Rumos da Política de Comércio Exterior

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Rumos da Política de Comércio Exterior

  1. 1. 1|OsRumosdaPolíticadeComércioExteriordoBrasil Os Rumos da Política de Comércio Exterior do Brasil 11 de setembro de 2014 das 09h00 às 17h00 Auditório Itaú I N S T I T U T E Analistas Brasileiros de Comércio Internacional Brazilian International Trade Scholars, Inc
  2. 2. 3|OsRumosdaPolíticadeComércioExteriordoBrasil Os Rumos da Política de Comércio Exterior do Brasil O superávit do comércio exterior brasileiro mostra declínio desde 2006. Caiu de US$ 46 bilhões em 2006 para US$ 2,5 bilhões em 2013, podendo apresentar déficit em 2014. Algumas razões são apresentadas para esse declínio: a crise econômica de 2008, que paralisou a economia global, sem que até hoje tenha ocorrido recuperação significativa nas grandes economias; a reorientação da economia chinesa, que resultou em taxas menores de crescimento, diminuindo a demanda por commodities, os principais produtos exportados pelo Brasil; a perda de competitividade global dos produtos industrializados brasileiros, cuja participação decresceu significativamente nas exportações de nosso país. No entanto, uma visão mais aguda do quadro ajuda a detectar questões outras que poderiam explicar a atual perda de fôlego do comércio exterior brasileiro. AlémdasquestõesdeCustoBrasil,cargatributária,encargostrabalhistasecâmbio,debate-se,nosmeiosacadêmicos, se a perda de ímpeto do comércio não seria consequência da opção do País pelo multilateralismo, em detrimento dos acordos preferenciais de comércio, e pela ênfase no comércio Sul-Sul, fragilizando a alternativa Norte-Sul, que envolve os países desenvolvidos, com o consequente distanciamento das cadeias globais de valor. Diante desse quadro, o CCGI – Centro do Comércio Global e Investimento da FGV/EESP, com o apoio da FIESP, CINDES, ABCI e Valor Econômico, propõe a realização da Conferência Os Rumos da Política de Comércio Exterior do Brasil em que serão debatidos os principais pontos de uma proposta de agenda. Serão apresentados dados sobre as oportunidades a serem exploradas, resultados de modelagem de possíveis acordos, bem como a posição do Brasil com relação às cadeias globais de valor. Finalmente, serão discutidas medidas que possam gerar os ajustes necessários tanto em termos de atuação diplomática, quanto de reformulação da estrutura do comércio exterior do Brasil. Questões a serem debatidas: 1) Por que o superávit comercial brasileiro perdeu fôlego nos últimos anos? 2) Qual o peso da crise global nessa perda? 3) Qual o impacto da diminuição do ritmo de desenvolvimento da China? 4) Qual o peso da perda de competitividade dos produtos industrializados? 5) Como se tem comportado o setor de serviços? 6) O que significa participar das cadeias globais de valor? 7) Por que as exportações de bens industrializados perderam competitividade global? 8) Quais as vantagens da opção do Brasil pelo multilateralismo? 9) Os tratados de comércio preferencial podem ser uma alternativa válida? 10) Há conflito entre a opção multilateralista e a opção por acordos comerciais? 11) Há contradição entre o Brasil manter boas relações Norte-Sul e Sul-Sul? 12) Se os EUA e a União Europeia assinarem o TTIP, como o Brasil será afetado? 13) Qual o potencial de comércio no âmbito dos BRICS? 14) Há vantagens no Brasil se aproximar da Aliança do Pacífico? 15) O Mercosul, hoje, é uma vantagem ou um peso para o Brasil?
  3. 3. 4|OsRumosdaPolíticadeComércioExteriordoBrasil Programação do Evento 09h00 às 10h30 – Abertura 09h00 às 10h30 - Painel 1 - Dados e Fatos: um retrato do Brasil nas correntes internacionais de comércio Objetivo: Apresentar um quadro atual dos fluxos, origens e destinos das exportações e importações brasileiras. Examinaraparticipaçãodaagricultura,indústriaeserviçosnocomércio,eoporquêdaperdadacompetitividade brasileira. Comparar custos mão de obra, energia, tributários e de infraestrutura com os de outros parceiros internacionais do Brasil. Presidente: Yoshiaki Nakano Daniel Godinho – Secretário de Comércio Exterior – SECEX Ricardo Markwald – Funcex Mario Marconini - FIESP Tatiana Palermo – CNA Mauro Laviola – AEB 10h30 às 10h45 – Coffee Break 10h45 às 12h15 – Painel 2 - Brasil: as estratégias possíveis - sul-sul ou sul-norte? Objetivo: Debater as vantagens e desvantagens da atual Política de Comércio Exterior do Brasil. Examinar como reforçar o multilateralismo da OMC com os ganhos dos acordos comerciais. Debater quais seriam as opções para acordos comerciais: sul-sul, sul-norte, sul-leste ou sul-oeste. Analisar os impactos para o Brasil dos Mega- Acordos Comerciais (TTIP e TPP) e o enfraquecimento da OMC. Discutir se o Mercosul é hoje uma oportunidade ou uma camisa de força para o comércio. Indagar sobre as opções do Brasil para a América do Sul, e se a Aliança do Pacífico representa uma ameaça da China na região. Questionar o que representam os BRICS e como podem atuar para resgatar a posição central da OMC. Presidente: Luiz Serrano – Valor Econômico Acadêmico – Vera Thorstensen – FGV/EESP Aluisio Lima Campos – American University School of Law Ronaldo Costa – MRE Sandra Rios – Cindes Welber Barral – Professor Instituto Rio Branco 12h15 às 13h30 – Painel 3 - O Brasil nas cadeias globais de valor: custos e oportunidades de se conectar às cadeias Objetivo: Apresentar a posição do Brasil nas cadeias globais. Debater quais setores industriais e de serviços tem potencial para integrar-se e beneficiar-se das cadeias globais de produção. Indagar qual é o papel dos serviços na agregação de valor das cadeias. Examinar quais seriam os programas de uma plataforma de inserção do Brasil nessas cadeias. Analisar qual a relação dos acordos de comércio com o fortalecimento das cadeias. Para fortalecer as cadeias, quais seriam os mais relevantes parceiros comerciais do Brasil? Presidente: Denise Neumann – Valor Econômico Acadêmico – Lucas Ferraz – FGV/EESP Renato Baumann – IPEA Paulo Estivallet Mesquita – MRE Lia Valls Pereira – FGV Rio 13h30 às 14h15 – Brunch 14h15 às 15h30 – Painel 4 - A voz do setor produtivo Objetivo: A formulação de uma nova Política para o Comércio Exterior deve contemplar os anseios dos diversos segmentos produtivos envolvidos no comércio internacional. Presidente – Embaixador Fernando de Mello Barreto Roberto Caiuby Vidigal – Grupo TECHINT
  4. 4. 5|OsRumosdaPolíticadeComércioExteriordoBrasil Renato Jardim – ABIT Fernando Figueiredo – ABIQUIM Pedro Bentancout – GM – ANFAVEA Klaus Curt Muller – ABIMAQ Humberto Barbato - ABINEE 15h30 às 17h00 – Painel 5 - Uma nova estrutura para uma nova Política de Comércio Exterior Objetivo: Debater como reformular a estrutura governamental, de forma a dar coordenação e suporte a nova Política de Comércio Exterior. Examinar reformas necessárias do ponto de vista estrutural e de instrumentos de Política. Mediador: Sergio Leo – Valor Econômico Alessandro Teixeira Samuel Pinheiro Guimarães Regis Arslanian Luiz Felipe de Seixas Correa Rubens Barbosa Acilino Ribeiro 15h30 às 17h00 – Encerramento Carlos Ivan Simonsen Leal - Presidente da Fundação Getulio Vargas
  5. 5. 6|OsRumosdaPolíticadeComércioExteriordoBrasil Tatiana Palermo é superintendente de Relações Internacionais da CNA. Foi Conselheira Internacional no MDIC, Coordenadora de Articulação e Cooperação Internacional na Apex-Brasil, Analista Sênior de Comércio Exterior junto à CNI. Anteriormente, atuou como Vice-Presidente Executiva da Câmara de Comércio Brasil-Rússia e trabalhou como consultora à Corte Permanente de Arbitragem em Haia. Mauro Laviola é Vice-Presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), Coordenador TécnicodaSessãoBrasileiradoConselhodeComércioExteriordoMERCOSUL(MERCOEX).Fazparte, da Coalizão Empresarial Brasileira, coordenada pela CNI, do Conselho Empresarial de Relações Internacionais da FIRJAN e do Conselho Superior de Comércio Exterior da FIESP. É Sócio Gerente da MRL Comunicação e Orientação Empresarial. Mini CVs Painel 1 - Dados e Fatos: um retrato do Brasil nas correntes internacionais de comércio Yoshiaki Nakano é professor de Economia da Fundação Getúlio Vargas e diretor da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas. É integrante do Conselho de Administração e também membro do Comitê de Auditoria da CSN, do Conselho Superior de Economia (Cosec) e do FIESP/IRS. Formado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas, com mestrado e doutorado na Universidade de Cornell, nos Estados Unidos. Daniel Godinho é secretário de Comércio Exterior da Secretaria de Comércio Exterior – SECEX no MDIC. Graduado em Direito pela UFMG e em Relações Internacionais pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG). É mestre em Direito Internacional e Economia pelo World Trade Institute, centro ligado às Universidades de Berna, Fribourg e Neuchâtel, na Suíça. Ricardo Andrés Markwald é diretor geral da FUNCEX. Foi chefe-adjunto do Departamento Econômico da CNI e coordenador de Política Macroeconômica da Diretoria de Pesquisas e Diretor Adjunto de Pesquisas do IPEA. É consultor de organismos internacionais. Em 1985, foi assessor técnico da Presidência da República do Brasil. Mario Marconini é Diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da FIESP, Vice-Presidente da CECOMERCIO e consultor internacional especializado em comércio internacional. É membro do Conselho para Comércio Internacional no Fórum Econômico Mundial e membro do Conselho Consultivo do Centro Europeu de Política Econômica Internacional, em Bruxelas. É professor associado da ESPM e conselheiro acadêmico do Instituto Rio Branco.
  6. 6. 7|OsRumosdaPolíticadeComércioExteriordoBrasil Painel 2 - Brasil: as estratégias possíveis - sul-sul ou sul-norte? Vera Thorstensen é professora na Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV/EESP) e Coordenadora do Centro do Comércio Global e do Investimento (CCGI). Foi assessora econômica da Missão do Brasil na OMC em Genebra de 1995 a 2010 e Presidente do Comitê sobre Regras de Origem da OMC de 2004 a 2010. Suas áreas de pesquisa incluem regulação de comércio da OMC e de acordos preferenciais. Aluisio Lima-Campos é professor adjunto do Washington College of Law na American University. Presidente do Brazilian International Trade Scholars Institute - ABCI, e consultor econômico da Embaixada do Brasil em Washington. Faz parte da lista indicativa de painelistas da OMC, como especialista em defesa comercial. Suas especialidades incluem comércio e finanças internacionais, política e defesa comercial. Ministro Ronaldo Costa Filho é diretor do Departamento de Negociações Internacionais do Ministério de Relações Exteriores do Brasil, unidade responsável pelas negociações comerciais extrarregionais do Mercosul. Serviu nas Missões do Brasil junto à OMC, junto à União Europeia e junto às Nações Unidas, assim como na Embaixada em Quito. Em Brasília, foi Chefe da Divisão de Negociações em Serviços. Sandra Polónia Rios é diretora do Centro de Estudos de Integração e Desenvolvimento (CINDES) e sócia da Ecostrat Consultores. É professora de Política Comercial no curso de Economia da PUC-RJ e consultora da CNI. Sua área de pesquisa inclui negociações comerciais internacionais e política de comércio exterior. Welber Barral é Doutor em Direito Internacional pela USP e Mestre em Relações internacionais pela UFSC. É advogado, sócio da Barral M Jorge Consultores Associados (Brasília e São Paulo, Brasil). É árbitro do Tribunal Permanente de Revisão do Mercosul. Ex-Secretário de Comércio Exterior, foi Professor de Direito Internacional pela UFSC. Professor Visitante na American University, e Visiting Professorial Fellow na Georgetown University Law Center. Luiz Roberto Serrano é Executivo do Departamento de Seminários e Eventos doValor Econômico. Desempenhou a função de assessor de imprensa de Fernando Henrique Cardoso e Ulysses Guimarães. Trabalhou como editor de Economia das Revistas Veja e Exame e editor adjunto de Política e Economia da Revista ISTOÉ. Foi sócio-diretor da Serrano&Associados e repórter da Gazeta Mercantil.
  7. 7. 8|OsRumosdaPolíticadeComércioExteriordoBrasil Renato Baumann é professor da Universidade de Brasília e do Instituto Rio Branco. É também Diretor de Estudos e Relações Econômicas e Políticas Internacionais (DINTE) no IPEA. Possui doutorado em economia em Oxford, Inglaterra, e foi diretor da representação da CEPAL no Brasil. Paulo Estivallet Mesquita é Embaixador e Diretor do Departamento Econômico do Ministério das Relações Exteriores. Trabalhou em áreas relacionadas a assuntos multilaterais, ao planejamento de políticas para o Leste Asiático e Sudeste Asiático. Fez parte da Rodada Doha desde seu lançamento, e foi Representante Permanente Adjunto do Brasil na OMC. Lia Valls Pereira é economista do IBRE/FGV e professora adjunta de economia na FCE/UERJ e na FGV-RJ. Possui doutorado pelo Instituto de Economia da UFRJ e Mestrado pela Universidade de Cambridge, Inglaterra. Sua área de pesquisa inclui política de comércio exterior; relações econômicas internacionais; acordos e regulações internacionais comerciais. Denise Maria Neumann é repórter especial no Valor Econômico, desde a sua fundação em 2000. Possui mais de 25 anos de experiência em jornalismo econômico. Trabalhou na Gazeta Mercantil, Jornal do Brasil e Estado de São Paulo, sempre na área econômica. Embaixador Fernando Paulo de Mello Barreto é Chefe do Escritório de Representação do Ministério das Relações Exteriores em São Paulo (ERESP). Graduado em Direito pela Universidade de São Paulo/SP e mestre em Direito pela Columbia University/Nova York, EUA. Trabalhou como diplomata em Madri, Quito, Nova York (ONU), Ottawa, Genebra, Londres, Camberra (Embaixador) e Boston. Painel 4 – A voz do setor produtivo Roberto Caiuby Vidigal é Presidente da Organização TECHINT no Brasil. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade São Luís/ São Paulo. Possui especialização em Avanced Management Program do Institu Europeend´Administration – Fontainbleau, França. Ex-Diretor- Presidente da Confab Industrial S/A e da ABDIB - Associação Brasileira da Infra Estrutura e Indústria de Base. Painel 3 - O Brasil nas cadeias globais de valor: custos e oportunidades de se conectar às cadeias Lucas Ferraz é professor na Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV/ EESP) e Coordenador do Núcleo de Modelagem Econômica do Centro do Comércio Global e do Investimento (CCGI). É especialista em Modelo de Equilíbrio Geral Computável para o Comércio Internacional. Sua área de pesquisa inclui Acordos Regionais de Comércio, Cadeias Globais deValor e barreiras não-tarifárias.
  8. 8. 9|OsRumosdaPolíticadeComércioExteriordoBrasil Renato Jardim é formado em Comércio Exterior pela Universidade Mackenzie, pós-graduado em comércio e finanças internacionais pela FGV/Cetiqt – RJ. É Gerente da Área Internacional e de Economia da Abit – Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção na qual atua há mais de 14 anos. Painel 5 - Uma nova estrutura para uma nova Política de Comércio Exterior Fernando Figueiredo é Presidente-Executivo da Associação Brasileira da Indústria Química – ABIQUIM. Formado pela Faculdade de Direito da USP, é membro do Conselho Superior de Tecnologia e Competitividade da FIESP e leciona Comunicação Corporativa no Programa de Educação Continuada da FGV. Na ABIQUIM, foi membro da Comissão de Economia e coordenou as comissões de Assuntos Jurídicos e Tributários, a de Comunicação e Imagem. Pedro Bentancourt é representante da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores – ANFAVEA e gerente regional sênior de assuntos institucionais da General Motors na América do Sul. Klaus Curt Muller é diretor executivo de comércio exterior da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – ABIMAQ. Humberto Barbato é empresário, Administrador de Empresas, com Especialização em Comércio Exterior pela Organização dos Estados Americanos (OEA). É Presidente da ABINEE tendo sido eleito em 2007 e reeleito em 2010. É Membro dos Conselhos Temáticos de Relações Internacionais e de Assuntos Legislativos da CNI e Vice-Presidente da FIESP. Sergio Leo é colunista do jornal “Valor Econômico”. Especialista em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília (UnB) e graduado em jornalismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Foi diretor da revista “Isto É Dinheiro”, editor regional de “O Estado de S. Paulo”, repórter especial na “TV Globo” e nos jornais “Valor Econômico”, “O Globo”, “Folha de S. Paulo” e “Jornal do Brasil”. Samuel Pinheiro Guimarães é Embaixador e professor de“Política Internacional e Política Externa Brasileira” no Instituto Rio Branco. Foi Alto-Representante Geral do Mercosul entre 2011 e 2012. Foi também secretário-geral das Relações Exteriores do MRE de 2003 a 2009, e ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República entre 2009 e 2010. É Mestre em economia pela Boston University.
  9. 9. 10|OsRumosdaPolíticadeComércioExteriordoBrasil Alessandro Teixeira é Doutor em Economia Industrial e Tecnológica pela Universidade de Sussex, na Inglaterra, Mestre em economia latino-americana pela Universidade de São Paulo. É presidente daWorld Association of Investment Promotion Agencies (WAIPA), e também conselheiro do BNDES e do SEBRAE. Foi Secretário Executivo do CNDI, presidente da Apex-Brasil e da ABDI. Regis Arslanian é Embaixador. É Sócio da GO Associados, membro do Conselho de Integração Internacional da CNI, do Conselho Superior de Comércio Exterior da FIESP e do Conselho Superior daABINEE.NoItamaraty,foiChefedaDivisãodePolíticaComercialnoItamaratyduranteasRodadas multilaterais de comércio Uruguai e Doha e Diretor de Negociações Comerciais. Foi Embaixador do Brasil no Mercosul e na ALADI, em Montevidéu. Luiz Felipe de Seixas Corrêa é Embaixador e foi Representante Permanente do Brasil na OMC e nas Nações Unidas em Genebra. É diplomata desde 1967 e foi nomeado duas vezes ao cargo de Secretário-Geral do Ministério de Relações Exteriores, em 1992 e 1999/2001. Em sua carreira, participou de conferências internacionais sob a égide da OMC, ONU e Mercosul. Acilino Ribeiro é Advogado. Professor de Relações Internacionais e Direito Internacional da Faculdade JK (DF). Advogado de movimentos sociais. CarlosIvanSimonsenLealé Presidente da Fundação GetulioVargas (FGV), cargo que exerce desde 2000. Graduado em Engenharia Civil pela Escola de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e em Economia Matemática pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), em 1982. Cursou o Doutorado da Escola de Pós-Graduação em Economia (EPGE) da Fundação Getúlio Vargas (1989-82) e obteve o título de doutor em economia pela Universidade de Princeton (EUA). Embaixador Rubens Antonio Barbosa é presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior da FIESP e membro do GACINT/USP. Foi Embaixador do Brasil em Londres de 1994 a 1999 e em Washington de 1999 a 2004, além de ter ocupado diversos cargos no Ministério das Relações Exteriores do Brasil. Foi presidente da Associação dos Países Produtores de Café (APPC). É consultor de negócios e membro de diversos conselhos de empresas. Encerramento

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