Lição 4 A Celebração da Primeira Páscoa

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Lição 4 A Celebração da Primeira Páscoa

  1. 1. Assembléia de Deus Ministério Shekinah Lição 4 – 26/01/2014
  2. 2. Assembléia de Deus Ministério Shekinah TEXTO ÁUREO "[...] Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós" (1 Co 5.7b).
  3. 3. Assembléia de Deus Ministério Shekinah VERDADE PRÁTICA Cristo é o nosso Cordeiro Pascal. Por meio do seu sacrifício expiatório fomos libertos da escravidão do pecado e da ira de Deus.
  4. 4. Assembléia de Deus Ministério Shekinah LEITURA BÍBLICA EM CLASSE – Êx 12:1-11 1-E falou o Senhor a Moisés e a Arão na terra do Egito, dizendo: 2-Este mesmo mês vos será o princípio dos meses; este vos será o primeiro dos meses do ano. 3-Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês tome cada um para si um cordeiro, segundo as casas dos pais, um cordeiro para cada família. 4-Mas se a família for pequena para um cordeiro, então tome um só com seu vizinho perto de sua casa, conforme o número das almas; cada um conforme ao seu comer, fareis a conta conforme ao cordeiro. 5-O cordeiro, ou cabrito, será sem mácula, um macho de um ano, o qual tomareis das ovelhas ou das cabras. 6-E o guardareis até ao décimo quarto dia deste mês, e todo o ajuntamento da congregação de Israel o sacrificará à tarde. 7-E tomarão do sangue, e pô-lo-ão em ambas as ombreiras, e na verga da porta, nas casas em que o comerem. 8-E naquela noite comerão a carne assada no fogo, com pães ázimos; com ervas amargosas a comerão. 9-Não comereis dele cru, nem cozido em água, senão assado no fogo, a sua cabeça com os seus pés e com a sua fressura. 10-E nada dele deixareis até amanhã; mas o que dele ficar até amanhã, queimareis no fogo. 11-Assim pois o comereis: Os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a páscoa do Senhor
  5. 5. Assembléia de Deus Ministério Shekinah I. A PÁSCOA 1. Para os egípcios. 2. Para Israel. 3. Para nós. II. - OS ELEMENTOS DA PÁSCOA 1. O pão. 2. As ervas amargas (Êx 12.8 3. O cordeiro (Êx 12.3-7). III. CRISTO, NOSSA PÁSCOA 1. Jesus, o Pão da Vida (Jo 6.35,48,51 2. O sangue de Cristo (1 Co 5.7; Rm 5.8,9). 3. A Santa Ceia Esboço da Lição
  6. 6. Assembléia de Deus Ministério Shekinah Na última lição, transcorremos sobre as 10 pragas lançadas por Deus sobre o Egito. Estas pragas foram a resposta de Deus à pergunta de Faraó: “Quem é o Senhor, cuja voz eu ouvirei?”(Êx 7.17). Cada praga foi por outro lado, um desafio aos deuses egípcios(rio Nilo, o sol, a lua, a terra, o touro e outros) e uma consulta à idolatria. Foi necessária a terrível praga da morte dos primogênitos para que Faraó se rendesse ao poderio do Deus Altíssimo e libertasse o povo de uma escravidão de 430 anos. INTRODUÇÃO A Páscoa foi instituída pelo Senhor para que os israelitas celebrassem a noite em que Deus poupou da morte todos os primogênitos hebreus. É uma festa repleta de significados tanto para os judeus quanto para os cristãos. Os judeus deveriam comemorar a Páscoa no mês de Abib (corresponde à parte de março e parte de abril em nosso calendário), cujo significado são as "espigas verdes". Revista CPAD
  7. 7. Assembléia de Deus Ministério Shekinah INTRODUÇÃO PÁSCOA DO LATIM – Pascae DO GREGO – Paska DO HEBRAICO – Pessach Sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pessach, cujo significado é passagem. -Para os Egípcios- Significava o juízo divino sobre o Egito; -Para os Israelitas- A saída do Egito, a passagem para a liberdade; -Para os cristãos- É a passagem da morte dos nossos pecados para a vida de santidade em Cristo
  8. 8. Assembléia de Deus Ministério Shekinah INTRODUÇÃO O propósito de Deus de instituir a Páscoa era estabelecer o marco inicial para a libertação de Israel do cativeiro egípcio e proclamar a redenção alcançada pelo sangue de Cordeiro, já revelada no sacrifício de Isaque (Gn 22.1-19). Cristo é a nossa Páscoa (1Co 5.17). Ele é o Cordeiro de Deus (Jo 1.29). O Cordeiro deveria ser separado para o sacrifício até o décimo quarto dia do primeiro mês do ano (Êx 12.3-6) e tinha de ser sem defeito (Êx 12.5). Cristo cumpriu essa exigência (1Pe 1.18,19)
  9. 9. Assembléia de Deus Ministério Shekinah 1. Para os Egípcios 2. Para Israel 3. Para Nós Revista CPAD
  10. 10. Assembléia de Deus Ministério Shekinah Na Páscoa as casas dos egípcios não poderiam proteger os seus primogênitos, pois o anjo da morte entraria em cada residência e executaria o mandado de Deus. Por causa da dureza de coração do rei, seus súditos pagaram um alto. Moisés tinha advertido a Faraó antes, deixando claro que o povo sairia com as crianças e o gado e a última resposta do rei para Moisés, antes da Páscoa, foi: “Vai-te de mim e guarda-te que não mais vejas o meu rosto; porque, no dia em que vires o meu rosto, morrerás” (Êx 10.28). Faraó assinou a ordem divina para a morte dos primogênitos. 1. A PARA OS EGÍPCIOS Para os egípcios a Páscoa significou o juízo divino final sobre o Egito, Faraó e todos os deuses cultuados ali. Deus é misericordioso, longânimo e deseja que todos se salvem (2 Pe 3.9b). Porém, Ele é também um juiz justo que se ira contra o pecado: "Deus é um juiz justo, um Deus que se ira todos os dias" (Sl 7.11). O pecado, a idolatria e as injustiças sociais suscitam a ira do Pai. O povo hebreu estava sendo massacrado pelos egípcios e o Senhor queria libertá-lo. Restava uma última praga. Então o Senhor falou a Moisés: "À meia-noite eu sairei pelo meio do Egito; e todo primogênito na terra do Egito morrerá" (Êx 11.4,5). Foi uma noite pavorosa para os egípcios e inesquecível para os israelitas. Revista CPAD
  11. 11. Assembléia de Deus Ministério Shekinah Para compreender o significado da Páscoa deve-se procurar a interpretação bíblica. A responsabilidade de explicar o significado da Páscoa estava sobre o pai da família (Ex 13.8; cp. 12.26). Somente os israelitas e aqueles que, através da circuncisão, estavam unidos à comunidade podiam comer o cordeiro pascal. Estrangeiros e viajantes, estrangeiros residentes, eram excluídos (Ex 12.45), mas a regra não era aplicada aos estrangeiros circuncidados e viajantes que demonstrassem um real interesse em se identificar com Israel. A eles era permitido participar da celebração da Páscoa (Nm 9.14).]. 2. PARA ISRAEL Era a saída, a passagem para a liberdade, para uma vida vitoriosa e abundante. Enquanto havia choro nas casas egípcias, nas casas dos judeus havia alegria e esperança. O Egito, a escravidão e Faraó ficariam para trás. Os israelitas teriam sua própria terra e não seriam escravos de ninguém. O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância. João 10:10 Revista CPAD
  12. 12. Assembléia de Deus Ministério Shekinah Na cruz morreu o Filho de Deus pelo mundo inteiro (Jo 3.16). Não é bastante que o cordeiro seja morto. O sangue era suficiente mas não tinha valor se não fosse aplicado. Todo israelita devia aplicar o sangue à sua própria casa. João dedicou importância especial ao tema da Páscoa. Seu evangelho, que enfatiza ser o Messias o verdadeiro pão da vida, se ajusta notavelmente bem ao contexto pascal. Hoje podemos afirmar que Cristo é a nossa Páscoa (1Co 5.7b). Nós jamais poderemos nos esquecer do sacrifício remidor do nosso Redentor, Jesus Cristo. Jamais se esqueça que Cristo morreu em seu lugar. Este é um dos princípios da Ceia do Senhor. Jesus declarou: “Em memória de mim” (1Co 11.24,25). 3. PARA NÓS Para nós, cristãos, a Páscoa é a passagem da morte dos nossos pecados para a vida de santidade em Cristo. No Egito um cordeiro foi imolado para cada família. Na cruz morreu o Filho de Deus pelo mundo inteiro (Jo 3.16). Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós. 1 Coríntios 5:7 Revista CPAD
  13. 13. Assembléia de Deus Ministério Shekinah 1. O Pão 2. As Ervas Amargas 3. O Cordeiro Revista CPAD
  14. 14. Assembléia de Deus Ministério Shekinah O pão apontava para Jesus o Pão da Vida (Jo 6.35). A massa não deveria passar pelo processo de fermentação, ou seja, seria levada ao fogo tão logo estivesse pronta, sem ter de esperar para crescer. A ideia era mostrar que os israelitas teriam pouco tempo para preparar sua última refeição como escravos. A orientação divina indicava a pressa com que os judeus iriam comer para saírem logo do Egito. Deveria ser asmo, sem fermento. “Sonda-me. . . vê se há em mim algum caminho mau” (Sl 139.23,24). Fermento é sempre um tipo de pecado. O fermento dos fariseus (Mt 16.6). Lançai fora o velho fermento (1Co 5.7). O fermento da injustiça precisa ser eliminado da nossa vida, se desejamos comer com Deus.]. 1. O PÃO Deveria ser assado sem fermento, pois não havia tempo para que o pão pudesse crescer (Êx 12.8,11,34-36). A falta de fermento também representa a purificação, a libertação do fermento do mundo. No Novo Testamento vemos que Jesus utilizou o fermento para ilustrar o falso ensino dos fariseus (Mt 16.6, 11,12; Lc 12.1; Mc 8.15). O pão também simboliza vida. Jesus se identificou aos seus discípulos como "o pão da vida" (Jo 6.35). Na Ceia do Senhor, o pão traz à nossa memória o sacrifício vicário de Cristo, através do qual Ele entregou a sua vida em resgate da humanidade caída e escravizada pelo Diabo. Revista CPAD
  15. 15. Assembléia de Deus Ministério Shekinah As ervas amargas apontavam para toda a amargura e aflição vividos no cativeiro egípcio. Alguns têm pensado em verduras como a chicória, a alface, a acelga, a azeda, etc. Alguns pensam no agrião. Nos tempos modernos, os judeus empregam a escarola e outras verduras, em um total de cinco espécies, para conseguirem uma salada amargosa. Alguns intérpretes supõem que, nos livros de Êxodo e Números, as ervas amargas eram apenas a hortelã. Nas Escrituras o amargor simboliza aflição, miséria e servidão (Ex 1.14; Rt 1.20; Pv 5.4), a iniquidade (Jr 4.18) e também o luto e a tristeza (Am 8.10). 2. ERVAS AMARGAS (ÊX 12.8) Simbolizavam toda a amargura e aflição enfrentadas no cativeiro. Foram 430 anos de opressão, dor, angústia, quando os hebreus eram cativos do Egito. Revista CPAD
  16. 16. Assembléia de Deus Ministério Shekinah Cristo é o nosso Cordeiro Pascal. Ele morreu para trazer a redenção a toda humanidade. Ele é o nosso Redentor. Depois que o sangue era vertido e aspergido, vinha a orientação sobre o modo de comer o cordeiro. Assim acontece conosco. A salvação primeiro, depois o alimento - comunhão, adoração, vida cristã e serviço. “…Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado” (1Co 5.7). No seu contexto, essa declaração tem um sentido moral. Deveríamos desvencilhar-nos de todos os elementos estranhos à espiritualidade, visto que Cristo fez o seu grande e eterno sacrifício, que é o agente de nossa purificação moral. Cumpre-nos abandonar nossa velha maneira de viver. 3. O CORDEIRO (ÊX 12.3-7) Um cordeiro sem defeito deveria ser morto e o sangue derramado nos umbrais das portas das casas. O sangue era uma proteção e um símbolo da obediência. A desobediência seria paga com a morte. O cordeiro da Páscoa judaica era uma representação do "Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" (Jo 1.29). O sangue de Cristo foi vertido na cruz para redimir todos os filhos de Adão (1 Pe 1.18,19). Aquele sangue que foi derramado no Egito, e aspergido nos umbrais das portas, aponta para o sangue de Cristo que foi oferecido por Ele como sacrifício expiatório para nos redimir dos nossos pecados. Revista CPAD
  17. 17. Assembléia de Deus Ministério Shekinah 1. Jesus, o Pão da Vida 2. O Sangue de Cristo 3. A Santa Ceia Revista CPAD
  18. 18. Assembléia de Deus Ministério Shekinah Um pão pode ter mais de um sabor. Pode ter mais de uma forma. Pode ser feito com diversos ingredientes. Pode ser barato ou caro. Pode ser mais leve ou mais pesado. Mas sua função mais importante é saciar a fome. É para isso que eles são feitos. Por que Cristo é considerado o pão da vida? Porque Ele mesmo disse isso: “Eu sou o pão da vida; (”aquele que vem a mim não terá fome” (Jo 6.35). Ele promete saciar a necessidade humana no que concerne às questões da vida e à relação com Deus, ao perdão dos pecados e à vida eterna. A fome que temos de Deus é saciada em Cristo Jesus. 1. JESUS, O PÃO DA VIDA (Jo 6.35) Comemos pão para saciar a nossa fome, porém, a fome da salvação da nossa alma somente pode ser saciada por Jesus. Jesus afirmou: "Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome" (Jo 6.35). Apenas Ele pode saciar a necessidade espiritual da humanidade. Nada pode substituí-lo. Necessitamos deste pão divino diariamente. Sem Ele não é possível a nossa reconciliação com Deus (2 Co 5.19). Pois que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões; e nos encarregou da palavra da reconciliação. 2 Coríntios 5:19 Revista CPAD
  19. 19. Assembléia de Deus Ministério Shekinah O vocábulo grego aima, «sangue», além de referir-se à morte sacrifical de Cristo, indica as ideias de reinado (João 1.13); da natureza humana (Mt 16.17; 1Co 15.50); de morte violenta (vinte e cinco trechos diferentes); e de animais sacrificados (doze referências, como se vê em Hb 9.7,12 etc.) onde se enfatiza a perda da vida das vítimas, um conceito destacado no Antigo Testamento. Quanto ao sangue de Cristo e o valor expiatório do mesmo, há referências como Colossenses 1.20. Os intérpretes têm debatido se é a morte ou a vida perdida do animal que obtém a expiação. Penso que se trata de ambas as coisas, pois, afinal de contas, é a vida de Cristo que nos salva (Rm 5.7) 2. O SANGUE DE CRISTO (1Co 5.7) No Egito o sangue do cordeiro morto só protegeu os hebreus, mas o sangue de Jesus derramado na cruz proveu a salvação não apenas dos judeus, mas também dos gentios. O cordeiro pascal substituía o primogênito. O sacrifício de Cristo substituiu a humanidade desviada de Deus (Rm 3.12,23). Todos se extraviaram; juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só 23 Por que todos pecaram e destituídos estão da Glória de Deus. Romanos 3:12,23 Revista CPAD
  20. 20. Assembléia de Deus Ministério Shekinah A tradição que Paulo recebeu e registrou pertence ao mais primitivo registro do que aconteceu na noite em que Jesus foi traído (1Co 11.23-26). Este registro afirma que Jesus tomou o pão, o partiu e disse, “Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim“. O mesmo com o cálice: “Este cálice é a nova aliança no meu sangue. Fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim.” Não há menção da Páscoa no registro de Paulo, exceto de uma forma circunstancial: o partir do pão de forma solene, o beber do vinho no cálice, a referência à aliança. O registro sinótico não se diferencia em essência do comentário paulino, exceto por ser apresentado como uma ceia pascal ( Mt 26.17; Mc 14.12; Lc 22.7).]. 3. A SANTA CEIA A Ceia do Senhor não é um mero símbolo; é um memorial da morte redentora de Cristo por nós e um alerta quanto à sua vinda: "Em memória de mim" (1 Co 11.24,25). É um memorial da morte do Cordeiro de Deus em nosso lugar. Revista CPAD
  21. 21. Assembléia de Deus Ministério Shekinah Deus queria que o seu povo Israel nunca se esquecesse da Páscoa, por isso a data foi santificada. A Páscoa era uma oportunidade para os israelitas descansarem, festejarem e adorarem a Deus por tão grande livramento, que foi a sua libertação e saída do Egito. Hoje o nosso Cordeiro Pascal é Cristo. Ele morreu para trazer redenção aos judeus e gentios. Cristo nos livrou da escravidão do pecado e sua condenação eterna. Exaltemos ao Senhor diariamente por tão grande salvação. Revista CPAD

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