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3.3 Homem-Natureza_ uma relação sustentável_.pdf

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  1. 1. 1 3.3 – Homem-Natureza: uma relação sustentável? Área de Integração Curso Profissional de Nível Secundário Técnico de Comunicação, Marketing, Relações Públicas e Publicidade 12-10-2012 J. Mesquita
  2. 2. 2 12-10-2012 J. Mesquita
  3. 3. 3 Dez países respondem por mais de 60 por cento da biocapacidade total de Terra em 2008. Isso inclui cinco dos seis países BRIICS: Brasil, Rússia, Índia, Indonésia e China. 12-10-2012 J. Mesquita
  4. 4. 4 COMPONENTES DA PEGADA ECOLÓGICA 12-10-2012 J. Mesquita
  5. 5. 5 A Pegada Ecológica mede a pressão que a humanidade coloca sobre a biosfera, comparando o que as pessoas estão a consumir com a capacidade dos recursos renováveis da Terra, a biocapacidade: a área de terra disponível para produzir recursos renováveis e absorver as emissões de CO2. Estamos a usar 50 por cento mais recursos do que a Terra pode fornecer e, se não mudarmos de rumo, este número vai crescer rapidamente e até 2030, onde dois planetas não serão suficientes para nos sustentar. 12-10-2012 J. Mesquita
  6. 6. 6 Se todos vivêssemos como um residente de Portugal, precisaríamos de 2.32 planetas. A média per capita da Pegada Ecológica em Portugal é 4.12 gha por pessoa Gha – Hectare biologicamente produtivo com a produtividade média mundial. DIFERENTES PAÍSES COM DIFERENTES PEGADAS ECOLÓGICAS 12-10-2012 J. Mesquita
  7. 7. 7 Pegada Ecológica por agrupamento geográfico, 1961 Pegada Ecológica por agrupamento geográfico, 2008 A pegada ecológica per capita de países de rendimentos altos supera a de países de baixos e de médios rendimentos. Em contraste, a pegada de países de rendimentos médios e baixos exigiu menos do que a biocapacidade média per capita disponível globalmente, até 2006, enquanto países de rendimentos altos ultrapassaram este valor. 12-10-2012 J. Mesquita
  8. 8. 8 DIFERENTES PAÍSES COM DIFERENTES PEGADAS ECOLÓGICAS 12-10-2012 J. Mesquita
  9. 9. 9 FATORES CAUSAIS 12-10-2012 J. Mesquita
  10. 10. 10 DETERMINANTES INDIRETOS 12-10-2012 J. Mesquita
  11. 11. 11 PRESSÕES DIRETAS SOBRE A BIODIVERSIDADE E OS ECOSSISTEMAS 12-10-2012 J. Mesquita
  12. 12. 12 As Florestas são importantes para o armazenamento de carbono e estabilização do clima. O serviço de armazenamento de carbono fornecido pelas florestas do mundo é vital para a estabilização do clima. A quantidade de carbono armazenado em florestas diferentes varia: As florestas tropicais armazenam mais carbono. Quase metade desse carbono acima do solo é nas florestas da América Latina, com 26 por cento na Ásia e 25 por cento em África À parte da Europa e dos Estados Unidos, as florestas do mundo estão a ser desflorestadass e degradadas por atividades humanas, libertando gases com efeito de estufa, especialmente CO2, para a atmosfera. Globalmente, cerca de 13 milhões de hectares de floresta foram perdidos a cada ano entre 2000 e 2010. A desflorestação e a degradação florestal atualmente são responsáveis por cerca de 20 por cento do total das emissões antropogénicas de CO2 - a terceira maior fonte depois do carvão e do petróleo. Isso faz com que a conservação da floresta seja uma estratégia vital nos esforços globais para reduzir drasticamente as emissões de gases com efeito de estufa. FLORESTAS 12-10-2012 J. Mesquita
  13. 13. 13 Os ecossistemas de água doce ocupam cerca de 1 por cento da superfície da Terra, sendo o lar de cerca de 10 por cento de todas as espécies animais conhecidas. Em virtude da sua posição na paisagem, estes ligam os ecossistemas terrestres aos biomas marinhos. Os rios fornecem serviços vitais para a saúde e estabilidade das comunidades humanas, incluindo a pesca, a água para uso agrícola e doméstico, regulação do fluxo hidrológico, navegação e comércio, controlo de poluição e serviços de purificação/despoluição. Mas inúmeras pressões, incluindo as alterações do uso do solo, uso da água, desenvolvimento de infraestruturas, poluição e alterações climáticas mundiais, quer individualmente quer em conjunto, contribuem para afetar a saúde dos rios e lagos em todo o planeta. RIOS 12-10-2012 J. Mesquita
  14. 14. 14 Os Oceanos são uma importante fonte de proteína de peixe e outros frutos do mar para milhares de milhões de pessoas, mas também as algas marinhas e plantas são usadas para o fabrico de materiais, produtos químicos, energia e até materiais de construção. No entanto, a saúde dos oceanos está ameaçada pela sobre-exploração, as emissões de gases de efeito estufa e poluição. OCEANOS A expansão e o impacto das frotas de pesca no mundo http://www.wwf.eu/what_we_do/fisheries/cfp_reform/external_dimension/ http://youtu.be/COyh-7xtQY4 12-10-2012 J. Mesquita
  15. 15. 12-10-2012 J. Mesquita 15 OCEANOS http://www.eea.europa.eu/data-and- maps/figures/total-catch-in-ices-and- gfcm-fishing-regions-of-europe-in
  16. 16. 12-10-2012 J. Mesquita 16 OCEANOS
  17. 17. 17 A maioria das pessoas desejam essencialmente a mesma coisa: uma vida onde as necessidades sejam satisfeitas, uma vida segura e saudável, serem capazes de seguir interesses pessoais e terem oportunidade de explorar os seus potenciais, e melhorando o seu bem-estar. No entanto, se continuarmos a viver como temos vivido nas últimas décadas - no âmbito de um cenário "business as usual", tais expectativas tornar-se-ão cada vez mais difíceis de cumprir. Em 2050, seria necessário o equivalente a 2,9 planetas para suportar o crescimento da Pegada Ecológica da humanidade. A fim de reverter o declínio do Índice do Planeta, é necessário reduzir a Pegada Ecológica para níveis dentro dos limites da Terra, a fim de evitar mudanças climáticas perigosas e alcançar o desenvolvimento sustentável, uma realidade fundamental que deve ser pensada como a base de qualquer economia, modelos de negócios e estilos de vida: o capital natural da Terra - biodiversidade, ecossistemas e serviços ambientais - é limitada. O QUE ESPERAR DO FUTURO 12-10-2012 J. Mesquita
  18. 18. 18 É necessário dissociar o desenvolvimento humano do consumo insustentável (evitando os materiais e o uso intensivo de energia e outros produtos), para evitar emissões de gases de efeito estufa, manter a integridade dos ecossistemas, e promover o crescimento e desenvolvimento O QUE ESPERAR DO FUTURO 12-10-2012 J. Mesquita
  19. 19. 19 Sistemas de produção eficientes ajudarão a diminuir a Pegada Ecológica da humanidade reduzindo-a para níveis inferiores aos limites ecológicos – ao mesmo tempo que diminuem significativamente a procura humana por terra, água, energia e outros recursos naturais. Viver dentro dos limites ecológicos da Terra também exige um padrão de consumo global em equilíbrio com a biocapacidade do planeta. A primeira medida deve ser a diminuição drástica da pegada ecológica das populações de altos rendimentos - principalmente as suas pegadas de carbono. Alterar hábitos alimentares entre as populações ricas e reduzir o desperdício de alimentos são cruciais. PODEMOS REDUZIR A NOSSA PEGADA ECOLÓGICA, PRODUZINDO MAIS COM MENOS, E CONSUMINDO MELHOR, DE FORMA INTELIGENTE E POUPADA. 12-10-2012 J. Mesquita O QUE ESPERAR DO FUTURO
  20. 20. 20 ATIVIDADES E PRESSÕES SOBRE A BIODIVERSIDADE 12-10-2012 J. Mesquita
  21. 21. 21 A atmosfera é constituída fundamentalmente por oxigénio (O2) e azoto (N2); estes dois gases representam 99% da sua composição, o restante 1% integra vapor de água (H2O), dióxido de carbono (CO2) e outros componentes, mas que têm contudo, uma importância fundamental - por exemplo, é a partir do vapor de água existente na atmosfera que se formam as nuvens. Para além disso o vapor de água e o dióxido de carbono são fundamentais num fenómeno muito importante: o EFEITO DE ESTUFA. Se a atmosfera não tivesse na sua composição gases com efeito de estufa (GEE), a Terra seria um planeta com uma temperatura média muito mais baixa (cerca de -20°C). Estes gases funcionam como .um cobertor. mantendo a superfície terrestre a uma temperatura amena (cerca de 15°C, em média). Podemos concluir que o efeito de estufa é um fenómeno muito importante para a existência de vida no nosso planeta, pelo menos tal como nós a conhecemos. No entanto, se esse efeito de estufa for muito forte, podemos ter o fenómeno contrário ou seja um planeta demasiado quente, como acontece em Vénus onde a temperatura média é superior a 400°C. EFEITO DE ESTUFA - GEE 12-10-2012 J. Mesquita
  22. 22. 22 Entre 2008 e 2012, os países desenvolvidos devem reduzir as suas emissões em 5,2% relativamente às emissões de 1990. Emissão de GEE – PROTOCOLO DE QUIOTO No acordo de partilha de responsabilidades a nível comunitário ficou estabelecido que Portugal poderia aumentar as suas emissões em 27% em relação a 1990, não podendo exceder no período 2008-2012 os 381,94 milhões de toneladas de equivalentes de CO2 (Mt CO2e), representando um valor médio anual de 76,39 Mt CO2e. 12-10-2012 J. Mesquita
  23. 23. 23 PRODUÇÃO DE GEE (Portugal) O sector da energia, incluindo transportes, mantém-se em 2010 como o principal sector responsável pelas emissões de gases com efeito de estufa, representando 70,3% das emissões nacionais, e apresentando um crescimento face a 1990 de cerca de 21,2%. 12-10-2012 J. Mesquita
  24. 24. 24 Evolução das emissões de gases com efeito de estufa em Portugal Fonte: Agência Portuguesa do Ambiente | Maio de 2012 12-10-2012 J. Mesquita
  25. 25. 25 Emissão de GEE – Plano Nacional para as alterações climáticas - PNACE www.cumprirquioto.pt 12-10-2012 J. Mesquita
  26. 26. 26 Fonte: Instituto do Ambiente | 2005 Emissão de GEE – Atitudes pessoais a desenvolver 12-10-2012 J. Mesquita
  27. 27. 12-10-2012 J. Mesquita 27 A procura de água em Portugal, ou seja, a água utilizada, está atualmente estimada em cerca de 7 500 000 000 m3/ano no conjunto dos sectores Agrícola, Industrial e Urbano. Águas de consumo Quanto aos custos efetivos da utilização da água, 1 880 000 000 €/ano (correspondentes a 1,65% do PIB nacional em 2000) http://portaldaagua.inag.pt/PT/InfoUtilizador/UsoEficiente/Pages/ConsumoPortugal.aspx Agrícola Industrial​ Urbano Poupança Total​ Desperdício verificado na procura de água​ 40%​ 30%​ 40%​ ​ ​ Pretende-se uma redução para...​ ​35% 15%​ 20%​ Atingir estas metas significa uma poupança de...​ ​ 64*106 €/ ano​ 75*106 €/ ano​ 241*106 €/ ano​ 380*106 €/ ano​ 805*106 m3/ ano​ 60*106 m3/ ano​ 157*106 m3/ ano​ 1022*106 m3/ ano​​
  28. 28. 12-10-2012 J. Mesquita 28 Águas de consumo http://www.ersar.pt/xCelcius/ShowXCelcius_PopUp.aspx?F ileName=/lib/10/12770393C4722F70A9EF83B0A55AEB2CE 7F01.swf
  29. 29. 12-10-2012 J. Mesquita 29 Águas – Abastecimento e Tratamento
  30. 30. 12-10-2012 J. Mesquita 30 Resíduos Sólidos e Urbanos http://ersuc.pt/web/
  31. 31. 12-10-2012 J. Mesquita 31 Resíduos Sólidos e Urbanos
  32. 32. 12-10-2012 J. Mesquita 32 Resíduos Sólidos e Urbanos – Recolha de RSU - Diferenciados Os ecocentros são locais onde se depositam os resíduos recicláveis, que pelas suas dimensões não podem ser depositados nos ecopontos. Os resíduos depositados nos ecocentros são posteriormente enviados para tratamento e/ ou reciclagem. Os ecocentros da ERSUC localizam-se: 1. Aterro Sanitário de Coimbra; 2. Aterro Sanitário de Aveiro 3. Aterro Sanitário da Figueira da Foz; 4. Estação de Triagem de Ansião; 5. Estação de Triagem de Góis; 6. Estação de Triagem de Estarreja; 7. Estação de Triagem de Ossela. Nos ecocentros podemos depositar resíduos de embalagem de papel e cartão, de plástico e de metal e embalagens de vidro de grandes dimensões; resíduos de equipamento elétrico e eletrónico (eletrodomésticos fora de uso, computadores, impressoras, lâmpadas fluorescentes, etc.); madeiras, pilhas, baterias e acumuladores e sucata. Os nossos ecocentros estão abertos 24 horas por dia e estão disponíveis para receber os resíduos de qualquer munícipe Todos os resíduos de embalagem depositados nos Ecoponto são encaminhados para as estações de triagem, triados e enviados para a reciclagem. Deixam de ser um resíduo, passando a constituir uma matéria-prima para a produção de novas embalagens. A ERSUC é responsável pela recolha seletiva destes materiais e pela sua triagem. Posteriormente, encaminha – os para a reciclagem através da Sociedade Ponto Verde – SPV, entidade gestora a nível nacional pela retoma, valorização e reciclagem dos resíduos de embalagem. http://www.pontoverde.pt/home.html
  33. 33. 12-10-2012 J. Mesquita 33 Resíduos Sólidos e Urbanos – Recolha de RSU - Diferenciados

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