12.3.13. #1 eduardo castro

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12.3.13. #1 eduardo castro

  1. 1. Departamento de Ciências Sociais, Políticas e doTerritório
  2. 2.  Como definir no longo prazo as políticas e as estratégias?  Como criar um referencial de análise simples das diferentes ações ou soluções de que um decisor dispõe?  Para… ▪ Incrementar as competências / o conhecimento de diversos atores ▪ Construir uma visão comum ▪ Identificar desafios e determinar orientações estratégicas ▪ Analisar as consequências de determinadas ações (a definir ou já definidas) [e com base em critérios consistentes e comparáveis] »» PROSPECTIVA ««
  3. 3.  Prospectiva e atividade de planeamento Algumas semelhanças de “contexto”… ▪ Apoio à tomada de decisão ▪ Acção em contextos dinâmicos e necessidade de acompanhar as mudanças constantes ▪ Agregar conhecimento científico e conhecimento empírico / tácito.
  4. 4.  Desafio: como prever o futuro?  Extrapolação de séries temporais Problema ▪ Envolvente imprevisível e instável  Processos de debate e discussão Problema ▪ Como dar sentido (operacionalizar) a um conjunto de opiniões?
  5. 5. Análise prospectiva, permite:  Antecipar, prever, modelar e responder a eventualidades futuras;  Enquadrar de forma estruturada as dinâmicas sociais, económicas e tecnológicas de longo prazo;  Estruturar visões estratégicas e identificar as prioridades estratégicas de actuação.  Promover o desenvolvimento de (novas) redes de cooperação entre agentes;  Integrar atividades multidisciplinares  Articular opiniões diversas através de métodos interativos e participativos;
  6. 6. Análise aos interessados Análise de patentes Análise morfológica Análise multicritério Análise SWOT Árvores de relevância / Gráficos lógicos Backcasting Benchmarking Bibliométrica Brainstorming Cenários Conferências e workshops Delphi Entrevistas Exploração e pesquisa Extrapolação de tendências / Análise de impactos Ficção Científica Impactos cruzados / análise estrutural Indicadores / análise de séries temporais Jogos de Simulação Modelação Painéis de cidadãos Painéis de Peritos Previsões de Especialistas Relatórios Revisão da Literatura Road mapping Sondagem /Votação Sondagens e investigação Teatro Tecnologias-chave Weak signals /Wildcards
  7. 7. Análise aos interessados Análise de patentes Análise morfológica Análise multicritério Análise SWOT Árvores de relevância / Gráficos lógicos Backcasting Benchmarking Bibliométrica Brainstorming Cenários Conferências e workshops Delphi Entrevistas Exploração e pesquisa Extrapolação de tendências / Análise de impactos Ficção Científica Impactos cruzados / análise estrutural Indicadores / análise de séries temporais Jogos de Simulação Modelação Painéis de cidadãos Painéis de Peritos Previsões de Especialistas Relatórios Revisão da Literatura Road mapping Sondagem /Votação Sondagens e investigação Teatro Tecnologias-chave Weak signals /Wildcards
  8. 8.  Configurações do futuro, que condicionará a nossa intervenção, mas que não podemos prever ou controlar hoje  Sequências hipotéticas de eventos construídos para focar a atenção em processos e pontos de decisão Cenários
  9. 9. Que opções? Acções Robustas Acções Contingentes Os cenários não se escolhem nem se alteram São exógenos ao campo de intervenção São condicionantes da intervenção Definidas como convenientes em todos os cenários: podem ser aplicadas de imediato Dependem da especificidade do cenário. ...devemos aguardar ou pelo menos estar preparados para adaptar a acção à realidade Ações Robustas Ações Contingentes Cenários
  10. 10.  Não é um substituto dos modelos estatísticos, mas pode ser um indicador (também quantitativo) do fenómeno em análise  Utilizado quando  A informação disponível não permite a construção de modelos formais  A informação está dispersa sob a forma de conhecimento tácito de peritos  O conhecimento tácito de peritos pode ser traduzido em informação quantitativa que traduza as suas expectativas Delphi
  11. 11. MAS… …pode considerar-se que o exercício Delphi é inadequado porque… … a opinião dos peritos é fortemente condicionada pela evolução de variáveis exógenas, que eles não conseguem prever. Solução: aumentar a robustez das previsões através da combinação do método Delphi com outros métodos de prospetiva + ANÁLISE DE CENÁRIOS Ou seja: - Informação disseminada por diversos agentes especialistas (Delphi) - Pressões de elementos exógenos (Cenários)
  12. 12.  Plano Regional do Ordenamento do Território do Centro – PROT  sustainaBle uRban plannIng Decision support accountinG for urban mEtabolism – BRIDGE  Drivers Of housiNg demand in portuguese Urban sysTem– DONUT
  13. 13. Exercício desenvolvido no âmbito do processo de construção do Plano Regional de Ordenamento de Território da Região Centro - PROT-C. Visava:  Definir um referencial estratégico, para os vários instrumentos de planeamento e intervenções territoriais – construído por um leque alargado de peritos.  Avaliar como será o futuro da Região Centro em 2025;
  14. 14. 1. Análise de cenários: futuros alternativos Discussão: painel de peritos, com 36 participantes, selecionados de acordo com as áreas temáticas dos três cenários Objectivo: - identificar as implicações de cada cenário na Região Centro; - debater de estratégias / ações que podem ser levadas a cabo de forma a permitir fazer face às evoluções futuras descritas pelos cenários.
  15. 15. 2. Delphi: Dimensões mais relevantes Objectivo: - identificar as áreas temáticas (dentro das dimensões anteriormente relevantes); - definir prioridades / atribuir graus de importância das acções, para cada cenário;
  16. 16. D1 Desigualdades sociais | D2 Concentração económica | D3 Posição da Europa | D4 Energia | D5 Água - Consumo e Preço | D6 População Urbana | D7 População Metropolitana | D8 Densificação do Edificado Este exercício permitiu…  Recolher orientações (potenciais linhas de ação) para o PROT Centro  Promover o debate em torno da probabilidade de um determinado cenário se concretizar  Incentivar processos de reflexão coletiva  Um grupo diversificado de agentes (académicos, empresários, autarcas e outras pessoas com conhecimento empírico da região) foi convidado a partilhar as suas opiniões E, assim… …definir para um quadro estratégico de referência tecnicamente fundamentado, composto por acções sólidas perante um futuro recheado de incerteza.
  17. 17. sustainaBle uRban plannIng Decision support accountinG for urban mEtabolism – BRIDGE
  18. 18. Desenvolvido no âmbito de um projeto Europeu que tinha por objectivo desenvolver um mecanismo de avaliação da sustentabilidade de projectos locais Visava:  Desenvolver um sistema de suporte à decisão no domínio do planeamento urbano.  Analisar como é que as prioridades dos decisores políticos mudam em função de cada cenário.  Promover o debate com especialistas e profissionais da área do planeamento urbano.
  19. 19. 1. Análise de cenários: condicionantes para a evolução da sustentabilidade Discussão: Os participantes foram organizados em três grupos (correspondentes às três dimensões) e debateram sobre o que seria uma cidade sustentável e quais seriam as políticas necessárias para atingir esse objectivo perante cada cenário Objectivo: - identificar as implicações de cada cenário na área urbana; --» permite determinar (indirectamente) quais as dimensões que absorvem os impactos mais relevantes dos cenários;
  20. 20. 2. Delphi: Avaliação de importância de um conjunto de dimensões Objectivo: - Determinar (indirectamente) a relevância de 4 dimensões (mais importantes) que emergiram do exercício anterior Uso do solo e desenho urbano: atratividade do espaço urbano; equilíbrio entre áreas verdes e espaço construído; habitação Viabilidade económica: custos das intervenções; benefícios para a economia Energia e conforto térmico: produção e consumo de energia; eficiência energética Ambiente físico: qualidade do ar; emissões de GEE; infiltrações e potencial de inundação
  21. 21. O exercício permitiu…  Determinar quais as dimensões / quadro de avaliação mais correcto (para os cenários considerados)  Recolher as avaliações dos peritos no que respeita à importância relativa de cada indicador quando comparado com a situação de referência  Refletir o desempenho relativo de cada alternativa de planeamento perante cada cenário  Evidenciando a alternativa de planeamento mais viável
  22. 22. Factores Determinantes da Procura de Habitação em Portugal – DONUT
  23. 23. Projecto que procura identificar os factores explicativos do preço da habitação em Portugal: a habitação hoje e em 2030. Visa:  conhecer tendências e estimar a evolução (preços) do mercado da habitação  desenvolvimento de uma ferramenta de suporte à decisão dos agentes no mercado da habitação  modelos econométricos (preços hoje)  metodologias de análise prospetiva (preços amanhã) Desafios:  Complexidade do tema habitação (logo, dos factores que determinam os preços)  Escassez ou dispersão de informação  Relevância (tema abrangente, envolvendo uma grande variedade de agentes e de grande importância económica)
  24. 24. »» Construção de um exercício de prospectiva para o preço da habitação (simulação do mercado em 2030), obriga a um detalhe considerável dos cenários a utilizar. SOLUÇÃO: Painel de Peritos Auxiliar a concretização de parâmetros específicos de um dado mercado da habitação em diferentes cenários; - Aumentar a identificação com os cenários apresentados; - Isolar / distinguir claramente aspectos exógenas e endógenas - Envolver os atores que reúnem maior conhecimento especializado 1. Análise de cenários: condicionantes para a evolução dos preços da habitação
  25. 25.  Painel de Peritos Concretização dos cenários (para 2030) por parte de um grupo de especialistas. Temáticas específicas: distribuição da população; quantidade de alojamentos; características da habitação; oferta habitacional (venda e arrendamento);
  26. 26. 2. Delphi: Avaliação do preço da habitação em 2030 Cenários: determinam as “condições do mercado” – “Casas”[-tipo] e respectiva quantidade, procura provável, rendimentos disponíveis para habitação, … Casas – Tipo: - Tipo (Apartamento / Moradia) - Preservação (Novo / Usado) - Tamanho (Pequeno, Médio, Grande) - Zona (Centro, Suburbano, Praias, Rural) Peritos do mercado imobiliário avaliam habitações em 2030 para cada cenário num exercício de simulação do mercado
  27. 27. O exercício permitirá…  Determinar preços da habitação, em diferentes cenários (valorização / desvalorização de factores de procura da habitação)  Descrever dinâmicas de mercado (necessidades e de que tipo)  Complementar modelos econométricos  Modelo de apoio à decisão do mercado de habitação
  28. 28. PROSPECTIVA »» Ferramenta útil para apoio à decisão em ambientes de grande complexidade:  Áreas multidisciplinares (planeamento!)  Incerteza (“antecipar” o futuro)  Escassez de informação (informação tácita, informação incompleta, informação inexistente) »» Promove a participação pública  Combinação de … análise de cenários + inquérito delphi  Aproximação entre o “Mundo” Qualitativo e o “Mundo” Quantitativo  Simplicidade  Versatilidade
  29. 29. Departamento de Ciências Sociais, Políticas e doTerritório Economia Regional e Urbana

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