11966236 ergonomia

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  1. 1. Introdução Distinguimos na prática da Ergonomia duas fases: uma primeira, chamada de ANÁLISE ERGONÕMICA e, a segunda, denominada de INTERVENÇAO ERGONÓMICA, entendendo-se que:  Análise Ergonómica consiste na identificação e compreensão das relações existentes entre as condições organizacionais técnicas, sociais e humanas que determinam a actividade de trabalho e os efeitos desta sobre o operador e o sistema produtivo.  Intervenção Ergonómica consiste na operacionaIização de planos de acção resultantes da análise ergonómica. Pode situar-se a diferentes domínios de actuação: concepção e/ou reformulação, formação profissional, higiene, segurança e saúde ocupacional.
  2. 2. Classificação em Ergonomia Numa empresa ou organização, em que a competitividade e a força do mercado onde esta opera, são parâmetros fundamentais de Gestão, a Ergonomia é uma das as áreas de formação passíveis de lhe acrescentar valor. Assim, modalidades de intervenção ergonómica serão diferentes, em termos de objecto, objectivo, contexto e dimensão da intervenção.
  3. 3. É Objecto No que respeita ao objecto de intervenção, podemos distinguir:  a Ergonomia de Produção;  a Ergonomia do Produto.  A Ergonomia da Produção está vocacionada para a procura das condições de trabalho adequadas, em termos organizacionais, de posto e ambiente de trabalho, adaptados às características e capacidades dos trabalhadores.  A Ergonomia do Produto, centra-se na área de estudos e pesquisas, colaborando com o sector comercial, em estudos de mercado; com o sector de produção, na avaliação dos custos da produção e na definição da sua finalidade; e com outros sectores da concepção do produto, desde o "design" ao controlo da qualidade.
  4. 4. É Objectivo Quanto ao objectivo, fala-se em:  Ergonomia de Concepção,  Ergonomia de Correcção.  A Ergonomia de Concepção permite agir desde a fase inicial, sobre um produto ou posto de trabalho, criando condições de trabalho adaptadas e perspectivadas no sentido da eficácia, da segurança e do conforto.  A Ergonomia de Correcção dá resposta às inadaptações, que se traduzem por problemas na segurança e no conforto dos trabalhadores, ou na qualidade e quantidade da produção.
  5. 5. É Contexto Seja qual for o objecto ou o objectivo, a intervenção ergonómica desenvolve-se nos mais variados contextos, tais como: industrias, hospitais, escolas, transportes, construção e obras públicas, etc.
  6. 6. É Dimensão  Numa perspectiva de dimensão da intervenção, podemos classificar a Ergonomia em Macro, Meso e Micro:  A Macro-Ergonomia considera o sistema integral Homem-Máquina, ou seja, uma organização cujas componentes são os Homens e as Máquinas, trabalhando em conjunto para alcançar um fim comum, estando ligadas por uma rede de comunicações;  A Meso-Ergonomia centra-se sobre um utensílio ou uma máquina, estudando a interdependência entre os dispositivos metrológicos e os indicadores, as alavancas de comando e de regulação, assim como, a sua disposição em função da velocidade e da sucessão das operações;  A Micro-Ergonomia estuda os diversos elementos específicos de uma situação de trabalho, tais como, a insonorização de uma máquina, a iluminação de uma sala de trabalho informatizado, etc. Deste modo, a Ergonomia tem uma acção concreta sobre melhoria das condições de trabalho em geral, promovendo a saúde do trabalhador. Contribuindo para a diminuição de absentismos por acidentes de trabalho e doenças profissionais, a Ergonomia procura manter e/ou aumentar a qualidade e, consequentemente, a produtividade.
  7. 7. CONCLUSÃO “Proceder à adequação do trabalho ao Homem e não do Homem ao trabalho.” O objectivo da ergonomia é, por excelência, a aplicação dos princípios ergonómicos a fim de optimizar a compatibilidade entre o homem, a máquina e o ambiente físico de trabalho, através do equilíbrio entre as exigências das tarefas e das máquinas e as características anatómicas, fisiológicas, cognitivas e percepto-motoras assim como a capacidade de processamento da informação humana.

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