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CÂMPUS SÃO LUÍS DE MONTES BELOS
PRISCILA HILÁRIA DE SOUZA
CONCEPÇÃO DOS PERSONAGENS E PERFIL DAS RELAÇÕES SOCIAIS NO
SÉCULO XVII/XIX NA OBRA “RAZÃO E SENSIBILIDADE – JANE AUSTEN”
Trabalho solicitado pela professora Giselia
Rodrigues Dias da Silva, para obtenção de
aprendizado e nota na disciplina de
Literatura de Língua Inglesa do curso
superior em Letras pela Universidade
Estadual de Goiás - Câmpus São Luís de
Montes Belos.
SÃO LUÍS DE MONTES BELOS – GO
2016
Segundo pesquisadores, Jane Austen é uma das precursoras na área do romance
feminino, os temas retratados em suas obras são amor, ambição e egoísmo, o que
transforma as tais em algo imortal. As publicações de Austen se tornaram bastante
renomadas, como “Orgulho e preconceito”, “Persuasão”, “Emma”, “Razão e
sensibilidade” entre outros, sendo que o último citado será o foco deste trabalho.
A obra Razão e sensibilidade traz os acontecimentos da família Dashwood, tendo
como personagens principais as irmãs Elinor, que representa a razão, e Mariane,
representante da sensibilidade.
“Elinor, a filha mais velha cujo conselho fora tão acertado, tinha um poder
de compreensão e uma firmeza de julgamento que a haviam tornado,
apesar de ter apenas dezenove anos, conselheira da mãe e a qualificavam
para contrabalançar, em proveito das quatro, a ligeireza de raciocínio da
sra. Dashwood, que comumente a levava a cometer imprudências. A srta.
Dashwood tinha excelente coração - era afetuosa e de sentimentos fortes,
mas sabia como controlá-los. Esta era uma sabedoria que a mãe dela ainda
estava por adquirir e que nenhuma de suas duas irmãs se mostrava
interessada em aprender. As habilidades de Marianne eram, em alguns
aspectos, quase iguais às de Elinor. Era sensível e inteligente, mas
descontrolada: suas tristezas e suas alegrias eram intensas e sem a menor
moderação; generosa, amável e atenciosa, ela era tudo, menos prudente.
[...]“ Margaret, a irmã mais nova, era uma menina saudável e bem-
humorada; mas como já absorvera uma boa quantidade do romantismo de
Marianne, sem ter absorvido também sua razão, aos treze anos não
prometia igualar-se às irmãs em um período mais adiantado de sua vida. ”
(AUSTEN, p.4)
No início do livro vem retratando sobre a vida do sr. Dashwood que faleceu dez
anos após sua primeira esposa - com quem teve um filho chamado Henry Dashwood
– ter falecido, no momento de sua morte sr. Dashwood pede para Henry cuidar de
suas irmãs e sua madrasta, afinal, sr. Dashwood havia se casado novamente e teve
três filhas, Elinor, Marianne e Margaret. Na época, a herança não era dirigida
diretamente para o “público feminino” familiar, sendo assim, o dinheiro e/ou bens
eram voltados para o homem mais próximo, mesmo com pouco recurso financeiro o
senhor Dashwood deixa com Henry Dashwood a missão de cuidar e fazer o pouco
dinheiro render para as meninas.
“A sra. John Dashwood não aprovou, de modo algum, o que o marido
pretendia fazer pelas irmãs. [...] - Ele não estipulou soma alguma, minha
querida Fanny. Apenas me pediu, em termos gerais, que as amparasse e
tornasse a situação delas mais confortável do que ele poderia tornar. Talvez
teria sido melhor se deixasse tudo por minha conta; afinal, dificilmente ele
poderia pensar que eu as negligenciaria. De qualquer modo, fiz a promessa
e ela tem de ser cumprida. Algo deve ser feito por elas, mesmo que deixem
Norland para ir morar em outra casa. [...] - Bem, então vamos fazer alguma
coisa por elas; mas essa alguma coisa não precisa ser três mil libras. [...]
Deste modo, vejo-me obrigada a dizer isto: você não deve nenhuma
gratidão especial nem atenção alguma aos desejos dele, pois sabemos
perfeitamente que, se ele pudesse, teria deixado tudo no mundo para elas.
Esse argumento era irresistível e alterou as intenções de John Dashwood,
fosse qual fosse a decisão que havia tomado antes. Afinal, ele resolveu que
seria desnecessário do modo mais absoluto, se não altamente indecoroso,
tomar em relação à viúva e às filhas de seu pai mais do que as atitudes que
um bom vizinho tomaria, como sua esposa o fizera notar.” (AUSTEN, p. 5 -
7,8)
Senhora Dashwood não gostou de sua nora, essa deixou claro o desgosto da
presença das cunhadas e sogra, dias se passaram, Elinor (razão) teve grande estima
– como ela mesma fala - por Edward Ferrars.
“ Edward já passara várias semanas em Norland antes de chamar a atenção
da sra. Dashwood [...] Foi levada a observá-lo melhor e avaliá-lo por uma
consideração que Elinor fez um dia sobre a diferença que havia entre ele e
a irmã. Esse contraste tornou-se a melhor recomendação dele aos olhos da
mãe de Elinor. [...] Assim que percebeu o mínimo sintoma de amor na
atitude dele em relação a Elinor, considerou o relacionamento deles como
certo; assim que isso se deu, olhou muito adiante e viu o casamento como
o mais imediato acontecimento a seguir.” (AUSTEN, p. 9)
Após a morte do senhor Dashwood, Henry Dashwood “abrigou” sua madrasta e
suas meio irmãs, mas isso durou tempo suficiente até que elas receberam uma
proposta de um ente para irem morar em outra cidade,
“Elinor sempre achara mais prudente que fossem morar a alguma distância
de Norland do que ficar por perto dos conhecidos. A este respeito, portanto,
nada tinha a opor à intenção da mãe de mudar para Devonshire. Além disso,
a casa, como sir John a descrevia, era de nível simples e o aluguel tão
incrivelmente moderado que se tornava impossível basear qualquer objeção
neste ponto; por outro lado, uma vez que não havia nenhum indício da
realização dos seus sonhos, se bem que morar longe de Norland não fosse
atraente para ela, nada fez para dissuadir a mãe de mandar a carta de
aceitação.
- Querida, querida Norland - lamentava-se Marianne, enquanto vagueava
sozinha pela casa, na última noite que iriam passar ali -, quando deixarei de
ter saudade de você? Quando vou aprender a me sentir na minha casa em
outro lugar? Oh, casa feliz, se você pudesse saber o que sofro olhando-a
de uma perspectiva que indica que talvez nunca mais voltarei a vê-la! E
vocês, minhas amigas árvores! Mesmo assim, vocês continuarão as
mesmas. Nenhuma de suas folhas irá cair porque vamos embora, nenhum
galho deixará de movimentar-se só porque não poderemos mais vê-lo! Não.
Vocês continuarão as mesmas, inconscientes da felicidade ou da tristeza
que nos causam, insensíveis à mudança das pessoas que descansarão sob
sua sombra! Mas quem será capaz de gostar de vocês como nós
gostamos?” (AUSTEN, p. 14,16)
No trecho que fala do momento que elas chegam ao destino percebemos a
“necessidade” de Austen em relatar detalhes, pelo fato de um dos principais foco
dela ser manifestar o papel de cada um daquela época naquela sociedade.
“Sir John era esportista, lady Middleton era mãe. Ele: caçava e atirava, ela
dedicava-se aos filhos e estes eram seus maiores interesses na vida. [...] A
sra. Jennings, mãe de lady Middleton, era uma bemhumorada, simpática e
gorda senhora de meia-idade que falava sem parar, parecia muito feliz e
tinha atitudes um tanto vulgares. Era cheia de anedotas, de risos e antes do
jantar já havia feito uma porção de observações picantes a respeito de
amantes e de maridos, havia expressado o desejo de que elas não tivessem
deixado seus corações em Sussex e as moças ficaram coradas ao ouvir
isso, tivessem ou não deixado os corações para trás. [...] O coronel
Brandon, amigo de sir John[...]Era silencioso e sério, porém não tínha
aparência desagradável apesar de, na opinião de Marianne e de Margaret,
ser um completo velho solteirão, uma vez que já havia passado para o "lado
errado" com seus trinta e cinco anos. Seu rosto não era bonito, mas sua
natureza era claramente sensível e seus modos, muito cavalheirescos.
(AUSTEN, p.18,19,20)
Após alguns dias de chuva, Marianne e sua irmã Margaret saem para andar
pelos arredores, assim, Marianne conhece Willoughby.
“Subiam a encosta alegremente, regozijando-se a cada nesga azul que
surgia no céu. Enquanto sentiam no rosto as reanimadoras rajadas de um
vento de sudoeste, lamentaram o medo que impedira a mãe e Elinor de
partilhar com elas tão deliciosas sensações. [...] Surpreendidas e
magoadas, viram-se obrigadas, muito contra a vontade, a voltar, pois não
havia refúgio algum mais próximo do que a casa delas. No entanto, restou-
lhes um consolo ao qual a exigência do momento conferiu ainda maior
intensidade: bastaria descer a encosta da colina correndo com a maior
velocidade possível para chegar imediatamente ao portão do jardim de sua
casa. Assim fizeram. Marianne estava bastante à frente quando um passo
em falso a fez cair e Margaret, incapaz de se deter na descida para ajudá-
la, continuou correndo sem querer e chegou lá embaixo sã e salva. Um
cavalheiro que carregava uma espingarda, com dois pointeres saltando ao
seu redor, passava pela colina a poucos metros de Marianne quando o
incidente ocorreu. [...] Ela agradeceu-lhe muitas e muitas vezes; depois,
com a doçura que fazia parte de seu caráter, convidou-o a sentar-se. Mas
o cavalheiro recusou: estava sujo e molhado. Diante disso, a sra. Dashwood
pediu-lhe que dissesse a quem devia tanto reconhecimento. Seu nome,
respondeu ele, era Willoughby e morava em Allenham, portanto esperava
que ela lhe concedesse a honra de voltar ali no dia seguinte, a fim de saber
como estava a srta. Dashwood. A honra foi-lhe concedida sem a menor
hesitação e ele partiu, desaparecendo na cortina cinzenta de uma forte
chuva, o que fez com que se tornasse ainda mais interessante. [...] Aquela
estava sendo a estação da felicidade para Marianne. Seu coração
devotava-se a Willoughby e a profunda afeição a Norland, que trouxera
consigo do Sussex, havia-se suavizado a ponto que ela não acreditara
possível, graças ao seu envolvimento com o encanto dos acontecimentos
sociais em seu novo lar. A felicidade de Elinor não era tão grande. Seu
coração não se achava contente e nem era completa sua alegria naquelas
festas. Elas não lhes ofereciam uma companhia que pudesse substituir a
que deixara para trás, nem podiam ensiná-la a pensar em Norland com
menos saudade. [...] Entre todos os novos conhecidos, foi apenas no
coronel Brandon que Elinor encontrou alguém com quem manter uma
conversa mais consistente, que lhe despertasse o interesse pela amizade
ou lhe desse algum prazer como companhia. [...] O coronel Brandon,
infelizmente para si próprio, não recebia nenhum tipo de encorajamento
para pensar apenas em Marianne e, conversando com Elinor, encontrou
grande consolo para a total indiferença da irmã dela. (AUSTEN, p.23, 24 -
31)
No decorrer do livro observamos inúmeras pontuações sobre a sociedade dos
séculos XVIII e XIX, podemos ver a dificuldade das mulheres em conseguir o que
seria de direito, como a beleza feminina é mais cobrada do que seu próprio
conhecimento.
Charlotte riu com gosto ao pensar que o marido não podia devolvê-la e,
exultante, disse a ele que não se importava que se irritasse com ela, pois
tinham de viver juntos. Era impossível existir alguém que tivesse melhor
natureza ou estivesse mais determinada a ser feliz do que a sra. Palmer. As
estudadas indiferença, insolência e descontentamento do marido não a
ofendiam nem magoavam e, quando ele a repreendia ou insultava, ela se
divertia. (AUSTEN, p.64)
Apesar de Austen relatar por várias vezes que era necessário o dote para a mulher
se casar de forma “digna” excluindo até mesmo o sentimento e deixando apenas o
casamento por interesse, ao final da obra Elinor e Marianne se casam com pessoas
que realmente possuem sentimentos recíproco.
O casamento de Elinor separou-a da família o mínimo que seria possível
conceber para que o chalé de Barton não se tornasse completamente sem
uso, pois sua mãe e irmãs passavam muito mais do que a metade do tempo
com ela. A sra. Dashwood agia, com a freqüência de suas visitas a Delaford,
não apenas por motivos políticos, mas também de prazer, uma vez que seu
desejo de unir Marianne e o coronel Brandon não era menos determinado,
se bem que fosse muito mais liberal do que o mesmo desejo expresso por
John. No momento, era seu objetivo mais caro. Apesar da companhia da
filha ser-lhe preciosa, a boa senhora seria capaz de prescindir dela com
alegria em favor de seu apreciado amigo. Ver Marianne instalada na
mansão da propriedade era também o desejo de Edward e Elinor. Cada qual
enfrentava suas tristezas, suas obrigações e Marianne, por consenso geral,
era a recompensa por tudo. [...]Assim, o coronel Brandon tornou-se feliz
como todos que o amavam acreditavam que deveria ser. Em Marianne
encontrou o consolo para suas antigas aflições; as atenções e a
proximidade dela despertaram animação nele e alegria em seu espírito. E
os amigos, que observavam, encantaram-se e regozijaram-se com a
felicidade que Marianne demonstrava: ela jamais soubera amar pela
metade e seu coração foi devotado por inteiro ao marido, como outrora fora
devotado a Willoughby. (AUSTEN, 217,218)
Referências
“Razão e sensibilidade”, disponível em <
http://www.miniweb.com.br/literatura/Artigos/livros/Jane_Austen_raz%E3o_sensibili
dade.pdf > Acesso em: 26 de junho de 2016
O romantismo em Razão e sensibilidade, disponível em <
http://www.webartigos.com/artigos/o-romantismo-em-razao-e-sensibilidade/47996/
> Acesso em: 26 de junho de 2016
Resenha: Razão e sensibilidade, disponível em <
https://mardehistorias.wordpress.com/2010/03/26/resenha-razao-e-sensibilidade/ >
Acesso em: 26 de junho de 2016
Razão e sentimento/Razão e sensibilidade – Jane Austen, disponível em <
http://livroecafe.com/2012/11/12/razao-e-sentimento-razao-e-sensibilidade-jane-
austen/ > Acesso em: 26 de junho de 2016
Disponível em < https://www.skoob.com.br/livro/resenhas/464/mais-gostaram/ >
Acesso em: 26 de junho de 2016

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Razão e Sensibilidade de Jane Austen

  • 1. CÂMPUS SÃO LUÍS DE MONTES BELOS PRISCILA HILÁRIA DE SOUZA CONCEPÇÃO DOS PERSONAGENS E PERFIL DAS RELAÇÕES SOCIAIS NO SÉCULO XVII/XIX NA OBRA “RAZÃO E SENSIBILIDADE – JANE AUSTEN” Trabalho solicitado pela professora Giselia Rodrigues Dias da Silva, para obtenção de aprendizado e nota na disciplina de Literatura de Língua Inglesa do curso superior em Letras pela Universidade Estadual de Goiás - Câmpus São Luís de Montes Belos. SÃO LUÍS DE MONTES BELOS – GO 2016
  • 2. Segundo pesquisadores, Jane Austen é uma das precursoras na área do romance feminino, os temas retratados em suas obras são amor, ambição e egoísmo, o que transforma as tais em algo imortal. As publicações de Austen se tornaram bastante renomadas, como “Orgulho e preconceito”, “Persuasão”, “Emma”, “Razão e sensibilidade” entre outros, sendo que o último citado será o foco deste trabalho. A obra Razão e sensibilidade traz os acontecimentos da família Dashwood, tendo como personagens principais as irmãs Elinor, que representa a razão, e Mariane, representante da sensibilidade. “Elinor, a filha mais velha cujo conselho fora tão acertado, tinha um poder de compreensão e uma firmeza de julgamento que a haviam tornado, apesar de ter apenas dezenove anos, conselheira da mãe e a qualificavam para contrabalançar, em proveito das quatro, a ligeireza de raciocínio da sra. Dashwood, que comumente a levava a cometer imprudências. A srta. Dashwood tinha excelente coração - era afetuosa e de sentimentos fortes, mas sabia como controlá-los. Esta era uma sabedoria que a mãe dela ainda estava por adquirir e que nenhuma de suas duas irmãs se mostrava interessada em aprender. As habilidades de Marianne eram, em alguns aspectos, quase iguais às de Elinor. Era sensível e inteligente, mas descontrolada: suas tristezas e suas alegrias eram intensas e sem a menor moderação; generosa, amável e atenciosa, ela era tudo, menos prudente. [...]“ Margaret, a irmã mais nova, era uma menina saudável e bem- humorada; mas como já absorvera uma boa quantidade do romantismo de Marianne, sem ter absorvido também sua razão, aos treze anos não prometia igualar-se às irmãs em um período mais adiantado de sua vida. ” (AUSTEN, p.4) No início do livro vem retratando sobre a vida do sr. Dashwood que faleceu dez anos após sua primeira esposa - com quem teve um filho chamado Henry Dashwood – ter falecido, no momento de sua morte sr. Dashwood pede para Henry cuidar de suas irmãs e sua madrasta, afinal, sr. Dashwood havia se casado novamente e teve três filhas, Elinor, Marianne e Margaret. Na época, a herança não era dirigida diretamente para o “público feminino” familiar, sendo assim, o dinheiro e/ou bens eram voltados para o homem mais próximo, mesmo com pouco recurso financeiro o senhor Dashwood deixa com Henry Dashwood a missão de cuidar e fazer o pouco dinheiro render para as meninas. “A sra. John Dashwood não aprovou, de modo algum, o que o marido pretendia fazer pelas irmãs. [...] - Ele não estipulou soma alguma, minha querida Fanny. Apenas me pediu, em termos gerais, que as amparasse e tornasse a situação delas mais confortável do que ele poderia tornar. Talvez teria sido melhor se deixasse tudo por minha conta; afinal, dificilmente ele poderia pensar que eu as negligenciaria. De qualquer modo, fiz a promessa e ela tem de ser cumprida. Algo deve ser feito por elas, mesmo que deixem Norland para ir morar em outra casa. [...] - Bem, então vamos fazer alguma coisa por elas; mas essa alguma coisa não precisa ser três mil libras. [...] Deste modo, vejo-me obrigada a dizer isto: você não deve nenhuma gratidão especial nem atenção alguma aos desejos dele, pois sabemos
  • 3. perfeitamente que, se ele pudesse, teria deixado tudo no mundo para elas. Esse argumento era irresistível e alterou as intenções de John Dashwood, fosse qual fosse a decisão que havia tomado antes. Afinal, ele resolveu que seria desnecessário do modo mais absoluto, se não altamente indecoroso, tomar em relação à viúva e às filhas de seu pai mais do que as atitudes que um bom vizinho tomaria, como sua esposa o fizera notar.” (AUSTEN, p. 5 - 7,8) Senhora Dashwood não gostou de sua nora, essa deixou claro o desgosto da presença das cunhadas e sogra, dias se passaram, Elinor (razão) teve grande estima – como ela mesma fala - por Edward Ferrars. “ Edward já passara várias semanas em Norland antes de chamar a atenção da sra. Dashwood [...] Foi levada a observá-lo melhor e avaliá-lo por uma consideração que Elinor fez um dia sobre a diferença que havia entre ele e a irmã. Esse contraste tornou-se a melhor recomendação dele aos olhos da mãe de Elinor. [...] Assim que percebeu o mínimo sintoma de amor na atitude dele em relação a Elinor, considerou o relacionamento deles como certo; assim que isso se deu, olhou muito adiante e viu o casamento como o mais imediato acontecimento a seguir.” (AUSTEN, p. 9) Após a morte do senhor Dashwood, Henry Dashwood “abrigou” sua madrasta e suas meio irmãs, mas isso durou tempo suficiente até que elas receberam uma proposta de um ente para irem morar em outra cidade, “Elinor sempre achara mais prudente que fossem morar a alguma distância de Norland do que ficar por perto dos conhecidos. A este respeito, portanto, nada tinha a opor à intenção da mãe de mudar para Devonshire. Além disso, a casa, como sir John a descrevia, era de nível simples e o aluguel tão incrivelmente moderado que se tornava impossível basear qualquer objeção neste ponto; por outro lado, uma vez que não havia nenhum indício da realização dos seus sonhos, se bem que morar longe de Norland não fosse atraente para ela, nada fez para dissuadir a mãe de mandar a carta de aceitação. - Querida, querida Norland - lamentava-se Marianne, enquanto vagueava sozinha pela casa, na última noite que iriam passar ali -, quando deixarei de ter saudade de você? Quando vou aprender a me sentir na minha casa em outro lugar? Oh, casa feliz, se você pudesse saber o que sofro olhando-a de uma perspectiva que indica que talvez nunca mais voltarei a vê-la! E vocês, minhas amigas árvores! Mesmo assim, vocês continuarão as mesmas. Nenhuma de suas folhas irá cair porque vamos embora, nenhum galho deixará de movimentar-se só porque não poderemos mais vê-lo! Não. Vocês continuarão as mesmas, inconscientes da felicidade ou da tristeza que nos causam, insensíveis à mudança das pessoas que descansarão sob sua sombra! Mas quem será capaz de gostar de vocês como nós gostamos?” (AUSTEN, p. 14,16) No trecho que fala do momento que elas chegam ao destino percebemos a “necessidade” de Austen em relatar detalhes, pelo fato de um dos principais foco dela ser manifestar o papel de cada um daquela época naquela sociedade. “Sir John era esportista, lady Middleton era mãe. Ele: caçava e atirava, ela dedicava-se aos filhos e estes eram seus maiores interesses na vida. [...] A
  • 4. sra. Jennings, mãe de lady Middleton, era uma bemhumorada, simpática e gorda senhora de meia-idade que falava sem parar, parecia muito feliz e tinha atitudes um tanto vulgares. Era cheia de anedotas, de risos e antes do jantar já havia feito uma porção de observações picantes a respeito de amantes e de maridos, havia expressado o desejo de que elas não tivessem deixado seus corações em Sussex e as moças ficaram coradas ao ouvir isso, tivessem ou não deixado os corações para trás. [...] O coronel Brandon, amigo de sir John[...]Era silencioso e sério, porém não tínha aparência desagradável apesar de, na opinião de Marianne e de Margaret, ser um completo velho solteirão, uma vez que já havia passado para o "lado errado" com seus trinta e cinco anos. Seu rosto não era bonito, mas sua natureza era claramente sensível e seus modos, muito cavalheirescos. (AUSTEN, p.18,19,20) Após alguns dias de chuva, Marianne e sua irmã Margaret saem para andar pelos arredores, assim, Marianne conhece Willoughby. “Subiam a encosta alegremente, regozijando-se a cada nesga azul que surgia no céu. Enquanto sentiam no rosto as reanimadoras rajadas de um vento de sudoeste, lamentaram o medo que impedira a mãe e Elinor de partilhar com elas tão deliciosas sensações. [...] Surpreendidas e magoadas, viram-se obrigadas, muito contra a vontade, a voltar, pois não havia refúgio algum mais próximo do que a casa delas. No entanto, restou- lhes um consolo ao qual a exigência do momento conferiu ainda maior intensidade: bastaria descer a encosta da colina correndo com a maior velocidade possível para chegar imediatamente ao portão do jardim de sua casa. Assim fizeram. Marianne estava bastante à frente quando um passo em falso a fez cair e Margaret, incapaz de se deter na descida para ajudá- la, continuou correndo sem querer e chegou lá embaixo sã e salva. Um cavalheiro que carregava uma espingarda, com dois pointeres saltando ao seu redor, passava pela colina a poucos metros de Marianne quando o incidente ocorreu. [...] Ela agradeceu-lhe muitas e muitas vezes; depois, com a doçura que fazia parte de seu caráter, convidou-o a sentar-se. Mas o cavalheiro recusou: estava sujo e molhado. Diante disso, a sra. Dashwood pediu-lhe que dissesse a quem devia tanto reconhecimento. Seu nome, respondeu ele, era Willoughby e morava em Allenham, portanto esperava que ela lhe concedesse a honra de voltar ali no dia seguinte, a fim de saber como estava a srta. Dashwood. A honra foi-lhe concedida sem a menor hesitação e ele partiu, desaparecendo na cortina cinzenta de uma forte chuva, o que fez com que se tornasse ainda mais interessante. [...] Aquela estava sendo a estação da felicidade para Marianne. Seu coração devotava-se a Willoughby e a profunda afeição a Norland, que trouxera consigo do Sussex, havia-se suavizado a ponto que ela não acreditara possível, graças ao seu envolvimento com o encanto dos acontecimentos sociais em seu novo lar. A felicidade de Elinor não era tão grande. Seu coração não se achava contente e nem era completa sua alegria naquelas festas. Elas não lhes ofereciam uma companhia que pudesse substituir a que deixara para trás, nem podiam ensiná-la a pensar em Norland com menos saudade. [...] Entre todos os novos conhecidos, foi apenas no coronel Brandon que Elinor encontrou alguém com quem manter uma conversa mais consistente, que lhe despertasse o interesse pela amizade ou lhe desse algum prazer como companhia. [...] O coronel Brandon, infelizmente para si próprio, não recebia nenhum tipo de encorajamento para pensar apenas em Marianne e, conversando com Elinor, encontrou grande consolo para a total indiferença da irmã dela. (AUSTEN, p.23, 24 - 31) No decorrer do livro observamos inúmeras pontuações sobre a sociedade dos séculos XVIII e XIX, podemos ver a dificuldade das mulheres em conseguir o que
  • 5. seria de direito, como a beleza feminina é mais cobrada do que seu próprio conhecimento. Charlotte riu com gosto ao pensar que o marido não podia devolvê-la e, exultante, disse a ele que não se importava que se irritasse com ela, pois tinham de viver juntos. Era impossível existir alguém que tivesse melhor natureza ou estivesse mais determinada a ser feliz do que a sra. Palmer. As estudadas indiferença, insolência e descontentamento do marido não a ofendiam nem magoavam e, quando ele a repreendia ou insultava, ela se divertia. (AUSTEN, p.64) Apesar de Austen relatar por várias vezes que era necessário o dote para a mulher se casar de forma “digna” excluindo até mesmo o sentimento e deixando apenas o casamento por interesse, ao final da obra Elinor e Marianne se casam com pessoas que realmente possuem sentimentos recíproco. O casamento de Elinor separou-a da família o mínimo que seria possível conceber para que o chalé de Barton não se tornasse completamente sem uso, pois sua mãe e irmãs passavam muito mais do que a metade do tempo com ela. A sra. Dashwood agia, com a freqüência de suas visitas a Delaford, não apenas por motivos políticos, mas também de prazer, uma vez que seu desejo de unir Marianne e o coronel Brandon não era menos determinado, se bem que fosse muito mais liberal do que o mesmo desejo expresso por John. No momento, era seu objetivo mais caro. Apesar da companhia da filha ser-lhe preciosa, a boa senhora seria capaz de prescindir dela com alegria em favor de seu apreciado amigo. Ver Marianne instalada na mansão da propriedade era também o desejo de Edward e Elinor. Cada qual enfrentava suas tristezas, suas obrigações e Marianne, por consenso geral, era a recompensa por tudo. [...]Assim, o coronel Brandon tornou-se feliz como todos que o amavam acreditavam que deveria ser. Em Marianne encontrou o consolo para suas antigas aflições; as atenções e a proximidade dela despertaram animação nele e alegria em seu espírito. E os amigos, que observavam, encantaram-se e regozijaram-se com a felicidade que Marianne demonstrava: ela jamais soubera amar pela metade e seu coração foi devotado por inteiro ao marido, como outrora fora devotado a Willoughby. (AUSTEN, 217,218)
  • 6. Referências “Razão e sensibilidade”, disponível em < http://www.miniweb.com.br/literatura/Artigos/livros/Jane_Austen_raz%E3o_sensibili dade.pdf > Acesso em: 26 de junho de 2016 O romantismo em Razão e sensibilidade, disponível em < http://www.webartigos.com/artigos/o-romantismo-em-razao-e-sensibilidade/47996/ > Acesso em: 26 de junho de 2016 Resenha: Razão e sensibilidade, disponível em < https://mardehistorias.wordpress.com/2010/03/26/resenha-razao-e-sensibilidade/ > Acesso em: 26 de junho de 2016 Razão e sentimento/Razão e sensibilidade – Jane Austen, disponível em < http://livroecafe.com/2012/11/12/razao-e-sentimento-razao-e-sensibilidade-jane- austen/ > Acesso em: 26 de junho de 2016 Disponível em < https://www.skoob.com.br/livro/resenhas/464/mais-gostaram/ > Acesso em: 26 de junho de 2016