1185024048 equipamentos maquinas_e_ferramentas

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  • pra ser sincero,essa foi a melhor ferramenta de pesquisa,que ja vi.muito bom.obrigado....
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  1. 1. EQUIPAMENTOS, MÁQUINAS E FERRAMENTAS Paula Cruz
  2. 2. Paula Cruz 2 LOCAIS E POSTOS DE TRABALHO Arrumação e Limpeza no Local de Trabalho Significa manter todas as áreas de trabalho e armazenagem limpas, ordenadas e arrumadas, bem como eliminar todos os materiais desnecessários.
  3. 3. Paula Cruz 3 LOCAIS E POSTOS DE TRABALHO A falta de Arrumação e Limpeza:  Afecta a eficácia das tarefas a realizar;  Diminui a produtividade;  Contribui para o relaxamento dos hábitos de higiene pessoal;  Aumenta a probabilidade de doenças e acidentes.
  4. 4. Paula Cruz 4 LOCAIS E POSTOS DE TRABALHO As vantagens de arrumação e limpeza:  Elimina causas prováveis de quedas e de incêndios;  Melhora o aproveitamento do espaço;  Proporciona um ambiente mais agradável e saudável;  Promove uma boa imagem da empresa.
  5. 5. Paula Cruz 5 LOCAIS E POSTOS DE TRABALHO Medidas de arrumação e limpeza  Classificar os materiais em função da sua utilidade e eliminar o que não serve;  Eliminar diariamente os desperdícios produzidos, depositando-os em recipientes adequados;  Armazenar correctamente todos os produtos e mercadoria, de forma distinta, clara e arrumada;  Desobstruir vias e caminhos.
  6. 6. Paula Cruz 6 LOCAIS E POSTOS DE TRABALHO Arrumação e limpeza no Local de Trabalho  Eliminar, sinalizar ou proteger superfícies constantemente húmidas e derrames ocasionais;  Não permitir a existência no solo de materiais ou gorduras que possibilitem quedas.
  7. 7. Paula Cruz 7 LOCAIS E POSTOS DE TRABALHO Arrumação e limpeza no Local de Trabalho  Fomentar o conceito de “Um local para cada coisa”;  Criar o hábito de voltar a colocar as ferramentas / utensílios e materiais no local respectivo após cada utilização;  Fechar gavetas/armários após a sua utilização.
  8. 8. Paula Cruz 8 LOCAIS E POSTOS DE TRABALHO Uma incorrecta manutenção do espaço de trabalho pode originar acidentes!
  9. 9. Paula Cruz 9 LOCAIS E POSTOS DE TRABALHO
  10. 10. Paula Cruz 10 CUIDADOS COM AS MÁQUINAS Exemplo de uma Indústria Gráfica
  11. 11. Paula Cruz 11 CUIDADOS COM AS MÁQUINAS As máquinas de impressão podem causar lesões traumáuticas às mãos, nomeadamente:  Cortes;  Entalamentos;  Fracturas;  Perfurações;  Amputações.
  12. 12. Paula Cruz 12 CUIDADOS COM AS MÁQUINAS A fim de prevenir tais acidentes, tome em atenção as seguintes regras:  NUNCA elimine os dispositivos de segurança;  NUNCA opere as máquinas sem as protecções;  NUNCA coloque as suas mãos dentro da máquina;  DESLIGUE sempre a máquina da electricidade, quando fizer a manutenção aos rolos;  Ao notar qualquer irregularidade no equipamento, comunique imediatamente ao seu superior.
  13. 13. Paula Cruz 13 CUIDADOS COM AS MÁQUINAS Qualquer máquina pode representar um risco para a vida e a saúde do trabalhador!
  14. 14. Paula Cruz 14 SEGURANÇA DE MÁQUINAS Muitos processos produtivos dependem da utilização de máquinas, pelo que é importante a existência e o cumprimento dos requisitos de segurança em máquinas industriais de modo a garantir a maior segurança aos operadores.
  15. 15. Paula Cruz 15 SEGURANÇA DE MÁQUINAS Máquina: Todo o equipamento, (inclusive acessórios e equipamentos de segurança), com movimento, (engrenagens), e com fonte de energia que não a humana.
  16. 16. Paula Cruz 16 SEGURANÇA DE MÁQUINAS Os Requisitos de segurança de uma máquina podem ser identificados, nomeadamente o que diz respeito ao seu accionamento a partir de Comandos:
  17. 17. Paula Cruz 17 SEGURANÇA DE MÁQUINAS  Devem estar visíveis e acessíveis a partir do posto de trabalho normal.  Devem estar devidamente identificados em português ou então por símbolos  O COMANDO DE ARRANQUE: a máquina só entra em  funcionamento quando se acciona este comando, não devendo arrancar sozinho quando volta a corrente  O COMANDO DE PARAGEM: deve sempre sobrepor- se ao comando de arranque  STOP DE EMERGÊNCIA: corta a energia, pode ter um aspecto de barra botão ou cabo.
  18. 18. Paula Cruz 18 SEGURANÇA DE MÁQUINAS Existem diversos dispositivos de protecção de máquinas:  Protectores fixos;  Protectores móveis;  Comando bi-manual;  Barreiras ópticas;  Distâncias de segurança.
  19. 19. Paula Cruz 19 SEGURANÇA DE MÁQUINAS Protectores Fixos: os mais vulgarmente utilizados são as guardas. São estruturas metálicas aparafusadas à estrutura da máquina e devem impedir o acesso aos órgãos de transmissão. O acesso só para acções de manutenção.
  20. 20. Paula Cruz 20 SEGURANÇA DE MÁQUINAS Protectores Móveis: neste caso as guardas são fixadas à estrutura por dobradiças ou calhas o que as torna amovíveis. A abertura da protecção deve levar à paragem automática do “movimento perigoso”, (pode-se recorrer a um sistema de encravamento eléctrico).
  21. 21. Paula Cruz 21 SEGURANÇA DE MÁQUINAS Comando Bi-Manual: para uma determinada operação, em vez de uma só betoneira existem duas que devem ser pressionadas em simultâneo. Isto obriga a que o trabalhador mantenha as duas mãos ocupadas evitando cortes e esmagamentos (Guilhotinas, Prensas).
  22. 22. Paula Cruz 22 SEGURANÇA DE MÁQUINAS Barreiras Ópticas: Dispositivo constituído por duas “colunas”, uma emissora e a outra receptora, entre elas existe uma “cortina” de raios infra-vermelhos. Quando alguém ou algum objecto atravessa esta “cortina” surge uma interrupção de sinal que leva á paragem de movimentos mecânicos perigosos.
  23. 23. Paula Cruz 23 SEGURANÇA DE MÁQUINAS Distâncias de Segurança : Define-se distância de segurança, a distância necessária que impeça que os membros superiores alcancem zonas perigosas do equipamento.
  24. 24. Paula Cruz 24 SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA  No interior e exterior das instalações da Empresa, devem existir formas de aviso e informação rápida, que possam auxiliar os elementos da Empresa a actuar em conformidade com os procedimentos de segurança.  Com este objectivo, existem conjunto de símbolos e sinais especificamente criados para garantir a fácil compreensão dos riscos ou dos procedimentos a cumprir nas diversas situações laborais que podem ocorrer no interior de uma Empresa ou em lugares públicos.
  25. 25. Paula Cruz 25 SINAIS DE PERIGO  Indicam situações de risco potencial de acordo com o pictograma inserido no sinal. São utilizados em instalação, acessos, aparelhos, instruções e procedimentos, etc..  Têm forma triangular, o contorno e pictograma a preto e o fundo amarelo.
  26. 26. Paula Cruz 26 SINAIS DE PERIGO
  27. 27. Paula Cruz 27 SINAIS DE PROIBIÇÃO  Indicam comportamentos proibidos de acordo com o pictograma inserido no sinal. São utilizados em instalação, acessos, aparelhos, instruções e procedimentos, etc.. Têm forma circular, o contorno vermelho, pictograma a preto e o fundo branco.
  28. 28. Paula Cruz 28 SINAIS DE PROIBIÇÃO
  29. 29. Paula Cruz 29 SINAIS DE PROIBIÇÃO
  30. 30. Paula Cruz 30 SINAIS DE OBRIGAÇÃO  Indicam comportamentos obrigatórios de acordo com o pictograma inserido no sinal. São utilizados em instalação, acessos, aparelhos, instruções e procedimentos, etc.. Têm forma circular, fundo azul e pictograma a branco.
  31. 31. Paula Cruz 31 SINAIS DE OBRIGAÇÃO
  32. 32. Paula Cruz 32 SINAIS DE OBRIGAÇÃO
  33. 33. Paula Cruz 33 SINAIS DE EMERGÊNCIA  Fornecem informações de salvamento de acordo com o pictograma inserido no sinal. São utilizados em instalação, acessos e equipamentos, etc.. Têm forma rectangular, fundo verde e pictograma a branco.
  34. 34. Paula Cruz 34 SINAIS DE EMERGÊNCIA
  35. 35. Paula Cruz 35 QUADRO LEGISLATIVO  Segurança de máquinas: Decreto-Lei n.º 320/2001, de 12 de Dezembro;  Segurança de equipamentos de trabalho – Decreto- Lei n.º 50/2005, de 25 de Fevereiro;  Decreo-Lei n.º 214/95, de 18 de Agosto que em conjunto com a Portaria n.º 172/2000, de 23 de Março define os requisitos a que deve obedecer a comercialização de máquinas usadas no nosso país.
  36. 36. Paula Cruz 36 QUADRO LEGISLATIVO Segurança de máquinas: Decreto-Lei n.º 320/2001.  Dirige-se ao fabricante ou ao utilizador no caso de máquinas fabricadas para uso próprio;  O fabricante deverá conceber e fabricar os equipamentos em função da avaliação de riscos que previamente deve ter realizado sobre o equipamento projectado;  A garantia da observância dos requisitos de segurança estabelecidos numa determinada máquina face ao mercado é conferida pela Marcação CE que deve ser aposta no produto colocado no mercado.
  37. 37. Paula Cruz 37 QUADRO LEGISLATIVO Segurança de equipamentos de trabalho – Decreto- Lei n.º 50/2005, de 25 de Fevereiro  Estabelece as prescrições mínimas de segurança e saúde na utilização de equipamentos de trabalho;  Dirige-se ao empregador e às condições efectivas na utilização no trabalho dos equipamentos;  O conceito aqui presente “equipamento de trabalho” é mais vasto que o conceito de “máquina”, pois abrange qualquer máquina, aparelho, ferramenta ou instalação utilizada no trabalho.
  38. 38. Paula Cruz 38 SEGURANÇA EQUIPAMENTOS DE TRABALHO Cabe ao empregador, a fim de assegurar a segurança e saúde dos trabalhadores na utilização dos equipamentos de trabalho, as obrigações seguintes:
  39. 39. Paula Cruz 39 SEGURANÇA EQUIPAMENTOS DE TRABALHO  Assegurar a adequação dos equipamentos de trabalho ao trabalho a efectuar e à garantia da segurança e a saúde dos trabalhadores durante a sua utilização;  Atender, na escolha dos equipamentos de trabalho, aos riscos associados à sua natureza e à sua utilização;  Adequar os postos de trabalho e a actividade dos trabalhadores em função da utilização dos equipamentos de trabalho, atendendo ainda aos princípios ergonómicos;
  40. 40. Paula Cruz 40 SEGURANÇA EQUIPAMENTOS DE TRABALHO  Adoptar as medidas adequadas para minimizar os riscos residuais se os procedimentos referidos se revelarem insuficientes à prevenção dos riscos associados aos equipamentos de trabalho;  Assegurar a manutenção adequada dos equipamentos de trabalho durante o seu período de utilização, de modo que os mesmos respeitem os requisitos mínimos de segurança;  Garantir que todos os equipamentos com riscos específicos sejam reservados a operadores especializados.
  41. 41. Paula Cruz 41 MÁQUINAS USADAS Como forma de proteger o mercado português contra a proliferação na aquisição de máquinas em segunda mão, sem cumprimento dos requisitos mínimos de segurança, deve ser solicitado ao comerciante ou fornecedor da máquina as seguintes evidências que resultam de exigências estabelecidas no D.L. n.º 214/95, de 18 de Agosto:
  42. 42. Paula Cruz 42 MÁQUINAS USADAS  Inspecção por um organismo certificado;  Declaração de venda do cedente;  Manual de instruções em português.

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