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A ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NA URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
RESUMO
O enfermeiro é indispensável no serviço de urgência e emergência, tanto em unidade
de pronto atendimento ou pronto socorro hospitalares ou no pré hospitalar. Este
trabalho tem como objetivo geral buscar na literatura brasileira disponível a atuação
do profissional enfermeiro na urgência e emergência, e como objetivo especifico
identificar suas atribuições nas Unidade de pronto atendimentos e pronto socorro
hospitalar. Os resultados obtidos foram: na assistênciao Enfermeiro deve realizar
classificação de risco, a sistematização da assistência de enfermagem, punção arterial,
aspiração, cuidados de maior complexidade, curativos complexos e, na parte
administrativa, o gerenciamento da equipe, distribuição e dimensionamento do
pessoal, participar na aquisição de materiais, organização do fluxo, cumprimento das
normas da instituição, atualização dos protocolos e capacitação da equipe de
enfermagem, entre outros.
Palavras-Chave: Atuação, Enfermeiro, Urgência e Emergência.
Introdução
A principal função da enfermagem em urgências e emergências sem dúvida é a de
oferecer um atendimento e manutenção das principais funções vitais do indivíduo,
sempre protegendo a vida.
Com a crescente ascensão do número de profissionais do ramo de enfermagem nas
mais diversas unidades de saúde, se torna cada vez mais importante a capacitação e
atualizações para o bom atendimento ao paciente em especial nos casos de urgência e
emergência.
O profissional de enfermagem é um dos responsáveis pelo primeiro atendimento,
atendendo os casos, que muitas vezes são graves e necessitamde um atendimento
rápido e eficaz. A assistência eficiente prestada às vítimas é o grande foco de um
atendimento emergencial, para tanto, sabe-se que os pro- fissionais necessitamde
muito estudo e prática clínica. O raciocínio rápido e a habilidade do enfermeiro fazem
toda a diferença quando se trata de um paciente com diversas lesões.
Destaca-se que os casos de emergência se caracterizam pela avaliação de todas as
especialidades, pois o risco de vida é eminente e o início do tratamento terá que ser
imediato, em local que possui suporte completo e equipe sintonizada aos
procedimentos necessários ao atendimento (ROCHA, 2012).
Percurso Metodológico
O presente estudo trata-se de uma pesquisa qualitativa do tipo revisão integrativa de
literatura. A revisão da literatura permite através de estudos já realizado preencher
lacunas do conhecimento sobre determinado assunto; reunido estudos e
posteriormente resultando em conclusão geral para uma área de estudo especifico. O
primeiro passo segundos os autores é rever os objetivos, questionamentos e
hipóteses, para então realizar a busca e coletar máximos de informações relevantes,
para responder aos mesmos (MENDES; SILVEIRA; GALVÃO, 2008).
A base de dados escolhida para procurar os artigos foi a Scielo, utilizando as seguintes
palavras chaves: Atuação. Enfermeiro. Urgência e Emergência; para selecionar melhor
os artigos.
Os artigos aceitos para elaboração do presente artigos foram os que atenderam os
critérios de inclusão:
• Artigos publicado entre os anos 2009 até 2019;
• Escritos por profissionais da saúde;
• Escritos em português;
• Artigos de relevância com o tema;
• Tipo de documentos: artigos na íntegra.
No momento inicial da pesquisa surgiram as indagações a respeito da relevância desta
pesquisa e quais as informações necessárias para o alcance dos objetivos, nestes
aspectos foi necessário um aprofun- damento maior no que outros autores traziam a
respeito e como colocar todas as informações relevantes e pertinentes na discussão
desta pesquisa.
Referencial Teórico
A importância da preparação do enfermeiro para agir em uma situação de urgência e
emergência é crucial tendo em vista a vida do paciente e ainda as consequentes
sequelas que podem advir de um mau procedimento.
A Assistência de Enfermagem é garantida de acordo com o Código de Ética do
Profissional de En- fermagem (COFEN, 2007) que destaca no artigo 12: “Assegurar à
pessoa, família e coletividade assistência de enfermagemlivre de danos decorrentes
de imperícia, negligência ou imprudência”.
Em relação ao acolhimento dos pacientes que apresentam quadros agudos, a Portaria
GM/MS nº
2.048 estabelece os procedimentos de atenção ditos os pré-hospitalares.
A emergência é uma propriedade que uma dada situação assume quando um conjunto
de circunstâncias a modifica. A assistência emsituações de emergência e urgência se
caracteriza pela necessidade de um paciente ser atendido em um curtíssimo espaço de
tempo. A emergência é caracterizada com sendo a situação onde não pode haver uma
protelação no atendimento, o mesmo deve ser ime- diato (SANTOS et al., 1999, p.64).
Nas pesquisas realizadas, por meio de revisão bibliográfica, foi possível identificar a
importância da capacitação para enfermeiros atuando em unidades de urgência e
emergência, vários autores reforçam a ideia da necessidade de atualizações constantes
na busca da excelência da profissão, ou seja, em diversas situações estes profissionais
não sabem como proceder preliminarmente.
Enfermagem em Situação de Urgência e Emergência
O serviço de urgência e emergência na Enfermagem tem sido levado a se ajustar as
novas deman- das dos estabelecimentos de saúde, devido às transformações que
emanam do aspecto epidemiológico local.
Deslandes; Minayo (2008) em seu artigo: Atendimento de emergência às vítimas de
acidentes e violências no Brasil, trata especificamente sobre o avanço do aumento
gradativo das doenças crônicas e degenerativas. Ressaltando, que nas décadas de 70 e
80, foi um período assinalado no conjunto da gestão dos sistemas de saúde, por ser
um momento marcado pelo intenso desenvolvimento quanto à percepção de unidade
hospitalar, tal como, do serviço de urgência e emergência, estabelecendo que
houvesse um cuidado distinto quanto à estrutura física no ambiente hospitalar, assim,
para a garantia de um atendimen- to e uma atenção que fosse de qualidade aos
pacientes considerados de alto risco, os recursos humanos e tecnológicos deveriam se
adequar a esta evolução para a excelência ao atendimento rápido.
Portanto, Azevedo et al., (2010) contempla em seu artigo: Organização de serviços de
emergência
hospitalar: uma revisão integrativa de pesquisas, que a falta de composição da
organização de serviços de
saúde, o aumento da violência e de acidentes, tem consistido de forma decisiva para o
excesso dos servi- ços hospitalares. Sendo assim, faz necessário, que haja uma
renovação do sistema atual de saúde quanto à estabilização dos fundamentos do SUS.
Percebe-se, com base na pesquisa das autoras que é fundamental a atuação do
enfermeiro em seu ambiente de trabalho, munido de conhecimento em
procedimentos técnicos e ainda tecnológicos. Além disso, os serviços hospitalares do
setor de urgência e emergência exige que o profissional tenha um conhecimento em
relação às diversas situações que envolvem a saúde, é preciso que este profissional
possua algumas características, como agilidade sagacidade, pensamento rápido,
cautela, pois o tempo que ele tem para solucionar os problemas assistenciais
(OLIVEIRA et al., 2004).
Todavia, é de responsabilidade do enfermeiro atuante na Unidade de Urgência e
Emergência prestar a devia assistência ao paciente execute o devido tratamento, atuar
no exercício das funções burocrá- ticas, liderar a sua equipe de enfermagem (WEHBE;
GALVÃO, 2005. Sob este contexto, Calil e Paranhos (2007, p.103) expõem,
Nas frequentes situações de alta demanda e espera a triagem dos pacientes pas- sa a
ser crucial na priorização dos pacientes graves ou potencialmente graves. A triagem
permite uma avaliação rápida e eficiente, a partir de formulários com indicativos,
profissionais hábeis, condutas de emergência e urgência e, especial- mente, de um
enorme bom senso.
Portanto, para atuar no setor de urgência e emergência, é necessário não apenas o
envolvimento físico por parte do profissional, mas que utilize suas habilidades e
experiência para lidar com situações diversas, sempre executando o cuidado
humanizado e de qualidade.
Considerações Finais
A partir deste estudo é possível considerar a importância da capacitação para o
profissional atuante na área do setor de urgência e emergência. Para tanto a
importância que esses profissionais se qualifiquem, para que o setor de urgência e
emergência se torne cada vez mais humanizado e com maior qualidade de
atendimento para os pacientes.
A atuação do enfermeiro em um local de urgência e emergência pressupõe que a sua
principal fun- ção é assegurar um atendimento ao paciente com segurança, eficiência e
brevidade, o livrando dos riscos. Para tanto a preparação e a capacitação recorrente é
sem dúvida é o caminho para bons resultados.
Acerca dessa oportunidade de experimentação na qual foram realizadas pesquisas
para o de- senvolvimento deste trabalho, importa ressaltar que causou sobressaltos de
aprendizagem nas atribui- ções do Enfermeiro na área de Urgência e Emergência, não
deixando de ser um campo rico para constru- ção e reconstrução de discursos e busca
de caminhos e, sobretudo, momento importante de articulação entre conhecimentos.
O enfermeiro está presente em postos de saúde, hospitais e demais serviços de saúde,
atuando no cuidado completo dos pacientes, da promoção da saúde à reabilitação. Ele
é o profissional capacitado para constatar possíveis problemas e definir rapidamente
uma solução para isso. O profissional deve tomar suas atitudes sempre levando em
conta o seu conhecimento teórico e prático em relação aos problemas de saúde.
O papel do enfermeiro na situação de urgência e emergência é bastante amplo, pois
ele atua avaliando a assistência prestada, realizando a classificação de risco,
supervisionando e capacitando a equipe de saúde, realizando punção arterial e venosa,
entre outros.
Portanto, para uma melhor atuação e realizar um atendimento adequado são
necessárias algumas ações como: aperfeiçoar a formação que esses profissionais
recebem em sua graduação, ampliar os campos de prática durante a graduação, bem
como aprofundar o conhecimento teórico e, após o término da graduação, realização
de cursos e especializações e também residência para que, assim, o profissional esteja
melhor habilitado atuar em diversas situações de sua profissão.
O Enfermeiro trabalha com situações delicadas, muitas vezes com pacientes que estão
em estado muito grave, logo, o atendimento humanizado é de grande importância,
além do oferecimento de assistência segura ao paciente.
COFEN - CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução COFEN nº 311/2007.
Aprova a Refor-
mulação do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem. Disponível em:
<http://corensp.org. br/072005>
CORBANI. N. M. de S.; BRÊTAS. A. C. P., MATHEUS. M. C. C. Humanização do cuidado
de enfermagem: o que é isso? Revista Brasileira de Enfermagem, Brasília, maio/jun.
2009. Disponível em: <http://www.scielo. br/pdf/reben/v62n3/03.pdf>
DESLANDES, S. F.; MINAYO, M. C. S. L. Atendimento de emergência às vítimas de
acidentes e violências no Brasil. Revista Panamericana Salud Publica, Washington, v.
24, n. 6, 2008. Disponível em: <http://www. scielosp.org/scielo.php?pid=S1020-
49892008001200007&script=sci_arttext>
GALVÃO. J. Gerência de serviço de urgência e emergência: fortalezas e fragilidades.
Revista Enfermagem Integrada – Ipatinga: Unileste, v. 6 - n. 2 - Nov./Dez. 2013.
Disponível em < http://www.unilestemg.br/en- fermagemintegrada/artigo/v6_2/01-
gerencia-de-servicos-de-urgencia-e-emergencia-fortalezas-e-fragilida- des.pdf>.
GENTIL. R. C, RAMOS. L. H. Capacitação de enfermeiros em atendimento pré-
hospitalar. Rev. La- tino-Am. Enfermagem. v.16, n. 2. Abr., 2008. Disponível em
<http://www.scielo.br/scielo.php?pi-
d=S010411692008000200004&script=sci_abstract&tlng=pt>.
LEOPARDI, M.T. Teorias de enfermagem: instrumentos para a prática. Monografia.
Florianópolis: NFR/ UFSC; Papa-Livro; 1999. 226 p. Disponível em <
http://pesquisa.bvsalud.org/enfermagem/resource/pt/ bde-1915>.
MADEIRA. D. B, LOUREIRO. G. M, NORA. E. A. Classificação de risco: perfil do
atendimento em um hospital municipal do leste de Minas Gerais. Revista Enfermagem
Integrada. Ipatinga: Unileste-MG. V.3. Nº 2. Nov./ Dez. 2010. Disponível em
<http://www.unilestemg.br/enfermagemintegrada/artigo/V3_2/07-classificacao-
-de-riscoperfil-atendimento-hospital-municipal.pdf>.
MALUCELLIL. A, OTEMAIER. K. R, BONNET. M, GARCIA. T. R. Sistema de informação
para apoio à sistema- tização da assistência de enfermagem. Brasília: Revista Brasileira
de Enfermagem. 2010. Disponível em
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A ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NA URGÊNCIA E EMERGÊNCIA TCC PÓS.docx

  • 1. A ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NA URGÊNCIA E EMERGÊNCIA RESUMO O enfermeiro é indispensável no serviço de urgência e emergência, tanto em unidade de pronto atendimento ou pronto socorro hospitalares ou no pré hospitalar. Este trabalho tem como objetivo geral buscar na literatura brasileira disponível a atuação do profissional enfermeiro na urgência e emergência, e como objetivo especifico identificar suas atribuições nas Unidade de pronto atendimentos e pronto socorro hospitalar. Os resultados obtidos foram: na assistênciao Enfermeiro deve realizar classificação de risco, a sistematização da assistência de enfermagem, punção arterial, aspiração, cuidados de maior complexidade, curativos complexos e, na parte administrativa, o gerenciamento da equipe, distribuição e dimensionamento do pessoal, participar na aquisição de materiais, organização do fluxo, cumprimento das normas da instituição, atualização dos protocolos e capacitação da equipe de enfermagem, entre outros. Palavras-Chave: Atuação, Enfermeiro, Urgência e Emergência.
  • 2. Introdução A principal função da enfermagem em urgências e emergências sem dúvida é a de oferecer um atendimento e manutenção das principais funções vitais do indivíduo, sempre protegendo a vida. Com a crescente ascensão do número de profissionais do ramo de enfermagem nas mais diversas unidades de saúde, se torna cada vez mais importante a capacitação e atualizações para o bom atendimento ao paciente em especial nos casos de urgência e emergência. O profissional de enfermagem é um dos responsáveis pelo primeiro atendimento, atendendo os casos, que muitas vezes são graves e necessitamde um atendimento rápido e eficaz. A assistência eficiente prestada às vítimas é o grande foco de um atendimento emergencial, para tanto, sabe-se que os pro- fissionais necessitamde muito estudo e prática clínica. O raciocínio rápido e a habilidade do enfermeiro fazem toda a diferença quando se trata de um paciente com diversas lesões. Destaca-se que os casos de emergência se caracterizam pela avaliação de todas as especialidades, pois o risco de vida é eminente e o início do tratamento terá que ser imediato, em local que possui suporte completo e equipe sintonizada aos procedimentos necessários ao atendimento (ROCHA, 2012). Percurso Metodológico O presente estudo trata-se de uma pesquisa qualitativa do tipo revisão integrativa de literatura. A revisão da literatura permite através de estudos já realizado preencher lacunas do conhecimento sobre determinado assunto; reunido estudos e posteriormente resultando em conclusão geral para uma área de estudo especifico. O primeiro passo segundos os autores é rever os objetivos, questionamentos e hipóteses, para então realizar a busca e coletar máximos de informações relevantes, para responder aos mesmos (MENDES; SILVEIRA; GALVÃO, 2008). A base de dados escolhida para procurar os artigos foi a Scielo, utilizando as seguintes palavras chaves: Atuação. Enfermeiro. Urgência e Emergência; para selecionar melhor os artigos. Os artigos aceitos para elaboração do presente artigos foram os que atenderam os critérios de inclusão: • Artigos publicado entre os anos 2009 até 2019; • Escritos por profissionais da saúde; • Escritos em português; • Artigos de relevância com o tema;
  • 3. • Tipo de documentos: artigos na íntegra. No momento inicial da pesquisa surgiram as indagações a respeito da relevância desta pesquisa e quais as informações necessárias para o alcance dos objetivos, nestes aspectos foi necessário um aprofun- damento maior no que outros autores traziam a respeito e como colocar todas as informações relevantes e pertinentes na discussão desta pesquisa. Referencial Teórico A importância da preparação do enfermeiro para agir em uma situação de urgência e emergência é crucial tendo em vista a vida do paciente e ainda as consequentes sequelas que podem advir de um mau procedimento. A Assistência de Enfermagem é garantida de acordo com o Código de Ética do Profissional de En- fermagem (COFEN, 2007) que destaca no artigo 12: “Assegurar à pessoa, família e coletividade assistência de enfermagemlivre de danos decorrentes de imperícia, negligência ou imprudência”. Em relação ao acolhimento dos pacientes que apresentam quadros agudos, a Portaria GM/MS nº 2.048 estabelece os procedimentos de atenção ditos os pré-hospitalares. A emergência é uma propriedade que uma dada situação assume quando um conjunto de circunstâncias a modifica. A assistência emsituações de emergência e urgência se caracteriza pela necessidade de um paciente ser atendido em um curtíssimo espaço de tempo. A emergência é caracterizada com sendo a situação onde não pode haver uma protelação no atendimento, o mesmo deve ser ime- diato (SANTOS et al., 1999, p.64). Nas pesquisas realizadas, por meio de revisão bibliográfica, foi possível identificar a importância da capacitação para enfermeiros atuando em unidades de urgência e emergência, vários autores reforçam a ideia da necessidade de atualizações constantes na busca da excelência da profissão, ou seja, em diversas situações estes profissionais não sabem como proceder preliminarmente.
  • 4. Enfermagem em Situação de Urgência e Emergência O serviço de urgência e emergência na Enfermagem tem sido levado a se ajustar as novas deman- das dos estabelecimentos de saúde, devido às transformações que emanam do aspecto epidemiológico local. Deslandes; Minayo (2008) em seu artigo: Atendimento de emergência às vítimas de acidentes e violências no Brasil, trata especificamente sobre o avanço do aumento gradativo das doenças crônicas e degenerativas. Ressaltando, que nas décadas de 70 e 80, foi um período assinalado no conjunto da gestão dos sistemas de saúde, por ser um momento marcado pelo intenso desenvolvimento quanto à percepção de unidade hospitalar, tal como, do serviço de urgência e emergência, estabelecendo que houvesse um cuidado distinto quanto à estrutura física no ambiente hospitalar, assim, para a garantia de um atendimen- to e uma atenção que fosse de qualidade aos pacientes considerados de alto risco, os recursos humanos e tecnológicos deveriam se adequar a esta evolução para a excelência ao atendimento rápido. Portanto, Azevedo et al., (2010) contempla em seu artigo: Organização de serviços de emergência hospitalar: uma revisão integrativa de pesquisas, que a falta de composição da organização de serviços de saúde, o aumento da violência e de acidentes, tem consistido de forma decisiva para o excesso dos servi- ços hospitalares. Sendo assim, faz necessário, que haja uma renovação do sistema atual de saúde quanto à estabilização dos fundamentos do SUS. Percebe-se, com base na pesquisa das autoras que é fundamental a atuação do enfermeiro em seu ambiente de trabalho, munido de conhecimento em procedimentos técnicos e ainda tecnológicos. Além disso, os serviços hospitalares do setor de urgência e emergência exige que o profissional tenha um conhecimento em relação às diversas situações que envolvem a saúde, é preciso que este profissional possua algumas características, como agilidade sagacidade, pensamento rápido, cautela, pois o tempo que ele tem para solucionar os problemas assistenciais (OLIVEIRA et al., 2004).
  • 5. Todavia, é de responsabilidade do enfermeiro atuante na Unidade de Urgência e Emergência prestar a devia assistência ao paciente execute o devido tratamento, atuar no exercício das funções burocrá- ticas, liderar a sua equipe de enfermagem (WEHBE; GALVÃO, 2005. Sob este contexto, Calil e Paranhos (2007, p.103) expõem, Nas frequentes situações de alta demanda e espera a triagem dos pacientes pas- sa a ser crucial na priorização dos pacientes graves ou potencialmente graves. A triagem permite uma avaliação rápida e eficiente, a partir de formulários com indicativos, profissionais hábeis, condutas de emergência e urgência e, especial- mente, de um enorme bom senso. Portanto, para atuar no setor de urgência e emergência, é necessário não apenas o envolvimento físico por parte do profissional, mas que utilize suas habilidades e experiência para lidar com situações diversas, sempre executando o cuidado humanizado e de qualidade. Considerações Finais A partir deste estudo é possível considerar a importância da capacitação para o profissional atuante na área do setor de urgência e emergência. Para tanto a importância que esses profissionais se qualifiquem, para que o setor de urgência e emergência se torne cada vez mais humanizado e com maior qualidade de atendimento para os pacientes. A atuação do enfermeiro em um local de urgência e emergência pressupõe que a sua principal fun- ção é assegurar um atendimento ao paciente com segurança, eficiência e brevidade, o livrando dos riscos. Para tanto a preparação e a capacitação recorrente é sem dúvida é o caminho para bons resultados. Acerca dessa oportunidade de experimentação na qual foram realizadas pesquisas para o de- senvolvimento deste trabalho, importa ressaltar que causou sobressaltos de aprendizagem nas atribui- ções do Enfermeiro na área de Urgência e Emergência, não deixando de ser um campo rico para constru- ção e reconstrução de discursos e busca de caminhos e, sobretudo, momento importante de articulação entre conhecimentos. O enfermeiro está presente em postos de saúde, hospitais e demais serviços de saúde, atuando no cuidado completo dos pacientes, da promoção da saúde à reabilitação. Ele
  • 6. é o profissional capacitado para constatar possíveis problemas e definir rapidamente uma solução para isso. O profissional deve tomar suas atitudes sempre levando em conta o seu conhecimento teórico e prático em relação aos problemas de saúde. O papel do enfermeiro na situação de urgência e emergência é bastante amplo, pois ele atua avaliando a assistência prestada, realizando a classificação de risco, supervisionando e capacitando a equipe de saúde, realizando punção arterial e venosa, entre outros. Portanto, para uma melhor atuação e realizar um atendimento adequado são necessárias algumas ações como: aperfeiçoar a formação que esses profissionais recebem em sua graduação, ampliar os campos de prática durante a graduação, bem como aprofundar o conhecimento teórico e, após o término da graduação, realização de cursos e especializações e também residência para que, assim, o profissional esteja melhor habilitado atuar em diversas situações de sua profissão. O Enfermeiro trabalha com situações delicadas, muitas vezes com pacientes que estão em estado muito grave, logo, o atendimento humanizado é de grande importância, além do oferecimento de assistência segura ao paciente. COFEN - CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução COFEN nº 311/2007. Aprova a Refor- mulação do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem. Disponível em: <http://corensp.org. br/072005> CORBANI. N. M. de S.; BRÊTAS. A. C. P., MATHEUS. M. C. C. Humanização do cuidado de enfermagem: o que é isso? Revista Brasileira de Enfermagem, Brasília, maio/jun. 2009. Disponível em: <http://www.scielo. br/pdf/reben/v62n3/03.pdf> DESLANDES, S. F.; MINAYO, M. C. S. L. Atendimento de emergência às vítimas de acidentes e violências no Brasil. Revista Panamericana Salud Publica, Washington, v. 24, n. 6, 2008. Disponível em: <http://www. scielosp.org/scielo.php?pid=S1020- 49892008001200007&script=sci_arttext>
  • 7. GALVÃO. J. Gerência de serviço de urgência e emergência: fortalezas e fragilidades. Revista Enfermagem Integrada – Ipatinga: Unileste, v. 6 - n. 2 - Nov./Dez. 2013. Disponível em < http://www.unilestemg.br/en- fermagemintegrada/artigo/v6_2/01- gerencia-de-servicos-de-urgencia-e-emergencia-fortalezas-e-fragilida- des.pdf>. GENTIL. R. C, RAMOS. L. H. Capacitação de enfermeiros em atendimento pré- hospitalar. Rev. La- tino-Am. Enfermagem. v.16, n. 2. Abr., 2008. Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?pi- d=S010411692008000200004&script=sci_abstract&tlng=pt>. LEOPARDI, M.T. Teorias de enfermagem: instrumentos para a prática. Monografia. Florianópolis: NFR/ UFSC; Papa-Livro; 1999. 226 p. Disponível em < http://pesquisa.bvsalud.org/enfermagem/resource/pt/ bde-1915>. MADEIRA. D. B, LOUREIRO. G. M, NORA. E. A. Classificação de risco: perfil do atendimento em um hospital municipal do leste de Minas Gerais. Revista Enfermagem Integrada. Ipatinga: Unileste-MG. V.3. Nº 2. Nov./ Dez. 2010. Disponível em <http://www.unilestemg.br/enfermagemintegrada/artigo/V3_2/07-classificacao- -de-riscoperfil-atendimento-hospital-municipal.pdf>. MALUCELLIL. A, OTEMAIER. K. R, BONNET. M, GARCIA. T. R. Sistema de informação para apoio à sistema- tização da assistência de enfermagem. Brasília: Revista Brasileira de Enfermagem. 2010. Disponível em <http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=267019592020>.