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As teorias de Robert Gagné, Jerome Bruner, David Ausubel e Paulo Freire.

  1. 1. ATIVIDADE 1: As teorias de Robert Gagné, Jerome Bruner, David Ausubel e Paulo Freire.
  2. 2. A proposta idealizada por Gagné situa-se entre o behaviorismo e o cognitivismo, pois apresenta a construção da aprendizagem por meio de estímulos, respostas, estimulação do ambiente, comportamentos, sem deixar de abordar processos internos de aprendizagem, além de enfatizar a importância das teorias de aprendizagem para a instrução. Esta mescla permite uma visão mas conservadora do processo de aprendizagem, nesta passagem representada pelo behaviorismo, sem deixar de levar em conta as novas percepção que surgiram com o cognitivismo. A TEORIA DE ROBERT GAGNÉ
  3. 3. A aprendizagem, segundo Gagné: “É uma mudança de estado interior que se manifesta por meio da mudança de comportamento e na persistência dessa mudança. Um observador externo pode reconhecer que houve aprendizagem quando observa a ocorrência de uma mudança comportamental e também a permanência desta mudança.” A TEORIA DE ROBERT GAGNÉ
  4. 4. Nessa teoria, são dois tipos distintos de eventos, os externos e os internos ao aprendiz: O externo é relacionado à estimulação e ao produto consequência da sua resposta. O interno ocorrendo no sistema nervoso central do estudante, inferidos de observações externas. Assim o processo de aprendizagem se completa, a partir da combinação dos dois eventos. A TEORIA DE ROBERT GAGNÉ
  5. 5. Segundo Bruner, o que é relevante em uma matéria de ensino é sua estrutura, suas ideias e relações fundamentais. Para haver fidelidade à estrutura básica da matéria tratada, pensadores e cientistas mais capazes em cada disciplina particular devem ser mobilizados. Quanto à questão de como ensinar, Bruner destaca o processo da descoberta, através da exploração de alternativas e o currículo em espiral. O método da descoberta consiste de conteúdos de ensino percebidos pelo aprendiz em termos de problemas, relações e lacunas que ele deve preencher, a fim de que a aprendizagem seja considerada significante e relevante. Com isso, o ambiente para a aprendizagem por descoberta deve proporcionar alternativas, resultando no aparecimento de relações e similaridades. A TEORIA DE JEROME BRUNER
  6. 6. Também, segundo Bruner, a descoberta de um princípio ou de uma relação, pelo aprendiz, é essencialmente idêntica à descoberta que um cientista faz em seu laboratório O currículo em espiral, por sua vez, significa que o aprendiz deve ter a oportunidade de ver o mesmo tópico mais de uma vez, em diferentes níveis de profundidade e em diferentes modos de representação. A TEORIA DE JEROME BRUNER
  7. 7. O conceito central da teoria de Ausubel é o de aprendizagem significativa, um processo através do qual uma nova informação se relaciona de maneira não arbitrária e substantiva a um aspecto relevante da estrutura cognitiva do indivíduo. Neste processo a nova informação interage com uma estrutura de conhecimento específica, a qual Ausubel chama de subsunçor", existente na estrutura cognitiva de quem aprende. O "subsunçor" é um conceito, uma idéia, uma proposição já existente na estrutura cognitiva, capaz de servir de "ancoradouro" a uma nova informação de modo que ela adquira, assim, significado para o indivíduo: a aprendizagem significativa ocorre quando a nova informação "ancora-se" em conceitos relevantes preexistentes na estrutura cognitiva. A TEORIA DE DAVID AUSUBEL
  8. 8. A teoria de Ausubel leva em conta a história do sujeito e ressalta o papel dos docentes na proposição de situações que favoreçam a aprendizagem. De acordo com ele, há duas condições para que a aprendizagem significativa ocorra: o conteúdo a ser ensinado deve ser potencialmente revelador e o estudante precisa estar disposto a relacionar o material de maneira consistente e não arbitrária. A TEORIA DE DAVID AUSUBEL
  9. 9. Freire argumentava que existe uma sabedoria popular, ou seja, os alunos trazem consigo vivências, conhecimentos e hábitos que devem ser levados em conta no sentido de uma conscientização visando, como fim, a uma transformação social. A TEORIA DE PAULO FREIRE
  10. 10. A verdadeira aprendizagem é aquela que transforma o sujeito, ou seja, os saberes ensinados são reconstruídos pelos educadores e educandos e, a partir dessa reconstrução, tornam-se autônomos, emancipados, questionadores, inacabados. “Nas condições de verdadeira aprendizagem, os educandos vão se transformando em reais sujeitos da construção e da reconstrução do saber ensinado, ao lado do educador igualmente sujeito do processo”. (FREIRE, 1996, p. 26). Sob esse ponto de vista, percebemos a posição do educando como sujeito desse processo de reformulação do conhecimento, ao lado do educador. Ele passa a ser visto como agente e não mais como objeto, isto é, ambos fazem parte do processo ensino-aprendizagem numa concepção progressivista. A TEORIA DE PAULO FREIRE
  11. 11. O referido autor considera ainda que: “Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção” (FREIRE, 1996, p. 21). Dito de outra forma, o docente deve transmitir o conhecimento buscando proporcionar ao discente a compreensão do que foi exposto e, a partir daí, permitir que o mesmo dê um novo sentido, quer dizer, a ideia é não dar respostas prontas, mas criar possibilidades, abrir oportunidades de indagações e sugestões, de raciocínio, de opiniões diversas etc. Jamais impedir as interações, as opiniões, os erros e os acertos, isto é, todos esses elementos permitirão que o aluno alcance o real conhecimento e continue a buscá-lo incessantemente de forma autônoma e prazerosa. A TEORIA DE PAULO FREIRE

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