Estrutura solar

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Estrutura solar

  1. 1. SOL: ATIVIDADES PRÁTICAS PARA O ENSINO FUNDAMENTAL Profª. Mª. Rachel Zuchi Faria
  2. 2. A C E B D  (A). Na região onde hoje se situa o Sistema Solar teria existido uma nuvem difusa formada por gás e poeira. Essa nuvem, que girava lentamente, foi chamada de nebulosa proto-solar .  (B). A nebulosa proto-solar teria começado a contrair-se como resultado de sua própria força gravitacional, provocando um aumento em sua velocidade de rotação e um achatamento em forma de disco com um bojo central.  (C). No bojo central houve um grande acúmulo de massa, que se tornou progressivamente mais quente que o disco. Fonte: https://conferences.lbl.gov/event/36/session/12/contribution/253/ material/slides/0.pdf FORMAÇÃO DO SOL
  3. 3. A C E B D  (D). Esta massa, ao atingir altíssima temperatura, começou a fazer fusão nuclear (transformar hidrogênio em hélio) dando origem a nossa estrela, o Sol.  (E). No disco, o gás foi se condensando com grãos de poeira ali existente, originando corpos cada vez maiores que atraiam os corpos menores, formando assim os planetas. Fonte: https://conferences.lbl.gov/event/36/session/12/contribution/253/ material/slides/0.pdf
  4. 4. CICLO DE VIDA DO SOL Fonte: https://educacaoespacial.wordpress.com/recursos-2/multimidia/imagens/
  5. 5. LOCALIZAÇÃO DO SOL Fonte: http://www.apolo11.com/via_lactea.php
  6. 6. Contém aproximadamente 98% da massa total do Sistema Solar. O SOL Fonte: http://www.apolo11.com/tema_astronomia_sol.php
  7. 7. Massa (kg) 1,989x1030 Massa (Terra =1) 332 830 Raio equatorial (km) 695 000 Raio equatorial (Terra = 1) 108,97 Densidade média (g/cm³) 1,410 Período de rotação (dias) 25-36* Velocidade de escape (km/s) 618,02 Luminosidade (ergs/s) 3,827x1033 Magnitude (Vo) -26,8 Temperatura média no núcleo (°C ) 15 000 000 Temperatura média à superfície (°C ) 6 000 * O período de rotação do Sol à superfície varia de aproximadamente 25 dias no equador a 36 dias nos polos. Fonte: http://www.if.ufrgs.br/ast/solar/portug/sun.htm ESTATÍSTICAS DO SOL
  8. 8. Ferro Silício Magnésio Enxofre Velocidade orbital 250 km/s Inclinação ao plano da eclíptica 7°15” Velocidade de rotação 2 km/s Translação ao redor da Galáxia (ano galáctico) 230 milhões de anos terrestres Gravidade superficial 276 m/s2 (28 gT) Volume 1,44 1018 km3 (1,3 106 VT) Idade Cerca de 4,5 bilhões de anos Fonte: http://www.cdcc.sc.usp.br/cda/aprendendo-basico/sistema-solar/sol.html Fonte: http://solarsystem.nasa.gov/multimedia/display.cfm? Category=Planets&IM_ID=2166
  9. 9. COMPOSIÇÃO QUÍMICA PRINCIPAIS ELEMENTOS Hidrogênio (H) 92,1 % Hélio (He) 7,8% Oxigênio (O), Carbono (C), Nitrogênio (N), Neon (Ne), Ferro (Fe), Silício (Si), Magnésio (Mg), Enxofre (S), outros. 0,1% Fonte: http://www.if.ufrgs.br/ast/solar/portug/sun.htm Fonte:http://solarsystem.nasa.gov/multimedia/display.cfm?Category= Planets&IM_ID=106
  10. 10. ESQUEMA DA ESTRUTURA DO SOL Fonte: http://www.cdcc.sc.usp.br/cda/aprendendo-basico/sistema-solar/sol.html
  11. 11. ESTRUTURA INTERNA  NÚCLEO Local em que ocorre a fusão (transformação de hidrogênio em hélio). Em virtude das altas temperaturas a matéria se encontra ionizada (plasma) favorecendo as colisões. Fonte: http://www.das.inpe.br/ciaa/cd/HTML/sol/4_03_1.htm  ZONA RADIATIVA É a camada do Sol onde a energia propaga- se por radiação e por isso não depende do meio. O meio atua no sentido de atenuar a energia.  ZONA CONVECTIVA A energia se propaga através de movimentos convectivos. Células de convecção têm cerca de 5000 km e se movimentam em escalas de 10 minutos.
  12. 12. Fonte: http://astro.if.ufrgs.br/estrelas/node10.htm CICLO PRÓTON-PRÓTON (PP)
  13. 13. Fonte: http://astro.if.ufrgs.br/evol/reacoes/reacoes.htm CICLO DO CARBONO (CNO)
  14. 14. Fonte: http://www.nasa.gov/mission_pages/hinode/solar_020.html ATMOSFERA SOLAR Composta basicamente por três camadas: fotosfera (visível a olho nu), cromosfera, acima da primeira, e coroa solar, a camada mais externa e tênue.
  15. 15. Camada visível do Sol. Tem cerca de 500 km de espessura. De onde vem a maior parte da luz visível. Na fotosfera são observados grânulos, manchas solares. Fonte:http://www.das.inpe.br/ciaa/cd/HTML/sol/4_03_5.htm Fonte: http://astro.if.ufrgs.br/esol/esol.htm FOTOSFERA
  16. 16. CROMOSFERA Normalmente não é visível pois sua radiação é mais fraca que da fotosfera. Podem ser observadas durante os eclipses totais ou por um instrumento denominado coronógrafo. Temperatura entre 4500 K e 8500 K. Fonte: http://it.wikipedia.org/wiki/Cromosfera
  17. 17. COROA SOLAR É a parte mais externa da atmosfera solar e estende-se por milhões de quilômetros a partir do Sol. Também é observada durante os eclipses totais do Sol. Temperatura é extremamente alta (mais de um milhão de kelvins). Emite grande quantidade de raios-X. Fonte:http://www.cienciamao.usp.br/tudo/exibir.php?midia=esc&cod=_oqueecoroasolar
  18. 18. GRÂNULOS Pequenas estruturas hexagonais. Forma irregular e separadas por zonas mais escuras. Estima-se que a diferença de temperatura entre os grânulos e as partes escuras seja de 1000 K. Fonte: http://www.astroyciencia.com/2008/09/15/granulacion-y-supergranulacion-del-sol/
  19. 19. MANCHAS SOLARES Fonte:http://www.pb.utfpr.edu.br/geastro/?p=648 Regiões irregulares que aparecem mais escuras do que a fotosfera circundante. Podem ser observadas mesmo a olho nu. Foram registradas na China no ano de 28 a.e.c. Seu estudo científico começou com o uso do telescópio. Foram observadas por Galileu Galiei em 1610. Constituídas de duas partes: umbra (parte central escura) com temperatura por volta de 3800 K e penumbra (parte mais clara). São regiões com temperaturas menores pois o campo magnético local impedem os movimentos convectivos.
  20. 20. Se formam em grupos e estão associadas a intensos campos magnéticos. As manchas solares variam entre máximos e mínimos em um ciclo de 11 anos. Podem alcançar dezenas de milhares de quilômetros. Fonte: http://www.cdcc.sc.usp.br/cda/aprendendo-basico/sistema-solar/sol-mancha-solar-01.jpg
  21. 21. Fonte: http://www.bibliotecapleyades.net/imagenes_universo/electricsun01_01.jpg Linhas como fibra que aparecem para região externa à partir da umbra para a penumbra, circulando a penumbra. FIBRILAS PENUMBRAIS
  22. 22. Fonte: http://www.horaultima.decoelum.net/images/granulaciones.png Penumbra fora da mancha solar. FRAGMENTO DE PENUMBRA
  23. 23. Pequeno grânulo ou estrutura desigual visível na penumbra. GRÂNULO PENUMBRAL Fonte: http://www3.kis.uni-freiburg.de/~schliche/index-Dateien/tube_obs_model.png
  24. 24. Fonte: http://www.atscope.com.au/coronado/sunfeature.jpg PLAGES Áreas claras que ficam próximas das manchas solares.
  25. 25. Pequenos spots escuros com um período de vida muito curto (horas). POROS Fonte: http://cdn.phys.org/newman/gfx/news/hires/2014/discoveringa.jpg
  26. 26. PROEMINÊNCIAS OU PROTUBERÂNCIAS Arco de gás de temperatura relativamente baixa (dezenas de milhares de graus) que se afasta da coroa solar e pode alcançar dimensões de centenas de milhares de quilômetros. Podem durar dias ou semanas. Fonte: http://www.astro.iag.usp.br/~maciel/teaching/palestras/ventos/ventos.html
  27. 27. FILAMENTOS SOLARES São proeminências que acontecem no disco do Sol. Apresentam uma coloração mais escura que o fundo (devido à temperatura mais baixa do plasma).) Fonte: http://www.das.inpe.br/ciaa/cd/HTML/sol/4_03_6.htm
  28. 28. Manchas brilhantes que formam-se nos vales entre grânulos, produzidos por concentrações de linhas de campo magnético. Aparece na fotosfera solar. Seu surgimento precede, em geral, o aparecimento de uma mancha solar. Termo usado pela primeira vez pelo astrônomo jesuíta C. Sheiner (1575 – 1650). Seu brilho diminuiu até desaparecer ao fim de uma centena de dias. Significa “pequena tocha”. FÁCULAS SOLARES Fonte: http://www.das.inpe.br/ciaa/cd/HTML/sol/4_03_6.htm
  29. 29. Proeminência transiente formada pela explosão de uma pré-flare que é responsável pela ejecção de material em diversas direções. SPRAY Fonte: http://www.cdcc.usp.br/cda/interno/solaredi/proeminencias.html
  30. 30. FLARES (ERUPÇÕES OU RAJADAS) A explosão solar acontece quando uma gigantesca quantidade de energia armazenada em campos magnéticos, geralmente acima das manchas solares, é repentinamente liberada. Como consequência das explosões solares tem-se as ejeções de massa coronal (CME), enormes bolhas de gás ionizado, que são lançadas ao espaço a altíssimas velocidades.
  31. 31. BURACOS CORONAIS São regiões da corona onde o campo magnético se estende para o espaço. Foram vistos pela primeira vez em imagens tiradas por astronautas na estação espacial Skylab da NASA em 1973 e 1974. Regiões de gás de temperatura e densidade baixas e de pouca luminosidade. É por estas regiões que a maior parte das partículas energéticas transitam antes de deixar o Sol.
  32. 32. VENTO SOLAR É a emissão contínua de partículas carregadas provenientes da coroa solar. Essas partículas podem ser elétrons e prótons, além de sub-partículas como os neutrinos. Fonte: http://www.if.ufrgs.br/ast/solar/portug/comet.htm Cometa West
  33. 33. Fenômeno atmosférico luminoso. São chamadas aurora boreal (extremo norte da Terra) ou aurora austral (extremo sul da Terra). A origem do fenômeno está relacionada a atividade solar e aos campos magnéticos da Terra. AURORAS
  34. 34. Fonte: http://www.apolo11.com/escala_planetas.php
  35. 35. Agradecimentos: Thiago Wenzler Coordenador Administrativo Prof. Dr. Marcos Calil Coordenador Científico Bacharel Marcos Pedroso Educador Eng. Mauro Kanashiro Educador E a toda equipe do Planetário Johannes Kepler
  36. 36. Rua Juquiá, 135 (altura) Santo André – SP /sabina.planetario .sabina.org.br 44222000 sabina@santoandre.sp.gov.br

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