Geografia 1 ano

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Geografia 1 ano

  1. 1. 1º Ano do E.M. Colégio Bimbatti Profº Junior
  2. 2.  Os continentes uma vez foram unidos, a Pangeia, e se afastaram pelo movimento das placas tectônicas.  As placas tectônicas se encontram na litosfera (crosta) e se movimentam pela astenosfera (manto).  O movimento pode ocorrer graças às correntes de convecção, isso ocorre quando o material aquecido do manto sobe a crosta. Pode ocorrer por movimentos divergentes das placas tectônicas na crosta oceânica para dar espaço para a subida do magma. Ou por movimentos de convergência, quando uma placa se movimenta na direção da outra, se as placas tiverem igual densidade, cadeias montanhosas poderão ser formadas.
  3. 3.  Escudos cristalinos – Estruturas mais antigas, formadas no período Pré-cambriano, abrangem rochas ígneas e metamórficas.  Bacias sedimentares – Estruturas mais recentes. Onde o terreno se formou na Era Paleozoica existem jazidas carboníferas, onde o terreno se formou na Era Mesozoica jazidas petrolíferas e onde ele se formou na Era Cenozoica há um intenso processo de sedimentação.  Dobramentos modernos – formação recente compostos por rochas menos rígidas, situadas nos encontros de placas convergentes (orogênese).
  4. 4.  Escudos cristalinos – Estruturas mais antigas, formadas no período Pré-cambriano, abrangem rochas ígneas e metamórficas.  Bacias sedimentares – Estruturas mais recentes. Onde o terreno se formou na Era Paleozoica existem jazidas carboníferas, onde o terreno se formou na Era Mesozoica jazidas petrolíferas e onde ele se formou na Era Cenozoica há um intenso processo de sedimentação.  Terrenos vulcânicos – Ocorrem onde houve derramamento de lava por um vulcão, podem dar origem a terra rocha, extremamente fértil.
  5. 5.  As jazidas minerais estão distribuídas nas diferentes regiões do Brasil. No entanto, em alguns estados a produção mineral se destaca: - Pará e Minas Gerais: ferro, manganês, cobre e alumínio; - Rio Grande do Norte: sal (marinho); - Rio de Janeiro, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Bahia: petróleo; - Estados da região Sul do Brasil: carvão mineral; - Rondônia e Amazonas: estanho; - Bahia: cobre; - Vários estados da Amazônia brasileira: ouro.
  6. 6.  Quadrilátero ferrífero: Ferro, Manganês. Abastece as siderúrgicas/ metalúrgicas como Usiminas, Cosipa, CSN, Acesita e parte fica no Vale do Aço e parte é exportada pelo porto de Tubarão (Vitória- ES) pela Estrada de Ferro Vitória-Minas.  Poços de Caldas: Alumínio.
  7. 7.  Projeto Grandes Carajás: Ferro, Manganês, cobre e níquel. Parte é exportada pelo porto de Itaqui (MA) pela Estrada de Ferro Carajás. Predomínio da Vale (antiga CVRD). Usina de Tucuruí fornece energia para a atividade mineradora;  Projeto Trombetas: bauxita. Localizado em Oriximiná
  8. 8.  Produção de cassiterita (estanho).  Problemas de transporte para os grandes centros consumidores;  Produção de Sal marinho.  Alta salinidade, evaporação e baixa precipitação.
  9. 9.  Maciço de Urucum: Manganês e reserva de ferro.  Problemas de transporte, maior parte vai para o Mercosul (Argentina) por hidrovias.
  10. 10.  Recursos minerais são finitos (não renováveis);  A mineração consome volumes extraordinários de água, energia, causa desmatamento, erosão, contaminação do solo e das águas, assoreamento dos rios...  Na extração do ouro ainda se usa mercúrio líquido, altamente tóxico.  Alternativa: Reciclar e os cinco “eres”
  11. 11.  Erosão: desgaste, transporte e acúmulo;  Intemperismo: processo que gera desagregação. Pode ser: Físico, Químico ou biológico. • Físico: dilatação e contração da rocha pelo calor e/ou gelo (clima seco, muita chuva), vento, chuvas, água corrente... • Químico: pela reação química da água (regiões tropicais); • Biológico : pelas raízes das plantas;
  12. 12.  Pluvial – causada pelas chuvas. Encostas de morros onde houve o desmatamento, poderá ocorrer deslizamentos; A impermeabilização do solo (asfalto/concreto) juntamente com os sedimentos que são carregados até os rios gera o assoreamento dos rios (gerando enchentes); Quem mais sofre com isso é a população mais carente.  Fluvial – causada pelos rios, as margens são carregadas;  Marinha (Abrasão marinha) – força das ondas batendo nos rochedos. Criação de falésias (rochas cristalinas) e barreiras (rochas sedimentares);  Erosão glacial – congelamento e descongelamento da água. Formam as morainas;  Erosão Eólica – causada pelos vetos. Quando há também o transporte, há formação de dunas;
  13. 13.  Pluvial – causada pelas chuvas. Encostas de morros onde houve o desmatamento, poderá ocorrer deslizamentos; A impermeabilização do solo (asfalto/concreto) juntamente com os sedimentos que são carregados até os rios gera o assoreamento (gerando enchentes); Quem mais sofre com isso é a população mais carente.
  14. 14.  Fluvial – causada pelos rios, as margens são carregadas (também gera assoreamento);
  15. 15.  Marinha (Abrasão marinha) – força das ondas batendo nos rochedos. Criação de falésias (rochas cristalinas) e barreiras (rochas sedimentares);
  16. 16.  Erosão glacial – congelamento e descongelamento da água. Formam as morainas;
  17. 17.  Erosão Eólica – causada pelos vetos. Quando há também o transporte, há formação de dunas;
  18. 18.  Cadeias de montanhas: geradas por Dobramentos modernos (houve pouca erosão devido ao tempo geológico);  Planaltos: de diversas formas e altitudes (serras, morros, chapadas) são regiões onde a erosão é maior (mais antigo);  Depressão: área levemente inclinada, localizada entre o planalto e as planícies (depressão relativa). Também chamamos de depressão as áreas abaixo do nível do mar (depressões absolutas).  Planícies: áreas mais baixas do relevo, predomínio da sedimentação, geralmente áreas planas. No Brasil está associada a área costeira/litorânea e ao longo dos grandes rios e lagos.
  19. 19.  Cadeias de montanhas: geradas por Dobramentos modernos (houve pouca erosão devido ao tempo geológico);
  20. 20.  Planaltos: de diversas formas e altitudes (serras, morros, chapadas) são regiões onde a erosão é maior (mais antigo);
  21. 21.  Depressão: área levemente inclinada, geralmente localizada entre o planalto e as planícies (depressão relativa). Também chamamos de depressão as áreas abaixo do nível do mar (depressões absolutas).
  22. 22.  Planícies: áreas mais baixas do relevo, predomínio da sedimentação, geralmente áreas planas. No Brasil está associada a área costeira/litorânea e ao longo dos grandes rios e lagos.
  23. 23.  O Brasil tem uma formação rochosa antiga, esculpida pelo vento, pela água, pela temperatura e pelo homem, ou seja, a Estrutura geológica é antiga e os processos são recentes.  Essa formação rochosa é composta majoritariamente por planícies, planaltos e depressões.
  24. 24.  Aroldo de Azevedo (1940) – Leva em conta o nível altimétrico, classificando o relevo em planície (abaixo de 200m) e planalto (acima de 200m);  Aziz Ab’Saber (1960) – Leva em conta o processo geomorfológico. Planícies são áreas em que predomina a sedimentação e planaltos são áreas em que predomina a erosão.  Jurandyr Ross – Leva em conta a altiometria, morfoestrutura, paleoclima, morfoclima (levantamentos do Radambrasil – aerofotografias tiradas nas décadas de 1970/80).
  25. 25.  Planaltos- superfícies irregulares (planas ou acidentadas), são porções residuais salientes do relevo, que oferecem mais resistência ao processo erosivo: - Em bacias sedimentares- circundados por depressões periféricas; - Em núcleos cristalinos arqueados- encontram-se no litoral, onde o processo erosivo foi intenso no terciário; - Em intrusões e coberturas residuais da plataforma- terrenos sedimentares residuais, cristalinos, vulcânicos e dobramentos do Pré- cambriano; - Em cinturões orogênicos- bastante antigo, originado as escarpas e serras.  Planícies- superfícies essencialmente planas, nas quais o processo de sedimentação supera o de erosão. Encontramos nas margens de grandes rios, litoral e ao redor de grandes lagoas;  Depressões- áreas inclinadas, rebaixadas por erosão que circundam as bordas das bacias sedimentares, interpondo-se entre estas e os maciços cristalinos. Esse três tipos de relevo compõem, em conjunto, 28 unidades, vistas no mapa anterior e na apostila.
  26. 26.  Imagens que mostram cortes verticais da crosta terrestre e as variações de altitude.
  27. 27.  Milhões de anos para se formar;  Produto do intemperismo;  Formação depende: rocha matriz, clima, elemento orgânico e topografia;  As camadas do solo são Horizontes do solo e o conjunto de horizonte forma o perfil do solo;
  28. 28.  Aluviais – acúmulo de material transportado pela água e vento ( ex: solo Loess, amarelo);  Eluviais – desagregação e decomposição da rocha no mesmo local de formação; Zonais (maduros, relativamente profundos) latossolos Clima quente e úmido, pouco férteis podzóis Clima temperado/frio, férteis desérticos Rasos e pouco férteis Intrazonais (bem desenvolvidos) Solos salinos Regiões áridas, semiáridas e próximas ao mar, baixa fertilidade Azonais (rasos) litossolos Alta declividade, diretamente na rocha
  29. 29.  Arenoso: Muito poroso e permeável, portanto, pouco fértil;  Argiloso: É fértil e retém água, mas dependendo do nível de evaporação pode apresentar facilmente desertificação;  Terra preta ou massapé: Muito fértil e rica em húmus (Resultante da decomposição de matéria orgânica, ótimo fertilizante);  Terra roxa: Muito férteis, apresenta basalto e muitos minerais;
  30. 30.  Adubos: mineral/orgânico ou adubo verde (leguminosas), ajuda solos pobres em nutrientes;  Correção de acidez: utiliza-se calcário (base), importante para a ocupação do cerrado brasileiro;  Máquinas agrícolas apropriadas: dependendo do solo e clima usa-se um tipo de maquinário;  Introdução/manutenção de seres vivos: minhocas, larvas e insetos, trituram a matéria orgânica;  Manter cobertura: com vegetação (cobertura viva) ou palha (cobertura morta), evita erosão.
  31. 31.  Plantio direto: plantar sobre restos das plantações anteriores, uso de herbicidas;  Rotação de culturas: cultivo alternado de culturas (soja, depois milho, depois feijão);  Curvas de nível: dividir o solo em escadas com mesma altura, evita erosão de terrenos inclinados;  Afolhamento: terreno é dividido em partes e uma delas fica em repouso, depois essa é utilizada e a outra entra em repouso;
  32. 32.  inselbergues;  pediplanos;  cuestas;

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