ustiça, à Coordenação de
  4. 4. 4Aperfeiçoamente de Pessoal de Nível Superior -CAPES, àAssociação Nacional das Universidades Particulares -ANUP, à Academia Brasileira de Letras, à Academia daLatinidade, à Presidência da República, à ALERJ e aosDeputados Paulo Ramos e Flávio Bolsonaro, ao MinistérioPúblico do Trabalho, ao Senado Federal, à Folha.com, àUnião Estadual dos Estudantes -UNE, ao SinPro-Rio, àRedação do Sistema Brasileiro de Televisão, ao SenadorCristovam Buarque, bem como à Comunidade Acadêmica,ao Vice-Reitor da Universidade Candido Mendes, ao Vice -Presidente da Sociedade Brasileira de Instrução, aoDiretor da Faculdade de Direito, ao Diretor Financeiro,ao Coordenador Geral da Faculdade de Direito, aoBoletim Comunitário da Universidade Candido Mende s,aos Professores da Faculdade de Direito e aosFuncionários. Repito uma vez mais, não para achacar -lhe, SenhorReitor, mas para obter, espero, alguma ajuda. E, assim, que todos nós tenhamos - na medida dopossível – um bom Natal e u m bom Ano Novo! Subscrevo-me,Professor Carlos Magno LEIAM ABAIXO – FL. 4CARTA DE 30/11/2010 (este email foi copiado eencaminhado juntamente com email acima ):Prezados senhores, Vejam só, o Reitor da Universidade CandidoMendes e Presidente da SBI, sua mantenedora, tentajustificar, sempre que instado, que não cumpre as
  5. 5. 5obrigações trabalhistas junto aos seus Professores eFuncionários em função da “Lei do Calote”. Sem olvidar que o Sr. Reitor, literalmente, insultaindistintamente os meus alunos, difamando -os como“caloteiros”, venho, pela presente, solicitar não só a esseReitor, mas também dos senhores, se possível,esclarecimentos para que eu possa compreender o que aminha ignorância e limitadíssima inteligência nãopermite que eu entenda... Devo ter sido privado doraciocínio lógico, então... Como não há recursos – sustenta o Reitor daUniversidade Candido Mendes e Presidente da SBI - paraarcar com os tão atrasados salários de Professores, mashá recursos para contribuir com as despesasextravagantes impostas à SBI pelo seu próprioPresidente como, por exemplo, aquelas referentes à XXIIConferência da Academia da Latinidade promovida pelaUniversidade Candido Mendes? Aliás, antes disso! Como não há recursos parapagar os salários indistintamente de todos osProfessores e Funcionários do Campus Centro, mas essainadimplência não atinge os outros Campis daUniversidade, uma vez que a mantenedora – SBI – é amesma? Talvez porque somente os corpo discente do Centroseja “caloteiro” como afirma o Sr. Reitor; os alunos dosoutros Campis não se beneficiam da “Lei do Calote” e, porconta disso, lá não há inadimplência deles. Servem tais perguntas, apenas, para ressaltar que ajustificativa para inadimplência que frustram os nossosDireitos, qual seja, a “Lei do Calote”, é totalmenteincrível e, portanto, inaceitável. Nós, Professores, Funcionários e Alunos conhecemosa realidade de nossa Instituição, evidenciada inclusivenas inúmeras cópias do “Aviso Importante” emitido pelaSuperintendência Jurídica da Universidade Candido
  6. 6. 6Mendes, por exemplo, em 11 de junho de 2010,distribuídas pelos corredores:“Objetiva o presente comunicado lembrar que, nos termosdo que dispõe o Parágrafo Único da Cláusula Sétima doContrato de Prestação de Serviços Educacionais, comoabaixo transcrito, e de acordo com o art. 5º da Lei9.870/99, para a renovação da matrícula para o 2ºsemestre de 2010 será indispensável a regularização dopagamento dos débitos registrados, quer os decorrentes,das mensalidades correntes do período quer os inerentesaos Acordos de Parcelamento celebrados.PARÁGRAFO ÚNICO: De acordo com o Regimento Escolar,as normas administrativas da Contratada e a legislaçãoem vigor, a renovação de matrícula não é automática.Entre os pré-requisitos para requerimento de matrículapara o período seguinte está a quitaçã o das mensalidadesdo período anterior, bem como atendimento àssolicitações da secretaria acadêmica, quanto àdocumentação.Aos alunos porventura inadimplentes, solicitamos, com aantecedência que se faz necessária, a adoção de medidasvisando ao saneamento da inadimplência ocorrida, deforma a evitar transtornos de última hora. (...)” E o Sr. Reitor consegue se sentir indignado,caluniado quando lembro da inteligência do artigo 7º,inciso X da Constituição Federal que tipifica como crimea “retenção dolosa de salário ”... Eu, particularmente, não recebo meus saláriosdesde o semestre passado, embora a minha fontepagadora venha arcando com despesas extravagantes napromoção de Conferências e etc... Os meus salários não teriam sido “retidos” paratanto? Enquanto se promoveu tal evento em novembro,próximo passado, os Professores e Funcionários daUniversidade Candido Mendes permaneciam – e
  7. 7. 7permanecem - esperando seus tão-necessários saláriosatrasados. E já estamos há menos de um mês para o Natal eo Ano Novo... No dia 11 de novembro, o Reitor, em nota àPROCAM, esclareceu que “ concorrem, e já, na práticaestabelecida de todas as reuniões anteriores, com osrecursos da SBI, os das entidades co-promocionais, quais odo Conselho da Aliança das Civilizações das NaçõesUnidas, os da Aliança Francesa do Rio de Janeiro, e daSecretaria Internacional da Latinidade, das mesmasNações Unidas. Tais concursos se distribuem entre osencargos de passagem, de estadia, transporte e traduçãosimultânea, também dentro da mesma estipulaçãointernacional”. Esclareceu, ainda em sua nota, que “ a Reitoriareconhece toda a justiça da arguição da ComunidadeUniversitária, sobre a coincidência do XXII Encontro daAcademia da Latinidade e do Conselho das Nações Unidassobre a Aliança das Civilizações, com um momento dedificuldade da adimplência salarial e financeira da UCAM ”e tentando minimizar a sua escolha afirmou tratar-se “dosegundo encontro realizado no Rio de Janeiro, no cursodesses doze anos, e suas datas foram estipuladas noscalendários internacionais, com a antecedência própriadestes eventos”... Ora, e com os Professores e Funcionários? Nãotem a Reitoria o compromisso e “ datas estipuladas” parapagar os seus salários? Pode-se dizer “moral” – ainda que eu empregueo termo em sua acepção vulgar como a simples noção “decerto e errado” - custear tais eventos, devendo meses desalário, tão necessários muitas vezes à subsistência dosTrabalhadores? Pode-se dizer “moral” impor a conta dessescompromissos aos Professores e Funcionários?
  8. 8. 8 Afinal, a referida Conferência foi promovidapela Academia da Latinidade, não pela SBI... Não é despesa “ordinária” da SBI... Por que, então,haveria a SBI – e consequentemente nós, Professores eFuncionários – arcar com os ônus de custear esse eventoem detrimento das principais obrigações, de naturezaalimentar, junto aqueles que para ela trabalham? Afinal, a personalidade jurídica da Academia daLatinidade não se confunde com a personalidade jurídicada SBI, não é mesmo?.. Entretanto, o Reitor da Universidade CandidoMendes e Presidente da SBI opta, em suadescomprometida faculdade de escolher, não por nós,mas por cumprir sua agenda particular, deixando osassuntos menos importantes – Professores eFuncionários – para tratar, talvez, quando ele “tiver umtempinho”. Estou, assim como outros, usando outras fontes parapagar até as despesas de transporte no intuito de irtrabalhar na Universidade Candido Mendes eis que, finalde novembro de 2010, ainda estou recebendo salários dosemestre passado; eis que não recebi um salário sequerdeste semestre... Venho pagando, então, tais despesas desdejunho, julho, agosto, setembro, outubro, novembro e peloandar da carruagem... Será que o Reitor da Universidade Candido Mendes ePresidente da SBI irá permitir, aliás como já permitiuanteriormente, que seus Professores e Funcionários,juntamente com seus familiares, passem as festas de fimde ano à míngua? Isso seria condizente com alguém que se vê – e segaba dessa fachada - um humanista e um intelectual? O Reitor da Universidade Candido Mendes ePresidente da SBI parece ter entendido a minha postura– embora obviamente tenha se rogado no Direito de sesentir ofendido – tanto que afirmou quando me
  9. 9. 9respondeu: “entendo a revolta ou os desabafos ”. Talvezpor saber que,“Nem toda ira, pois é maldade; porque a ira, se, as maisdas vezes, rebenta, agressiva e daninha, muitas outras,oportuna e necessária, constitui o específico da cura. Oraderiva da tentação infernal, ora da inspiração religiosa.Comumente se acende em sentimentos desumanos epaixões cruéis, mas não raro flameja do amor santo e daverdadeira caridade.” (Rui Barbosa) Eu poderia – e sinceramente gostaria - de desdizer aminha Carta, enviada abertamente em setembro de 2010,aliás, se eu pudesse escolher gostaria de sequer tê -laenviado, obviamente, desde que não tivesse motivos paratanto, mas se eu fizesse isso, se eu tratasse o Reitor por“Magnífico”, se eu dissesse que ele é exemplar, não sócomo intelectual mas também como homem e m erecerealmente a imortalidade pois é um exemplo de justiça etão bondoso eis que extremamente preocupado com obem-estar de seus Professores e Funcionários, alguémdentre nós acreditaria nisso? Pelo contrário, tomariam minhas palavras com ozombaria, não porque foram ditas por mim nestemomento conturbado, mas porque todos – ou quase todos– não vêem o nosso Reitor e Presidente da SBI dessaforma. Não há qualquer ofensa à honra subjetiva do Reitorou injúria como ele tanto se esforçou por, assim,entender. Os fatos falam por si e eles não podem serrefutados segundo a lógica. Ressalte-se, ademais, a inexistência dereprovabilidade de minha conduta em face dascircunstâncias concomitantes aos fatos que indi cam alegítima expressão do meu Direito de Resistência. Não sou obrigado a dizer como "verdades", mentirassó porque estou falando da conduta lesiva do Reitor daUniversidade Candido Mendes e do Presidente da SBI...
  10. 10. 10 Seria louvável que o Sr. Reitor da UniversidadeCandido Mendes e Presidente da SBI apreendesse essaslições do “Discurso sobre a Economia Política”, deRousseau:“(...) aquilo que é supérfluo para um homem inferior, énecessário para um outro ; mas isso é mentira: um senhortem duas pernas como um pastor e apenas um estômagocomo ele. Além do mais, essa pretensa necessidade é porsua vez pouco justificável, que será muito maisrespeitado, se souber em nome de algo louvável renunciara ela. O povo se prostraria diante de um ministro quefosse a pé ao conselho, por ter vendido suas carruagensem época de dificuldades do Estado .” (grifo) Pergunto: o Reitor também não está recebendodesde maio de 2010 seu “ pró-labore mensal”, reduzidojudicialmente[1] sabe-se lá “de quanto” para“R$100.000,00”? Porém, o Sr. Reitor da Universidade CandidoMendes e Presidente da SBI apreendeu outro trecho, umtanto negativo, do mesmo Discurso, aproveitando -sedaqueles que lhe servem voluntariamente:“Uma terceira razão que nunca é apontada e que semprese deveria considerar inicialmente diz respeito àsutilidades que cada um retira da confederação social, queprotege fortemente as imensas posses do rico e apenaspermite ao pobre desfrutar o casebre que construiu comsuas mãos. Todos os favores da sociedade não são para ospoderosos e ricos? Todos os empregos lucrativos não sãopreenchidos apenas por eles? Todas as vantagens, todasas isenções não estão reservadas a eles? E a autoridadepública não lhe é totalmente favorável? Um homem deposição que roube seus credores ou faça suas vigaricesnão está sempre certo da impunidade? Os golpes queaplica, as violências que comete, as mortes e mesmos osassassinatos dos quais é culpado, não são atenuados, e, aofinal de seis meses, já não têm mais importância? Mas,que esse mesmo homem seja roubado: toda a polícia é
  11. 11. 11acionada e pobres dos infelizes dos quais ele suspeitar.Ele passa por um lugar perigoso? Logo a escolta écolocada a campo. O eixo de sua carruagem rompe -se?Num abrir e fechar de olhos toda segurança lhe é dada .Alguém faz barulho à sua porta? Basta que diga umapalavra e tudo se cala. A multidão o incomoda? Ele fazum sinal e tudo está em ordem . (...) Todos esses ocorridosnão lhe custam um centavo; são os direitos do homem ricoe não o preço da riqueza. Com a situação em que seencontra o pobre é diferente! Quanto mais a humanidadelhe deve, mais a sociedade lhe recusa: todas as portas lhesão fechadas, mesmo quando ele tem o direito de fazê -lasabrir e, se alguma vez se consegue fazer cumprir a justiça ,é com muito mais dificuldade que outro que obtém algumagraça: se há corvéias para aplicar, ou uma ronda a serefetuada, é ele o escolhido; carrega sempre, além de suacarga, aquela de que seu vizinho mais rico fica isento; aomenor acidente que lhe ocorra, todos se afastam dele; sesua modesta charrete tomba, ao invés de ser ajudado poralguém, acredito que pode se dar por feliz se evita osinsultos das pessoas elegantes que acompanham um jovemduque: em uma palavra, suas necessidades escapam atoda assistência gratuita, precisamente porque não temcomo pagá-la, e acredito que é um homem perdido se tema infelicidade de possuir a alma honesta, uma filhaamável e um vizinho poderoso . (...) Podemos resumir emquatro palavras o pacto social entre as duas partes: vocêtem necessidade de mim, porque sou rico e você é pobre;façamos então um acordo: permitirei que você tenha ahonra de me servir, desde que seja dado o pouco que lheresta, em troca do meu comando .” (grifo) A Universidade Candido Mendes, fachada pela qual oReitor se exibe pelo mundo afora, tornou -se reconhecidaem função do mérito de sua Faculdade de Direito,Campus Centro/RJ e, embora tenha feito seu nome sobreuma “Faculdade de Direito”, o Reitor não se constrangeem deixar seus Funcionários, alguns com mais de trintaanos de casa, lutarem pela satisfação de seus Direitos [2]por não se sabe quantos anos na Jus tiça: que “Direito” éesse que se ensina na Universidade Candido Mendes que
  12. 12. 12tanto o Reitor se orgulha, que tanto se regozija mas, naprática, ele próprio o desrespeita? Eu, enquanto professor, ensino “o Direito” aosalunos dessa renomada Instit uição e o Reitor ensina-lhescomo desrespeitá-lo, ilustrando suas “aulas” com osacrifício dos próprios Professores e Funcionários. Eu não pretendo pleitear perante o Judiciário osmeus Direitos, assim como o Sr. Reitor e Presidente daSBI não precisou fazê-lo para que eu cumprisse asobrigações do meu ofício... Repetindo aqueles que eventualmente tenhamentendido como excessiva minha Carta, enviada emsetembro de 2010 e eventualmente vejam a presente damesma forma, pelas quais demonstrei a minh aindignação diante das reiteradas ofensas desferidascruelmente pelo Reitor da Universidade Candido Mendese Presidente da SBI, que estou ciente de que todas asações fora dos limites habituais estão sujeitas ainterpretação desfavorável, muito aquém do que elasrealmente valem, assim, como por exemplo, repita -seuma vez mais, dizer ao Reitor o que ele necessitarealmente ouvir. Elogios? Todos já lhe dizem... Espero, então, que o Reitor da Universidade CandidoMendes e Presidente da SBI volte sua atenção à situaçãodegradante imposta à parcela considerável de seusProfessores e Funcionários em função de elementosestranhos às nossas obrigações enquanto trabalha doresda Universidade Candido Mendes; espero que, pelomenos, tente sentir o que estão sentindo há bastantetempo no intuito de resolvê -la ou, ao menos, minimizá-la. Do contrário, tentarei, novamente, obter ajudaperante às Pessoas, às Instituições e aos Órgãos Públicosdo ciclo social do Reitor da Universidade CandidoMendes e Presidente da SBI como o fiz em setembropróximo passado, para sanar a nossa constrangedora esofrida situação eis que não pretendo iniciar 2011 ness asituação.
  13. 13. 13 Nesse fim, obviamente terei de explicar a todos “osmotivos” dessa solicitação evidenciando, então, toda asituação - não para achacar o Sr. Reitor da UniversidadeCandido Mendes e Presidente da SBI e que isso fiqueclaro - mas apenas no intuito de me fazer ouvir e obter,com isso, a ajuda esperada . Nesse fim, continuarei tantas vezes quantas maisforem necessárias a mostrar à Sociedade em geral, acondição escravagista que pesa sobre nós, Professores eFuncionários da Universidade Candido Mendes,trabalhadores que honram seu ofício e - por ele - têm oDireito de receber . Nesse fim, espero obter dessas Pessoas do meiosocial do Sr. Reitor - acaso ele se mantenha intangível einatingível em sua inadimplência - em função do respeitoque ele tem por elas – a ajuda necessária a persuadi -lo ahonrar suas obrigações junto a nós, Professores eFuncionários. Esclareço, por fim, que, independentemente daminha permanência ou não na Universidade, persistireina busca dessa ajuda o que evidencia, por outraspalavras, que não receio eventual represália porexpressar estritamente a verdade desses fatos perante aSociedade. Até mesmo porque não temo, sinceramente, a qualquerretaliação que eu, porventura, venha a sofrer, inclusive a minhaprópria demissão. Por ora, a presente foi enviada apenas aosSenhores... Cordialmente, subscrevo-me,Professor Carlos Magno[1] Processo nº 2008.001.156034-9, em curso perante oJuízo da 5ª Vara Cível da Comarca da Capital.[2] Como, por exemplo, o FGTS.
  14. 14. 14

×