Generalidades sobre Equilíbrio
Hidro-Eletrolítico
e Ácido-Básico
Prof.Dr.Ivan de Melo Araújo
Nefrologia
FACULDADE DE MEDIC...
ÁGUA
“...É INVARIAVELMENTE O PRINCIPAL CONSTITUINTE DOS
ORGANISMOS VIVOS EM ATIVIDADE
...O ORGANISMO É UMA SOLUÇÃO AQUOSA ...
CONTROLE CELULAR DA ÁGUA E
SOLUTOS
MEMBRANA
aquaporo H2OH2O
PINOCITOSE
PROTEINAS
TRANSPORTANDO
SOLUTOS
RNA
3Na
2K
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+
Na+
...
UNIDADES DE MEDIDA DE SOLUTOS
 UM MOL DE UMA SUBSTÂNCIA É O SEU PESO MOLECULAR
EXPRESSO EM GRAMAS:
– 1 MOL DE GLICOSE = 1...
OSMÓIS
 O EFEITO OSMÓTICO DE UMA SUBSTÂNCIA EM SOLUÇÃO
DEPENDE SOMENTE DO NÚMERO DE PARTÍCULAS DISSOLVIDAS
 6,02 x 10 23...
FORÇAS OSMÓTICAS
SOLUÇÃO ÁGUA
FLUXO RESULTANTE
M
FORÇAS OSMÓTICAS
SOLUÇÃO
ÁGUA
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FORÇAS OSMÓTICAS
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Pressão osmótica
ISO, HIPO E HIPERTÔNICO
 Pressão osmótica se refere ao número de partículas
em solução ( RELAÇÃO PARTÍCULAS/ÁGUA)
– Hiper...
COMPARTIMENTOS CORPORAIS
intracelular
intersticial
intravascular
extracelular
OS COMPATIMENTOS SÃO SEPARADOS PELAS MEMBRAN...
DISTRIBUIÇÃO DA ÁGUA
CORPORAL
SÓLIDOS 40%
Água intracelular- 40%
INTERST.
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EQUILÍBRIO DE FLUIDOS CORPORAIS
PLASMA INTERSTICIO INTRACELULAR
H2O
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VOLUMES DOS COMPARTIMENTOS
CORPORAIS
 LÍQUIDO INTRACELULAR – 40% Peso
Corporal
 LÍQUIDO EXTRACELULAR- 20% Peso
Corporal
...
MOVIMENTAÇÃO DA ÁGUA
 MOVE-SE LIVREMENTE ATRAVÉS DAS
MEMBRANAS CELULARES E CAPILARES,
MANTENDO O EQUILIBRIO OSMÓTICO
 OS...
CONDIÇÃO NORMAL DO ORGANISMO:
ISOTONICIDADE
SOLUTO + H2O
M
SOLUTO + H2O
H2O
PRESSÃO
OSMÓTICA
H2O
PRESSÃO
OSMÓTICA
NÃO HÁ F...
CAUSAS DE DÉFICIT DE ÁGUA
 REDUÇÃO DA INGESTÃO AQUOSA
 DEFEITOS NO MECANISMO DA SEDE
– Inconsciência, torpor, coma, etc....
CAUSAS DE EXCESSO DE ÁGUA
 Ingestão compulsiva de água
 Administração iatrogênica de excesso de H2O
 Secreção inadequad...
EQUILÍBRIO DA ÁGUA
CORPORAL
ENTRADA
 FLUIDOS - 1200 A 1800
 ALIMENTOS - 700 A
1000
 OXIDAÇÃO - 250 A 300
 TOTAL : 2000...
PERDA D’ ÁGUA
280
300 300
280 280
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Extra Intracelular
sede
saciedade
Sódio 140 mEq/l Sódio 143 mEq/l
REGULAÇÃO DA ÁGUA
CORPORAL
HIDROPENIA
AUMENTO DA OSMOLALIDADE PLASMATICA
SEDE HIPOTÁLAMO
SECREÇÃO HAD
HIDRATAÇÃO
RETENÇAO ...
GERAÇÃO DE HIPERTONICIDADE
MEDULAR PELA ALÇA ESPESSA
ASCENDENTE DE HENLE
OFERTA DE URÉIA
FLUXO SANGUÍNEO MEDULAR NORMAL
TF...
DETERMINANTES DA OFERTA DE H2O
PARA O NEFRON DISTAL
•TFG
•REABSORÇÃO PROXIMAL DE ÁGUA
E NaCl
TFG
FUNÇÃO NORMAL DA ALÇA
ESP...
PAPEL HORMONAL NA REGULAÇÃO DO EQUILÍBRIO
DE SÓDIO E ÁGUA
OSMOREGULAÇÃO
• O QUE É SENTIDO- OSMOLARIDADE
PLASMATICA
• SENSO...
MOVIMENTOS DOS SOLUTOS
DIFUSÃO ( passiva)
SOLUTOS SE MOVEM DAS ÁREAS DE
MAIOR CONCENTRAÇÃO PARA AS
DE MENOR CONCENTRAÇÃO
MOVIMENTOS DOS SOLUTOS
TRANSPORTE ATIVO
SOLUTOS SE MOVEM DE ÁREA DE
MENOR PARA ÁREA DE MAIOR
CONCENTRAÇÃO À CUSTA DE
CONSU...
COMO FUNCIONA NOS CAPILARES?
Pressão hidrostática
Líquidos saem do capilar
Líquidos saem do capilar
Solutos saem
Do capila...
COMO FUNCIONA NOS CAPILARES?
Pressão hidrostática cai
Líquidos voltam ao capilar
Líquidos voltam ao capilar
Solutos saem
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COMO FUNCIONA NOS EPITÉLIOS
TRANSPORTADORES?
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CAPILAR
fluxo
Na-K-ATPase
Na-K-ATPase
Na-K-ATPase
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EQUILÍBRIO BANCÁRIO
DATA DOCUMENTO VALOR SALDO
11/10/1998 DEPÓSITO R$ 1.356,00 R$ 1.356,00
12/10/1998 CHEQUE 001 R$ 121,00...
DESEQUILÍBRIO BANCÁRIO
depleção monetária (desidratação)
DATA DOCUMENTO VALOR SALDO
11/10/1998 DEPÓSITO R$ 1.356,00 R$ 1.3...
DESEQUILÍBRIO BANCÁRIO
supleção monetária (edema)
DATA DOCUMENTO VALOR SALDO
11/10/1998 DEPÓSITO R$ 1.356,00 R$ 1.356,00
1...
EQUILÍBRIO HÍDRICO
 PERDAS FECAIS – 100
ML
 PERDAS CUTÂNEAS –
600 ML
 PULMÕES – 400 ML
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 TOTAL- 2600...
EQUILÍBRIO ELETROLÍTICO
 ELETRÓLITOS SÃO SUBSTÂNCIAS QUE EM SOLUÇÃO SE DISSOCIAM EM
PARTÍCULAS COM CARGA ELÉTRICA (ÍONS)
...
DO QUE DEPENDE O EQUILÍBRIO
ELETROLÍTICO
 DO EQUILÍBRIO HÍDRICO
 DO EQUILÍBRIO ÁCIDO BÁSICO
 DA SECREÇÃO HORMONAL
 DA ...
A nefrídia
Metanefrídia
Túbulo de Malpighi
Rim dos mamíferos
Rim dos mamíferos
O néfron
Glomérulo e circulação peritubular
METABOLISMO DO SÓDIO
 PRINCIPAL CÁTION DO EXTRACELULAR
 DETERMINA O VOLUME DO FLUIDO EXTRACELULAR
 SUA REGULAÇÃO MANTÉM...
REGULAÇÃO DO SÓDIO
CORPORAL
CAI
SÓDIO
URINÁRIO
AUMENTA
ALDOSTERONA
AUMENTA
ANGIOTENSINA
AUMENTO
RENINA
QUEDA
DA
TFG
AUMENT...
AVALIAÇÃO CLÍNICA DO
ESPAÇO EXTRACELULAR ( sódio corporal)
 Intravascular
– Arterial
 P.A.
 Freqüência
Cardíaca
 Varia...
DISTRIBUIÇÃO DO POTÁSSIO
 PRINCIPAL CÁTION INTRACELULAR
 [K] INTRACELULAR - 150 mEq / L
 [K]EXTRACELULAR - 4 mEq / l
 ...
DDP= a. ln Ki / Ke
 Se Ke se reduz, diferença de potencial se eleva =>
hiperpolarização => tecidos excitáveis conduzem ma...
DISTÚRBIOS ÁCIDO
BÁSICOS
NO INDIVÍDUO NORMAL,
12000 mEq DE H+ SÃO
PRODUZIDOS DIARIAMENTE !
MANUTENÇÃO DA [H+]
 3,5 . 10 -8 A 4,5 . 10 -8 MOL / L
 pH = - log [H+]
 pH normal = 7,35 a 7,45
 EXCREÇÃO PULMONAR ~ 1...
FONTES DE ÁCIDO
 CARBOHIDRATOS - ÁCIDO CARBÔNICO
 FOSFOLÍPIDES - ÁCIDO FOSFÓRICO
 PROTEÍNAS SULFATADAS - ÁCIDO
SULFÚRICO
REGULAÇÃO
H20+CO2 H2CO3
CO2
METABOLISMO
H+
HCO3-
H+
H+ URINA
H2O
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Generalidades sobreea beehe

  1. 1. Generalidades sobre Equilíbrio Hidro-Eletrolítico e Ácido-Básico Prof.Dr.Ivan de Melo Araújo Nefrologia FACULDADE DE MEDICINA DE MARÍLIA
  2. 2. ÁGUA “...É INVARIAVELMENTE O PRINCIPAL CONSTITUINTE DOS ORGANISMOS VIVOS EM ATIVIDADE ...O ORGANISMO É UMA SOLUÇÃO AQUOSA NA QUAL ESPALHAM- SE SUBSTÂNCIAS COLOIDAIS DE VASTÍSSIMA COMPLEXIDADE...” Henderson
  3. 3. CONTROLE CELULAR DA ÁGUA E SOLUTOS MEMBRANA aquaporo H2OH2O PINOCITOSE PROTEINAS TRANSPORTANDO SOLUTOS RNA 3Na 2K - + Na+ H+
  4. 4. UNIDADES DE MEDIDA DE SOLUTOS  UM MOL DE UMA SUBSTÂNCIA É O SEU PESO MOLECULAR EXPRESSO EM GRAMAS: – 1 MOL DE GLICOSE = 180 gramas  OS ELETRÓLITOS COMBINAM-SE NA PROPORÇÃO DE SUA VALÊNCIA. – UM EQUIVALENTE DE UMA SUBSTÂNCIA CORRESPONDE À SUA CAPACIDADE DE COMBINAR COM 1 GRAMA DE HIDROGÊNIO ( valor 1)  1 mM Na+=> 23 mg Na+ => 1 mEq Na+
  5. 5. OSMÓIS  O EFEITO OSMÓTICO DE UMA SUBSTÂNCIA EM SOLUÇÃO DEPENDE SOMENTE DO NÚMERO DE PARTÍCULAS DISSOLVIDAS  6,02 x 10 23 PARTÍCULAS EM CADA MOL  1 mM glicose = 1 m Osm  SUBSTÂNCIAS DISSOCIADAS AUMENTAM VALOR OSMÓTICO SEGUNDO SUA DISSOCIAÇÃO  1 mM Mg++ = 2 mOsm
  6. 6. FORÇAS OSMÓTICAS SOLUÇÃO ÁGUA FLUXO RESULTANTE M
  7. 7. FORÇAS OSMÓTICAS SOLUÇÃO ÁGUA ÁGUA
  8. 8. FORÇAS OSMÓTICAS SOLUÇÃO ÁGUA FLUXO RESULTANTE = ZERO M Pressão osmótica
  9. 9. ISO, HIPO E HIPERTÔNICO  Pressão osmótica se refere ao número de partículas em solução ( RELAÇÃO PARTÍCULAS/ÁGUA) – Hipertonicidade - osmolaridade acima da observada em líquidos corporais – Hipotonicidade - osmolaridade abaixo da observada em líquidos corporais  280 mOsm / litro = valor médio “normal” da osmolalidade dos líquidos corporais
  10. 10. COMPARTIMENTOS CORPORAIS intracelular intersticial intravascular extracelular OS COMPATIMENTOS SÃO SEPARADOS PELAS MEMBRANAS CAPILARES E CELULARES
  11. 11. DISTRIBUIÇÃO DA ÁGUA CORPORAL SÓLIDOS 40% Água intracelular- 40% INTERST. 15% P L A S M A 5% E.E.C.
  12. 12. EQUILÍBRIO DE FLUIDOS CORPORAIS PLASMA INTERSTICIO INTRACELULAR H2O H2O P R O T Na K
  13. 13. VOLUMES DOS COMPARTIMENTOS CORPORAIS  LÍQUIDO INTRACELULAR – 40% Peso Corporal  LÍQUIDO EXTRACELULAR- 20% Peso Corporal – INTERSTICIAL – ¾ – PLASMA- ¼  LÍQUIDO TOTAL- 60% DO PESO CORPORAL (adulto)
  14. 14. MOVIMENTAÇÃO DA ÁGUA  MOVE-SE LIVREMENTE ATRAVÉS DAS MEMBRANAS CELULARES E CAPILARES, MANTENDO O EQUILIBRIO OSMÓTICO  OS SOLUTOS NÃO SE DISTRIBUEM LIVREMENTE, SENDO QUE O SÓDIO PREDOMINA NO EXTRACELULAR E O POTÁSSIO NO INTRACELULAR
  15. 15. CONDIÇÃO NORMAL DO ORGANISMO: ISOTONICIDADE SOLUTO + H2O M SOLUTO + H2O H2O PRESSÃO OSMÓTICA H2O PRESSÃO OSMÓTICA NÃO HÁ FLUXO RESULTANTE
  16. 16. CAUSAS DE DÉFICIT DE ÁGUA  REDUÇÃO DA INGESTÃO AQUOSA  DEFEITOS NO MECANISMO DA SEDE – Inconsciência, torpor, coma, etc.  EXCESSO DE SOLUTOS INGERIDOS – Dieta hiperproteica  SUDORESE EXCESSIVA – Trabalhadores em caldeiras  PERDA RENAL – Diabetes insipidus
  17. 17. CAUSAS DE EXCESSO DE ÁGUA  Ingestão compulsiva de água  Administração iatrogênica de excesso de H2O  Secreção inadequada de HAD  Insuficiência Renal  Baixo débito cardíaco ( ICC, cirrose, nefrose, etc.)
  18. 18. EQUILÍBRIO DA ÁGUA CORPORAL ENTRADA  FLUIDOS - 1200 A 1800  ALIMENTOS - 700 A 1000  OXIDAÇÃO - 250 A 300  TOTAL : 2000 A 3000 SAÍDA  URINA - 1500 A 2000  PELE - 300 A 600  PULMÕES - 200 A 400  TRATO GI - 100  TOTAL : 2000 A 3000
  19. 19. PERDA D’ ÁGUA 280 300 300 280 280 320 1 2 3 Extra Intracelular sede saciedade Sódio 140 mEq/l Sódio 143 mEq/l
  20. 20. REGULAÇÃO DA ÁGUA CORPORAL HIDROPENIA AUMENTO DA OSMOLALIDADE PLASMATICA SEDE HIPOTÁLAMO SECREÇÃO HAD HIDRATAÇÃO RETENÇAO TUBULAR DE ÁGUA REDUÇÃO DA OSMOLALIDADE PLASMÁTICA
  21. 21. GERAÇÃO DE HIPERTONICIDADE MEDULAR PELA ALÇA ESPESSA ASCENDENTE DE HENLE OFERTA DE URÉIA FLUXO SANGUÍNEO MEDULAR NORMAL TFG DETERMINANTES DA OFERTA DE NACL PARA TÚBULO DISTAL: •TFG •REABSORÃO TUBULAR PROXIMAL DE FLUIDOS E SOLUTO(NACL) OFERTA DE ÁGUA Movimento de NaCl Concentração de solutos PERMEABILIDADE DOS TÚBULOS COLETORES À ÁGUA DETERMINADA PELA PRESENÇA DE ADH E NORMALIDADE DO SISTEMA
  22. 22. DETERMINANTES DA OFERTA DE H2O PARA O NEFRON DISTAL •TFG •REABSORÇÃO PROXIMAL DE ÁGUA E NaCl TFG FUNÇÃO NORMAL DA ALÇA ESPESSA DE HENLE E DO SEGMENTO DILUIDOR CORTICAL IMPERMEABILIDADE DO COLETOR DEPENDE DA AUSÊNCIA DE HAD E DE OUTRAS SUBSTÂNCIAS ANTIDIURÉTICAS DUTO COLETOR IMPERMEÁVEL
  23. 23. PAPEL HORMONAL NA REGULAÇÃO DO EQUILÍBRIO DE SÓDIO E ÁGUA OSMOREGULAÇÃO • O QUE É SENTIDO- OSMOLARIDADE PLASMATICA • SENSORES- HIPOTALAMO • EFETORES- HAD, SEDE • EFEITO- OSMOLARIDADE URINARIA, INGESTÃO REGULAÇÃO DE VOLUME – O QUE É SENTIDO- PERFUSÃO TECIDUAL – SENSORES-ATRIO, CAROTIDA, AFERENTE – EFETORES- SRAA, PNA, NOR, HAD – EFEITOS- NATRIURESE, SEDE
  24. 24. MOVIMENTOS DOS SOLUTOS DIFUSÃO ( passiva) SOLUTOS SE MOVEM DAS ÁREAS DE MAIOR CONCENTRAÇÃO PARA AS DE MENOR CONCENTRAÇÃO
  25. 25. MOVIMENTOS DOS SOLUTOS TRANSPORTE ATIVO SOLUTOS SE MOVEM DE ÁREA DE MENOR PARA ÁREA DE MAIOR CONCENTRAÇÃO À CUSTA DE CONSUMO DE ATP ATP
  26. 26. COMO FUNCIONA NOS CAPILARES? Pressão hidrostática Líquidos saem do capilar Líquidos saem do capilar Solutos saem Do capilar Se pressão hidrostática for maior que oncótica, os capilares vazam para o interstício
  27. 27. COMO FUNCIONA NOS CAPILARES? Pressão hidrostática cai Líquidos voltam ao capilar Líquidos voltam ao capilar Solutos saem Do capilar Albumina exerce Efeito oncótico Se pressão hidrostática for menor que oncótica, os capilares “enxugam” o interstício
  28. 28. COMO FUNCIONA NOS EPITÉLIOS TRANSPORTADORES? luz epitélio CAPILAR fluxo Na-K-ATPase Na-K-ATPase Na-K-ATPase Na+ Na+ Na+ Na+ Na+ Na+ água água água K+ K+ K+ K+ fluxo
  29. 29. EQUILÍBRIO BANCÁRIO DATA DOCUMENTO VALOR SALDO 11/10/1998 DEPÓSITO R$ 1.356,00 R$ 1.356,00 12/10/1998 CHEQUE 001 R$ 121,00 R$ 1.235,00 13/10/1998 CHEQUE 002 R$ 142,00 R$ 1.093,00 14/10/2007 CHEQUE 003 R$ 68,00 R$ 1.025,00 20/10/1998 SAQUE R$ 248,00 R$ 777,00 22/10/1998 CPMF R$ 1,00 R$ 776,00 24/10/1998 CONTA LUZ R$ 123,00 R$ 653,00 25/10/1998 TELEFONE R$ 453,00 R$ 200,00 28/10/1998 CHEQUE 004 R$ 200,00 R$ -
  30. 30. DESEQUILÍBRIO BANCÁRIO depleção monetária (desidratação) DATA DOCUMENTO VALOR SALDO 11/10/1998 DEPÓSITO R$ 1.356,00 R$ 1.356,00 12/10/1998 CHEQUE 001 R$ 121,00 R$ 1.235,00 13/10/1998 CHEQUE 002 R$ 142,00 R$ 1.093,00 14/10/2007 CHEQUE 003 R$ 68,00 R$ 1.025,00 20/10/1998 SAQUE R$ 248,00 R$ 777,00 22/10/1998 CPMF R$ 1,00 R$ 776,00 24/10/1998 CONTA LUZ R$ 123,00 R$ 653,00 25/10/1998 TELEFONE R$ 453,00 R$ 200,00 28/10/1998 CHEQUE 004 R$ 250,00 R$ -50,00
  31. 31. DESEQUILÍBRIO BANCÁRIO supleção monetária (edema) DATA DOCUMENTO VALOR SALDO 11/10/1998 DEPÓSITO R$ 1.356,00 R$ 1.356,00 12/10/1998 CHEQUE 001 R$ 121,00 R$ 1.235,00 13/10/1998 CHEQUE 002 R$ 142,00 R$ 1.093,00 14/10/2007 CHEQUE 003 R$ 68,00 R$ 1.025,00 20/10/1998 SAQUE R$ 248,00 R$ 777,00 22/10/1998 CPMF R$ 1,00 R$ 776,00 24/10/1998 CONTA LUZ R$ 123,00 R$ 653,00 25/10/1998 TELEFONE R$ 453,00 R$ 200,00 28/10/1998 DEPÓSITO R$ 1000,00 R$ 1200,00
  32. 32. EQUILÍBRIO HÍDRICO  PERDAS FECAIS – 100 ML  PERDAS CUTÂNEAS – 600 ML  PULMÕES – 400 ML  DIURESE- 1500 ML  TOTAL- 2600 ML  INGESTÃO DIÁRIA – LÍQUIDOS -1500 ML – SÓLIDOS- 800 ML – ÁGUA DE OXIDAÇÃO- 300 ML  TOTAL - 2600
  33. 33. EQUILÍBRIO ELETROLÍTICO  ELETRÓLITOS SÃO SUBSTÂNCIAS QUE EM SOLUÇÃO SE DISSOCIAM EM PARTÍCULAS COM CARGA ELÉTRICA (ÍONS)  ÂNIONS – – TÊM CARGA NEGATIVA  CÁTIONS – TÊM CARGA POSITIVA  NO TOTAL DO ORGANISMO A SOMA ALGÉBRICA DE + E – É IGUAL A ZERO  ENTRE OS COMPARTIMENTOS ESSAS CONCENTRAÇÕES DE + E – PODEM VARIAR
  34. 34. DO QUE DEPENDE O EQUILÍBRIO ELETROLÍTICO  DO EQUILÍBRIO HÍDRICO  DO EQUILÍBRIO ÁCIDO BÁSICO  DA SECREÇÃO HORMONAL  DA FUNÇÃO CELULAR NORMAL  DA FUNÇÃO RENAL ADEQUADA
  35. 35. A nefrídia
  36. 36. Metanefrídia
  37. 37. Túbulo de Malpighi
  38. 38. Rim dos mamíferos
  39. 39. Rim dos mamíferos
  40. 40. O néfron
  41. 41. Glomérulo e circulação peritubular
  42. 42. METABOLISMO DO SÓDIO  PRINCIPAL CÁTION DO EXTRACELULAR  DETERMINA O VOLUME DO FLUIDO EXTRACELULAR  SUA REGULAÇÃO MANTÉM O VOLUME DESTE COMPARTIMENTO  ALTA QUANTIDADE - CONGESTÃO CIRCULATÓRIA  BAIXA QUANTIDADE - COLAPSO CIRCULATÓRIO
  43. 43. REGULAÇÃO DO SÓDIO CORPORAL CAI SÓDIO URINÁRIO AUMENTA ALDOSTERONA AUMENTA ANGIOTENSINA AUMENTO RENINA QUEDA DA TFG AUMENTA SÓDIO URINÁRIO REDUÇÃO ALDOSTERONA REDUÇÃO ANGIOTENSINA REDUÇÃO RENINA AUMENTO DA TFG INGESTÃO DE SÓDIO A REGULAÇÃO DO SÓDIO CORPORAL INCLUE MECANISMOS •HEMODINÂMICOS •HORMONAIS
  44. 44. AVALIAÇÃO CLÍNICA DO ESPAÇO EXTRACELULAR ( sódio corporal)  Intravascular – Arterial  P.A.  Freqüência Cardíaca  Variação Postural – Venoso  PVC  Enchimento Jugular  Veias Sublinguais  Veias Periféricas  Intersticial – Turgor  Pele  Língua  Ocular – Umidade  Mucosas  Língua
  45. 45. DISTRIBUIÇÃO DO POTÁSSIO  PRINCIPAL CÁTION INTRACELULAR  [K] INTRACELULAR - 150 mEq / L  [K]EXTRACELULAR - 4 mEq / l  POTENCIAL INTRACELULAR NEGATIVO É DEVIDO A ESTA ASSIMETRIA DE DISTRIBUIÇÃO
  46. 46. DDP= a. ln Ki / Ke  Se Ke se reduz, diferença de potencial se eleva => hiperpolarização => tecidos excitáveis conduzem mais dificilmente estímulos  Se Ke se eleva, diferença de potencial cai => despolarização => tecidos excitáveis tornam-se mais irritáveis
  47. 47. DISTÚRBIOS ÁCIDO BÁSICOS NO INDIVÍDUO NORMAL, 12000 mEq DE H+ SÃO PRODUZIDOS DIARIAMENTE !
  48. 48. MANUTENÇÃO DA [H+]  3,5 . 10 -8 A 4,5 . 10 -8 MOL / L  pH = - log [H+]  pH normal = 7,35 a 7,45  EXCREÇÃO PULMONAR ~ 12000 mEq / DIA  EXCREÇÃO RENAL ~ 90 mEq / DIA
  49. 49. FONTES DE ÁCIDO  CARBOHIDRATOS - ÁCIDO CARBÔNICO  FOSFOLÍPIDES - ÁCIDO FOSFÓRICO  PROTEÍNAS SULFATADAS - ÁCIDO SULFÚRICO
  50. 50. REGULAÇÃO H20+CO2 H2CO3 CO2 METABOLISMO H+ HCO3- H+ H+ URINA H2O

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