Marketing pizzopack ebook

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A estratégia de marketing e sua implantação trata dos elementos do marketing e o auxilio do design na contribuição para um desenvolvimento das organizações em um mercado globalmente competitivo.

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  1. 1. A estratégia de marketing e sua implantação trata dos elementos do marketing e o auxilio do design na contribuição para um desenvolvimento das organizações em um mercado globalmente competitivo. Marketing Competitivo
  2. 2. Marketing consiste em: gerar lucros; determinar preços; propor a melhor logistica; determinar o mercado alvo; captar novos consumidores; buscar a fidelização de clientes; desenvolver comunicação midiatica; suprir as necessidades sociais e economicas; propagar valores tangíveis e intangíveis para os clientes, parceiros e colaboradores. Definição de Marketing Empresas sujeitas a maior riscos são aquelas que não conseguem monitorar seus clientes e concorrentes com cuidado e aperfeiçoar sempre suas ofertas de valor. Essas empresas assumem uma visão de negócio de curto prazo, direcionado para vendas, e vão acabar por não satisfazer os acionistas, os funcionários e os parceiros de canal.
  3. 3. Para que as empresas obtenham resultados positivos em seu mercado de atuação é preciso investir pesado em marketing, pois os profissionais da área atendem as necessidades de inúmeros seguimentos de mercado - segue alguns dos setores em que se podem aplicar as ferramentas do Marketing: Bens: Produtos tangíveis ou fabricados pelas empresas. Serviços: Entre os serviços temos os prestados pelas empresas de fast-food, empresas aéreas, hotéis, locadoras, médicos, advogados, design, engenheiro, arquitetos, programadores de TI, entre outros. Eventos: Constituem por grandes feiras setoriais, espetáculos, comemorações, copa do mundo, olímpiada, shows, etc. Experiência: Proporcionar experiência para todos os envolvidos em um produto ou serviço - exemplo disso é a empresa Walt Disney World, que oferece uma experiência lúdica relacionada ao mundo de fantasias. Pessoas: Todos os artistas, considerados estrelas do seu campo de atuação, tem uma assessoria que por sua vez cuida do marketing pessoal dos artistas. Informações: Faz parte deste campo às mídias como jornais, revistas, programas de TV, sites informativos e a tecnologia da informação. Organizações: o marketing neste segmento promove os produtos e firma uma identidade visual de credibilidade perante o mercado. Setores que o marketing atua
  4. 4. Os 4P’s do marketing (mix de marketing) é uma ferramenta que proporciona uma maior conectividade entre um processo e outro que cada P trabalha. Isso tudo serve para alavancar os canais de distribuição e atrair o público-alvo para as empreas - segue os 4P’s essenciais no desenvolvimeto estratégico de uma empresa. 4 Ps do marketing   Os 4 ps do Mix de Marketing Produto - Qualidade - Variedade de produto - Design - Características - Nome de Marca - Embalagem - Tamanho - Serviços - Garantia - Devolução Praça - Canais - Cobertura - Variedades - Locais - Estoque - Transporte Promoção - Promoção de vendas - Propaganda - Força de venda - Relações públicas - Marketing direto Preço - Preço de lista - Desconto - Concessões - Prazo de pagamento - Condições de financiamento Figura  2  Os  4Ps  do  mix  de  marketing.   Fonte:  KOTLER  e  KELLER,  2006.   A empresa pode alterar o seu preço, o tamanho da força de vendas e suas despesas com propaganda no curto prazo. Mas ela só pode desenvolver novos produtos e modificar seus canais de distribuições no longo prazo.
  5. 5. Fazer marketing é satisfazer as necessidades e desejos dos consumidores, oferecendo a eles valores tangíveis ou intangíveis nos produto e serviços. Valores Tangíveis pode-se englobar a fábrica, o seus produtos, máquinas e operadores, já os recursos intangíveis é obtido pela marca e sua reputação perante os clientes e o trabalho em equipe entre seus gerentes. Exemplificando, os ativos tangíveis da Apple estão relacionados a seus aparelhos, site na internet e software associado, e os intangíveis pode ser a própria marca e a sua reputação entre os clientes, ou seja, os apaixonados pela Apple. Entrega de valores
  6. 6. Entrega de valores A entrega de valor é um item que muitas vezes depende de investimento em infra-estrutura para obter um ótimo relacionamento com os clientes e fornecedores. Para isso é necessário que a empresa obtenha uma gestão dos recursos internos, ou seja, uma integração entre todos os setores, a fim de controlar os pedidos, as entregas nos dias programados, à qualidade no pós-venda, agilidade no pagamento, controlar produtos em estoque, a produção, armazenamento, a expedição, as compras de materiais, aspectos contábeis, financeiro, entre outros. Portanto, para que todos os setores tenham as informações necessárias para a execução de suas tarefas é necessário investir em software que façam a integração de todos os setores e filiais da empresa. O sistema quando bem controlado, auxilia a empresa a propagar uma confiabilidade perante os clientes internos, externos e fornecedores, ou seja, todos os envolvidos com a empresa ou marca.
  7. 7. A cadeia de valor é uma ferramenta que auxilia as empresas na identificação de métodos e maneiras que podem agregar valores para os consumidores. Entrega de valores   Margem Atividades  pricipais A  cadeia  de  valor  genérica Infra-­‐estrutura  da  empresa Atividades   de  apoio Gerenciamento  de  recursos  humanos Desenvolvimento  de  técnologia Aquisição Logística   interna Operações Logística   externa Marketing   e  vendas serviços Figura  5  Cadeia  de  valor  genérica.   Fonte:  KOTLER  e  KELLER,  2006.   Analisando a Figura, é possível identificar nove atividades estratégicas que criam valores e custos para os negócios. Portanto, Porter as divide da seguinte forma: cinco atividades principais e quatro atividades de apoio:
  8. 8. Entrega de valores Atividades principais Logística Interna: essa consiste em levar materiais para parte interna da empresa, a fim de proporcionar a produção dos produtos. Operação: Esta ligada a produção e finalização de um produto. Logística externa: Expedir os produtos finalizados. Marketing e vendas: É o momento onde a empresa deve promover seus produtos, pois precisa comercializá- los. Serviço: Esta direcionada a parte de pós-venda, ou seja, na assistência técnica oferecida para eventuais problemas no produto oferecido. Atividades de apoio A Infra-estrutura da empresa abrange todos os pilares da organização, ou seja, todos os setores da empresa. Portanto esta relacionada ao Gerenciamento de recursos humanos, desenvolvimento tecnológico e aquisições: Gerência de recursos humanos: A organização deve se preocupar com um plano de carreira estruturado, oferecer treinamento, promover feedback construtivos, proporcionar condições plausíveis de trabalho e pensar no bem estar de seus colaboradores, com isso a produção da empresa cresce e seus produtos mantém a qualidade no mercado de atuação.
  9. 9. Entrega de valores Desenvolvimento de tecnologia: Procurar desenvolver novas tecnologias para oferecer produtos e serviços diferenciados, com qualidade, buscando a agilidade e promovendo a integração da empresa com todos os envolvidos, podendo ser os clientes internos e os externos da empresa. Aquisição: São as conquistas da organização em adquirir novas tecnologias, novos maquinários, outras empresas, parcerias, fusões, recursos intelectuais, entre outros. As organizações analisam seus custos e desempenho em toda atividade que agregue valor. Isso auxilia a organização na busca constante de melhorias a cada etapa do processo desenvolvido, ou seja, as empresas focam em oferecer o melhor produto e serviço, otimizando todo o processo envolvido e satisfazendo as necessidades do consumidor. Os processos comentados auxiliam no momento das tomadas de decisões dos diretores e gerentes das organizações, pois os ajuda a compreender o mercado de atuação, a propagar uma nova oferta, a obter uma crescente aquisição de novos clientes, ter melhor relacionamento com os clientes e um melhor gerenciamento dos pedidos.
  10. 10. Marketing estratégico para gerar negócios Para alavancar a organização no mercado de negócio é necessário um planejamento estratégico sólido, que possa em um período de longo prazo auxiliar na busca por seus objetivos. Portanto é possível seguir algumas etapas para atingir os objetivos traçados - veja a figura. Missão do negócio Análise SWOT Estabelecimento de metas Elaboração de programas Implementação Feedback e controle
  11. 11. Marketing estratégico para gerar negócios Missão do negócio Toda empresa deve começar seu plano estratégico com uma missão de negócio, que tem como foco a explicação em termos gerais da organização, ou seja, sua razão de existir ou seu propósito perante o mercado de atuação. Uma missão bem elaborada concentra-se em primeiro lugar em seus objetivos e desafios, em segundo lugar em suas politicas e valores e em terceiro lugar na visão de mercado. Para exemplificar, segue a missão, visão e valores da empresa Petrobras. Dados fornecidos pelo site da empresa Petrobras: Missão:Atuar de forma segura e rentável, com responsabilidade social e ambiental, nos mercados nacional e internacional, fornecendo produtos e serviços adequados às necessidades dos clientes e contribuindo para o desenvolvimento do Brasil e dos países onde atua. Visão 2020: Seremos uma das cinco maiores empresas integradas de energia do mundo e a preferida pelos nossos públicos de interesse. Valores:Desenvolvimentosustentável,integração,resultados,prontidãoparamudanças,empreendedorismo e inovação, ética e transparência, respeito à vida, diversidade humana e cultural e orgulho de ser Petrobras. Portanto todas as empresas devem obter uma missão, visão e valores. Essas premissas apresentaram a empresa para a sociedade, expondo todas as expectativas da organização e suas ideias evolutivas no mercado de atuação.
  12. 12. Marketing estratégico para gerar negócios Analise SOWT SWOT (Strengths, Weaknesses, Opportunities e Threats) traduzido para o português como FOFA (Força, Fraqueza, Oportunidade e Ameaça) é uma ferramenta que monitora o ambiente interno e externo da empresa. Analise do ambiente interno da empresa (forças e fraquezas): As empresas precisam avaliar as fraquezas que podem prejudicar o crescimento da organização e as forças que podem propaga-la no mercado de atuação. Analise do ambiente externo (oportunidades e ameaças): As organizações precisam monitorar as importantes forças macroambientais (econômicos, demográfico, tecnológicos, politico-legais e sociocultural) e os agentes microambientais (clientes, concorrentes, distribuidores, fornecedores) que afetam sua capacidade em obter lucros. Com isso cabe ao setor de marketing ou empreendedor analisar quais tendências e mudanças são importantes para o negócio, ou seja, quais são as oportunidades e ameaças que essas tendências e mudanças trazem para o mercado de atuação das organizações. Algumas vezes o negócio tem um desempenho ruim não porque faltem a seus departamentos forças necessárias, mas porque eles não trabalham em conjunto, como uma equipe.
  13. 13. Marketing estratégico para gerar negócios Estabelecimento de metas Com a análise SWOT resolvida, a organização pode estabelecer metas para suas estratégias. Os gerentes utilizam o termo metas a fim de focar em seus objetivos em termos de magnitude e prazo. Os objetivos das empresas envolve a lucratividade, crescimento das vendas, aumento da participação no mercado, contenção de riscos, inovação e reputação. Para solucionar estes termos com maior assertividade segue quatros critérios que os vários objetivos devem atender: 1. Os objetivos devem ser organizados hierarquicamente, do mais importante para o menos importante. Sendo assim, fica fácil planejar e saber qual objetivo precisa de uma maior atenção nas tomadas de decisões imediatas ou em longo prazo. 2. Sempre que possível, os objetivos devem ser estabelecido quantitativamente. Exemplo – aumentar a taxa de retorno em 15 por cento em dois anos, aumentar a participação no mercado em 10 por cento em um ano, entre outros objetivos traçados pela empresa. 3. As metas devem ser realistas. Elas devem surgir de uma análise das oportunidades e forças da empresa perante o mercado, não se pode criar meros anseios e especulações incrédulas para atingir metas. 4. Os objetivos devem ser consistentes. Não é possível maximizar as vendas e lucros simultaneamente, ou seja, para cada opção exige uma estratégia de marketing diferenciada.
  14. 14. Marketing estratégico para gerar negócios Formulação de estratégias Para alcançar as metas desejáveis de uma empresa é preciso estabelecer planos estratégicos e de ações. É possível utilizar três estratégias genéricas internamente consistentes para consolidar a empresa no mercado de atuação. Essas podem ser usadas de forma isolada ou combinada, a fim de criar posições defensáveis a longo prazo e superar os concorrentes. 1. Liderança no custo total: Exige das organizações uma produção agressiva em larga escala, redução dos custos, controle dos custos e despesas gerais, a não formação de contas marginais dos clientes, e a minimização do custo em área como P&D, assistência, força de venda, publicidade, etc. Ou seja, é necessário ter atenção administrativa ao controlar os custos para atingir as metas desejáveis. 2. Diferenciação: Esse item propõe que a empresa desenvolva produtos ou serviços diferenciados, criando algo inovador ou único quando comparado com os já existentes no mercado. Portanto, a empresa pode buscar diferenciação em diversas áreas que envolvem seu negócio, ou seja, fazendo novos projetos, investindo na imagem da marca, proporcionar qualidade aos produtos e serviços, obter uma rede de fornecedores, atendimento exclusivo, entre outras dimensões. 3. Enfoque: O objetivo é focar num determinado grupo comprador, um seguimento da linha de produto, ou um mercado geográfico. Toda estratégia de enfoque visa atender com exclusividade o consumidor.
  15. 15. Elaboração e implementação de programas Após definir qual a estratégia a ser seguida pela organização é necessário ter uma implementação eficiente, a fim de assegurar o sucesso da empresa - exemplo, se uma empresa decidir obter a liderança em tecnologia, ela deve planejar programas para reforçar o departamento de pesquisa e desenvolvimento (P&D), reunir dados tecnológicos importantes, desenvolver produtos de ponta, treinar a força de vendas técnicas e produzir anúncios para comunicar essa liderança. Na implementação estratégica a empresa não pode esquecer do seu público interessado, ou seja, cliente, funcionário, fornecedores, distribuidores, pois sem eles é impossível alcançar lucros suficientes para os acionistas. Marketing estratégico para gerar negócios
  16. 16. Feedback e o controle Ao implementar a estratégia, a organização deve acompanhar os resultados gerados e monitorar os acontecimentos nos ambientes interno e externo, pois estes mudam ano a ano ou podem permanecer razoavelmente estáveis. Portanto, é possível acompanhar o desenvolvimento da estratégia por intermédio de relatórios, pesquisa com fornecedores e clientes, medindo os níveis de satisfação dos funcionários, entre outros, com isso a empresa obterá um excelente feedback de como está caminhando a estratégia escolhida. Marketing estratégico para gerar negócios
  17. 17. Marketing estratégico para gerar negócios As 5 forças de Porter A concorrência enfrentada em uma indústria depende de cinco forças competitivas básicas e o conjunto dessas forças é que determina o lucro final, que é mensurado em termos de retorno a longo prazo sobre o capital investido.   Poder de negociação dos fornecedores Ameaças de produtos ou serviço substituto Ameaças de novos  entrantes   Poder de negociação dos compradores Concorrentes na indústria Rivalidade entre as empresas   existentes   Compradores   Fornecedores     Substitutos     Entrantes potenciais     Figura  13  Forças  que  dirigem  a  concorrência  na  indústria.   Fonte:  PORTER,  2004.   As empresas devem desenvolver planos estratégicos que possam defendê-las das forças competitivas ou influenciá-las a seu favor, a fim de se destacar no mercado de atuação.
  18. 18. Marketing estratégico para gerar negócios Ameaças de novos entrantes Novas empresas proporcionam ao mercado novas capacidades de consumo, com isso os preços dos produtos tendem a cair ou os custos dos participantes podem ser inflacionados, reduzindo a rentabilidade das empresas. Ameaças de Produtos substitutos Os produtos substitutos diminuem os retornos potenciais das indústrias, pois quanto mais atrativo o preço do substituto, mais forte é a pressão sobre os estabelecidos – em 1978, os produtos isolante de fibra de vidro vivenciou o auge, pois obtinha uma procura jamais vista, decorrente dos altos custo de eletricidade e da severidade do inverno, mas a capacidade das empresas em aumentar o preço foi interrompida pelos isolantes substituto, incluindo celulose, lã de vidro e espuma de estireno. Poder de negociação dos compradores Compradoressempreforçamporreduçõesdepreços,barganhandopormelhorqualidadeoumaisserviços, essa atitude provoca uma concorrência altamente acirrada no mercado de atuação das empresas. Poder de negociação dos fornecedores Os fornecedores quando detêm o poder de barganha podem elevar os preços ou reduzir a qualidade dos bens e serviços fornecidos. Rivalidade entre os concorrentes existentes Segundo Cobra (1992) a concorrência é um dos grandes desafios enfrentados pelas empresas, porém graças a ela as empresas buscam inovações e melhorias dos produtos e serviços ofertados para o consumidor.
  19. 19. Relacionamento com o cliente Em geral, os consumidores compram o serviço percebido com o serviço esperado, ou seja, se o serviço percebido atender as expectativas do serviço esperado pelo consumidor, ele voltará a comprar e também recomendará a seus conhecidos, mas se serviço percebido não atender as expectativas esperadas o consumidor não comprará mais e não recomendará o serviço prestado. Assin sendo é muito importante que a empresas busque constantimente o melhor atendimento para seus clientes, proporcionando: Confiabilidade: Entregando o serviço como prometido, mostrar segurança ao lidar com os problemas de serviço do cliente, entregar o serviço certo na primeira vez, entregar os serviços nos prazos prometidos e manter registros sem erros. Capacidade de resposta: Manter o cliente informado sobre a data em que o serviço será realizado, efetuar um atendimento rápido aos clientes, mostrar disposição para ajudar os clientes e estar preparado para atender as solicitações dos clientes. Segurança: Dispor de funcionários que inspiram confianças nos clientes, fazer com que os clientes se sentirem seguros em suas transações, dispor de funcionários cordiais e dispor de funcionários que têm conhecimento necessário para responder às perguntas dos clientes. Empatia: Dar aos clientes atenção individual, ter em mente os melhores interesses do cliente e Oferecer horário de funcionamento conveniente. Itens tangíveis: Ter equipamentos modernos, instalações com visual atraente e materiais visualmente atraente associados ao serviço. Nem todas as empresas investem na prestação de serviço que atenda seus clientes com superioridade, pois os clientes se queixam de informações imprecisas, funcionários desatentos, grossos, mal treinado, longas esperas no atendimento e falta de comprometimento nas resoluções de problemas.
  20. 20. Importância do Design O cenário de competição mercadológica, faz com que o design esteja cada vez mais presente nas estratégias das empresas, pois o preço, ponto de venda, qualidade e tecnologia, não são o suficiente para garantir o sucesso de uma organização, porque vão de encontro a concorrentes que utilizam das mesmas qualidades, tecnologias e eficiências. Portanto o design é uma ferramenta primordial no desenvolvimento de um produto ou serviço, tornando-o cada vez mais competitivo e consequentemente atrativo as percepções dos consumidores. Enfim, o designer também não pode esquecer a extrema importância dos aspectos culturais e sociais, simbólicos, mercadológico, atitudes e preferencias locais antes de oferecer um produto ou serviço novo ou inovador, ou seja, essa analise é primordial para garantir o sucesso dos produtos e suprir os desejos e necessidades dos consumidores. Aidentidadevisualéumadasmaisconhecidasáreasdeatuaçãododesigner,poistratadodesenvolvimento e criação de marcas e logotipos, que posteriormente serão aplicadas em mídias como folheto, anúncios, display, banner, cartaz, outdoors, entre outros. Para se compor uma identidade visual é necessário que o designer utilize de conhecimentos de alguns elementos de apoio como composição de cores, alfabetos, símbolos e logotipo. Esses elementos servem para compor uma comunicação com o consumidor final, com o propósito de identificar e memorizar uma empresa, produto ou serviço, por intermédio da sua aparência visual. O projeto de uma marca ou produto é muito complexo, pois envolve pesquisas para analisar a segmentação, tendências, motivação, necessidades do consumidor , mercado de atuação, entre outros aspectos que proporcione diferenciação da companhia perante a concorrência .
  21. 21. Importância do Design Identidade visual de uma empresa serva para identificar-se com o seu público e a imagem é a maneira que o público percebe a empresa, sendo assim uma companhia desenvolve uma identidade para criar valor da marca na mente do consumidor, mas vale lembrar que para essa identidade ser coerente a empresa deve analisar os aspectos sócio e cultural em que seu público vive. Identidade visual da empresa Super Contab
  22. 22. Referência Bibliográfica BAKER, Michael J.. Administração de Marketing: Um livro inovador para estudantes e profissionais. 5. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2005. 603 p. BARNEY, Jay B.; HESTERLY, William S. Administração Estratégica e Vantagem Competitiva: Conceitos e casos. 3. ed. São Paulo: Pearson, 2011. 408 p. CAVALCANTI, Pedro; CHAGAS, Carmo. História da Embalagem no Brasil. São Paulo: Grifo, 2006. 255 p. COBRA, Marcos. Administração de Marketing. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1992. 806 p. COLLINS, James C.; PORRAS, Jerry I.. Feitas para durar: Práticas bem-sucedidas de empresas visionárias. Rio de Janeiro: Rocco, 1995. 400 p. FAGGIANI, Kátia. O Poder do Design: Da ostentação à emoção. Brasília: Thesaurus, 2006. 136 p. FRUTIGER, Adrian. Sinais e Símbolos. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007. 334 p. HOLLIS, Richard. Design Gráfico: Uma história concisa. São Paulo: Martins Fontes, 2005. 248 p. HOLLIS, Richard. Design Gráfico: Uma História concisa.São Paulo: Martins Fontes, 2000. 250 p. KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de Empresas: A Bíblia do Marketing. 12. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2006. 750 p. KOTLER, Philip; KOTLER, Milton. Marketing de Crescimento: Oito estratégias para conquistar mercado. Rio de Janeiro: Campus, 2013. 176 p. LULIO, Melissa; JADON, Juliana. Viva la evolución: Consumidor Moderno. Disponível em: <http://consumidormoderno.uol.com.br/edic- o-183-agosto-2013/capa-gerac-o-z>. Acesso em: 08 nov. 2013. MOORE, Karl; PAREEK, Niketh. Marketing. São Paulo: Ática, 2008. 231 p. PORTER, Michael E.. Estratégia Competitiva: Técnicas para análise de indústrias e da concorrência. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2004. 409 p.

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