Rede cegonha ipu

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Rede cegonha ipu

  1. 1. Antonio Rodrigues Ferreira Junior Apoiador Institucional Rede Cegonha /Ministério da Saúde
  2. 2. REDE CEGONHA • Rede Cegonha (Portaria GM/MS Nº 1.459/2011); • Atenção integral e humanizada ao recém-nascido(Portaria SAS/MS Nº 371/2014).
  3. 3. O QUE É A REDE CEGONHA? Estratégia do Ministério da Saúde que visa organizar uma rede de cuidados que garanta acesso, acolhimento e resolutividade assegurando:  Às mulheres: o direito ao planejamento reprodutivo e à atenção humanizada à gravidez, parto, abortamento e puerpério.  Às crianças de 0 a 2 anos: o direito ao nascimento seguro e humanizado e ao crescimento e ao desenvolvimento saudáveis Garantia dos direitos sexuais e dos direitos reprodutivos de mulheres, homens, jovens e adolescentes Respeito à diversidade cultural, étnica e racial e às diferenças regionais Promoção da equidade Defesa dos direitos humanos Enfoque de gênero TENDO COMO PRINCÍPIOS: Participação e mobilização social
  4. 4. DIRETRIZES  Garantia do acolhimento com avaliação e classificação de risco e vulnerabilidade, ampliação do acesso e melhoria da qualidade do PRÉ-NATAL;  Garantia de VINCULAÇÃO da gestante à unidade de referência e ao transporte seguro;  Garantia das boas práticas na atenção ao PARTO E NASCIMENTO;  Garantia da atenção à saúde das CRIANÇAS de 0 a 24 meses com qualidade e resolutividade;  Garantia de acesso às ações do PLANEJAMENTO REPRODUTIVO. Portarias Nº. 1.459 de 24/06/11, Nº. 2351 de 05/10/11 e Nº. 650 de 05/10/11
  5. 5. COMPONENTES DA REDE CEGONHA TRANSPORTE E REGULAÇÂO PRÉ-NATAL PARTO E NASCIMENTO PUERPÉRIO E ATENÇÃO À CRIANÇA
  6. 6. QUALIFICAÇÃO DO PRÉ-NATAL
  7. 7. QUALIFICAÇÃO DO PRÉ-NATAL • Pré-natal de risco habitual • Exames em tempo oportuno:  Tipagem sanguínea e fator Rh.  Hemograma (2).  VDRL (2).  Anti – HIV.  Sorologia para Hepatite B (HBsAg).  Toxoplasmose (IgM).
  8. 8. QUALIFICAÇÃO DO PRÉ-NATAL • Exames em tempo oportuno:  Coombs indireto para gestantes com Rh-.  Exame da secreção vaginal.  Glicemia de jejum (2).  Parasitológico de fezes.
  9. 9. QUALIFICAÇÃO DO PRÉ-NATAL • Inserção de novos exames;  Testes rápidos de Gravidez, Sífilis e HIV.  Unrinocultura.  Proteinúria (teste rápido).  Teste indireto de antiglobulina humana (TIA) para gestantes que apresentarem RH negativo.  Eletroforese de hemoglobina.  Ampliação do ultrassom obstétrico para 100% das gestantes.
  10. 10. QUALIFICAÇÃO DO PRÉ-NATAL • Pré-natal de alto risco:  Contagem de plaquetas.  Dosagem de proteínas (urina de 24horas).  Dosagem de ureia, cretatinina e ácido úrico.  Eletrocardiograma.  Ultrassom obstétrico com Doppler.  Cardiotocografia ante-parto.
  11. 11. QUALIFICAÇÃO DA ATENÇÃO AO PARTO E NASCIMENTO
  12. 12. QUALIFICAÇÃO DA ATENÇÃO AO PARTO E NASCIMENTO • Implantação de Centros de Parto Normais; • Criação de Casas de gestantes, bebês e puérperas; • Presença de enfermeiro obstetra na assistência ao parto. • Colegiados gestores.
  13. 13. QUALIFICAÇÃO DA ATENÇÃO AO PARTO E NASCIMENTO Boas práticas de atenção e gestão ao parto e nascimento • Acolhimento com classificação de risco; • Direito a acompanhante em todas as etapas do parto; • Oferta de métodos não farmacológicos de alívio da dor.
  14. 14. INDICADORES DE QUALIDADE • Realização de teste rápido de HIV e sífilis; • Métodos não farmacológicos de alívio da dor (Bola, chuveiro, massagem, cavalinho, outros); • Preenchimento do partograma; • Deambulação; • Aminiotomia;
  15. 15. INDICADORES DE QUALIDADE • Tricotomia; • Enema; • Dieta; • Acompanhante de escolha; • Posição no período expulsivo;
  16. 16. INDICADORES DE QUALIDADE • Episiotomia e Episiorrafia; • Laceração; • Dequitação; • Clampeamento do cordão; • Contato pele-a-pele; • Amamentação.
  17. 17. PUERPÉRIO E ATENÇÃO À CRIANÇA
  18. 18. PUERPÉRIO E ATENÇÃO À CRIANÇA  Promover aleitamento materno;  Garantir acompanhamento da puérpera e da criança na atenção básica (Visita na primeira semana);  Garantir acompanhamento da criança 0 a 24 meses com busca ativa de crianças vulneráveis (egressos de UTI);  Garantir atendimento especializado;  Busca ativa dos faltosos, sobretudo de maior risco;  Garantir acesso às vacinas disponíveis no SUS;  Ações educativas relacionados à saúde sexual e reprodutiva, prevenção e tratamento das DST/HIV/Aids e Hepatites;  Fortalecimento do planejamento reprodutivo.
  19. 19. TRANSPORTE REGULAÇÃO
  20. 20. TRANSPORTE REGULAÇÃO • Implantação dos Fóruns Rede Cegonha; • Fortalecimento da vigilância do óbito materno, infantil e fetal (Comitês Municipais de Mortalidade, Comitês Regionais e Núcleos Hospitalares de Vigilância).
  21. 21. Qualificação do Sistema e da Gestão da Informação – SISPRENATAL web 2011: Sistema desenvolvido e homologado. 2012: Disponível para os municípios a partir de março e inserção dos módulos parto e criança. 2013: treinamento dos municípios e implementação. 2014: SISPERINATAL.
  22. 22. Antonio Rodrigues Ferreira Junior Apoiador Institucional/CE Rede Cegonha Ministério da Saúde junioruruoca@hotmail.com

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