Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah 
Pr. Andre Luiz
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah 
SEGUNDA – Sl 2.1-4; Is 44.23-28 
Deus frustra os maus intentos 
TERÇA – Ex 34.5-7...
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah 
Na lição de hoje estudaremos a respeito de um fato ocorrido durante o reinado 
de...
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah 
A lição desta semana mostra mais uma vez a soberania divina. Após a morte 
de Nab...
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah 
O incidente desse quinto capítulo serve como clímax da jornada meteórica ao 
long...
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah 
I. O FESTIM PROFANO DE BELSAZAR 
O rei Belsazar deu um grande banquete para os ma...
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah 
Belsazar (Bel proteja o rei!) foi o último rei da Babilônia, ainda que Belsazar 
...
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah 
I. O FESTIM PROFANO DE BELSAZAR 
Segundo os historiadores, enquanto o pai de Bels...
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah 
O rei festejava com “os seus grandes”, pois todos supunham estarem protegidos 
pe...
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah 
I. O FESTIM PROFANO DE BELSAZAR 
A despeito da grandeza e da opulência imperial, ...
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah 
Como se não bastasse a luxúria e insensatez do rei Belsazar, ele também tornou-se...
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah 
II. O IRREVOGÁVEL JUÍZO DE DEUS 
A resposta divina foi imediata: Deus interferiu ...
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah 
O mistério da mão escrevendo na parede era confuso, porque Deus confunde os sábio...
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah 
II. O IRREVOGÁVEL JUÍZO DE DEUS 
A mensagem na parede estava numa linguagem inint...
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah 
Elienai Cabral afirma que seu nome era Nitocris, filha de Nabucodonosor e mãe 
de...
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah 
II. O IRREVOGÁVEL JUÍZO DE DEUS 
Belsazar não via a Daniel como servo do Deus Alt...
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah 
“A apresentação de Daniel ao rei, e o pedido para que ele lesse e explicasse as 
...
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah 
III. A SENTENÇA CONTRA BELSAZAR 
E A QUEDA DA BABILÔNIA 
(Dn 5.22-28) 
A mensagem...
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah 
Deus confunde os sábios do mundo com Seus mistérios (Dn 5.7,8). O rei busca 
uma ...
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah 
III. A SENTENÇA CONTRA BELSAZAR 
E A QUEDA DA BABILÔNIA 
(Dn 5.22-28) 
As palavra...
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah 
Hernandes Dias Lopes citando Osvaldo Litz, diz que essas três palavras 
fundament...
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah 
III. A SENTENÇA CONTRA BELSAZAR 
E A QUEDA DA BABILÔNIA 
(Dn 5.22-28) 
Naquela no...
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah 
Olhando escatologicamente a queda da Babilônia a identificamos como uma 
figura d...
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah 
A opulência da Babilônia, a crueldade de Belsazar e as orgias do reino tipificam ...
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah 
"A escritura (5.25) 
Não existem vogais na forma escrita da família de línguas às...
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah 
"Segurança falsa 
O rei festejava com 'os seus grandes', pois todos supunham esta...
Assembléia de Deus 
Ministério Shekinah 
1. O que o rei Belsazar mandou trazer para usar no banquete oferecido por ele? 
R...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Lição 6 - A queda do império babilônico - 4°Tri.2014

458 visualizações

Publicada em

TEMA: INTEGRIDADE MORAL E ESPIRITUAL
O Legado do Livro de Daniel Para a Igreja Hoje
4º Trimestre de 2014

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
458
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
12
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Lição 6 - A queda do império babilônico - 4°Tri.2014

  1. 1. Assembléia de Deus Ministério Shekinah Pr. Andre Luiz
  2. 2. Assembléia de Deus Ministério Shekinah
  3. 3. Assembléia de Deus Ministério Shekinah
  4. 4. Assembléia de Deus Ministério Shekinah SEGUNDA – Sl 2.1-4; Is 44.23-28 Deus frustra os maus intentos TERÇA – Ex 34.5-7; Na 1.3 Deus é paciente e tardio em irar-se QUARTA – Nm14 .18-20 Deus não tem ao culpado por inocente QUINTA – Gl 6.7 De Deus não se zomba SEXTA – Is 42.8 Deus não dá a sua glória a outrem SÁBADO – 1Cr 29.10-14 Deus é Senhor sobre reis e nações
  5. 5. Assembléia de Deus Ministério Shekinah
  6. 6. Assembléia de Deus Ministério Shekinah Na lição de hoje estudaremos a respeito de um fato ocorrido durante o reinado de Bel- sazar. Este rei, tomado pelo vinho, decide zombar de Deus, utilizando os utensílios sagrados do Templo em um banquete. O Altíssimo não tolera escárnio. Naquela mesma noite o juízo de Deus foi visto por todos. Uma mão misteriosa escreveu uma sentença nas paredes do palácio. O rei aterrorizado quer saber a interpretação e mais uma vez o profeta Daniel entra em cena para desvendar os mistérios divinos. Deus revela os seus segredos aos seus profetas (Am 3.7). Naquela mesma noite, o rei foi morto e os persas passaram a dominar a cidade. Que venhamos realizar a obra de Deus com temor e reverência, pois um dia também seremos julgados pelo nosso Senhor.
  7. 7. Assembléia de Deus Ministério Shekinah
  8. 8. Assembléia de Deus Ministério Shekinah A lição desta semana mostra mais uma vez a soberania divina. Após a morte de Nabucodonosor, em 562 a.C., Evil-Merodaque, o seu filho, sucedeu-o ao trono babilônico. Entretanto, dois anos depois, Evil Merodaque foi assassinado pelo seu cunhado, Neriglissar. Mas quem assumiu o trono foi Nabonido, o genro de Nabucodonosor. Nabonido era o pai de Belsazar, o qual se tornou corregente com o seu pai, três anos mais tarde. Cruel, devasso e profanador do sagrado são adjetivos, ainda leves, para qualificar a Belsazar. Foi numa noite de festa, regada a muito vinho e prostituição, que o rei Belsazar viu o reino escapar da sua mão e teve sua morte decretada. O reino babilônico daria lugar ao Medo-Persa, representado pelo peito e braços de prata da estátua sonhada por Nabucodonosor. Profanação - Desrespeito ou violação do que é santo, sagrado; insulto, irreverência
  9. 9. Assembléia de Deus Ministério Shekinah O incidente desse quinto capítulo serve como clímax da jornada meteórica ao longo da história do reino Babilônico. Após a morte de Nabucodonosor, o seu filho, Evil- Merodaque, o sucedeu no trono. Esse é o rei que deu honra especial ao rei Joaquim, depois de 37 anos de exílio, ao soltá-lo da prisão e designar-lhe uma pensão (Jr 52.31-34; 2 Rs 25.27-30). Depois de dois anos, Neriglissar, o cunhado de Evil-Merodaque, liderou uma revolta e o assassinou. Neriglissar tinha se casado com uma das filhas de Nabucodonosor e reivindicava um certo direito real, especialmente por meio do seu filho, Labashi-Marduque. Mas o jovem não recebeu apoio e logo foi morto pelos seus amigos de confiança. Os generais e líderes políticos escolheram Nabonido, outro genro de Nabucodonosor, um auxiliar experimentado e de confiança durante a maior parte do seu reinado. Nitocris, filha de Nabucodonosor, deu um filho a Nabonido. Seu nome era Belsazar. Por causa do seu sangue real, Belsazar, três anos após a ascensão de Nabonido ao trono, foi feito co-regente com seu pai. Ele tinha a incumbência de governar a cidade e província da Babilônia. Esse foi o rei Belsazar descrito por Daniel, como os caracteres cuneiformes têm revelado após décadas de confusão sobre a sua identidade, mesmo entre estudiosos conservadores.
  10. 10. Assembléia de Deus Ministério Shekinah
  11. 11. Assembléia de Deus Ministério Shekinah I. O FESTIM PROFANO DE BELSAZAR O rei Belsazar deu um grande banquete para os maiorais do seu reino. A festa ocorreu no palácio babilônico, mas ele não demonstrou nenhum escrúpulo com a religião alheia, o Judaísmo. Embriagado, o rei mandou vir os utensílios sagrados do Templo de Jerusalém, trazidos como espólio de guerra por seu avô, Nabucodonosor, para serem usados no banquete por ele oferecido. Homens corruptos e prostitutas profanariam o sagrado. Uma orgia com o que era santo! Belsazar foi longe demais, pois para satisfazer os seus instintos baixos, frívolos e profanos, escarneceu do Deus de Israel e do seu povo.
  12. 12. Assembléia de Deus Ministério Shekinah Belsazar (Bel proteja o rei!) foi o último rei da Babilônia, ainda que Belsazar tenha sido um rei para todos os propósitos práticos, mesmo que ele não tivesse sido um rei no sentido real. As inscrições nunca o mencionam com o um rei que estivesse governando, a lista de reis da Babilônia, Lista de Reis de Uruk, não menciona Belsazar como rei da Babilônia, com Ciro sendo o sucessor de Nabonido, que reinou por dezessete anos (555 - 539 a.C.). A partir de fontes babilônicas sabemos que Belsazar foi colocado no comando dos negócios, na Babilônia, enquanto seu pai, Nabonido, o último rei da Babilônia, passou longos períodos de tempo em Tema, na Arábia. Os acontecimentos do capítulo 5 teve lugar em 539 a.C., Ano da queda de Babilônia para os persas, quarenta e dois anos após a morte de Nabucodonosor em 563 a.C. Esta grande festa oferecida por Belsazar era a maneira dos reis orientais mostrarem sua magnificência. Neste caso, foi loucura deste déspota, já que ele não deveria festejar quando a cidade estava sitiada e pronta para ser tomada por Dario, o medo.
  13. 13. Assembléia de Deus Ministério Shekinah I. O FESTIM PROFANO DE BELSAZAR Segundo os historiadores, enquanto o pai de Belsazar, Nabonido, estava no campo de batalha para defender os interesses do reino, ele, Belsazar, divertia-se com mulheres e amigos para satisfazer as suas paixões. O festim de Belsazar era incompatível com o período de enfraquecimento do império da Babilônia. Habituado a ter tudo ao seu alcance, o rei não hesitava em fazer sua vontade prevalecer, tanto para matar os seus oponentes quanto para se cercar de pessoas de sua estirpe. Belsazar era um homem cruel!
  14. 14. Assembléia de Deus Ministério Shekinah O rei festejava com “os seus grandes”, pois todos supunham estarem protegidos pelas muralhas maciças da cidade. O que não podiam imaginar é que as forças persas haviam mudado o curso do rio que atravessava a cidade. Com a queda do nível da água, o inimigo simplesmente caminhou ao longo da cabeceira do rio, por baixo das grades de proteção, e surpreendeu os babilônios no interior da cidade. Devido à vastidão do lugar, mesmo muito tempo depois que as áreas periféricas haviam sido tomadas, os habitantes ainda continuavam a ignorar o que vinha ocorrendo, pois, como estavam envolvidos na festa, continuaram dançando e se divertindo até que, finalmente tomaram conhecimento do ocorrido”. Que semelhança entre tanta gente da atualidade, que se sente segura por trás dos muros da riqueza ou da posição social, jamais imaginando que a ruína está tão perto, até que seja tarde demais. RICHARDS. Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia. Uma análise de Gênesis a Apocalipse capítulo por capítulo. Editora CPAD. pag. 517
  15. 15. Assembléia de Deus Ministério Shekinah I. O FESTIM PROFANO DE BELSAZAR A despeito da grandeza e da opulência imperial, a festa oferecida p or B elsa z ar e dedic ada aos maiorais do reino, era um festejo degenerado, pois ia desde as bebedeiras às orgias com homens e mulheres. Onde a luxúria, a riqueza e a ostentação predominam, há prazeres pervertidos e maldades. Assim foi aquela festa dedicada aos deuses babilônicos! Havia, a partir do palácio, uma forte influência dos demônios, o que confirma o que disse Paulo aos crentes coríntios (1 Co 10.20). SINOPSE DO TÓPICO (1) Belsazar não temia ao Senhor, por isso utilizou os objetos sagrados do Templo em sua festa profana
  16. 16. Assembléia de Deus Ministério Shekinah Como se não bastasse a luxúria e insensatez do rei Belsazar, ele também tornou-se profano quando mandou buscar os utensílios do Templo de Jerusalém, levados por Nabucodonosor à Babilônia (II Rs 24.13; IICr 36.7; Ed 5.14; 6.5; Dn 1.2), para embriagar-se com seus convidados, demonstrando total desrespeito com as coisas sagradas. “Havendo Belsazar provado o vinho, mandou trazer os vasos de ouro e de prata, que Nabucodonosor, seu pai, tinha tirado do templo que estava em Jerusalém, para que bebessem neles o rei, os seus príncipes, as suas mulheres e concubinas” (Dn 5.2). Levar os utensílios do Templo para Babilônia estava de acordo com os costumes de guerra, até porque eram vasos de ouro e de prata, ou seja, valiosos. Mas, retirá-los do depósito nacional para uma orgia, era sacrilégio, ou seja, uso indevido de objetos consagrados a Deus.
  17. 17. Assembléia de Deus Ministério Shekinah
  18. 18. Assembléia de Deus Ministério Shekinah II. O IRREVOGÁVEL JUÍZO DE DEUS A resposta divina foi imediata: Deus interferiu naquela festa escrevendo sua sentença na parede do salão, diante dos olhos de Belsazar e de todos os seus convivas. Ali, o barulho das taças e dos jarros de vinhos, bem como a "alegria" de outrora, cessaram. De modo assombroso e assustador estava escrito a sentença contra o rei Belsazar e o seu reino. Aquela visão demonstrava o fruto do desprezo do rei babilônico ao Deus de Israel: o Reino da Babilônia foi rasgado. Fez-se um silêncio sepulcral no recinto!
  19. 19. Assembléia de Deus Ministério Shekinah O mistério da mão escrevendo na parede era confuso, porque Deus confunde os sábios do mundo, porque eles não sabem discernir as coisas espirituais (1Co 2.14-16). O Comentário Bíblico de Matthew Henrytraz um comentário interessante do versículo 5: “O anjo Gabriel”, diz um rabino, “estava dirigindo esses dedos e escrevendo através deles”. “A mão divina” (diz o nosso próprio rabino, Dr. Lightfoot) “que havia escrito as duas tábuas da lei para o seu povo, agora está escrevendo a condenação de Babel e de Belsazar sobre a parede”. Nada havia sido enviado que pudesse assustá-los com seu barulho ou ameaçar a sua vida. Nenhum estrondo de trovão nem clarões de raios, nenhum anjo destruidor trazendo uma espada na mão, mas apenas um dedo escrevendo sobre a parede, e à frente do castiçal, para que todos pudessem ver à luz das suas velas. Note que quando lhe apraz fazer isso, a palavra escrita de Deus é suficiente para levar o mais atrevido dos pecadores a se aterrorizar. O rei viu apenas uma parte da mão que estava escrevendo, mas não viu a pessoa a quem essa mão pertencia. E era isso que tornava a situação ainda mais assustadora. Observe que aquilo que vemos de Deus, isto é, a parte da sua mão que escreve no livro das criaturas e no livro das Escrituras (que são partes dos seus caminhos, Jó 26.14), pode servir para nos encher de pensamentos terríveis a respeito daquilo que não somos capazes de ver no Deus precioso. Se esse é o dedo de Deus, por que o seu braço está estendido? E o que Ele é? HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry Antigo Testamento Isaías a Malaquias. Editora CPAD. pag. 855
  20. 20. Assembléia de Deus Ministério Shekinah II. O IRREVOGÁVEL JUÍZO DE DEUS A mensagem na parede estava numa linguagem ininteligível (v.7). No primeiro momento, ninguém compreendia o que estava escrito. Belsazar convocou todos os sábios para decifrar o "enigma". Entretanto, eles foram incapazes de fazê-lo. Quando ouviu as palavras do rei e percebendo um movimento diferente no palácio, a rainha, filha de Nabucodonosor, mãe do rei B elsazar, entrou na presença do seu filho para saber o que acontecera. Após inteirar-se do assunto, a rainha lembrou-se de Daniel, um homem de confiança tanto do seu pai quanto do seu marido. Ele podia interpretar a mensagem que o rei vira. Mas Daniel não estava no palácio.
  21. 21. Assembléia de Deus Ministério Shekinah Elienai Cabral afirma que seu nome era Nitocris, filha de Nabucodonosor e mãe de Belsazar. A rainha-mãe, ao ouvir os gritos do filho, adentrou o salão de festa onde estava o rei para saber o que estava acontecendo. Se apresentou como pessoa de autoridade superior às das muitas concubinas do rei. Daniel era conhecido pela corte inteira, incluindo a rainha-mãe, que foi o instrumento para solucionar o mistério. Ao ver o misterioso escrito sobre a parede, lembrou-se de Daniel, e orienta o rei a mandar buscá-lo (Dn 5.13). Daniel a essa altura, já era um velho, respeitado e se manteve ausente do palácio por mais de 20 anos, desde a morte de Nabucodonosor. Ele era conhecido como um psíquico extraordinário, o chefe dos sábios profissionais, a casta dos caldeus (Dn 2.48, 4.9). Nabucodonosor tivera seus problemas solucionados por Daniel. Seja como for, Daniel era o homem de sabedoria e compreensão que nunca errara em suas interpretações. Ele tinha a sabedoria dada por Deus, e nenhum membro da casta dos caldeus — encantadores, magos ou adivinhos — podia comparar-se a ele (Dn 1.20; 2.2-4,27; 4.7).
  22. 22. Assembléia de Deus Ministério Shekinah II. O IRREVOGÁVEL JUÍZO DE DEUS Belsazar não via a Daniel como servo do Deus Altíssimo, mas apenas como um dos sábios do palácio. A mãe de Belsazar, contrariamente, o conhecia e tinha certeza que Daniel era uma pessoa diferente e o seu Deus, poderoso. Ela mesma havia testemunhado as proezas do Deus de Israel em outras ocasiões da história daquele reino. Daniel era um homem que não fazia concessões a sua fé. Ele entrou na presença do rei e após lhe oferecerem presentes, o profeta rejeitou-os diante do imperador (Dn 5.17). SINOPSE DO TÓPICO (2) O juízo de Deus contra o profano rei Belsazar era irrevogável e se cumpriu naquela mesma noite
  23. 23. Assembléia de Deus Ministério Shekinah “A apresentação de Daniel ao rei, e o pedido para que ele lesse e explicasse as palavras escritas na parede. Daniel já havia sido levado à presença do rei anteriormente (v. 13). Porém, nessa ocasião, ele tinha quase noventa anos de idade, de modo que seus anos, e as suas honras e promoções anteriores o habilitavam a ter livre acesso à presença do rei. No entanto ele desejava ser conduzido pelo mestre de cerimônias como se fosse um estranho. Observe: 1. O rei perguntou, mostrando um ar de arrogância: “És tu aquele Daniel, dos cativos de Judá, que o rei, meu pai, trouxe de Judá?” Como Daniel era judeu, e um cativo, o rei relutava, pois não queria ser obrigado a recebê-lo, e desejava que tudo isso pudesse ser evitado.” HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry Antigo Testamento Isaías a Malaquias. Editora CPAD. pag. 857.
  24. 24. Assembléia de Deus Ministério Shekinah
  25. 25. Assembléia de Deus Ministério Shekinah III. A SENTENÇA CONTRA BELSAZAR E A QUEDA DA BABILÔNIA (Dn 5.22-28) A mensagem era curta e objetiva, mas as palavras eram desconhecidas dos sábios do palácio e eles não puderam decifrá-l a . Por isso Daniel é chamado, não pelo rei Belsazar, mas por indicação de sua mãe, para desvendar-lhe o mistério. O profeta Daniel tinha o Espírito Santo em sua vida, por isso, Deus o revelou o significado daquelas palavras (Dn 5.10-12).
  26. 26. Assembléia de Deus Ministério Shekinah Deus confunde os sábios do mundo com Seus mistérios (Dn 5.7,8). O rei busca uma explicação para a misteriosa aparição nos sábios da Babilônia. Mas eles são impotentes. Eles não podem discernir as coisas espirituais. A sabedoria humana não pode ajudar um homem aflito, em rebelião contra Deus. O rei declara a incapacidade daqueles sábios diante daquele mistério. Pois aquilo que a mão misteriosa escrevera não se achava inserido em nenhum código deste mundo. As coisas espirituais são para os espirituais, “O segredo do Senhor é para os que o temem; e ele lhes fará saber o seu concerto” (SI 25.14). Sabendo que os seus magos e astrólogos nada podiam fazer, reconheceu que Daniel era servo de um Deus muito mais poderoso que todos os deuses da Babilônia. Sem dúvida alguma, a tragédia de Belsazar e da Babilônia foi a oportunidade que Deus tinha para que seu servo Daniel fosse reconhecido e voltasse a ter a primazia dentro do palácio.
  27. 27. Assembléia de Deus Ministério Shekinah III. A SENTENÇA CONTRA BELSAZAR E A QUEDA DA BABILÔNIA (Dn 5.22-28) As palavras escritas na parede não foram interpretadas pelos sábios do império. Estes não achavam o sentido delas. Porém, sem medo e seguro, Daniel as interpretou. As duas primeiras palavras estavam repetidas - MENE, MENE - e significavam "contar ou contado". A palavra TEQUEL tinha o sentido de "pesado". A última palavra, PARSIM, significava "dividido" (Dn 5.25). Para interpretar a mensagem Daniel usou o termo " PERES", palavra correlata de PARSIM. O sentido daquela é o mesmo desta. Então, dos versículos 26 ao 28, o profeta explicou cada uma das palavras: "Esta é a interpretação daquilo: MENE: Contou Deus o teu reino e o acabou. TEQUEL: Pesado foste na balança e foste achado em falta. PERES: Dividido foi o teu reino e deu-se aos medos e aos persas".
  28. 28. Assembléia de Deus Ministério Shekinah Hernandes Dias Lopes citando Osvaldo Litz, diz que essas três palavras fundamentalmente significam número, peso, divisão. O Reino de Belsazar foi contado, pesado, dividido e dado aos medos e persas. Leupold observa que Mene significa tanto “contar” como fixar o limite de algo”. TEQUEL: Carballosa diz que tekel procede do verbo “teqal”, que significa “pesar” e também “ser leve ou falto de peso”. Deus pesou cada ato de sua vida. Ele tomou notas das oportunidades que Belsazar rejeitara desde sua juventude. Anotou todos os convites que ele desprezara. UFARSIM - PERES: peres, derivado do verbo “peras” significa “romper”, “dividir”. O Reino de Belsazar foi dividido. Seu reino seria dividido e destruído. Isso aconteceu pelo poder dos medos e dos persas. O mesmo Deus que dera o reino a Nabucodonozor (v. 18), agora o dará aos medos e aos persas (v. 28). E não foi somente aquele reino que Belsazar perdeu, ele perdeu também o Reino de Deus. O rei atravessou a linha divisória da paciência de Deus. Tudo que o espera agora é “uma expectação terrível de juízo, e um ardor de fogo que há de devorar os adversários” (Hb 10.27).
  29. 29. Assembléia de Deus Ministério Shekinah III. A SENTENÇA CONTRA BELSAZAR E A QUEDA DA BABILÔNIA (Dn 5.22-28) Naquela noite fatídica Deus demonstrou a sua soberania sobre os reis da Terra. Ele é o Todo-Poderoso e tem o cetro do governo do mundo em suas mãos. Nada escapa aos seus olhos. Tão logo foi dada a interpretação da mensagem e as honrarias feitas a Daniel para ser o terceiro homem do império, o rei Belsazar foi morto e o exército de Dario entrou na cidade da Babilônia. Os medos e os persas passariam a reinar no lugar do império da Babilônia. No capítulo cinco de Daniel, aprendemos a lição de que não podemos nos fechar em nós mesmos. Deus não suporta uma vida de egoísmo, soberba e perversidade. Não podemos profanar aquilo que o nosso Pai consagrou como santo. Não sejamos profanos. Santifiquemo-nos a Deus com as nossas vidas. SINOPSE DO TÓPICO (2) Deus é o justo juiz, Ele não aceita escárnio ou zombaria de homem algum.
  30. 30. Assembléia de Deus Ministério Shekinah Olhando escatologicamente a queda da Babilônia a identificamos como uma figura da Babilônia religiosa do Apocalipse 17 e a figura da Babilônia comercial de Apocalipse 18. No texto de Ap 18.10 está escrito: “Ai, ai daquela grande cidade Babilônia, aquela forte cidade! Pois numa hora veio o seu juízo”. Do mesmo modo como Ciro, o persa, desviou as águas do rio Eufrates e o secou para invadir com seus exércitos a grande Babilônia, nos faz lembrar a profecia do secamento do rio Eufrates como juízo divino expresso na abertura do sexto selo. Esse juízo significa a preparação do caminho aos reis do Oriente para invadirem com seus exércitos para a grande Batalha do Armagedom (Ap 16.12). Após Daniel ter interpretado a escrita na parede e ter deixado pasmos a todos, Belsazar ordenou que vestissem a Daniel com roupas de púrpura e lhe pusessem uni colar de ouro ao pescoço o proclamando como o terceiro homem do reino, a autoridade mais importante do império depois do rei Nabonido e de Belsazar. Mas Deus é reto em seus desígnios e permitiu que Belsazar fosse morto naquela mesma noite e, Dario entrou na Babilônia assumindo o seu trono (Dn 5.29-31).
  31. 31. Assembléia de Deus Ministério Shekinah A opulência da Babilônia, a crueldade de Belsazar e as orgias do reino tipificam uma vida tremendamente fechada em si mesma. A intervenção de Deus em meio aquela festa profana demonstra que Ele não admite a soberba e o egoísmo. O Pai Celestial, em Jesus Cristo, julgará a todos os que se mostram soberbos e arrogantes. A queda do império babilônico é uma lição para todos nós. Um dia, quando da segunda vinda gloriosa de Jesus, todos os povos serão julgados pelo nosso Senhor.
  32. 32. Assembléia de Deus Ministério Shekinah "A escritura (5.25) Não existem vogais na forma escrita da família de línguas às quais pertencem o hebraico e o aramaico. O manuscrito pode muito bem ter sido grafado como a 'mina', o 'siclo' e o 'peres' (meio siclo). Esta ordem é de valor decrescente, de acordo com a expressão monetária. Conquanto possa representar uma desvalorização progressiva do reino, certa feita liderado por Nabucodonosor, sua interpretação permanece um mistério. Daniel acrescenta vogais diferentes para que se possa ler 'numerado, numerado, pesado, dividido'. Ainda assim, não tem significado algum até que os atos de Belsazar fossem explicados, cuidadosamente numerados, pesados e considerados insuficientes por Daniel. Seu reino estava prestes a ser dividido e dominado. Deus enumera e pesa os atos de todos os homens e mulheres. Que não nos encontremos em falta" (RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia: Uma análise de Gênesis a Apocalipse capítulo por capítulo. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p.517).
  33. 33. Assembléia de Deus Ministério Shekinah "Segurança falsa O rei festejava com 'os seus grandes', pois todos supunham estarem protegidos pelas muralhas maciças. O que não podiam imaginar é que as forças persas haviam mudado o curso do rio que atravessava a cidade. Com a queda do nível de água, o inimigo simplesmente caminhou ao longo da cabeceira do rio, por baixo das grades de proteção, e surpreendeu os babilônios no interior da cidade. Devido à vastidão do lugar, mesmo muito tempo depois que as áreas periféricas haviam sido tomadas, os habitantes ainda continuavam a ignorar o que vinha ocorrendo, pois, como estavam envolvidos na festa, continuaram dançando e se divertindo até que, finalmente tomaram conhecimento do ocorrido. Que semelhança entre tanta gente da atualidade, que se sente segura por trás dos muros da riqueza ou da posição social, jamais imaginando que a ruína está tão perto, até que seja tarde demais" (RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia: Uma análise de Gênesis a Apocalipse capítulo por capítulo. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p.517).
  34. 34. Assembléia de Deus Ministério Shekinah 1. O que o rei Belsazar mandou trazer para usar no banquete oferecido por ele? R. Mandou trazer os utensílios sagrados do Templo. 2. Que tipo de festejo era o banquete oferecido por Belsazar? R. Era um festejo degenerado, profano. 3. Belsazar via a Daniel como um servo de Deus? R. Belsazar não via a Daniel como servo do Deus Altíssimo, mas apenas como um dos sábios do palácio. 4. Quais os significados das palavras MENE, TEQUEL e PARSIM? R. MENE: Contou Deus o teu reino e o acabou. TEQUEL: Pesado foste na balança e foste achado em falta. PERES: Dividido foi o teu reino e deu-se aos medos e aos persas. 5. O que aprendemos com o capítulo cinco de Daniel? R. No capítulo cinco de Daniel, aprendemos a lição de que não podemos nos fechar em nós mesmos. Deus não suporta uma vida de egoísmo, soberba e perversidade. Não podemos profanar aquilo que o nosso Pai consagrou como santo.

×