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Factores abióticos - TEMPERATURA  Adaptações às temperaturas desfavoráveis:
Factores abióticos - TEMPERATURA  Adaptações às temperaturas desfavoráveis:  ADAPTAÇÕES COMPORTAMENTAIS  ADAPTAÇÕES CORPOR...
Factores abióticos - TEMPERATURA  Adaptações comportamentais às temperaturas  desfavoráveis:  Migração   Percorrem as mais...
Factores abióticos - TEMPERATURA   Adaptações comportamentais às temperaturas   desfavoráveis:  Redução das actividades vi...
Factores abióticos - TEMPERATURA  Animais que hibernam Estado de sonolência e inactividade. O ritmo respiratório e cardíac...
Factores abióticos - TEMPERATURA  Adaptações comportamentais às temperaturas  desfavoráveis: Abrigam-se durante parte do dia
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Factores abióticos - TEMPERATURA    Adaptações das plantas às baixas temperaturas:                •Plantas anuais existem ...
Factores abióticos - TEMPERATURA   Adaptações das plantas às baixas temperaturas:                              Isabel Lopes
Factores abióticos - TEMPERATURA  Adaptações das plantas às baixas temperaturas:  • Plantas anuais  • Não conseguem suport...
Factores abióticos - TEMPERATURA     Adaptações das plantas às baixas temperaturas:    • Plantas vivazes ou perenes    • M...
http://www.angelfire.com/un/esmm_cn8/fact_abio.pdf
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  • ESPÉCIES ESTENOTÉRMICAS Espécies que sobrevivem entre estreitos limites de temperatura(pequena amplitude térmica). Ex: Lagartixa ESPÉCIES EURITÉRMICAS Espécies que resistem a grandes variações de temperatura(grande amplitude térmica). Ex: Lobo, homem
  • Os animais poiquilotérmicos são animais de “sangue-frio ”, ou também designados por exotérmicos . Estes não têm mecanismo de controlo da temperatura interna do seu corpo, assim o seu metabolismo dependente do meio externo. Para conseguirem manter a sua temperatura corporal estável adoptam certos mecanismos de comportamento ao longo do dia. Os animais poiquilotérmicos incluem todos os animais excepto as aves e mamíferos. Alguns tipos de comportamentos demonstrados pelos animais poiquilotérmicos são: entrar e sair da água, exposição ao sol ou procura de sombra, mudança de profundidade nas águas, etc. As cobras (e lagartos) que tomam banhos de sol sobre pedras. Os peixes que se colocam a diferentes níveis de profundidade nas colunas de água, de forma a encontrar a temperatura ideal. Animais, no deserto, que se enterram debaixo da areia durante o dia. Insetos que esquentam seus músculos de vôo vibrando-os no mesmo lugar. Os animais endotérmicos são aqueles a que nós chamamos de “ sangue quente ” ou também designados por homeotérmicos . Ao contrário dos poiquilotérmicos, estes animais possuem mecanismos internos que regulam a temperatura corporal. A termorregulação é o nome a que se dá a esta capacidade de regular a temperatura interna. Nos animais poiquilotérmicos, esta termorregulação é efectuada através dos tais padrões de comportamento que permitem absorver ou perder calor, enquanto nos animais endotérmicos, esta já depende da taxa metabólica destes mesmos seres. Os mecanismos internos dos animais endotérmicos funcionam como um termóstato ou seja, o organismo vai corrigir a diferença de temperatura entre o interior e o exterior do corpo através de uma série de processos. O hipotálamo vai ser o centro deste processo, é este que vai comandar o resto do organismo a actuar de forma correcta: os nervos da pele ao sentirem uma variação da temperatura, enviam um estímulo ao hipotálamo; este ao receber o estímulo vai comandar o corpo a activar certas funções, no caso humano, quando é detectado um desvio para baixo do valor normal da temperatura do organismo, os músculos esqueléticos e os capilares sanguíneos contraem-se (daí uma pessoa tremer quando está com muito frio); quando é detectado um desvio para cima do valor normal, as glândulas sudoríparas começam a produzir suor e os capilares sanguíneos dilatam-se. Assim conclui-se que são vários os métodos utilizados para regular a temperatura corporal nos seres endotérmicos: transpiração; dilatação/contracção dos capilares sanguíneos; contracção dos músculos esqueléticos.
  • Há animais que hibernam durante parte ou todo o Inverno. Trata-se de um sono especial, muito profundo. A temperatura de corpo do animal cai e os seus ritmos cardíacos e respiratório baixam. Consomem  muito pouca energia. No Outono, estes animais preparam-se para o Inverno ingerindo comida extra e armazenando-a, no corpo, sob a forma de gordura e usam-na para obterem energia enquanto hibernam. Alguns também armazenam comida como nozes ou bolotas para comerem depois durante a estação fria.       Exemplos de animais que hibernam são os ursos, as doninhas fedorentas, os esquilos, e alguns morcegos. Animais de sangue frio como peixes, rãs, serpentes e tartarugas não têm nenhum modo de se manterem quentes durante o Inverno. Serpentes e muitos outros répteis encontram abrigo em buracos ou covas, e passam o Inverno inactivos, ou dormentes. É um estado semelhante à hibernação. A água é um bom refúgio para muitos animais. Quando o tempo se põe frio, eles movem-se para o fundo dos lagos e lagoas. Aí, rãs, tartarugas e muitos peixes escondem-se debaixo de pedras, troncos ou folhas caídas. Até se podem enterrar mesmo na lama. Ficam dormentes. A água fria fixa mais oxigénio do que água morna, e as rãs e tartarugas podem absorvê-lo através da pele. De Inverno, os insectos procuram abrigo em buracos no solo, debaixo da casca de árvores, em troncos apodrecidos ou em qualquer pequena fenda. Muitos passam o Inverno dormentes, que é semelhante à hibernação, em que o crescimento e desenvolvimento param. Os ritmos do coração e da respiração do insecto baixam, assim como a sua temperatura. Alguns insectos passam o Inverno sob a forma de larva. Outros sob a forma de ninfa. (é nesta altura que muitos deles passam de uma forma a outra). Outros morrem, no Outono, depois de porem ovos que, na Primavera dão lugar a novos insectos e então, por todo o lado, tudo começa de novo. Hibernação Quando chega o Inverno evitamos abrir com frequência as janelas de casa, ligamos o aquecimento e vamos buscar ao fundo do armário os camisolões mais quentes. Na Natureza, a vida dos animais não está tão facilitada. Miguel Monteiro Os animais de sangue-frio (poiquilotérmicos) adoptam a temperatura ambiente e quando esta sofre reduções acentuadas vêem-se incapazes de realizar as suas funções básicas. Assim, cobras, lagartos, cágados e rãs hibernam com a chegada do Inverno. A baixas temperaturas, os animais endotérmicos - com capacidade de regular a sua temperatura - precisam de mais energia para manter o seu metabolismo. Os de menores dimensões, com uma taxa metabólica mais elevada, perdem calor corporal mais rapidamente e, em consequência, têm uma maior necessidade de ingerir alimentos. Neste grupo encontram-se, por exemplo, os insectívoros, como o ouriço, e particularmente os morcegos, que com os meses mais frios ficam privados da sua principal fonte de alimento. A hibernação é uma resposta dos indivíduos às condições adversas do ambiente. O momento de hibernar é despoletado através de indicações externas, como a falta de alimento, a temperatura ou o facto de os dias ficarem mais curtos. Ao nível interno, ciclos sazonais de hormonas, aminoácidos e neurotransmissores podem ser os responsáveis pelo despoletar do período de dormência, particularmente nos répteis. Dentro do que geralmente é catalogado de “hibernação” existem diferentes situações a considerar. Na verdadeira hibernação, o metabolismo é drasticamente diminuído. A digestão cessa, a circulação é reduzida, o sistema imunitário deixa de funcionar e as capacidades sensoriais dos indivíduos sofrem uma quebra. Em consequência, há uma diminuição dos gastos energéticos, podendo o animal sobreviver com a gordura que armazenou no período pré-hibernação. A taxa metabólica regista valores até 1% do normal, a temperatura do corpo pode ficar apenas 1ºC acima da temperatura ambiente, os batimentos cardíacos atingem os 5-10 por minuto e a respiração sofre um abrandamento, podendo existir períodos de apneia de cerca de 1 hora. Dois períodos são cruciais para os hibernantes: o “adormecer” e o acordar. O adormecimento é um processo geralmente lento, com episódios espaçados de dormência. Animais que não tenham adquirido reservas de gordura suficiente não sobreviverão ao Inverno. Por outro lado, se estiverem com problemas de saúde (doenças ou feridas), estes irão agravar-se, pois a redução do consumo de oxigénio altera o pH - levando à inactividade de algumas enzimas - e, a curto prazo, o sistema imunitário ficará inoperante. Quando acordam, a maioria dos animais necessita rapidamente de encontrar água (e de excretar). Os que pesam menos de 10 g recuperam a temperatura ao ritmo máximo de 1ºC por minuto, enquanto que os com mais de 5 kg conseguem um máximo de 0,1ºC/min.. O aumento da temperatura é feito à custa da contracção alternada de músculos antagónicos, que permite a produção de calor (e não de movimento). As mitocôndrias da gordura castanha, como não sintetizam ATP, vão dissipar a energia da oxidação sob a forma de calor, contribuindo também para o aquecimento do corpo. Em ambos os períodos o animal move-se meio adormecido, de forma mais ou menos descoordenada, encontrando-se assim mais vulnerável aos seus predadores. Alguns animais passam por um tipo de dormência que pode durar apenas um dia ou umas horas. Neste estado, a temperatura do corpo, a taxa metabólica e outras funções fisiológicas do animal decrescem, mas não atingem os valores da verdadeira hibernação. Este “sono” é despoletado em qualquer altura de escassez de alimento ou quando o nível de reservas de gordura do organismo é baixo. É comum em noitibós, algumas espécies de texugos, répteis e andorinhas. Quando as temperaturas são muito elevadas e a água é escassa, alguns animais têm forçosamente que conservar a água do corpo. Para tal, diminuem o ritmo respiratório e o metabolismo durante os meses mais quentes do Verão (por exemplo, em regiões desérticas). A este tipo de dormência chama-se “estivação” e ocorre nalguns insectos, anfíbios, répteis e gastrópodes. O urso, ao contrário do que se possa pensar, não é um verdadeiro hibernante. A temperatura do corpo desce apenas 5 a 9 ºC em relação ao normal e os batimentos cardíacos descem de 60-90 bpm (batimentos por minuto) para 8-40 bpm. Para resistir ao frio, tem que procurar um abrigo (e.g. buracos em árvores ou cavernas) com temperatura mais amena, dormindo enrolado de forma a conservar o calor. A cabeça e o torso são mantidos a temperaturas altas, de modo a que o animal possa reagir a eventuais perigos e, no caso das fêmeas, permite-lhes inclusive cuidar das crias. Durante a hibernação os ursos podem perder entre 15 e 40% do peso do seu corpo. Outros animais (como o esquilo), que não sofrem as alterações profundas dos verdadeiros hibernantes, além das reservas de gordura que adquirem, acumulam igualmente alimentos no seu abrigo. Estes serão consumidos nos períodos em que o animal desperta, por exemplo, para excretar ou devido a uma subida pontual da temperatura ambiente. Entre os animais de companhia que hibernam, os mais comuns são as tartarugas e os cágados. Depois de confirmada a origem da espécie e que de facto é uma tartaruga hibernante, antes da entrada no período de dormência deve-se examinar os indivíduos e certificar-se que: o nariz está seco; os olhos estão limpos e as pálpebras não estão inchadas; há acumulação de gordura nos ombros e patas; não existem feridas recentes nas patas, cabeça ou pescoço; não há áreas descoloradas ou moles na carapaça nem manchas de outras cores na pele. Caso não se verifique uma destas situações é provável que o animal não esteja em condições de hibernar.
  • Estado de sonolência e inactividade., durante o qual as actividades vitais de um organismo são reduzidas ao mínimo necessário à sua sobrevivência. O ritmo respiratório e cardíaco reduzem-se e a sua temperatura corporal baixa, o que lhe permite sobreviver sem se alimentar, utilizando apenas as reservas de gordura que armazenou antes da chegada da estação desfavorável
  • Adaptações do pinguim-imperador ao frio Pinguim-imperador a mergulhar. O pinguim-imperador é a espécie de ave que se reproduz no ambiente mais frio. As temperaturas do ar podem chegar aos 40 °C negativos, e a velocidade do vento pode atingir os 144 km/h. A temperatura da água é próxima do ponto de congelamento, com cerca de 1,8 °C negativos, que é muito inferior à temperatura média corporal do pinguim-imperador, que é de 39 °C. A espécie adaptou-se de várias formas para evitar a perda de calor.[17] As penas proporcionam de 80 a 90% do seu isolamento térmico, e possuem uma camada subdérmica de gordura que pode chegar a ter 3 cm de espessura antes de uma época de reprodução.[18] As sua penas rígidas são curtas, lanceoladas e formam um conjunto denso ao longo de toda a superfície da pele. Com cerca de 100 penas a cobrir 6,5 cm², é a espécie de ave com maior densidade de penas.[19] Uma camada extra de isolamento é formado por tufos de primeira plumagem, entre as penas e a pele. Os músculos permitem que as penas permaneçam erectas quando as aves estão em terra, reduzindo a perda de calor ao fixarem uma camada de ar junto à pele. Inversamente, a plumagem ajusta-se junto à pele quando a ave está na água, provocando a impermeabilização da pele e da camada de plumagem adjacente.[20] A limpeza das penas é vital para garantir o correcto isolamento térmico e para manter a plumagem oleosa e repelente de água.[21] O pinguim-imperador tem a capacidade de fazer termorregulação (manter constante a sua temperatura corporal) sem alterar o seu metabolismo, num intervalo grande de temperaturas. Conhecido como o intervalo termoneutro, pode estender-se dos –10 aos 20 °C. Abaixo deste intervalo de temperatura, a sua taxa metabólica aumenta significativamente, apesar de o indivíduo poder manter a sua temperatura corporal entre os 37,6 e os 38,0 °C até aos -47 °C de temperatura ambiente.[22] Para aumentarem o metabolismo, podem fazer um conjunto de movimentos: nadar, andar e tremer. Um quarto processo envolve a quebra metabólica de gorduras por enzimas, acção induzida pela hormona glucagon.[23] A temperaturas acima de 20 °C, o pinguim-imperador pode exibir agitação, isto porque o aumento de temperatura e de taxa metabólica leva a um aumento da perda de calor. Levantando as suas asas e expondo a parte inferior do corpo, aumenta a exposição da superfície corporal ao ar em cerca de 16%, facilitando uma maior http://pt.wikipedia.org/wiki/Pinguim-imperador#Adapta.C3.A7.C3.B5es_ao_frio
  • Adaptações do pinguim-imperador ao frio Pinguim-imperador a mergulhar. O pinguim-imperador é a espécie de ave que se reproduz no ambiente mais frio. As temperaturas do ar podem chegar aos 40 °C negativos, e a velocidade do vento pode atingir os 144 km/h. A temperatura da água é próxima do ponto de congelamento, com cerca de 1,8 °C negativos, que é muito inferior à temperatura média corporal do pinguim-imperador, que é de 39 °C. A espécie adaptou-se de várias formas para evitar a perda de calor.[17] As penas proporcionam de 80 a 90% do seu isolamento térmico, e possuem uma camada subdérmica de gordura que pode chegar a ter 3 cm de espessura antes de uma época de reprodução.[18] As sua penas rígidas são curtas, lanceoladas e formam um conjunto denso ao longo de toda a superfície da pele. Com cerca de 100 penas a cobrir 6,5 cm², é a espécie de ave com maior densidade de penas.[19] Uma camada extra de isolamento é formado por tufos de primeira plumagem, entre as penas e a pele. Os músculos permitem que as penas permaneçam erectas quando as aves estão em terra, reduzindo a perda de calor ao fixarem uma camada de ar junto à pele. Inversamente, a plumagem ajusta-se junto à pele quando a ave está na água, provocando a impermeabilização da pele e da camada de plumagem adjacente.[20] A limpeza das penas é vital para garantir o correcto isolamento térmico e para manter a plumagem oleosa e repelente de água.[21] O pinguim-imperador tem a capacidade de fazer termorregulação (manter constante a sua temperatura corporal) sem alterar o seu metabolismo, num intervalo grande de temperaturas. Conhecido como o intervalo termoneutro, pode estender-se dos –10 aos 20 °C. Abaixo deste intervalo de temperatura, a sua taxa metabólica aumenta significativamente, apesar de o indivíduo poder manter a sua temperatura corporal entre os 37,6 e os 38,0 °C até aos -47 °C de temperatura ambiente.[22] Para aumentarem o metabolismo, podem fazer um conjunto de movimentos: nadar, andar e tremer. Um quarto processo envolve a quebra metabólica de gorduras por enzimas, acção induzida pela hormona glucagon.[23] A temperaturas acima de 20 °C, o pinguim-imperador pode exibir agitação, isto porque o aumento de temperatura e de taxa metabólica leva a um aumento da perda de calor. Levantando as suas asas e expondo a parte inferior do corpo, aumenta a exposição da superfície corporal ao ar em cerca de 16%, facilitando uma maior http://pt.wikipedia.org/wiki/Pinguim-imperador#Adapta.C3.A7.C3.B5es_ao_frio
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    1. 1. ESCOLA E.B.2/3 CIDADE DE CASTELO BRANCOFACTORES ABIÓTICOSTEMPERATURA Prof. Teresa Condeixa Monteiro (adaptado de vários autores anónimos) http://www.angelfire.com/un/esmm_cn8/fact_abio.pdf CIÊNCIAS NATURAIS 8ºANO 2010/2011
    2. 2. Factores abióticos - TEMPERATURA Temperatura é a medida da quantidade de calor existente num dado ambiente Está associada à luz, uma vez que a luz solar tem uma componente luminosa e uma componente calorífica. Varia com: Altitude ou Latitude Estação do ano profundidade
    3. 3. Factores abióticos Factores do meio físico que influenciam o funcionamento dos organismos, afectando o seu desenvolvimento e comportamento.
    4. 4. Factores abióticos - TEMPERATURA Factor de grande importância para os seres vivos Influência o período de actividade, as características morfológicas e o comportamento dos seres vivos
    5. 5. Factores abióticos - TEMPERATURA Variação da taxa de crescimento de uma espécie… Em A - a taxa de crescimento do ser vivo aumenta com o aumento do factor em questão. A B Em B - a taxa de crescimento do ser vivo diminui com o aumento do factor em questão. In Escola virtual -portoeditora
    6. 6. Factores abióticos - TEMPERATURA Variação da taxa de crescimento de uma espécie em função da temperatura Temperatura óptima valores que levam a espécie a reagir favoravelmente. Temperatura letal temperaturas que levam à morte dos seres vivos. Intervalo de tolerância valores situados entre as temperaturas óptimas e as letais.
    7. 7. Factores abióticos - TEMPERATURA Classificação dos seres vivos de acordo com a sua tolerância perante variações de temperaturaESTENOTÉRMICOS - não toleram grandes variações detemperaturaEURITÉRMICOS - toleram grandes variações de temperatura estenotérmica euritérmica Temperatura
    8. 8. Factores abióticos - TEMPERATURA Classificação dos seres vivos de acordo com a sua temperatura corporal: HOMEOTÉRMICOS animais que mantêm a temperatura corporal constante, independentemente da temperatura do meio ambiente. Ex: aves e mamíferos POIQUILOTÉRMICOS animais cuja temperatura corporal varia consoante varia a temperatura do ambiente em que estão inseridos.Ex: peixes, répteis, anfíbios
    9. 9. Factores abióticos - TEMPERATURA Adaptações às temperaturas desfavoráveis:
    10. 10. Factores abióticos - TEMPERATURA Adaptações às temperaturas desfavoráveis: ADAPTAÇÕES COMPORTAMENTAIS ADAPTAÇÕES CORPORAIS
    11. 11. Factores abióticos - TEMPERATURA Adaptações comportamentais às temperaturas desfavoráveis: Migração Percorrem as mais variadas distâncias, em busca de um local para reprodução ou melhores condições climáticas e abundância de alimentos. Ex: flamingos, cegonha negra, andorinhas
    12. 12. Factores abióticos - TEMPERATURA Adaptações comportamentais às temperaturas desfavoráveis: Redução das actividades vitais para valores mínimos, ficando num estado de vida latente. Hibernação Se ocorrer na estação fria Ex.: ouriço-cacheiro Estivação Se ocorrer na estação quente Ex.: caracóis; crocodilo
    13. 13. Factores abióticos - TEMPERATURA Animais que hibernam Estado de sonolência e inactividade. O ritmo respiratório e cardíaco reduzem-se e a sua temperatura corporal baixa. Ex.: Ouriço-cacheiro; Urso-pardo; Castor; Musaranho Marmota; Doninha; Esquilo; Morcego; Hamster; Texugo
    14. 14. Factores abióticos - TEMPERATURA Adaptações comportamentais às temperaturas desfavoráveis: Abrigam-se durante parte do dia
    15. 15. Factores abióticos - TEMPERATURA Adaptações morfológicas que permitem aos animais resistir a temperaturas desfavoráveis: Quantidade de gordura subcutânea Tamanho e densidade dos pêlos Tamanho das orelhas e focinho
    16. 16. Factores abióticos - TEMPERATURA Adaptações morfológicas que permitem aos animais resistir às temperaturas frias: • Pêlos mais densos/compridos – raposas e urso polar • Grande teor de gordura - pinguins • Extremidades mais curtas (focinho, orelhas) Estas características fazem com que a perda de calor seja mínima, permitindo assim a sobrevivência.
    17. 17. Factores abióticos - TEMPERATURA Adaptações morfológicas que permitem aos animais resistir às temperaturas quentes: • Pêlos menos densos e mais curtos • Menos gordura • Maior superfície corporal em contacto com o exterior (orelhas grandes) • Revestimento de escamas para proteger do calor excessivo Raposa feneco Estas características facilitam a perda de calor para o meio e evitam o sobreaquecimento.
    18. 18. Factores abióticos - TEMPERATURA Adaptações das plantas às baixas temperaturas: •Plantas anuais existem •Pantas bienais •Plantas vivazes ou perenes
    19. 19. Factores abióticos - TEMPERATURA Adaptações das plantas às baixas temperaturas: Isabel Lopes
    20. 20. Factores abióticos - TEMPERATURA Adaptações das plantas às baixas temperaturas: • Plantas anuais • Não conseguem suportar o frio deixando as sementes para germinar no ano seguinte. Ex.: feijoeiro. • Plantas bienais • Perdem a sua parte aérea mas mantêm a parte subterrânea. Ex.: lírio
    21. 21. Factores abióticos - TEMPERATURA Adaptações das plantas às baixas temperaturas: • Plantas vivazes ou perenes • Mantêm a sua estrutura todo o ano, apesar de algumas serem de folha caduca.Árvores com copa em Δ, folhas pequenas Árvores que deixam cair as folhascobertas por uma cutícula e ficam em estado latente
    22. 22. http://www.angelfire.com/un/esmm_cn8/fact_abio.pdf

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