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  1. 1. Porto Alegre / 18 de julho de 2008 / nº 29 / Ano XIII / www.fiergs.org.br S E M A N A Paulo Fernandes Tigre, presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Rio Grande do Sul E D I T O R I A LE D I T O R I A LE D I T O R I A LE D I T O R I A LE D I T O R I A L Uma reunião de industriais, políticos e empresários da área energética com a dire- tora de Gás e Energia da Petrobras, Maria das Graças Foster, na sede da FIERGS, nesta terça-feira, discutiu as possibilidades do Rio Grande do Sul receber um terminal de rega- seificação de Gás Natural Liquefeito (GNL). A crescente demanda de gás natural no mundo é a principal justificativa para a plan- ta, havendo 15 locais ao longo do litoral brasileiro para realizar o investimento de aproximadamente US$ 400 milhões num ter- ceiro terminal, somando-se ao de Pecém, no Ceará, e de Guanabara, no Rio de Janeiro. O Rio Grande do Sul tem duas opções: Rio Grande ou Tramandaí. “A demanda e a produ- ção de gás natural no Brasil devem chegar a 134 milhões de metros cúbicos ao dia, em 2015. E, 31 milhões sairão de terminais de regaseificação. O Estado é uma opção inte- ressante, que tem pontos a favor e outros contrários”, explicou a executiva. O local da construção será anunciado em novembro deste ano e entrará em operação em 2012. Entre os pontos favoráveis ao Rio Grande do Sul está a possibilidade de abaste- cer outros Estados com o gás natural, além do Rio Grande do Sul podeRio Grande do Sul podeRio Grande do Sul podeRio Grande do Sul podeRio Grande do Sul pode receber terminal de regaseificaçãoreceber terminal de regaseificaçãoreceber terminal de regaseificaçãoreceber terminal de regaseificaçãoreceber terminal de regaseificaçãoEnergia éEnergia éEnergia éEnergia éEnergia é soberaniasoberaniasoberaniasoberaniasoberania A diretora da Petro- bras, Maria das Graças Fos- ter, disse uma frase de grande significado duran- te seu encontro na FIERGS: “Energia é sobe- rania”. Por isto, quando tratamos desse tema, de- vemos levar em conta as oportunidades e riscos da nossa matriz energética do Brasil em relação à dependência de fornece- dores externos. Também por essas ra- zões, a oferta de energia é um fator estratégico para o país, compatibilizando as demandas de cada Estado e o circuito necessário de suprimento equilibrado. O Rio Grande do Sul, assim, apresenta-secomsuasvan- tagens comparativas para hospedar a terceira plata- forma de regaseificação de Gás Natural Liquefeito. A localização diante do Mercosul e a possibilida- de de abastecer Santa Ca- tarina, como ponto de início do sistema de for- necimento, garante com- petitividade para esse em- preendimento. Portanto, as razões técnicas e a geografia combinaram os fatores essenciais para que a planta de GNL aqui se estabeleça e tenha viabilidade de apoiar de- cisivamente o desenvolvi- mento industrial brasilei- ro e a nossa soberania. Uruguai e Argentina. “O fator geopolítico nos ajuda, entre outras variáveis. Além disto, temos uma mobilização regional muito forte, que envol- ve todos os setores da sociedade”, enfatiza o presidente da FIERGS, Paulo Tigre, que partici- pou da reunião. Maria das Graças deixou claro que o Estado tem boas chances de receber o investimento, mas não quer criar falsas expectativas aos gaú- chos. Ela citou que entre os pontos que depõem contra o Rio Grande do Sul está a longa distância de gasodutos a serem construídos para transpor- tar o combustível regaseificado até os mercados consumidores. “A decisão da Petrobras cumprirá critérios técnicos e este terminal será para suprimir uma demanda térmica”, completou a diretora da Petrobras. A plataforma de regaseificação é um tipo de estrutura criada para viabilizar a utilização do gás natural por consumidores que estão longe de onde o combustível é extraído. Ao ser captado, o gás natural sofre um processo de liquefação, sendo transportado em navios até os terminais onde será novamente gaseificado, para então ser disponibilizado ao mercado. É só assim que países não dispõem do combustível podem ter acesso ao mesmo. Encontro na FIERGS discutiu a implantação de terminal de gás liquefeito no Estado Foto:DuduLeal
  2. 2. “Brasil-Colômbia: Novas Fronteiras de Negócios” é o tema do encontro que reunirá os presidentes dos dois países, ministros e entidades empre- sariais, neste sábado, dia 19, em Bogo- tá. O setor industrial nacional será representado pelo vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e presidente da FIERGS, Paulo Tigre, que irá abordar a “Indústria Brasileira em Perspectiva”. Após a abertura do evento pelos presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva; e da Colômbia, Álvaro Uribe Vélez; Tigre falará sobre o potencial da indústria brasileira, do mercado con- sumidor e da nova economia em desen- volvimento, como a produção de eta- nol, de energia elétrica limpa, de celu- STF concede liminarSTF concede liminarSTF concede liminarSTF concede liminarSTF concede liminar sobre cálculo desobre cálculo desobre cálculo desobre cálculo desobre cálculo de insalubridadeinsalubridadeinsalubridadeinsalubridadeinsalubridade Uma liminar decidida pelo Supremo Tribunal Federal suspendeu a súmula 228 do Tribunal Superior do Trabalho, que pretendia obrigar o pagamento da insalu- bridade aos empregados pelo salário con- tratual. Com a decisão do STF, as empre- sas podem continuar aplicando o cálculo com as mesmas bases que vinham prati- cando, dentre as quais se inclui o salário mínimo. A confusão entre as súmulas foi detec- tada pela FIERGS, que posicionou a Confe- deração Nacional da Indústria. A CNI, então, ingressou com uma Reclamação no STF, cuja decisão em liminar foi proferida pelo juiz Gilmar Mendes. A síntese da decisão é a seguinte: “(...) com base no que ficou decidido no RE 565.714/SP e fixado na Súmula Vincu- lante nº 4, este Tribunal entendeu que não é possível a substituição do salário mínimo, seja como base de cálculo, seja como indexador, antes da edição de lei ou celebração de convenção coletiva que regule o adicional de insalubridade”. “Logo, à primeira vista, a nova redação estabelecida para Súmula nº 228/TST re- vela aplicação indevida da Súmula Vincu- lante nº 4, porquanto permite a substitui- ção do salário mínimo pelo salário básico no cálculo adicional de insalubridade sem base normativa”. O presidente da FIERGS e do Conselho Temático Permanente de Integração In- ternacional da CNI, Paulo Tigre, partici- pou na quinta-feira do “2º Workshop CNI sobre Bens Remanufaturados – O Estabe- lecimento de um Marco Legal sobre o Comércio de Bens Remanufaturados no Brasil”, na sede da Confederação Nacio- nal da Indústria, em Brasília. O evento discutiu a portaria do Ministério do De- senvolvimento, Indústria e Comércio Ex- terior (MDIC) que trata da importação de bens usados. As normas sobre o assunto estão sendo revisadas e uma nova portaria deverá ser editada nas próximas semanas. Paulo Tigre conduziu os debates. O encontro reuniu setores que serão afetados diretamente pela nova legisla- ção, o caso de tratores, caminhões e veículos utilitários. O diálogo com o go- verno federal visa trazer sugestões que atendam a diferentes posições. Entre os debatedores presentes estiveram Salva- Tigre representa indústriaTigre representa indústriaTigre representa indústriaTigre representa indústriaTigre representa indústria brasileira na Colômbiabrasileira na Colômbiabrasileira na Colômbiabrasileira na Colômbiabrasileira na Colômbia lose de fibra e de tecnologias de ponta em extração de petróleo. O encontro contará ainda com a presença do mi- nistro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Miguel Jorge. O evento tem como objetivo ampli- ar as oportunidades de negócios e parcerias entre os dois países. De tudo que o Brasil exporta, 1,46% vai para a Colômbia e o crescimento dos embarques bateu recorde histórico em 2007, chegando a US$ 2,3 bilhões. Já as importações representaram 0,35% da pauta brasileira. O país envia, prin- cipalmente, produtos de alto valor agregado, como caldeiras, máquinas industriais, aparelhos elétricos e ae- ronaves, e recebe combustíveis e óle- os minerais. Workshop na CNI trata de Bens RemanufaturadosWorkshop na CNI trata de Bens RemanufaturadosWorkshop na CNI trata de Bens RemanufaturadosWorkshop na CNI trata de Bens RemanufaturadosWorkshop na CNI trata de Bens Remanufaturados dor Pugliese, coordenador do Grupo de Bens Remanufaturados do Sindipeças; Pedro Bentancourt, diretor de Relações Governamentais da GM do Brasil; Klaus Muller, gerente de Comércio Exterior e Negócios Internacionais de Abimaq; Philip Fox Drummond Gough, chefe da Divisão de Acesso a Mercados do Ministério das Relações Exteriores; Jerson Dotti, dire- tor de Assuntos Governamentais e Institu- cionais da Catterpilar; e Maria Teresa Bustamante, diretora de Relações Internacionais da Abinee e coordenadora de Comércio Exterior da Eletros. Foto:JoséPauloLacerda Bentancour (d) falou sobre os desafios para o mercado doméstico
  3. 3. Nova diretoria da FIERGS/CIERGSNova diretoria da FIERGS/CIERGSNova diretoria da FIERGS/CIERGSNova diretoria da FIERGS/CIERGSNova diretoria da FIERGS/CIERGS ééééé empossada para mandato até 2011empossada para mandato até 2011empossada para mandato até 2011empossada para mandato até 2011empossada para mandato até 2011 As novas diretorias da Federação e do Centro das Indústrias do Rio Grande do Sul tomaram posse, estatutaria- mente, na terça-feira, durante reunião na sede da FIERGS. Paulo Tigre, que foi reconduzido à presidência até julho de 2011, agradeceu à confiança depositada pelos industriais para mais um mandato seu à frente da FIERGS/CIERGS, e enfatizou que a partir de agora a responsabilidade aumenta. Compartilhou o compromisso com todos os integrantes das Diretorias, mantendo juntos os objetivos estratégicos da Liderança, Representatividade e Desenvolvimento que nor- teiam a entidade. Na próxima quinta-feira, dia 24, a posse ocorrerá com a presença do presidente da Confederação Nacional da In- dústria, Armando Monteiro Neto, que liderará a diretoria da CNI presente à Capital para a abertura da Olimpíada do Conhecimento. Todas as reuniões nacionais da CNI, do Sesi e do Senai ocorrerão em Porto Alegre neste período. Veja a nominata completa das novas Diretorias: FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DIRETORIA Presidente: Paulo Gilberto Fernandes Tigre Vice-Presidentes: Astor Milton Schmitt, Carlos Alexandre Geyer, Gilberto Porcello Petry, Heitor José Müller, Humberto César Busne- llo e José Antonio Fernandes Martins Diretores: Alexandre Bittencourt De Carli, Arildo Bennech Olivei- ra, Aristides Inácio Vogt, Ayrton Luiz Giovannini, Carlos Alberto Aita, Carlos Evandro Alves da Silva, Dirceu Gilmar Pezzin, Élio Jorge Coradini, Enio Guido Raupp, Francisco Valmor Marques de Avila, Geraldo Pinto Rodrigues da Fonseca, Gilberto Ribeiro, Gilda Eluiza de Roos Rossi, Heitor Vanderlei Linden, Henrique Vontobel, Iro Schünke, Jandir Antonio Cantele, Jorge Luis Vargas Cardoso, José Alfredo Laborda Knorr, Juan Roberto Germano, Mário Luís Renner, Maristela Cusin Longhi, Mario Luiz Fernandes Medeiros, Mathias Elter, Murilo Lima Trindade, Nelson Brochmann, Nilvo Valdir Fritsch, Orlando Antônio Marin, Oscar de Azevedo, Raul Heller, Roberto Rene Machemer, Rodrigo Decimo, Serafim Gabriel Quissini, Thômaz Nun- nenkamp, Torquato Ribeiro Pontes Netto, Torvaldo Antonio Marzo- lla Filho, Valdir Agostinho Bedin e Walter Rudi Christmann CONSELHO FISCAL: Titulares: Claudino João José Simon, Joni Alberto Matte e Nelson Jawetz. Suplentes: Cristiane Passarin, José Cesa Neto e Orlando Sebastião Klein DELEGADOS-REPRESENTANTES JUNTO À CNI: Titulares: Paulo Gilberto Fernandes Tigre e Heitor José Müller. Suplentes: Francis- co Renan Oronoz Proença e Carlos Alexandre Geyer CENTRO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DIRETORIA Presidente: Paulo Gilberto Fernandes Tigre Vice-Presidentes: Ademar De Gasperi, Bolivar Baldisserotto Mou- ra, Claudio Affonso Amoretti Bier, Enio Lucio Schein, Oscar Alberto Raabe e Ricardo Menna Barreto Felizzola Vice-Presidentes Regionais: Antônio Roso Bruno Artur Fockink, Carlos Bertuol, César Rangel Codorniz, Egon Édio Hoerlle,EmersonVontobel,FlavioHaas,LuizAugustoFuhrmannSchnei- der, Pedro Antônio Garcia Leivas Leite e Valdir Turra Carpenedo Diretores:AderbalFernandesLima,AlfredoLisboaRibeiroTellechea, André Loiferman, André Meyer da Silva, Alexandrino de Salles Ramos deAlencar,AndréVanonideGodoy,ArlindoPaludo,CarlosBatistada Silva, Carlos Roberto Pires Pôrto, Carlos Weinschenck de Faria, Cezar Luiz Müller, Fernando José Ruschel Justo, Fernando Luiz Mendes Pinheiro, Gilberto Zago, Hugo Scipião Ferreira Júnior, Irineu Boff, Jorge Luiz Buneder, José Luciano Duarte Penido, José Luiz Bozzetto, Luiz Eduardo Franco de Abreu, Luiz Francisco Gerbase, Luiz Moan Yabiku Júnior, Marco Aurélio Vieira Paradeda, Marcos Odorico Oderich, Marcus Coester, Oswaldo Sergio Ferreira Beck, Renato Borgmann Severo de Miranda, Renato Gasparetto Junior, RicardoLinsPortellaNunes,RogérioJoaquimTondo,VittorioAntonio da Silva Ardizzone, Walter Lídio Nunes e Zenon Leite Neto CONSELHO FISCAL: Efetivos: Frederico Martin Gunnar Dürr, Jairo Alberto Zandoná e Renato Kunst. Suplentes: Caetano Rosito Neto, Clovis Furlanetto e Luiz Felipe Schiavon Foto:DuduLeal
  4. 4. De 24 a 27 de julho, das 9h às 17h, no Centro de Eventos FIERGS, em Porto Alegre, o Senai reunirá os melhores alunos de suas escolas de todo o Brasil. Serão 205 participantes de 26 Estados e do Distrito Federal a disputar as medalhas de ouro, prata e bronze na Olimpíada do Conhecimento. Jovens que se preparam para dar suporte à evolução tecnológica da indústria brasileira. Durante quatro dias, eles vão demonstrar todas as suas habilidades e conhecimento no manuseio de equipamentos de última geração, simulando o ambiente de trabalho que vão encontrar no mercado de trabalho. Mas além da competição, uma série de eventos paralelos tornará a Olimpíada um atrativo para o público em geral. É preciso ser criativo. Inovar conta pontos para o crescimento dentro da própria escola e também abre oportunidades no mercado de trabalho. Como resultado deste esforço, as escolas do Senai dão a seus alunos as oportunidades e as ferramentas para inventar, criar, fazer projetos. Foram produzidos 13 proje- tos, escolhidos para integrarem a Mostra “Indústria de Idéias”. Como exemplo, o robô varredor autônomo, que elimina partícu- las decorrentes da operação de máquinas. O deslocamento é feito com um itinerário predeterminado. Já a “guitarra auto-afinante” é automatizada, facilitando a afinação. Conta com uma placa eletrônica que mede as freqüên- cias e comanda seis motores que apertam e soltam as cordas. Se este projeto interessa aos músicos, o “control house” é impor- tantíssimo para pessoas com deficiência física. O equipamento possibilita acionar alarmes e também telefones de vizinhos. Um projeto para auxiliar os motoristas é o “controlador programável de velocidade veicular”. Se o filho pede o carro emprestado, o pai pode limitar a velocidade máxima, por meio de uma senha que é o controlador veicular. Maior evento de educação profissionalMaior evento de educação profissionalMaior evento de educação profissionalMaior evento de educação profissionalMaior evento de educação profissional das Américas chega a Porto Alegredas Américas chega a Porto Alegredas Américas chega a Porto Alegredas Américas chega a Porto Alegredas Américas chega a Porto Alegre MOSTRA PSAI O Programa Senai de Ações Inclusivas (PSAI) terá oficinas profissionalizantes, inovações tecnológicas e recursos didáti- cos- pedagógicos. A Mostra de Projetos apresenta quatro idéias de equipamentos para auxiliar aqueles que tem algum tipo de deficiência, principalmente de locomoção. O Móbile Eletronic Moviment, por exemplo, é uma cadeira de rodas que possibilita maior agilidade em locais de difícil acesso, proporcionando autonomia ao cadeirante. Criação dos alunos do Centro Tecnológico de Mecatrônica do Senai. Há também o projeto de Cadeira Off Road, um equipamento que dá ao usuário de cadeiras de rodas a sensação do ecoturis- mo. Foi criado pelos docentes do Senai Automotivo de Porto Alegre, em parceria com a ONG Caminhadores, de Porto Alegre. O Adaptador de Comandos Inferiores em Motocicletas, dispositivo adaptado à moto Harley Davidson, permite a defici- entes dirigir motocicleta. Foi criado pelos alunos do Curso Técnico em Automobilística do Senai Automotivo, de Porto Alegre. Já o Libras Laerning é um equipamento para ajudar na alfabetização de deficientes auditivos, criação da Escola Helen Keller, de Caxias do Sul. Também neste espaço os visitantes terão a oportunidade de aprender a produzir pães de queijo com os alunos com defici- ência do curso de Panificação Doméstica da escola do Senai Visconde de Mauá e na Oficina de Informática, um aluno e um professor cegos mostrarão o software Virtual Vision. Escritores Gaúchos Haverá espaço para a cultura com o Livraria e Café Senai. Os autores gaúchos Luis Augusto Fischer, Moacyr Scliar e Charles Kiefer são os destaques. Confirmações de presença: (51) 3347-8787. Congresso de Educação O V Congresso Ibero-Ameri- cano de Qualidade na Educa- ção reunirá, em 25 de julho, das 9h às 18h, palestrantes do México, da Espanha, do Equador, do Chile e do Brasil. OUTRAS ATRAÇÕES PARALELAS DA OLIMPÍADAOUTRAS ATRAÇÕES PARALELAS DA OLIMPÍADAOUTRAS ATRAÇÕES PARALELAS DA OLIMPÍADAOUTRAS ATRAÇÕES PARALELAS DA OLIMPÍADAOUTRAS ATRAÇÕES PARALELAS DA OLIMPÍADA Produção Enxuta O Seminário Lean Manufac- turing terá como destaque a experiência da Toyota, que aplica esta filosofia em suas fábricas. Parceria com o IGEA, será realizado no dia 24, das 14h às 18h. O objetivo é de- bater sobre a Produção En- xuta, ou Lean Manufacturing. Setor Naval O panorama brasileiro de construção e reparação de embarcações será discutido no Workshop Senai de Prospectiva Industrial – Setor de Construção e Reparação Naval, em 24 de julho, às 14h. Propriedade Industrial Outra atividade tratará de Patentes e Gestão da Proprie- dade Industrial. A atividade conta com apoio também do IEL-RS e do Citec . Será no dia 25, às 9h. Fórum Senai Klever Kolberg, que já parti- cipou 20 vezes do rali Paris- Dakar, vai fazer a palestra Superando os desafios no de- serto e no mundo dos negóci- os no dia 25 de julho, durante o II Fórum Senai Empresas – Aprendizagem Organiza- cional, às 8h30min. Cursos e palestras Os cursos rápidos e palestras serão ministrados pelo Senai e parceiros, entre eles o Sesi com o Cozinha Brasil. Alguns temas abordados serão mecâ- nica, informática e alimenta- ção. A programção está no site www.senairs.org.br/olimpiada. INOVA 2008 Realizado na primeira etapa da Olimpíada do Conheci- mento, em Blumenau (foto), no mês passado, o Inova 2008 terá uma mostra dos trabalhos vencedores nas três categorias: Processo Inovador, Aluno Produto Inovador e Docente Produto Inovador. Estarão expostos os três me- lhores trabalhos de cada categoria, entre eles o do gaú- cho Andrigo Machado Costa, do Centro Tecnológico de Mecatrônica, com o projeto Display Holográfico. Foto:Divulgação
  5. 5. A crise mundial é séria mas, por en- quanto, o Brasil é figurante e está, relati- vamente, blindado. Essa foi a conclusão da palestra do economista Paulo Guedes no seminário “Novos Cenários – Macroecono- mia em Negócios”, promovido pelo Sistema FIERGS, por meio do Instituto Euvaldo Lodi (IEL-RS). “Estamos passando pelo choque eurasiano”, afirmou Guedes. “São 3,5 bi- lhões de chineses, paquistaneses e india- nos entrando no mercado de trabalho por um salário baixo. Há um excesso de oferta de mão-de-obra e de demanda por alimen- tos e combustíveis, pressionando a infla- ção de forma global”, explicou. O economista, que é doutor em Econo- mia pela Universidade de Chicago (EUA), destacou ainda que os Estados Unidos permanecerão nesta crise por uns três ou quatro anos e são os grandes responsáveis, junto com a Ásia, pela recessão mundial. “Durante anos, em cada crise, o Alan Gre- enspan (ex-presidente do Banco Central americano - Fed) baixava o juro. Nos últimos anos, esse remédio começou a não adian- tar mais”, comentou. “Os americanos estão empobrecendo há oito anos, mas ainda não se deram conta devido a sua cultura fecha- da”, disse Paulo Guedes. Com relação ao Brasil, ele lembrou que o método de baixar a taxa de juro já havia sido usado nos anos 80. “Depois dos índices de inflação que Crise mundialCrise mundialCrise mundialCrise mundialCrise mundial não deve afetar o Brasilnão deve afetar o Brasilnão deve afetar o Brasilnão deve afetar o Brasilnão deve afetar o Brasil por enquanto, afirma economistapor enquanto, afirma economistapor enquanto, afirma economistapor enquanto, afirma economistapor enquanto, afirma economista tivemos, aprendemos a controlá-la. Pode não ser o método que todos gostariam, mas estamos conseguindo segurar a inflação”, concluiu. Já o economista Marcelo Portugal, doutor em Economia pela Universidade de Warwick (EUA) e professor da Ufrgs, expôs que a inflação é global, por ques- tões das commodities (problemas de safra e produção para biocombustíveis) e tam- bém por problemas estruturais. “Nosso problema maior é como controlar a infla- ção sem abortar a retomada do cresci- mento”, salientou Portugal. Conforme ele, a tendência é que o Brasil fique com uma inflação em torno de 6,7% em 2008, mas as taxas de juros deverão aumentar bastante. “Temos que torcer para o Banco Central não subir demais e terminar com o crescimento econômico”, observou. O seminário faz parte do Programa de Educação Empresarial do IEL-RS. Em agos- to, vai promover palestra com o econo- mista e professor da Universidade de New York, Nouriel Roubini, no dia 19; e com o professor do Insead (França), James Te- boul, no dia 26. Crescendo com Arte no Teatro do SesiCrescendo com Arte no Teatro do SesiCrescendo com Arte no Teatro do SesiCrescendo com Arte no Teatro do SesiCrescendo com Arte no Teatro do Sesi O espetáculo musical Pandorga da Lua, do projeto Crescendo com Arte, do Sesi-RS, foi apresentado na terça-feira, no Teatro do Sesi (foto). Voltado para crianças de 7 a 14 anos, a iniciativa tem o objetivo de favorecer o desenvolvi- mento sócio-cultural dos jovens, oportunizando às crianças a vivência com a arte e colocando ao seu alcance informação, estímulo ao gosto estético e ao aprimoramento da sensibilidade. Rede deRede deRede deRede deRede de AtendimentoAtendimentoAtendimentoAtendimentoAtendimento Porto Alegre é responsável por 42% do total de demandas da Rede de Atendimento à Indústria (RAI) do Siste- ma FIERGS até junho deste ano. Caxias do Sul tem 7%, seguido de Bento Gon- çalves, São Leopoldo, Novo Hamburgo e Canoas, com 3% em solicitações. A RAI é um serviço que, de forma ágil, respon- de as principais dúvidas e orienta os empresários sobre os mais diversos as- suntos, desde questões sobre seguran- ça e saúde no trabalho, cursos e even- tos até inovação tecnológica e articu- lação de parcerias. Também disponível para os sindicatos setoriais e as associ- ações empresariais, a Rede é coorde- nada pelo IEL-RS, um articulador das soluções das demandas da indústria junto aos centros de conhecimento. Seminário promovido pelo Sistema FIERGS reuniu Paulo Guedes e Marcelo Portugal Fotos:DuduLeal

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