Ilust part04

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Ilust part04

  1. 1. Fig. 4.1 - Zona de Sombra As ondas P e S emitidas por um terremoto atravessam o manto porque ele é sólido. A determinada profundidade, somente as ondas P podem passar, embora defletidas e com velocidade reduzida. As ondas S não passam e as experiências aqui na superfície demonstram que isso acontece quando o meio transmissor é fluido. O núcleo é fluido, foi a conclusão. Fig. 4.2 - Ondas sísmicas P e S Comportamento das ondas sísmicas no interior da Terra ScS ScP PcP P P P S S P SP litosfera P P S sólidaSKS P S P K PP K K P PKIKP núcleo K PS S interno sólido S P núcleo K externo P fluido P PKIKP PSP manto P P sólido PSS S PKJKP PKP SKSP SKKS 153
  2. 2. Fig. 4.3 - Produção e produtividade de Óleo por poço (1954 - 2006) A) Por Localização Geográfica B) Por Local de Exploração 10 - 10 - Total Total Offshore Milhões de barris por dia (cumulativo) Milhões de barris por dia (cumulativo) 8- Alaska 8- 6- 6- 4- 4- Onshore 48 Estados1 2- 2- 0- 0- 154 1960 1970 1980 1990 2000 1960 1970 1980 1990 2000 C) EUA e Alaska D) Número de Poços Produtores E) Produção Média Pico; 18.6 em 1972 10 - 800 - 1985: 647 20 - Milhares de Poços 8- 48 Estados 1 600 - 15 - Barris diários por PoçoMilhões de barris por dia Milhares de Poços 10.3 em 2006 6- 400 - 2006: 501 10 - Milhares de Poços 4- Alaska 200 - 5- 2- 0- 0- 0- 1960 1970 1980 1990 2000 1960 1970 1980 1990 2000 1960 1970 1980 1990 2000 1 Estados Unidos, exceto Alaska e Havaí Nota: Óleo cru inclui condensados.
  3. 3. Fig. 4.4 - Os “rifts” da superfície do GloboMapa topográfico da Terra onde aparecem os “rifts” atlântico e pacífico resultantes do “big bang” da separação continental. Na figura foi abstraída a água dos oceanos. Fig. 4.5 - Falha de Salvador É uma falha de origem reversa. 155
  4. 4. Fig. 4.6 - Rift AtlânticoExemplo de montanhas marinhas que formam as cadeias oceânicas centrais. 156
  5. 5. Fig. 4.7 - Origem dos Vulcões e Terremotos Andinos À esquerda da figura, em cinza, os basaltos montanhosos passando por baixo do embasamento, provocando o enrrugamento dos sedimentos aí presentes. O aplainamento das montanhas basalticas vindas do oeste dá origem aos terremotos. A oposição dos movimentos das células convectivas, indicado pelas setas, é que é o motor tanto dos derrames basálticos como dos terremotos da região. Continente basculado para oeste Área sismicamente ativa Área sismicamente quietaFig. 4.8 - Nova Proposta de Estrutura para a Bacia do Recôncavo LambdaObservar que as dezesseis formações da atual estratigrafia em uso Kappaestão reunidas em uma só (Formação Eta), e que a falha é de Etanatureza reversa. O petróleo nesta bacia é, por natureza, estratigráfico. Zeta Épsilon Beta Alpha Falha de Salvador 157
  6. 6. Fig. 4.9158
  7. 7. Figura 4.10 - Coluna bioestratigráfica do Recôncavo A organização da bioestratigrafia corresponde à desorganização da litoestratigrafia, evidenciando que existe um erro a ser corrigido.Formações Código até 1970 Pós 1970 Andares 111 011 Marizal 010/011 Alagoas R-1? 009 Jiquiá R-2 2.0 009.1 2.1 008 008.3S. Sebastião 008.2 R-3 2.2 008.1 Buracica 007 3.1 007.1Ilhas sup/sup R-4 006 006.1 R-5 5.1 005 5.2 005.4 AratuIlhas sup/inf 005.3 005.2 005.1 Ilhas inf R-6 004 6.1 004.1Candeias R-8 003Candeias inf. 8.1 003.1 Rio da Serra R-9 9.1 002 Itaparica 9.2 002.2 002.1 Sergi INTERVALO ESTÉRIL D. João Aliança R-10 001 EmbasamentoAté 1970, a numeração era crescente da Zona mais nova R-1 até a maisantiga R-10. Depois de 1970, inverteu-se a numeração, passando a ser crescente da Zona mais antiga para a mais nova. R-10 agora é R-001. 159
  8. 8. Fig. 4.11 Sucessão temporal da História Geológica O quadro apresenta a Coluna Estratigráfica Global ou seja, a sucessão temporal do aparecimento das rochas na superfície do território brasileiro. Viagens esporádicas do autor em outros continentes confirmam a sucessão, mas ela poderá ser atualizada desde que hajam evidências de campo. COLUNA ESTRATIGRÁFICA GLOBAL ROCHA TEMPO DESCRIÇÃO DAS FORMAÇÕESFormações Períodos ErasLambda Lambdaiano Clásticos marinhos atlânticos. Petróleo 160Kappa Kappaiano Clásticos continentaisJota Jotaiano Atlanti- Basaltos andinosTheta Thetaiano ânica Clásticos marinhos andinos. PetróleoEta Etaiano Bacias lineares tipo Recôncavo. PetróleoZeta Zetaiano Basaltos continentais e marinhos. FRAGMENTAÇÃO CONTINENTALEpsilon Epsiloniano Clásticos continentais. PetróleoDelta Deltaiano Clásticos marinhos andinosGamma Gammaiano Pangae- Basaltos continentaisBeta Betaiano iânica Clásticos continentaisAlpha Alphaiano Granitos do embasamentoNão registrado Prepang.

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