P I O M . V I T O R I N OS A R A M O I A N EB E L A R M I N A M A T EEsquizofrenia paranoide
Esquizofrenia Transtorno grave, heterogéneo, de causadesconhecida, com sintomas psicóticos queprejudicam significativamen...
Esquizofrenia A consciência clara e a capacidade intelectual estãonormalmente mantidas, embora possa ocorrer déficecognit...
Epidemiologia Distribuição universal (1%) Maior incidência na população jovem Acomete igualmente os dois sexos variando...
Etiologia Apesar de ser considerada uma doença única, estacategoria inclui um grupo detranstornos, provavelmente com caus...
Etiologia Factores estressores: Genéticos Incidência na família Concordância entre gémeos monozigóticos Neurobiológic...
Manifestações clinicas Quadro clinico bastante polimorfo e heterogéneo Não há sinal ou sintoma patognomónico. Considera...
Manifestações clinicas Personalidade pré-mórbida: Retraimento social Introversão Tendência ao isolamento Comportament...
Sinais e sintomas Aspecto geral: Aparência desleixada Comportamento pode tornar-se agitado ouviolento, frequentemente à...
Sinais e sintomas Afectividade: embotamento e inapropriação doafecto. Sensopercepção: experiencias alucinatórias Pensam...
Esquizofrenia paranoide Forma mais comum e geralmente de inicio maistardio do que nas outras formas(hebefrénica, catatóni...
Quadro clinico presença de ideias delirantes, de conteúdoprincipalmente persecutório, de grandeza oumístico, acompanhadas...
Diagnóstico Clínico Critérios diagnósticos de Kurtz SchneiderSintomas de 1ª ordem1 Sintomas de 2ª ordemPercepçao delira...
Tratamento AntipsicóticosTípicosAltapotenciaTípicosBaixapotênciaAtípicosHaloperidolFlufenazina(5-15 mg/dia)Clorpromazi...
Bibliografia MISAU, manual de saúde mental 1ªedição, cooperação italiana, Maputo, Junho-2005 Dr. Menéndez, R. Psiquiatri...
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Esquizofrenia paranoide

  1. 1. P I O M . V I T O R I N OS A R A M O I A N EB E L A R M I N A M A T EEsquizofrenia paranoide
  2. 2. Esquizofrenia Transtorno grave, heterogéneo, de causadesconhecida, com sintomas psicóticos queprejudicam significativamente o funcionamentosocial. Os transtornos são descritos, em geral, pordistúrbios do pensamento, da percepção e do afecto.
  3. 3. Esquizofrenia A consciência clara e a capacidade intelectual estãonormalmente mantidas, embora possa ocorrer déficecognitivo com a evolução do quadro.
  4. 4. Epidemiologia Distribuição universal (1%) Maior incidência na população jovem Acomete igualmente os dois sexos variando contudoquanto ao inicio e curso da doença.
  5. 5. Etiologia Apesar de ser considerada uma doença única, estacategoria inclui um grupo detranstornos, provavelmente com causasheterogéneas, mas apresentações sintomáticassemelhantes. Nenhum factor etiológico isolado é consideradocomo causador. Modelo stress-diátese
  6. 6. Etiologia Factores estressores: Genéticos Incidência na família Concordância entre gémeos monozigóticos Neurobiológicos Hipótese dopamínica (actividade dopaminérgica exacerbada) Psicossociais A dimensão central da psicose estaria relacionada com a perda decontacto com a realidade Questões familiares, individuais e sociais parecem ser fundamentaisno entendimento da dinâmica do paciente e de seus conflitospsicológicos.
  7. 7. Manifestações clinicas Quadro clinico bastante polimorfo e heterogéneo Não há sinal ou sintoma patognomónico. Considerar nível educacional, capacidade intelectuale ambiente cultural do doente.
  8. 8. Manifestações clinicas Personalidade pré-mórbida: Retraimento social Introversão Tendência ao isolamento Comportamento desconfiado e excêntrico São pessoas de: poucos amigos, que apresentavam dificuldades naescola e no relacionamento afectivo com o sexooposto
  9. 9. Sinais e sintomas Aspecto geral: Aparência desleixada Comportamento pode tornar-se agitado ouviolento, frequentemente à resposta alucinatória Quadros catatónicos (posturasbizarras, mutismo, negativismo e obediênciaautomática) Maneirismos, tiques, imitando a postura adotadapelo observador
  10. 10. Sinais e sintomas Afectividade: embotamento e inapropriação doafecto. Sensopercepção: experiencias alucinatórias Pensamento: delírio com conteúdospersecutórios, auto-referentes, religiosos ougrandiosos. Linguagem: mussitaçao, neologismos, ecolalias emutismo.
  11. 11. Esquizofrenia paranoide Forma mais comum e geralmente de inicio maistardio do que nas outras formas(hebefrénica, catatónica) o que pode garantir que opaciente permaneça mais preservado.
  12. 12. Quadro clinico presença de ideias delirantes, de conteúdoprincipalmente persecutório, de grandeza oumístico, acompanhadas de alucinações auditivas eperturbações de sensopercepção. As vozes alucinatórias costumam ter caracterameaçador ou de comando e vivencias de influenciasão comuns. Alterações do afecto, vontade e psicomotricidade sãoproeminentes
  13. 13. Diagnóstico Clínico Critérios diagnósticos de Kurtz SchneiderSintomas de 1ª ordem1 Sintomas de 2ª ordemPercepçao deliranteVozes que dialogam entre siVozes que dialogam as actividades dopacienteVivencias de influencia corporalRoubo de pensamento e outrasvivencias de influencias depensamentoSonorizaçao e difusao do pensamentoTodas as outras experienciasenvolvendo voliçao, afecto e impulsosinfluenciadosOutros transtornos de sensopercepçaoPerplexidadeAlteraçoes de humordepressivas ou maniacasVivencias de empobrecimentoafectivoOutros sintomas
  14. 14. Tratamento AntipsicóticosTípicosAltapotenciaTípicosBaixapotênciaAtípicosHaloperidolFlufenazina(5-15 mg/dia)Clorpromazina(300-800 mg/dia)Levomepromazina(100-300 mg/dia)Risperidona2-8 mg/dia)Olanzapina(5-20 mg/dia)Quetiapina(300-400mg/dia)Clozapina(200-500mg/dia)
  15. 15. Bibliografia MISAU, manual de saúde mental 1ªedição, cooperação italiana, Maputo, Junho-2005 Dr. Menéndez, R. Psiquiatria para MédicosGerais, editorial cientifico-técnico L.A Habana, 1988 Medcurso psiquiatria, 2008Grupo 3 C
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