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Potência Anaeróbia
Alática e Lática
Fisiologia do Exercício II
Faculdade de Educação Física
Universidade de Brasília
Metabolismo Anaeróbio
• Via ATP-CP (Sistema do fosfagênio):
– Fornecimento rápido de energia
– Estoques de ATP e CP intracelular
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• Via Glicolítica (Glicólise anaeróbia):
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– Potência máximo de energia liberada por
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• Potência muscular - Capacidade de produzir
força no menor intervalo de tempo. (Robergs, R. A. &
Roberts, S. O.; 2002)
TESTES PARA AVALIAR A POTÊNCIATESTES PARA AVALIAR A POTÊNCIA
ANAERANAERÓÓBICA (ALBICA (ALÁÁTICA)TICA)
METODOLOGIA DIRETA:
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• Protocolo (metodologia):
– Alongamento e aquecimento
– Sinal prepara e vai
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Velocistas
Fraco Regular Bom
Muito
bom
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5,7 5,6 5,5 5,4 < 5,4
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• Método fotocolorimétrico
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• Protocolo (metodologia):
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T2 = 4,83s
T3 = 4,79s
T4 = 4,99s
T5 = 4,98s
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Calcular as potências de cada tiro, a potência máxima, a
potência média e o índice de fadiga.
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Massa corporal = 70kg
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Calcular as potências de cada tiro, a potência máxima, a
potência média e o índice de fadiga.
• Exercício:
– Indivíduo 3
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Potencia anaerobia

  • 1. Potência Anaeróbia Alática e Lática Fisiologia do Exercício II Faculdade de Educação Física Universidade de Brasília
  • 2. Metabolismo Anaeróbio • Via ATP-CP (Sistema do fosfagênio): – Fornecimento rápido de energia – Estoques de ATP e CP intracelular – Curta duração (> 10s) • Via Glicolítica (Glicólise anaeróbia): – Glicólise citoplasmática – Estoques de glicose e glicogênio – Produção de prótons (H+)
  • 3. • Potência X Resistência Anaeróbia – Potência máximo de energia liberada por unidade de tempo por esse sistema; ATP-CP – Resistência quantidade total de energia disponível por esse sistema. Glicólise Anaeróbia • Potência muscular - Capacidade de produzir força no menor intervalo de tempo. (Robergs, R. A. & Roberts, S. O.; 2002)
  • 4. TESTES PARA AVALIAR A POTÊNCIATESTES PARA AVALIAR A POTÊNCIA ANAERANAERÓÓBICA (ALBICA (ALÁÁTICA)TICA) METODOLOGIA DIRETA: • tamanho da reserva muscular de ATP-PC • velocidade de depleção • deficit de oxigênio • componente rápido do débito de O2 • Ressonância Nuclear Magnética • Biópsia Muscular
  • 5. • Teste de escada de MARGARIA • Teste de corrida dos 50 metros • Teste de Impulsão Vertical • Teste de Impulsão Horizontal METODOLOGIA INDIRETA: TESTES PARA AVALIAR A POTÊNCIATESTES PARA AVALIAR A POTÊNCIA ANAERANAERÓÓBICA (ALBICA (ALÁÁTICA)TICA)
  • 6.
  • 7. TESTE DE CORRIDA DE 50TESTE DE CORRIDA DE 50 METROSMETROS • Protocolo (metodologia): – Alongamento e aquecimento – Sinal prepara e vai – Percorrer 50m no menor tempo possível
  • 8. Velocistas Fraco Regular Bom Muito bom Excelente EXPERIEN TES 5,7 5,6 5,5 5,4 < 5,4 NOVATOS 6,1 6,0 5,9 5,8 < 5,8 Rocha & Caldas, 1978 CLASSIFICACLASSIFICAÇÇÃO DO TESTE DEÃO DO TESTE DE CORRIDA DE 50 METROSCORRIDA DE 50 METROS (Johson&Nelson, 1979)
  • 9. POTÊNCIA ANAERÓBIA TOTAL (Resistência) METODOLOGIA DIRETA: • microdosagem de ácido lático sanguíneo • Método fotocolorimétrico • Método enzimático • depleção de glicogênio biópsia muscular (tipos de fibras) • componente lento do débito de O2
  • 10. TESTES PARA AVALIAR ATESTES PARA AVALIAR A POTÊNCIA ANAERPOTÊNCIA ANAERÓÓBICABICA TOTALTOTAL • Teste de WINGATE • Testes de RAST • Teste de 40 segundos • Teste de corrida dos 400 m (300 m) METODOLOGIA INDIRETA:
  • 11. TESTE DE CORRIDA DE 40TESTE DE CORRIDA DE 40 SEGUNDOSSEGUNDOS • Protocolo (metodologia): – Alongamento e aquecimento – Sinal prepara e vai – Percorrer a maior distância em 40 segundos – Contagem regressiva do avaliador
  • 12. TESTE DE CORRIDA DE 40 SEGUNDOSTESTE DE CORRIDA DE 40 SEGUNDOS (Matsudo, 1979) Anos Masculino Feminina Anos Masculino Feminina 7 178.03 ± 12.24 166,42 ± 11.91 13 221.48 ± 15.93 201.78 ± 25.79 8 191.95 ± 19.37 169.50 ± 12.89 14 230.29 ± 23.23 204.85 ± 20.11 9 197.29 ± 13.72 186.42 ± 17.50 15 246.54 ± 12.76 202.16 ± 18.96 10 200.21 ± 17.01 189.93 ± 10.52 16 250.70 ± 16.56 197.29 ± 15.64 11 203.34 ± 19.24 195.09 ± 24.33 17 240.20 ± 17.32 197.12 ± 10.01 12 213.15 ± 19.37 195.82 ± 16.16 18 261.67 ± 19.85 201.09 ± 10.98
  • 13. • Desenvolvido no anos 70 no Instituto Wingate de Israel • Protocolo muito utilizado • Realizado em cicloergômetro (MMII ou MMSS) • Aquecimento de 3min • 30s máximos • Resistência correspondente a 7,5% da massa corporal Wingate Anaerobic Test (Wingate Anaerobic Test (WANTWANT)) (INBAR et al , 1996; BAR-OR,1987)
  • 14. • Desenvolvido na Universidade de Wolverhampton no Reino Unido • Similar ao WAnT • Especificidade para o movimento de correr • 6 tiros máximos de 35 metros cada • Intervalo de 10 segundos entre os tiros RunningRunning--basedbased Anaerobic SprintAnaerobic Sprint Test (Test (RASTRAST)) (ZACHAROGIANNIS et al, 2004)
  • 15. • Dados obtidos: -Potência Pico maior potência registrada; -Potência Média média das potências registradas; -Índice de Fadiga percentual de queda de potência. Potência (W) = Peso x Distância2 / Tempo3 Potência Média = Média(6 Potências) Índice de Fadiga = (Maior Pot – Menor Pot / Maior Pot) X 100
  • 16. • Exercício: – Indivíduo 1 Massa corporal = 70kg T1 = 4,47s T2 = 4,83s T3 = 4,79s T4 = 4,99s T5 = 4,98s T6 = 5,09s Calcular as potências de cada tiro, a potência máxima, a potência média e o índice de fadiga.
  • 17. • Exercício: – Indivíduo 2 Massa corporal = 70kg T1 = 3,48s T2 = 4,83s T3 = 5,79s T4 = 5,99s T5 = 6,00s T6 = 6,10 Calcular as potências de cada tiro, a potência máxima, a potência média e o índice de fadiga.
  • 18. • Exercício: – Indivíduo 3 Massa corporal = 85kg Tempo dos 50 metros = 6,8s Distância nos 40 segundos = 356m Calcular as potências nos dois testes Obs.: Utilizar P = m . d/t