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Universidade Estadual de LondrinaObjetivos específicos • Revisão da literatura econômica. • Evolução descritiva das variáv...
Universidade Estadual de LondrinaMateriais e Métodos• Pesquisa bibliográfica longitudinal.• Dados mensais retirados no IPE...
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Universidade Estadual de LondrinaModelo empírico• Sims (1980) desenvolve o VAR – “Macroeconomics and  Reality”• O modelo V...
Universidade Estadual de LondrinaModelo empírico
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Universidade Estadual de LondrinaReferênciasFRAGA A.; GOLDFAJN I.; MINELLA A., “Inflation Targets in EmergingMarket Econom...
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Taxa de juros, taxa de câmbio e inflação tcc

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Taxa de juros, taxa de câmbio e inflação tcc

  1. 1. Universidade Estadual de Londrina Taxa de Juros, Taxa de Câmbio eNível de Preços no Brasil de 1994 a 2010: Uma análise econométrica Aluno: Pedro Henrique P. Martins Orientadora: Dr(a) Maria de Fátima Sales de Souza Campos Londrina - 2011
  2. 2. Universidade Estadual de LondrinaIntroduçãoPanorama da economia no período de 1994 a 2010:• Estabilização da inflação através do Plano Real.• Reações à Crises tanto nacionais quanto internacionais.• Mudança de regime cambial em janeiro de 1999• Troca de mandato presidencial em 1998, 2002 e 2006.
  3. 3. Universidade Estadual de LondrinaProblemas, Justificativas e Objetivos • De que maneira as variáveis em análise se relacionam? • Debate entre correntes teóricas: Ortodoxos x Heterodoxos. • Variáveis relevantes que influenciam o desempenho econômico num período recente e importante da história brasileira. • Mensurar o efeito de cada uma sobre as outras no período selecionado?
  4. 4. Universidade Estadual de LondrinaObjetivos específicos • Revisão da literatura econômica. • Evolução descritiva das variáveis. • Atualizar os trabalhos na área por se tratar de um período extenso. • Estimação do modelo visando mensurar os impactos do set de variáveis.
  5. 5. Universidade Estadual de LondrinaMateriais e Métodos• Pesquisa bibliográfica longitudinal.• Dados mensais retirados no IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada)• Seccionamento gráfico em três subperíodos.• Divisão em 2 subperíodos para análise econométrica.• Testes e estimação realizados no software STATA 10®
  6. 6. Universidade Estadual de LondrinaRevisão da Literatura – taxa de juros • Taxa de juros determinada pela soma das demandas individuais. KRUGMAN E OBSTFELD (2005) • Oferta de moeda fixada pela entidade monetária. • Controle monetário através da emissão de títulos públicos
  7. 7. Universidade Estadual de LondrinaRevisão da Literatura- taxa de câmbio Conceito segundo Obstfeld e Rogoff (1996): “É o preço da moeda de um país escrita na forma monetária de outro país” Tipos de regimes: regime cambial fixo e flutuante • Regime cambial fixo: Política fiscal ativa • Regime cambial flutuante: Política monetária ativa
  8. 8. Universidade Estadual de LondrinaRevisão da Literatura – nível de preços Conceito de inflação: “É o aumento generalizado e contínuo do nível de preços” Tipos de inflação: • Inflação de demanda • Inflação de custo • Inflação estrutural • Inflação inercial
  9. 9. Universidade Estadual de LondrinaDesenvolvimento• Divergências entre autores: Serrano F. (2006) diverge de Fraga A.; GoldfajnI.; Minella A. (2003) no que diz respeito aofuncionamento das Metas Inflacionárias. SegundoSerrano (2006): “Assim, o câmbio valorizado não é umsubproduto indesejável da política monetária, e sim oinstrumento principal de controle da inflação decusto”.
  10. 10. Universidade Estadual de Londrina GRÁFICO 1 – Evolução da taxa de juros, câmbio e inflação no período de janeiro de 1994 a dezembro de 19985.00% 2 1.84.00% 1.63.00% 1.42.00% 1.21.00% 10.00% 0.8-1.00% 0.6 Taxa de juros - Over / Selic IPCA em % Taxa de câmbio - R$/U$ - Eixo secundário Fonte: Elaborado pelo autor com base nos dados retirados no IPEADATA – 2011
  11. 11. Universidade Estadual de Londrina GRÁFICO 2 – Evolução da taxa de juros, câmbio e inflação no período de janeiro de 1999 a dezembro de 20024.00% 4.53.50% 4 3.53.00% 32.50% 2.52.00% 21.50% 1.51.00% 10.50% 0.50.00% 0 1999.01 1999.02 1999.03 1999.04 1999.05 1999.06 1999.07 1999.08 1999.09 1999.10 1999.11 1999.12 2000.01 2000.02 2000.03 2000.04 2000.05 2000.06 2000.07 2000.08 2000.09 2000.10 2000.11 2000.12 2001.01 2001.02 2001.03 2001.04 2001.05 2001.06 2001.07 2001.08 2001.09 2001.10 2001.11 2001.12 2002.01 2002.02 2002.03 2002.04 2002.05 2002.06 2002.07 2002.08 2002.09 2002.10 2002.11 2002.12 Taxa de juros - Over / Selic IPCA em % Taxa de câmbio - R$/U$ - Eixo secundário Fonte: Elaborado pelo autor com base nos dados retirados no IPEADATA – 2011
  12. 12. Universidade Estadual de Londrina GRÁFICO 3 – Evolução da taxa de juros, câmbio e inflação no período de janeiro de 2003 a dezembro de 20102.50% 3.82.00% 3.31.50% 2.81.00% 2.30.50% 1.80.00% 1.3-0.50% 0.8 Taxa de juros - Over / Selic IPCA em % Taxa de câmbio R$/U$ - Eixo secundário Fonte: Elaborado pelo autor com base nos dados retirados no IPEADATA – 2011
  13. 13. Universidade Estadual de LondrinaModelo empírico• Sims (1980) desenvolve o VAR – “Macroeconomics and Reality”• O modelo VAR visa examinar as relações lineares entre cada variável, e os valores defasados entre as mesmas em um conjunto de variáveis. LUTKEPOHL, KRATZIG (2004)• Séries estacionárias – Teste de Dickey-Fuller• Critérios de informação: Schwartz-Bayesian , Akaike, Hannan-Quinn e Final Prediction Error
  14. 14. Universidade Estadual de LondrinaModelo empírico
  15. 15. Universidade Estadual de LondrinaResultados e discussõesTABELA 7 -Vetor Autoregressão - var_modelo1 d_selic Coef. P>z cambio Coef. P>z ipca Coef. P>z d_selic d_selic d_selic 0,0695 0,6100 0,0019 0,4960 0,0160 0,9290 L1. L1. L1. cambio cambio cambio 0,0358 0,5600 1,0065 0,0000 0,0877 0,2820 L1. L1. L1. ipca ipca ipca -0,075 0,1700 0,0002 0,8050 0,8590 0,0000 L1. L1. L1.Fonte: Elaborado pelo autor com base no resultado da pesquisa
  16. 16. Universidade Estadual de LondrinaResultados e discussõesTABELA 9–Vetor Autoregressão– var_modelo2 selic Coef. P>z cambio Coef. P>z ipca Coef. P>z selic selic selic L1. 0,4390 0,00 L1. -0,091 0,235 L1. -0,2493 0,102 L2. 0,2560 0,00 L2. -0,177 0,032 L2. 0,188 0,250 L3 0,1400 0,06 L3 -0,024 0,739 L3 0,4728 0,739 cambio cambio cambio L1. 0,1938 0,02 L1. 0,88 0,000 L1. -0,1865 0,252 L2. 0,1503 0,18 L2. 0,235 0,031 L2. -0,8825 0,000 L3. -3,1310 0,00 L3 -0,164 0,045 L3 -0,949 0,000 ipca ipca ipca L1. 0,0863 0,03 L1. -0,05 0,194 L1. 0,6643 0,000 L2. 0,0127 0,79 L2. 0,019 0,672 L2. -0,2142 0,017 L3. 0,0304 0,45 L3 -0,017 0,661 L3 0,1607 0,035 Interc. 0,0514 0,41 Interc. 0,058 0,334 Interc. -0,4667 0,696Fonte: Elaborado pelo autor com base no resultado da pesquisa
  17. 17. Universidade Estadual de LondrinaConsiderações finais • Taxa de juros responde à choques até 1999. • Política fiscal sobrepondo a monetária no combate a inflação até 1999. • Para os ortodoxos o sistema de Metas inflacionárias funciona. • Para os heterodoxos funciona, mas não como alegam os ortodoxos. • Após mudança de regime cambial a política monetária é mais ativa. • Controle da inflação via taxa de câmbio e não via taxa de juros.
  18. 18. Universidade Estadual de LondrinaReferênciasFRAGA A.; GOLDFAJN I.; MINELLA A., “Inflation Targets in EmergingMarket Economies”.National Bureau of EconomicResearch, Cambridge.Out. 2003. Disponível em: http://www.nber.org/papers/w10019 .Acesso em25 de mar. 2011.IPEA – Insituto de Pesquisa Econômica Aplicada, em:http://www.ipeadata.gov.br/.KRUGMAN, P; OBSTFELD, M. Economia Internacional: Teoria ePolítica. 6 ed. São Paulo: Pearson Addison Wesley. 2005. 558p.LUTKEPOHL H; KRATZIG M; Applied Time Series Econometrics.Cambridge. Cambridge University Press. 2004 IBSN-10 0-511-21739-0.OBSTFELD M; ROGOFF, K. Foundations of InternationalSERRANO F. “Taxa de juros, taxa de câmbio e metas de inflação”,JornalValor Econômico. Rio de Janeiro. 24 de mar. 2006.
  19. 19. Universidade Estadual de LondrinaAgradecimentosÀ minha família, aos meus amigos, aomeu filho Felipe.À CNPq pela estabilidade proporcionada.À UEL, funcionários e professores emespecial a minha orientadora Maria deFátima.
  20. 20. Universidade Estadual de LondrinaProcedimentos econométricos – Critérios de informação MODELO 1 Número de observações : 48 Seleção da ordem de defasagem Critérios de informação lag LL RR df p FPE AIC HQIC SBIC 1 138,102 . 9 . 9,3e-07* -13,8929* -13,7603* -13,5420* 2 146,137 16,069 9 0,065 9,70E-07 13,8527 -13,5875 13,151 3 151,364 10,453 9 0,315 1,10E-06 -13,6954 -13,2977 -12,6429 4 158,855 14,983 9 0,091 1,20E-06 -13,6326 -13,1022 -12,2292 MODELO 2 Número de observações :144 Seleção da ordem de defasagem Critérios de informação lag LL RR df p FPE AIC HQIC SBIC 0 -234,648 . . 0,0054 -5,254 -5,254 -5,254 1 83,623 636,54 9 0 0,0007 -9,55 -9,474 -9,364* 2 98,906 30,566 9 0 0,0006 -9,637 -9,486 -9,266 3 123,673 49,534* 9 0 0,0050* -9,856* -9,630* -9,299 4 129,467 11,587 9 0,238 0,0055 -9,811 -9,51 -9,069
  21. 21. Universidade Estadual de Londrina Períodograma de Barttlet para ruído branco Cumulative Periodogram White-Noise Test1.00 Resíduos -Modelo 10.800.600.400.200.00 0.00 0.10 0.20 0.30 0.40 0.50 Frequency Bartletts (B) statistic = 1.32 Prob > B = 0.0625 1.00 Cumulative Periodogram White-Noise Test Fonte: Elaborado pelo autor com base nos resultados da pesquisa Cumulative periodogram for resid 0.80 0.60 0.40 0.20 0.00 Resíduos -Modelo 2 0.00 0.10 0.20 Frequency 0.30 0.40 0.50 Bartletts (B) statistic = 0.61 Prob > B = 0.8563
  22. 22. Universidade Estadual de LondrinaFunção impulso resposta – modelo 1 imp/resp, cambio, cambio imp/resp, cambio, d_selic imp/resp, cambio, ipca 1 .5 0 -.5 imp/resp, d_selic, cambio imp/resp, d_selic, d_selic imp/resp, d_selic, ipca 1 .5 0 -.5 imp/resp, ipca, cambio imp/resp, ipca, d_selic imp/resp, ipca, ipca 1 .5 0 -.5 0 1 2 3 4 5 0 1 2 3 4 5 0 1 2 3 4 5 step 95%Intervalo de confiança Função Impulso Resposta (irf)
  23. 23. Universidade Estadual de LondrinaFunção impulso resposta – modelo 2 imp/resp, cambio, cambio imp/resp, cambio, ipca imp/resp, cambio, selic 1.5 1 .5 0 -.5 imp/resp, ipca, cambio imp/resp, ipca, ipca imp/resp, ipca, selic 1.5 1 .5 0 -.5 imp/resp, selic, cambio imp/resp, selic, ipca imp/resp, selic, selic 1.5 1 .5 0 -.5 0 2 4 6 8 0 2 4 6 8 0 2 4 6 8 95% Intervalo de confiança Função Impulso Resposta
  24. 24. Universidade Estadual de LondrinaDecomposição da variância da previsãodo erro– modelo 1 Impulso: d_selic Impulso: cambio Impulso: ipca Step d_selic cambio ipca d_selic cambio ipca d_selic cambio ipca 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 0,1228 0,0176 0 0,8771 0,0026 0 0 0,9796 2 0,9906 0,1551 0,0194 0,00003 0,8446 0,0026 0,0093 0,0001 0,9779 3 0,9826 0,1672 0,002 0,00006 0,8324 0,0025 0,0172 0,0002 0,9773 4 0,9767 0,1733 0,0204 0,00008 0,8262 0,0025 0,0231 0,0003 0,977 5 0,9725 0,177 0,0207 0,00009 0,8224 0,0024 0,0274 0,0004 0,9768 6 0,9693 0,1795 0,0209 0,001 0,8198 0,0023 0,0305 0,0005 0,9766Fonte: Elaborado pelo autor com base nos resultados da pesquisa.
  25. 25. Universidade Estadual de LondrinaDecomposição da variância da previsãodo erro– modelo 2 Impulso: selic Impulso: cambio Impulso: ipca Step selic cambio ipca selic cambio ipca selic cambio ipca 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 0,0102 0 0 0,9897 0,0049 0 0 0,995 2 0,9468 0,0243 0,0132 0,0314 0,9702 0,0167 0,0217 0,0053 0,9699 3 0,8261 0,0161 0,0171 0,1348 0,9742 0,193 0,039 0,0095 0,7898 4 0,7722 0,013 0,018 0,1755 0,9727 0,2367 0,0522 0,0142 0,7451 5 0,7163 0,0109 0,0179 0,2217 0,9713 0,2529 0,0618 0,0177 0,729 6 0,6756 0,01 0,0179 0,2567 0,9695 0,2601 0,0676 0,0204 0,7218 7 0,644 0,0101 0,0182 0,2849 0,968 0,2679 0,0709 0,0217 0,7137 8 0,6207 0,0107 0,0187 0,3058 0,9668 0,2719 0,0734 0,0223 0,7092 9 0,6017 0,0119 0,0195 0,3233 0,9657 0,2748 0,749 0,0223 0,7055 10 0,5865 0,0132 0,0202 0,3374 0,9646 0,2771 0,0759 0,022 0,7025Fonte: Elaborado pelo autor com base nos resultados da pesquisa

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